domingo, 17 de julho de 2016

O último salto desta humanidade.

Obs. Não leia este pensamento no celular. Veja a imagem no texto.

Pensamento do dia 17 de julho de 2016.

Se o fluxo do Grande Rio é seguido, a embarcação adapta-se ao ritmo dele em seu navegar.
Trigueirinho.

Pois bem, estamos num grande e volumoso rio, correndo em direção ao grande oceano.
É assim que a  Natureza funciona na superfície terrestre, onde as aguas doces desaguam no oceano.
O rio definiu nosso trajeto (nosso destino), as curvas suaves, as curvas acentuadas, as curvas intensas, os recantos mansos, as corredeiras, as grandes corredeiras,  as cachoeiras com  diversas alturas e variações  e finalmente as cataratas. Em seguida o grande oceano, onde tudo muda, inclusive as águas para uma nova navegação.
Assim tem sido o destino de todos os viajantes deste grande rio, passando por momentos suaves, difíceis e muito difíceis.
Estamos na fase final, nas proximidades da grande catarata. No auge, a queda será inevitável. De alguma forma as ajudas virão.
Poucos se prepararam para os momentos difíceis, durante o trajeto ao longo deste rio.

Nos recantos tranquilos, à sombra das grandes árvores, os momentos de tranquilidade foram usados para “adormecer”  ou simplesmente para apreciar a paisagem, mesmo que sabíamos que nos próximos trechos deste caudaloso rio, a turbulência viria.
Estamos vivendo desta forma, onde encarnações difíceis se alternam com encarnações mais tranquilas. As mais difíceis são bem carmáticas, onde pela dor compensa-se parte dos desvios no caminho a ser percorrido, e nas mais tranquilas podemos dispor de tempo para nos aproximarmos do espirito, ganhando ensinamentos, conhecimento e destreza para o que virá nesta sucessão contínua e complexa que é a vida.
Se estivéssemos vivendo desta forma, sem dúvida, seríamos exímios canoeiros e conhecedores dos trechos de turbulência e nos prepararíamos para ultrapassa-los.
Mas não, resolvemos “usufruir” das nossa encarnações tranquilas, ou dos momentos tranquilos nas reencarnações e se despreocupar com o que virá.

Estamos no liminar da grande catarata, do momento derradeiro, no último salto para o grande oceano.
Que experiências nos esperam no oceano? Me parece que são muito boas, com mudanças incríveis de movimentos, contatos, estados, paisagens, etc.
Levaremos farta experiência para este oceano, que colhemos ao percorrer o grande rio, mas como as mudanças são muito profundas, precisaremos de muita ajuda para iniciarmos uma outra estrutura de vida e de movimentos.
Isto nos foi prometido e isto será cumprido.



Esta comparação exprime o que estamos vivendo.
Alguns à sombra nas águas tranquilas, “apreciam” as oportunidades sem se engajarem pra valer no que deveriam estar fazendo, comunitariamente, em prol da humanidade. São indivíduos de boa índole, mas omissos, muito bem informados, mas apáticos com o que veem.
Mantem continuamente esta postura de observação e deixam esvaziar o que recebem.
Isto não os eleva, mas acentua responsabilidades, pois ao ganharmos informações somos responsáveis pelo seu uso correto e pelo seu emprego de forma útil e saudável, no meio em que estamos.
Outros arredios a isto, repelem, afastam-se e não se deixam envolver, como se a evolução fosse algo possível de ser evitado.
Poucos aceitam, estudam, se motivam e aplicam o que recebem.
Finalmente temos as pessoas que estão conscientes dos movimentos, já tem uma visão mais universal sobre a vida, são contatados  e buscam, buscam o que pode ser feito. Saíram da fase do marasmo, da inercia, estão ligados na grande conjuntura da eminencia da “grande catarata”, da “grande queda” e sabem que não há nenhuma chance de vence-la sozinho. Imaginam o grande oceano. Não sabem como será a vida que os espera, mas CONFIAM!

Como diz o pensamento, “a embarcação adapta-se ao ritmo dele em seu navegar”. Temos de nos adaptar aos momentos e aos movimentos finais desta grande jornada, que por eras nos levou a lugares incríveis, paisagens incomensuráveis, movimentos, formas de vida, estruturas climáticas, conhecimentos, mas agora finda-se para algo novo, muito maior, muito mais abrangente, muito mais completo.

É incrível ver como tanta gente tem permanecido estática com relação a isto tudo, a estes sinais claríssimos, ao som intenso e abafado da grande catarata que encontra-se ao largo deste último trecho do grande rio.
Parecem hipnotizadas com seus amontoados de quinquilharias que de nada servirá para o grande salto. Olham sempre pra baixo. Seu mundinho é sua canoa.
Mesmo assim alguns a mantem sujas e cheias de amontoados de coisas colhidas ao longo do trajeto, tornando-as com navegar difícil, mesmo em aguas tranquilas.
Preocupam-se em guardar, em acumular, em manter o que não serve mais, dentro e fora de si.
São emocionais por demais para pensarem que a  continuidade da jornada não depende da nossa vontade, pois é um caminho inexorável a ser percorrido.

Independente da nossa vontade, enfrentaremos a catarata e aí, sob os desígnios divinos, muitos que não conseguem abrir mão do livre arbítrio, poderão retornar à nascente do grande rio e refazer  novamente a mesma trajetória.  
Isto será decidido depois, assim que enfrentarmos a grande queda. É para isto que temos de estar preparados.

Enfim isto tem sido exaustivamente anunciado ao longo dos tempos e a 2000 anos atrás, definiu-se que seremos ajudados. É esta ajuda que temos de nos agarrar, que temos de nos concentrar pois a catarata extrapola todas as outras cachoeiras que passamos ao longo da trajetória do curso deste longo rio.
Despertem, confiem e centralize sua atenção somente naquilo que é importante.

Que assim seja.
Hilton

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