Pensamento
do dia 02 de julho de 2016.
Privilegiada
é a oportunidade de se estar em silêncio. Silêncio também externo.
Trigueirinho.
Pois
bem, somos muito barulhentos.
Internamente
e externamente.
Ainda
consideramos que socializar-se é falar muito.
Deveríamos
preservar um pouco mais o silêncio para que pudéssemos desenvolver
inúmeras sensibilidades que já deveríamos ter.
A
emissão de sons intensos que fazemos para nos manifestar, desequilibra e
enfraquece a mente, que já deveria nos dar acesso a percepções intelectuais,
intuitivas, às comunicação telepáticas, entre tantas outras.
Éramos
assim na época da Atlântida, mas fomos perdendo na medida que nos
tornamos emocionais.
Hoje
somos totalmente emocionais e iludidos, portanto vivemos praticamente no
escuro, sem conseguir prever ou antever nada.
Pouquíssimos,
atualmente, conseguem sentir o ciclo planetario se encerrando.
Isto
se deve ao fato de que não paramos um único instante para termos a clareza
destas manifestações mentais, que nos impulsionaria para estados de consciencia
em que muitas coisas, hoje enigmáticas, ficariam muito claras.
Não
refletimos, não pensamos adequadamente e entendemos que ação é
somente movimentos físicos.
Poucos
contatam, poucos conseguem perceber, pois a a maioria está focada em se
movimentar, gritar, gargalhar, se mexer o tempo e isto os faz considerarem-se
"produtivos".
Quanta
ilusão.
Quanto
mais aflitos e quanto mais nos movimentarmos, menores serão as chances
de conseguirmos enxergar as soluções.
É
preciso se disciplinar no silêncio verbal e mental, na realização
apressada de movimentos, na ilusória necessidade de agirmos imediatamente
em determinadas circunstâncias, pois somos muito lentos na manifestação da fé e
no uso da intuição.
É
preciso se redefinir.
É
preciso readequar se a estes tempos de mudanças incríveis que estão
acontecendo e irão, cada vez mais, acelerar.
Enfim
redefina-se.
Reinvente-se,
pois os tempos estão em outra dinâmica, em outra velocidade.
Hilton
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