segunda-feira, 4 de julho de 2016

Redefina-se.

Pensamento do dia 02 de julho de 2016.

Privilegiada é  a oportunidade de se estar em silêncio. Silêncio também externo.
Trigueirinho.

Pois bem, somos muito barulhentos.
Internamente e externamente.
Ainda consideramos que socializar-se  é  falar muito.
Deveríamos preservar um pouco mais o silêncio  para que pudéssemos desenvolver inúmeras sensibilidades que já deveríamos ter.
A emissão de sons intensos que fazemos para nos manifestar, desequilibra e enfraquece a mente, que já deveria nos dar acesso a percepções intelectuais, intuitivas, às  comunicação telepáticas,  entre tantas outras.
Éramos  assim na época da Atlântida, mas fomos perdendo na medida que nos tornamos emocionais.
Hoje somos totalmente emocionais e iludidos, portanto vivemos praticamente no escuro, sem conseguir prever ou antever nada.
Pouquíssimos, atualmente, conseguem sentir o ciclo planetario se encerrando.
Isto se deve ao fato de que não paramos um único instante para termos a clareza destas manifestações mentais, que nos impulsionaria para estados de consciencia em que muitas coisas, hoje enigmáticas,  ficariam muito claras.
Não  refletimos, não pensamos adequadamente e entendemos que ação é  somente movimentos físicos. 
Poucos contatam, poucos conseguem perceber, pois a a maioria está focada em se movimentar, gritar, gargalhar, se mexer o tempo e isto os faz considerarem-se  "produtivos".
Quanta ilusão. 
Quanto mais aflitos e quanto mais nos movimentarmos,  menores serão as chances  de conseguirmos enxergar as soluções.
É  preciso se disciplinar no silêncio verbal e mental, na realização apressada de movimentos,  na ilusória necessidade de agirmos imediatamente em determinadas circunstâncias, pois somos muito lentos na manifestação da fé e no uso da intuição. 
É  preciso se redefinir.
É  preciso readequar se a estes tempos de mudanças incríveis que estão acontecendo e irão,  cada vez mais, acelerar.

Enfim redefina-se.
Reinvente-se, pois os tempos estão em outra dinâmica,  em outra velocidade.

Hilton 



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