Pensamento
do dia, quarta-feira, 18 de maio de 2016
"Nove
décimos do perigo de uma doença vêm do medo."
A
Mãe.
Pois
bem, de forma clara e matematicamente precisa, a Mãe nos alerta para os perigos
do medo.
O
medo está intrinsecamente ligado ao nosso emocional.
Nosso
emocional está intrinsecamente ligado às nossas ilusões.
Nossas
ilusões estão intrinsecamente ligadas aos nossos preconceitos.
Nossos
preconceitos estão intrinsecamente ligados à nossa ignorância.
Nossa
ignorância está intrinsecamente ligada ao nosso marasmo e a nossa preguiça.
Desta
forma, vencendo a preguiça, iniciando-se a Busca, saímos do marasmo,
começaremos a anular esta farta e imensa ignorância, assim iremos
superar os preconceitos, nesta sequência começaremos a perceber as verdades
deixando de lado esta vida ilusória e teatral, com tudo isto começaremos a
trabalhar o equilíbrio do nosso corpo emocional e consequentemente os medos
começaram a desaparecer.
Percebem
que há uma sequência de procedimentos, atividades, vontades, impulsos e muita
disposição para anularmos vários destes medos que tem nos impedido de evoluir,
de crescer espiritualmente, de desapegar-se desta forças involutivas que nos
dominam, essencialmente pelos medos que cultivaram em nosso ser interno ao
longo de vidas e vidas sob os efeitos de tantas ilusões.
O
medo de morrer provem dos nossos instintos animais, incorporado no nosso atual
DNA, mas que deveríamos já tê-los superados. Não foram pois cedemos aos
"alimentos" do corpo e da alma que nos imputaram a
"ingerir".
A
carne, em geral, como alimento que foi incorporado em nossa dieta e aos
prazeres da mesa, "alimenta continuamente" nossos medos, pois
carmicamente assimilamos os momentos do sacrifício que qualquer animal sente ao
ser dilacerado, como acontece na intensa produção para saciar nossa dieta rica
em sacrifícios e horrores.
Somente
na libertação deste alimento, incorporado em nossa dieta, já nos traria uma
série de requisitos positivos, aumentando nossa autoconfiança com
possibilidades de compreendermos melhor o ato de morrer que é algo inexorável
na vida de todos.
A
busca continua e constante pela informação, que se transforma em conhecimento
e termina na sabedoria, nos abriria portas incríveis onde teríamos
acesso, não só aos textos sagrados mas as energias sagradas que estes textos
contem, ampliando substancialmente nossa capacidade de assimilar, compreender e
aplicar.
Neste
aspecto trabalhar o equilíbrio, a harmonia, o bom senso e definir novas
posturas torna-se um passo bem razoável e relativamente fácil de ser
conquistado.
Por
fim, iniciaríamos o fim das ilusões, primeiro as mais evidentes e no
aprofundamento as mais implícitas e camufladas, determinando o rompimento dos
assédios e da condução da nossa vida por estas forças negras que,
inteligentemente, usam de todos os artifícios necessários para nos iludir.
Então
com algumas mudanças de hábitos, de postura e na busca, temos condições de
romper imensos grilhões que nos aprisionam e tem nos mantidos por vidas e vidas
na mesma situação moral, intelectual e emocional.
Isto
por si só libera muitas carmas, muitas complicações e vai cessando aos poucos
esta imensa ignorância que vivemos.
Por
outro lado, novas oportunidades começam a surgir, novas portas começam a se
abrir e daí em diante o universo é o limite.
Precisamos
refletir, reavaliar certos procedimentos, certas posturas, nos engajar com mais
vontade e determinação naquilo que queremos de fato.
Nunca
será tarde para recomeçar e temos de ter em mente que para superar certas
manias e certas vontades, difícil será somente o primeiro passo.
Ao
nos engajarmos na postura evolutiva da vida, os passos serão largos, seremos
conduzidos, carregados se necessário, pois o Plano Maior tem pressa face ao
tempo pré determinado deste final de ciclo terrestre.
Portanto,
levar uma vida inteira pensando, sem ações objetivas podemos perder o timing do
ciclo atual.
Vamos
refletir, ponderar e adotar o que consideramos correto.
Nenhum comentário:
Postar um comentário