Pensamento do
dia 12 de setembro de 2016.
O homem tem
livre-arbítrio, pode escolher de que lado ficar.
Grupo X7.
Pois
bem, infelizmente não temos exercido esta livre escolha. Temos optado sempre
pelo lado objetivo, material, ilusório, ou seja sempre a mesma escolha para
tudo que temos de decidir.
Isto,
por vir ocorrendo por eras, transformou-se na única opção, desta forma as
pessoas sempre optam pelo lado racional, intelectual, egoísta sem, inclusive,
conseguir fazer qualquer distinção se é a opção certa ou errada.
Nos
tempos passados, havia muita consulta aos deuses, então, de certa forma, a
intuição tinha melhores chances de acontecer, onde o indivíduo era inspirado a
agir “assim ou assado”.
Os
deuses poderiam emanar inspirações positivas ou negativas, dependendo da índole
e das tendências do indivíduo, face ao livre arbítrio, mas pelos menos
mantinha-se certos “contatos” que hoje cessou, a não ser para uns poucos que
insistem e persistem para suas decisões.
Nos
distanciamos das principais fontes de inspiração positiva para o ser humano.
Em
troca, permitimos que o assédio e as influências negativas tivessem pleno
acesso, acentuando o egoísmo e o egocentrismo.
Mas,
tudo é reversível.
Depende
de cada um e dos esforços que cada um terá de fazer para livrar-se deste assédio
intenso que temos sofrido.
A
religião, a religação, poderia ser um instrumento de libertação, mas tem
sofrido inúmeras mudanças para o mesmo fim, muitas com o intuito de manter o indivíduo
ignorante e temeroso de exercer seu livre arbítrio, para libertar-se das coisas
que não mais lhe são necessárias.
Para
exercer o livre arbítrio, precisamos aprofundar nossos estudos, nossa
literatura, nossa filosofia, nossa visão de conjunto, sem se deixar levar por
influencias ou tendências. Esta liberdade tem seu preço, pois, inicialmente
poderá nos levar a erros grosseiros, mas na persistência seremos “conduzidos”
para informações mais precisas e corretas para o momento em questão.
Poucos
tentam esta opção. A maioria observa e age como a maioria, perdendo sua
identidade ou trocando-a pela identidade coletiva onde as tendências são
inteligentemente conduzidas pelo lado negativo, ainda influente no planeta.
Justifica-se
guerras, mortes, assassinatos, extermínios, depredações, destruições, politicas
injustas, em troca da pseudo ordem, pseudo organizações, pseudo interesses
coletivos, enfim mascara-se a verdade com a mentira horrorosa da separação de
classes, de pessoas, de títulos, enfim vivemos no meio da mais incrível turbulência
social.
É
preciso preparar-se bastante para exercer o livre arbítrio e a busca contínua
nunca poderá parar. Temos de estar dispostos a abandonar o conhecido ou
substitui-lo por informações mais atualizadas. Temos de quebrar preconceitos,
temos de nos universalizar, saindo mentalmente da orbita terrestre.
Isto
incita a uma profunda mudança de condutas, de ideias, de ideais, promovendo
verdadeiras revoluções internas.
Sempre
será uma revolução individual, interna, onde adaptações intelectuais podem
ganhar corpo e jamais algo externo será requerido.
Se
estais dispostos a isto, faça, pois os tempos estão bastantes curtos para
grandes mudanças.
Como
diz o pensamento, precisamos escolher de que lado ficar.
Hilton
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