quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Adapte-se.

Pensamento de Sri Aurobindo.

Segue tua alma e não tua mente, tua alma que responde à Verdade, não tua mente que pula sobre as aparências.

Pois bem, este pensamento deveria retratar como deveríamos nos conduzir perante a vida, focando nossas ações e nossas decisões não no modelo racional que usamos, mas no modelo intuitivo.
O modelo racional leva em conta a personalidade e todas as referências do passado, fazendo com que nos tornemos, no máximo, repetitivos.
O modelo intuitivo nos daria acesso às novidades, à sabedoria universal, a coligações das mais diversas fontes, estruturas divinas, Seres, Hierarquias, etc.
Já deveríamos estar atuando como indivíduos intuídos, mas face ao nosso retardamento em acompanhar as mudanças cíclicas programadas pelo destino definido para a raça humana, face a nossa total e absoluta atenção para o egoísmo, perdemos o timing para o destino em curso.
Hoje somos indivíduos muito racionais que não atendem nossas reais necessidades, principalmente na mudança do ciclo planetário em curso.
Desta forma, estamos começando a enfrentar situações estranhas, porque são novas, sem indícios de atitudes passadas para que pudéssemos racionalizar.
Racionalmente, para as mudanças em curso, não identificaremos soluções.
Intuitivamente poderíamos saber como nos posicionar, perante estas situações inusitadas que estamos e iremos enfrentar.

Muita coisa está mudando em ritmo vertiginoso, sem que nos atentemos para estes fatos, pois nunca vivemos situações desta natureza no passado, portanto, nossa personalidade que nos acompanha reencarnação após reencarnação, não tem registrado ações para estas mudanças, portanto, racionalmente não temos saída.

Os Senhores dos Mundos, cientes desta situação que criamos, vem nos ajudar através de inúmeros Seres físicos e não físicos para que possamos passar pelas mudanças inexoráveis, com alguma chance de manter a raça humana da Terra em condições de continuar seu processo ascensional.
Desta forma, a Graça Divina acolhe e sustenta o que seria racionalmente insustentável. Mas a Graça Divina também não pode contrariar a Lei predominante, a do livre arbítrio, portanto, devemos dar nossa permissão para isto aconteça.
A forma mais simples e mais direta desta permissão, chama-se oração. Ao orar damos esta permissão e na medida que formos nos aprofundando como ser orante, a Luz irradia-se em nosso ser para que comece a abrir nossa mente e nosso coração, principalmente para a quebra de tantos preconceitos que fomos induzidos a acreditar.
Digamos que esta seria a forma não física.
A forma física virá de seres além da Terra, pois providencias neste sentido serão necessárias também, aliás, as mesmas que fizeram com que nossa civilização chega-se ao nível atual de desenvolvimento.
As rupturas em todos os aspectos, em todos os sentidos, em todas as ligações terrenas, são absolutamente necessárias para recomeçarmos sobre outras bases.
Isto já está em ritmo acelerado e irá se acelerar ainda mais, assim como o tempo do relógio que tem “voado”, literalmente.

Portanto, mais do que nunca, precisamos ser intuídos pela alma e não racionalizar com a mente.
A aceitação dos fatos e acontecimentos que vem ocorrendo, individualmente, coletivamente, necessita de muito aquietamento e fé, pois ações “práticas” e “objetivas” como temos falado não funciona mais.
Conviver com a perda precisará ser algo que temos de administrar com aceitação, com abnegação, com carinho, pois só perdendo que iremos ganhar.


Desta forma, adapte-se.
Hilton

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