Pensamento do
dia 01 de dezembro de 2016.
Dispõe-te à
transformação, simplesmente. Não tentes conduzi-la.
Trigueirinho.
Pois
bem, podemos perguntar, o que precisa ser transformado?
De
certa forma, tudo.
Precisamos
de uma vasta transformação do que somos. Devemos ter como referência o
que poderemos ser na nova era, na nova Terra.
Temos
sido amplamente informados dos nossos defeitos, daqueles que mais ressaltam aos
“olhos de quem nos observa” ao longo da convivência quase diária nestas
comunicações.
Muitos
de vocês devem considerar que estas informações que vem passadas, são
negativas, desastrosas e traçam um horizonte horrível.
Sim,
nosso horizonte mais próximo será de grandes e pesadas conturbações, pois a
virada cíclica exigirá grandes reformas, uma vez que pouquíssimo poderá ser
aproveitado do atual ambiente planetário.
Quanto
aos reinos mineral, vegetal e animal, cabem aos Devas ( os anjos da guarda
destes reinos) este gigantesco Trabalho de ajustes para o novo ciclo terreno, pois
nestes reinos predomina almas coletivas.
No
reino humano, onde temos nossas almas individualizadas e a capacidade de usarmos
o livre arbítrio, as transformações serão individuais, pois são optativas e
cada um deverá se manifestar a respeito.
Creio
que para aqueles que vem acompanhando estas informações, além de colherem
informações de outras fontes, saberá ou poderá deduzir o que precisa ser
mudado, o que não serve mais, o que não condiz com os anseios do coração.
São
estas coisas que nos incomodam que precisamos no mínimo ter a aspiração de
mudarmos.
Pequenos
gestos, pequenas mudanças de rotinas, pequenas alterações de comportamento e
manifestações mais coerentes com o que temos aprendido e considerado uma
verdade, não pode mais ser “guardada na prateleira”, tem de ser posta em pratica,
tem de fazer parte do dia a dia, do nosso posicionamento em relação ao meio em
que vivemos.
Muitos
poderão nos achar esquisitos, mas esta esquisitice é oportuna, pois colocará em
dúvida certos procedimentos que muitos agem simplesmente porque é assim que
todos agem.
Sair
da vala comum é o primeiro passo, sempre o mais difícil, pois nossos medos e
nossa vergonha inútil (não sei se tem vergonha útil), tornam-se barreiras
poderosas, pois tornar-se diferente do que sempre foi é um desafio.
Temos
visto uma juventude rebelde, aliás esta rebeldia é uma manifestação que sempre
ocorreu em todos os tempos, que começa no início da adolescência, continua na
juventude e na grande maioria “infelizmente desaparece” na fase adulta. Tais
manifestações são oriundas de um inconformismo natural destas crianças que no
plano astral vieram instruídas com os conceitos naturais dos movimentos
evolutivos, do vir a ser, das mudanças naturais que precisam acontecer nas
raças humanas em todos os planetas e aqui se deparam com adultos presos, amordaçados,
fazendo o que não querem, o que não gostam, o que lhes mandam, omissos às suas
vontades naturais (coração e alma), batendo a grande insatisfação que todos tem
sofrido.
Estes
adolescentes e jovens passam então a ter que “engolir” as posturas arcaicas,
carcomidas, envelhecidas para se tornarem pessoa presas ao mundo da ilusão, da burra
disciplina que nos cerceia as oportundiades da evolução natural da Vida
Universal.
Claro
que não poderemos expressar toda a liberdade que gostaríamos de expressar, mas
aquelas que condizem, sem agressividade, precisam estar presentes, pois fazem
parte da grande transformação cíclica planetária que também está em ato “dentro”
de nós.
Postura,
desejos, vontades, precisam ser mais elevadas, mais condizentes com o que temos
aprendido.
Alinhar-se
com pessoas de mente mais aberta, mais elevada, com mais sintonia no que julgamos
correto e oportuno para este final dos tempos, é essencial, pois poucos de nós
tem acesso à certas fontes confiáveis e muito importantes.
A
transformação interna cabe a cada um aceita-la ou recusa-la, a transformação externa
cabe a Deus executar.
Todos,
sem exceção, estão em processo de transformação. Alguns lutam contra e são
apoiados por forças involutivas que os tornam instrumentos da discórdia, da
corrupção, do oportunismo, do dinheiro, assumindo compromissos cármicos quase
impagáveis. Outros são omissos, sonolentos, seguem as tendências e seus esforços
se concentram no materialismo e no oportunismo. A minoria vem procurando atender
os anseios da alma, mas não persistem e oscilam demais entre o certo e o errado.
Uma parcela ínfima da população realmente se esforça e tem focado no que realmente
precisa mudar, são os esquisitos, diferenciados, pacatos mas coligam-se
continuamente, pois chegaram à conclusão que nestes momentos finais precisam
oferecer-se continuamente para que as grandes Tarefas que deveriam estar dividas
entre todos terão de ser realizadas por estes poucos.
Esta
ínfima parte da população precisa estar muito atenta, sempre em guarda, pois assédios
enormes a eles se dirigem e o menor vacilo podem cair em grandes armadilhas.
São bem protegidos, mas esta postura onde uma certa independência continua, faz
parte do próprio processo de aprendizado que se submeteram neste final dos
tempos.
São
Trabalhos hercúleos pois poderosas energias lhes é canalizado para poderem
operar em nome de todos os reinos terrestres.
São
os heróis anônimos e este anonimato é
oportuno pois faz parte da proteção. São estes indivíduos que ao longo das eras
manteve a raça humana da Terra viva, de
certa forma convencendo, junto com a tutela de Samana (Jesus) a manutenção da sua
existência perante o Plano Maior, perante os Engenheiros da Criação sob a
vontade do Pai.
Você
que vem se convencendo, ou se convenceu destes argumentos e resolveu aderir à
sua contraparte espiritual, faça as mudanças necessárias, alinhe-se com as virtudes da tua alma, não passe mais
uma encarnação no vazio, no nada, no perecível, faça a diferença.
Não
tenha expectativas, não terá vantagens, não será privilegiado, mas sentirá o
gosto de uma vida útil, terá momentos de grande satisfação interna e saberá se
posicionar perante os acontecimentos.
Hilton
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