Pensamento de
Sri Aurobindo.
Segue tua alma e
não tua mente, tua alma que responde à Verdade, não tua mente que pula sobre as
aparências.
Pois
bem, este pensamento deveria retratar como deveríamos nos conduzir perante a vida,
focando nossas ações e nossas decisões não no modelo racional que usamos, mas
no modelo intuitivo.
O
modelo racional leva em conta a personalidade e todas as referências do
passado, fazendo com que nos tornemos, no máximo, repetitivos.
O
modelo intuitivo nos daria acesso às novidades, à sabedoria universal, a
coligações das mais diversas fontes, estruturas divinas, Seres, Hierarquias,
etc.
Já
deveríamos estar atuando como indivíduos intuídos, mas face ao nosso
retardamento em acompanhar as mudanças cíclicas programadas pelo destino
definido para a raça humana, face a nossa total e absoluta atenção para o egoísmo,
perdemos o timing para o destino em curso.
Hoje
somos indivíduos muito racionais que não atendem nossas reais necessidades,
principalmente na mudança do ciclo planetário em curso.
Desta
forma, estamos começando a enfrentar situações estranhas, porque são novas, sem
indícios de atitudes passadas para que pudéssemos racionalizar.
Racionalmente,
para as mudanças em curso, não identificaremos soluções.
Intuitivamente
poderíamos saber como nos posicionar, perante estas situações inusitadas que estamos
e iremos enfrentar.
Muita
coisa está mudando em ritmo vertiginoso, sem que nos atentemos para estes
fatos, pois nunca vivemos situações desta natureza no passado, portanto, nossa
personalidade que nos acompanha reencarnação após reencarnação, não tem
registrado ações para estas mudanças, portanto, racionalmente não temos saída.
Os
Senhores dos Mundos, cientes desta situação que criamos, vem nos ajudar através
de inúmeros Seres físicos e não físicos para que possamos passar pelas mudanças
inexoráveis, com alguma chance de manter a raça humana da Terra em condições de
continuar seu processo ascensional.
Desta
forma, a Graça Divina acolhe e sustenta o que seria racionalmente insustentável.
Mas a Graça Divina também não pode contrariar a Lei predominante, a do livre
arbítrio, portanto, devemos dar nossa permissão para isto aconteça.
A
forma mais simples e mais direta desta permissão, chama-se oração. Ao orar
damos esta permissão e na medida que formos nos aprofundando como ser orante, a
Luz irradia-se em nosso ser para que comece a abrir nossa mente e nosso coração,
principalmente para a quebra de tantos preconceitos que fomos induzidos a
acreditar.
Digamos
que esta seria a forma não física.
A
forma física virá de seres além da Terra, pois providencias neste sentido serão
necessárias também, aliás, as mesmas que fizeram com que nossa civilização
chega-se ao nível atual de desenvolvimento.
As
rupturas em todos os aspectos, em todos os sentidos, em todas as ligações
terrenas, são absolutamente necessárias para recomeçarmos sobre outras bases.
Isto
já está em ritmo acelerado e irá se acelerar ainda mais, assim como o tempo do
relógio que tem “voado”, literalmente.
Portanto,
mais do que nunca, precisamos ser intuídos pela alma e não racionalizar com a
mente.
A
aceitação dos fatos e acontecimentos que vem ocorrendo, individualmente, coletivamente,
necessita de muito aquietamento e fé, pois ações “práticas” e “objetivas” como
temos falado não funciona mais.
Conviver
com a perda precisará ser algo que temos de administrar com aceitação, com abnegação,
com carinho, pois só perdendo que iremos ganhar.
Desta
forma, adapte-se.
Hilton
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