segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Arrependimento.

Pensamento do dia 15 de agosto de 16.

O arrependimento verdadeiro é um impulso para sanar as desarmonias que causamos no passado.
Trigueirinho.

Pois bem, o arrependimento é um sentimento chave para o reconhecimento dos nossos erros e desvios.
Vejam que somos constituídos de uma série de “mecanismos” essenciais para nos proteger.
A dor, o arrependimento, os bloqueios, os medos, enfim, uma série de limites físicos, além de outros acessos que perdemos como a vidência, a audição interdimensional, acabou acontecendo para nos proteger,  pois se assim não fosse entraríamos em queda livre.
No livre arbítrio, primeiro fazemos, depois pensamos e depois sentiremos as consequências, portanto, se certas travas não fizessem parte da nossa constituição, iriamos comentar erros irrecuperáveis.
No entanto, não podemos ficar indefinidamente presos a estas travas, pois a evolução exige expansões das qualidades e das possibilidades que possuímos, oriundo da nossa origem divina.
A alma, de certa forma, define  se tais qualidades podem ou não ser acessadas. Digamos que ela, alma, corre certos riscos de permitir que determinados indivíduos acessem e façam, a principio, bom uso.
Temos visto que muitos fracassam. Começam a usar bem tais qualidades, com certa parcimônia, mas depois desvirtuam para objetivos pessoais, para a ganancia, poder e opressão, entrando em queda profunda. Muitos desencarnam antes das datas previstas para suspenderem graus elevados de compromissos cármicos.
Outros, poucos, conseguem sustentar com certa naturalidade e tornam-se indivíduos úteis ao meio em que vivem, expandindo os níveis de consciência dos que os rodeiam.
Outro, pouquíssimos, conseguem uma projeção maior, mais elevada, mais abrangente, pois são indivíduos que encarnam ou reencarnam com objetivos específicos no ato do Serviço. São indivíduos de origem elevada, em termos evolutivos e encarnam na linha do sacrifico e da abnegação aos seus irmãos ”menores”.

Quando nos arrependemos, deveríamos fazer um longo exame de consciência e analisar cada detalhe para apurar o erro ou erros cometidos.
Isto deveria nos  motivar para um início de transformações profundas, para acelerarmos nossas Instruções, para sermos mais espirituais e menos egocêntricos, mas percebe-se que a maioria despreza esta rara oportunidade e luta arduamente para esquecer o arrependimento, pois com certeza cometerá os mesmos deslizes novamente.
Chega uma hora em que o arrependimento não se manifesta mais e o indivíduo tem o caminho livre para persistir nos seus erros e no seu descaminho.
   
Temos insistido muito no conceito de sermos autênticos sobre nossas verdades, mas temos muito medo de perdermos nossas máscaras, algumas carregadas por inúmeras vidas, pois olhar nosso verdadeiro rosto pode revelar coisas muito feias ou belíssimas que, de certa forma, nos assusta, pois viver na mentira tem sido nosso rumo.

É preciso ser autêntico, é preciso alinhar-se com as verdades do nosso coração, mudar procedimentos, inibir certas manias, ser mais altruísta, menos competitivo, pois temos muito a ganhar.
O ser humano tem medo de “correr este risco”, pois imagina que o Plano nada fará e desta forma nem tenta mudar.
Este engano é milenar, esta mentira persiste desde os primórdios da civilização e só terminará com o final do ciclo terrestre.

Portanto, seja corajoso, supere seus medos, abra-se, seja autentico, pois os momentos atuais são inéditos e só com coragem e fé que iremos supera-los positivamente.

 Hilton

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