Pensamento do
dia 14 de agosto de 2015.
Ao perdoar os
que nos fizeram mal, prontificamo-nos a receber perdão pelo mal,
prontificamo-nos a receber
perdão pelo mal
que nos mesmos tenhamos feito.
Paul Brunton.
Pois
bem, faz-se o mal de duas formas:
Intencionalmente,
quando desejos de vingança, de ódio, de inveja, etc., manifestam-se e não
sabemos controlar.
Sem
a intenção, quando nos mantemos na ignorância e manifestamos desejos
incompatíveis com as Leis Divinas.
As
duas formas produzem o mal e as duas formas geram condicionantes cármicas.
Manter-se
na ignorância, neste caso, é o fato de nos recusarmos a aprender, de virarmos
as costas para as oportunidades que a vida vai criando para tirá-lo do estado
inercial que se encontra e encaminhá-lo para oportunidades que lhe expandirá a
consciência.
Por
exemplo, se exames médicos apontam para uma sequência de tratamentos
inevitáveis e você se recusa a faze-los, inicia-se um processo de auto
destruição, que poderá leva-lo a uma
desencarnação. Isto obviamente, é um suicídio. A ignorância predominou.
Por
exemplo, a ingestão de álcool, drogas e fumo, é um suicídio e será encarado
como tal, ao nos dirigirmos para o plano astral.
Muitas
vezes este carma se complica, pois dado nosso grau de interelacionamento
compulsório que temos com pessoas da nossa relação, sejam familiares, como as
demais, nossa ausência ou nossa presença desconjurada das responsabilidades que
optamos por ter ao reencarnar, aumenta significativamente este carma face às
responsabilidades que deixamos de assumir, ou da nossa falta de preparação para
assumi-las.
Pessoas
despreparadas em cargos de comando, de domínio, de decisões tem levado as
sociedades ao caos.
Pais
despreparados, relapsos, ou pré ocupados na “qualidade da vida material”,
somente, deixará heranças nada agradáveis, além de cederem aspectos negativos
para seus filhos.
Portanto,
evoluir é um estado de ascenção que motiva e alavanca todo o meio da qual
exercemos influencias.
A
ignorância é nosso maior pesadelo, por isso que aqui se fala tanto na Busca, no
contato, na fé, na expansão da consciência, no aprofundamento do conhecimento,
na ascenção espiritual, pois quando entramos na sintonia espiritual, entraremos
também na sintonia material e saberemos viver e nos manter com aquilo que,
naquele momento, se faz necessário.
O
planeta vive um drama perverso, pois o estado de ignorância da sua população é
gigantesco. A luta da maioria se prende somente nos aspectos da qualidade da
vida material e este conceito de qualidade é, ser mais, ter mais
e poder mais .( o egoísmo em ascenção).
Precisamos
ser leves, soltos, conscientes, desprendidos, focados naquilo que é essencial e
que será eterno nas suas conquistas. O resto devem ser as coisas básicas para
nos manter ativos nesta busca.
Fazemos
o inverso.
Creio
que o primeiro perdão deverá ser consigo mesmo. Devo me perdoar pelo que tenho
feito, pelo que sou ou que não sou. Sem este perdão podemos ficar meses, anos,
vidas, sem ações positivas e evolutivas.
Vencida
esta etapa, a busca pela informação, pelo conhecimento deve ser autentica.
Neste processo iremos nos deparar com críticas, opiniões, sugestões,
imposições, etc., que não soma nada e procura somente nos desviar do caminho
que escolhemos.
Estas
são provas que irão testar a decisão que você tomou.
Neste
primeiro impasse, a maioria cai.
Passada
esta etapa, você irá perceber que está só. Assimilando este impacto,
perceberá que sempre esteve só, concluindo que a vida é individual e assim será
para sempre.
A
convivência será cada vez mais abrangente na medida que você começa a
compreender o “ato de amar”.
Neste
momento a solidão desaparece e parecerá que nunca existiu.
Você
se coliga ao Universo e este se transforma no seu lar.
Todos
aqueles temores sobre separatividade, separação, deixam de existir pois você
compreendeu que somos e sempre seremos UM SÓ.
Vejam
que na medida que ampliamos nossa capacidade de compreender, os conceitos
mudam, as informações se aprimoram o conhecimento se amplia, a vida fica mais
bela.
Vamos
refletir.
Hilton
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