Pensamento
do dia 09 de outubro de 2015.
Ama.
Ama com ardor e pureza O que tudo criou.
Trigueirinho.
Pois bem
, este pensamento sela as informações anteriores.
A base
da vida é o amor.
O
trabalho, os desejos, as necessidades materiais, o chamado progresso material,
as sociedades, a evolução humana, enfim a vida em geral, sem este atributo não
se sustenta.
É
impressionante como as pessoas desprezam esta afirmação e se dedicam a fazer as
coisas desprovidas dos seus reais e elevados sentimentos.
Mascaram
demais suas posições, preferencias, suas verdades, inclusive seus medos, para
não saírem do “trilhos” que a sociedade construiu sob milhares e milhares de
almas aprisionadas a regras que destoam completamente da base da vida.
A
competitividade e a ganancia dominam as fontes da vida terrena e como consequência
formou-se o caos na superfície da Terra.
Ser
religioso, ou acreditar em algo além dos planos materiais, seguiu três
vertentes:
·
O
fanatismo consumado da ignorância, do passado nos primórdios da civilização,
onde a luta, a guerra e a morte formaram a base desta loucura coletiva,
expondo países e seus cidadãos a um sofrimento cruel;
·
O
descaso total e quase absoluto do mundo não visível, não concreto, não exposto,
onde cada um se sente sozinho e precisa defender o seu;
·
E
uns poucos que conseguem tomar consciência da responsabilidade que temos neste
processo evolutivo, lutando a duras penas neste ambiente hostil a tais
intenções.
Esta
minoria, por incrível que pareça, tem conseguido manter a vida planetária,
dando sustentação para que a auto destruição ainda não tenha acontecido.
Manter
ou não manter um mundo, no plano material, manter ou não manter uma raça
humana, no plano material são decisões divinas que levam em conta as
possibilidades destes continuarem sua evolução espiritual.
A Terra
já passou algumas vezes por este processo, bem como já tivemos outros ciclos
que se findaram com graves movimentos da superfície, os chamados movimentos
telúricos.
Dois
grandes continentes sumiram sob as águas e sob o fogo, devida a impossibilidade
de reversão do caminhar destas raças, a Atlântida e a Lemuriana.
Pois
novamente nos encontramos neste processo.
As duas
raças humana, anteriores, chegaram ao auge da evolução material. A Atlântida se
destacou pela manipulação das forças da natureza, bem como pela levitação e por
conseguir coabitar com outras dimensões, portanto, atingiram níveis evolutivos
bem superiores ao atual. A energia atômica foi usada, no princípio, com muita
parcimônia e controle, desvirtuando-se no final do ciclo.
É
impressionante como repetimos etapas do ciclo evolutivo, mas quando isto
ocorre, ou seja a evolução material vem desprovida da evolução espiritual, tudo
termina como um castelo de areia na beira do mar. Desfaz-se.
Hoje a
situação é irremediável, sob este ponto de vista, mas podemos, individualmente,
realizar grandes coisas, quando despertamos para as coisas espirituais, para a
elevação, para o coração, para a divindade que habita nosso ser interior.
Ficar
passivo, inerte e se fechar em si próprio é o pior caminho, pois a indicação é
exatamente ao contrário, ser ativo, ser positivo, ser espiritual, ajudar,
evoluir na busca, na coligação, na reflexão, estudar, estudar muito o extenso
material que nos foi deixado por tantas divindades.
Porque
estas coisas não vem de forma mais fácil para termos acesso?
Para
sairmos da ignorância por vontade própria, por iniciativa própria, por desejo
próprio. Assim estaremos usando o livre arbítrio na sua forma mais pura e
correta.
Portanto,
vamos avaliar nossa postura em relação a isto e se for caso, revê-la com a
máxima urgência.
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