quinta-feira, 28 de abril de 2016

Nos planos de Deus não há "enrolação".


Pensamento do dia, quinta-feira, 28 de abril de 2016

"Todas as coisas colaboram para o bem do homem que ama a Deus. "
White Eagle.

Pois bem, amar a Deus, entre outras coisas é amar a si próprio e amar a Criação e suas criaturas.
Portanto amar a Deus é algo cuja abrangência é infinita, indiscriminada e completa.
Já deu para reparar como as orientações do Plano Maior, muitas vezes anunciadas por Maria, São José, Jesus e todas a outras divindades de todas as religiões sempre nos orientam para amarmos a Deus. Exatamente por causa desta abrangência universal.
Por nós, como temos feito quase sempre, definimos, escolhemos, separamos, classificamos, julgamos quem vamos amar e quem não vamos amar. Além disso chegamos ao absurdo de exigir a contrapartida de alguém que, pretensiosamente, anunciamos que vamos amar.
Este estado de ignorância é cruel, pois esta separação nos tira definitivamente da possibilidade de conhecermos o que é amar e como amar.
Por isso que temos sido constantemente alertados para este distanciamento da Lei do Amor.

Claro que superar a própria ignorância é uma opção de cada um, desta forma, a única maneira que sobrou para que estas divindades nos aproxime da Lei do Amor é indicar o ato de praticarmos o amor incondicional e para isto nos dá como referência amarmos a Deus.
Da mesma forma, estas divindades, pedem explicitamente que oremos para seus corações. Maria nos conclama, ardentemente, para orarmos para o seu Sagrado Coração, Jesus o faz da mesma forma e assim sucessivamente, Estes nos pedem que concentremos nossas orações para Eles ou diretamente a Deus, pois senão iremos classificar, segundo nosso grau de simpatia e antipatia, para quem iremos orar.

Por isso que vivemos numa sociedade desigual, onde classes sociais são valorizadas ou desvalorizadas pelo seu poder de posse e propriedade, onde o que menos importa é o nível de consciência, o conhecimento adquirido e a espiritualidade conquistada.
Esta separação por classes sociais é continuamente alimentada e suprida por governos corruptos, alheios às necessidades reais do povo, onde por trás temos as forças involutivas intuindo-os, inspirando-os para que isto se mantenha e aumente, pois quanto mais sofrimento e desarmonia maiores serão seus “banquetes”.
A população no geral ficou imperceptível a isto, se auto classifica e com isto vivemos mal, sofremos, ficamos desarticulados da Lei do Amor e à mercê de condutas miseráveis e completamente desonestas.

Todos nós, independente da visão que já alcançamos na espiritualidade, deveríamos seguir as orientações destas divindades, centrando nossas orações aos seus imaculados corações, pois assim teríamos mais facilidade na forma e no jeito de orar, uma vez que ainda precisamos nos identificar com alguém.

Porque  tal postura colabora para o bem do homem?
Porque sempre existirá uma reciprocidade. Assim como ao praticarmos algo errado ganhamos carma, ao orarmos, ganharemos impulsos, energias que poderão suprir, eliminar ou criar circunstancias que naquele momento estamos necessitando.

Tais critérios ficam a cargo da nossa alma, para não contrariar o destino existente.

É preciso refletir, adotar, praticar, aguardar pois isto exige muita convicção.
Nos planos de Deus não há “enrolação”.

Hilton
 

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