terça-feira, 14 de julho de 2015

O alimento do coração.

Pensamento do dia 14 de julho de 2015.

Alimentai em vosso coração a chama da fé.
Trigueirinho.

Pois bem, temos focado nossas últimas informações para o coração.
As decisões a serem tomadas no plano mental, que envolvem o coração, tem grandes chances de serem as corretas sob o ponto de vista espiritual.
No entanto, o coração precisa ser “alimentado”.
Este alimento é essencial, pois sua “desnutrição”, o enfraquece, o torna pouco influente e a personalidade ganha forças para assumir o comando novamente.
O alimento do coração é a fé.
Quando você alia na sua vida os aspectos religiosos e filosóficos da fé, seja de seita ou doutrina for, você gera o alimento necessário ao seu coração.
Um coração bem alimentado poderá indicar que certos caminhos devem ser refeitos, certas decisões não devem ser tomadas, a paciência assume o lugar da afobação, a entrega assume o lugar da soberba, o amor assume a liderança sobre o ódio, enfim, grandes são as chances de você trocar, de forma sadia e correta, posições que seriam invertidas para seu corpo espiritual.

Quando prestamos atenção no nosso corpo principal, o espiritual, e o alinhamos com nossa alma, ganhamos equilíbrio e consequentemente o corpo físico, mental e emocional, ajustam-se a este equilíbrio.
O contrário não existe, não consigo alinhar o corpo espiritual através do material, pois o material é temporário, mutável, sazonal e concentra muitas condicionantes cármicas.
O carma é material.

Portanto, o “alimento” para o coração é essencial.
A maioria não percebe esta necessidade. Sabe somente saciar e com extrema abundancia o corpo material.
Além do que não respeita suas necessidades básicas e exagera nos limites da sua tolerância, com excessos, entre os quais: álcool, comida, condimentos, carnes putrefatas, drogas, remédios, exercícios físicos concentrados, exposição ao sol de forma exagerada, adoração do tipo “eu me amo”, tatuagens e outras dilacerações que marcam não só o corpo físico como o astral também, abrindo “buracos” para acessos de fontes de energias duvidosas, além de uma série de quinquilharias, onde ser mais, ter mais é o que importa.
Esta vaidade cega encobre a razão e o bom senso e deturpa a relação mente-alma.
Nossa mente é muito limitada. Não evoluímos e não a expandimos, pois o orgulho e o egoísmo, nos prenderam na ignorância.

Portanto, como última alternativa, temos de expandir a relação coração-mente, pois é o que nos resta a fazer em tempos tão contraditórios e espetacularmente esquisitos.
As grandes mudanças estão às portas.
Sem um mínimo de lucidez, além do que materialmente e emocionalmente conhecemos, enlouqueceremos.
Aliás prevê-se que muitos entraram em processo de demência profunda quando os transtornos alcançarem níveis acima do suportável, para estes.

Trabalhe tua fé, siga teu coração, mas não deixe de “alimenta-lo”.
Veja que este “alimento” tem de ser diário.
Acostume-se a tomar decisões “fora do comum”. Não importe-se com os outros, mas com você, pois esta será a melhor forma de ajudar a TODOS.
Quando as pessoas sentirem seu equilíbrio, sua determinação e sua convicção, ou em outras palavras, tua fé, irão segui-lo e talvez voce seja a única alternativa para muitos.
Daí vejam a responsabilidade que poderemos assumir quando entrarmos nesta seara.
Por último cabe lembrar que quando nos alinhamos com o Plano Maior, nunca estaremos sozinhos.

Exercícios de humildade
Seja humilde, mas com inteligência, isto também “alimenta” o coração:
Treine até torna-se um hábito:
·         Não oponha a sua opinião ao que ouve. Ouça o argumento oposto.
·         Não se irrite com a crítica que te fazem. Aproveite para considerar.
·         Não evite o menos favorecido que te busca. Cumprimente-o com simpatia.
·         Não se revolte contra a doença. Aceite a ocasião de disciplina e resgate.
·         Não afronte o adversário que te surge. Tenha dignidade no triunfo.
·         Não deprecie o trabalho alheio, qual seja ele. Considere que tudo é oportuno.
·         Não despreze o trabalho do outro companheiro. Agradeça o auxílio possível.
·         Não alimente superioridade, nunca. O valor autêntico não se exalta.
Estes são dogmas para o exercício da humildade (antídoto do orgulho).
A prática disto o tornará uma pessoa muito melhor. 
Obs.: Extraído do Jornal o Mensageiro – Centro Espirita Emanuel – Sorocaba - SP.


Hilton

Nenhum comentário:

Postar um comentário