terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Voce se conhece?

Pensamento do dia 06 de dezembro de 2016.

Para seguires a senda interior com pureza, dignifica o corpo em que teu espírito habita.
Trigueirinho.

Pois bem, ontem a informação ressaltou o permanente estado de repetição que temos vivido ao longo do tempo. Em 40 séculos, ou seja do século XXI AC ao século XXI DC, temos repetido os mesmos procedimentos e os mesmos erros.
Isto se deve ao fato de sermos uma raça completamente mental.
Pensamos, imaginamos e agimos em cima do mentalismo e a mente personificou uma personalidade distorcida das verdades eternas, consolidando ao longo das eras um ciclo vicioso nas mesmas ações, posturas e movimentos retrógrados.
Perdemos a criatividade, a espontaneidade, pois ao aderirmos ao mentalismo bloqueamos a intuição, a manifestação da alma e a espiritualidade que tem acesso à sabedoria universal.

Pior é que muitos até estão contentes com isto e não conseguem enxergar nossa imensa estagnação no espaço e no tempo. Com isto, ciclos são iniciados e concluídos sob as mesmas bases, sob os mesmos erros, norteando uma sucessão de ações erradas, nefastas e inúteis para o processo evolutivo.
Poucos tomam a inciativa de mudar. Coletivamente isto é impossível e para que isto cesse a interferência terá de ser globalizada, mas no plano individual possibilidades existem.
Mudanças pessoais exigem grande empenho, muita disposição e continua motivação, pois estamos contra a correnteza do grande rio que corre para o oceano.
Muita determinação e elevado poder de auto convencimento são necessários para que mudanças internas ocorram.
Geralmente quando este desejo é manifestado, muitos desistem na primeira dificuldade, outros persistem mas logo acabam cedendo pois não conseguem perceber que as mudanças são internas primeiro para depois se manifestarem, mas uma minoria consegue vencer estes primeiros obstáculos e continuam numa luta árdua e continua, pois o meio ambiente planetário tem sido retrogrado e desfavorável a este processo evolutivo.

Tem sido esta minoria que vem sustentando a raça humana da Terra, que esteve várias vezes muito próximo da sua eliminação. Sob a tutela de Samana (hierarquia conhecida como Jesus), este vem nos representando perante os Conselhos Maiores do Cosmos e convencendo-Os do nosso potencial intrínseco que ainda possui capacidade para se manifestar.
Se assim não fosse, seríamos uma raça desintegrada e espalhada para outras raças cósmicas que tiveram sucesso na escalada evolutiva que empreenderam.
Podemos dizer que o livre arbítrio na 3ª dimensão não conseguiu alcançar o sucesso esperado, sendo assim nos tornamos uma experiência mal sucedida.
Mas não foi total, pois alguns poucos conseguiram “segurar a onda” de muitos e mantiveram  a chama do amor ardente em alguns corações humanos.
A história da humanidade retrata que em todas as épocas, a maioria sempre tentou sufocar e eliminar esta minoria, que sempre sofreu muito mas manteve princípios divinos mínimos para que raça humana da Terra continuasse.

Somos uma composição trina, ou seja, corpo – mente – alma.
A alma é o elo de ligação com nosso espirito, com nossa parte em continuo processo de elevação. Assim que puder se manifestar nos ascenderá para voos cósmicos inimagináveis.
A mente, elemento que hoje domina nossas ações e nossa vontade tem sido retrograda, omissa, fútil pois sob o domínio de uma personalidade distorcida dos valores universais apoia-se no egoísmo, no ser, no ter e no poder, corrompendo a vida em todos os reinos, atingindo escalas inimagináveis de violência e depredação da vida existente na superfície terrestre.
O corpo, invólucro que condensa a mente e a alma não é preservado e se submete aos devaneios tresloucados da mente, oscilando, ora na auto adoração, ora na auto destruição.

O corpo humano, diferente do que muitos pensam, tem um arquétipo (forma original) sagrado, oriundo de inúmeros processos de aperfeiçoamento que ao longo das eras, aqui e fora daqui, foram aperfeiçoados. Digamos que o que mais se aproxima deste arquétipo foram representados pela Família Sagrada, Jesus, Maria e José que souberam expressar os sentimentos espirituais verdadeiros.
O que temos visto hoje é algo bizarro o que se faz com um corpo humano, se compararmos com este e outros exemplos  ao longo do tempo.
O corpo humano deveria ser o altar da alma e a mente o ritual sagrado, em adoração ao Criador. Adoração é o ato de acolher e referendar as expressões da divindade, o Pai.

A alma deveria ser nosso norte, nosso horizonte, nossas aspirações e deveríamos segui-la sem qualquer vacilo, mas perdemos este contato direto que tem atuado, indiretamente, através das várias situações a que somos submetidos, nos fazendo ver e sentir os erros que cometemos.
Pouca atenção damos ao que acertamos pois nossa preocupação se concentra somente nas comparações que fazemos com nossos semelhantes.
A alma, na próxima era, orientará a mente e esta por sua vez personificará nossas ações, que com certeza estarão em sintonia com a organização do corpo humanidade.
Hoje somos um corpo humanidade despedaçado, onde cada pedaço quer atuar segundo suas ilusões, gerando intensas desarmonias.

Trabalhar com o corpo e com a mente é possível, viável, mas exigirá intensa mudanças de posturas, conceitos e argumentos. Em decorrência deste novo estado corporal e mental a alma se aproximará e passará a intuir a mente que se reportará ao corpo, gerando assim harmonia.

É o que devemos fazer se nossas aspirações é a evolução e não a ilusão.

Hilton

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