Pensamento
do dia 03 de agosto de 2015.
O Eu
Superior estende sua Graça a todos os homens, mas nem todos
são capazes de recebe-la
Paul
Brunton.
Pois
bem, nossa meta é sermos capazes de receber a Graça.
É um
desafio, mas a vida no seu todo é um desafio.
Como
faze-lo.?
Na
medida que nossa mente se aproxima do nosso Eu Superior, e cada um tem o seu,
ficamos mais próximos e mais sintonizados para ser acessado pela
Graça.
A
Graça é algo genérico, indeterminado, sem definição específica,
pois na medida das nossas necessidades, ela se manifesta e preenche
o vazio que temos naquele momento.
Ao
longo da vida em corpo físico, astral e espiritual, a Graça se manifesta
e atende as necessidades daquele momento, portanto, nos acompanha e nos
acompanhará pela eternidade.
Poucos
a percebem, poucos preenchem seus vazios, poucos utilizam esta forma de
assistência divina que Adonai disponibiliza a todos.
Nossa
mente se limita a atender os assuntos da matéria, do mundo das formas,
das coisas pequenas e passageiras, pois temos medo.
Temos
medo da grandiosidade do universo, do espaço, da vida, da pluralidade,
inclusive do próprio potencial da nossa mente.
É
mais fácil e mais simples pensar e agir somente sobre aquilo que vemos,
sentimos e cheiramos, o "restante" e aja "restante",
normalmente é desconsiderado. Deixamos de lado o principal e damos
total atenção ao supérfluo.
Portanto,
quando pensamos, refletimos e nos concentramos em assuntos mais
subjetivos, informações elevadas, filosofias verdadeiras, nos aproximamos do nosso
Eu Superior e com isto nos candidatamos a ser agraciados com a Graça.
A
Graça produz imediatas expansões de consciência, ou seja, mudamos nossa
lógica, nosso bom senso, nossas sensibilidades, enfim mudanças irão
ocorrer na medida da nossa receptividade.
Desta
forma, não há como desconsiderar tamanha oferta de Adonai. Temos de nos
aproximar do Eu Superior, atender os anseios do nosso coração, deixar de
ter medo, suprir nossas carências internas, nos focar nos assuntos que nos
elevem, mesmo que para isto tenhamos de abrir mão de outras coisas, entre elas
administrar melhor nossa " falta de tempo".
Como
sempre, reflitam, verdadeiramente, sobre isto.
Em
tempos de urgência e de emergência, não há prioridade que possa ser
superada por esta.
Hilton
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