sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

A bola da vez.



Pensamento de 6 de janeiro de 2017

Aquela mesma luz que revela a importância espiritual do homem também revela sua insignificância pessoal.
Paul Brunton.

Voltando aos comentários sobre os pensamentos, cabe expor o seguinte:
O pensamento em si contem todo fluxo de energia e todos os impulsos necessários para quem os lê e segue. Isto é suficiente.
Os comentários passam a ser um aprofundamento, estudos, esclarecimentos que pode ativar com mais facilidade as energias e os impulsos ali contidos.
Assim deve ser nossa postura nas metas espirituais, nos aprofundarmos, estudarmos, buscarmos os esclarecimentos necessários para compreender melhor, no plano mental, o que no plano espiritual estará claro.
Não podemos mais ser meros ouvintes, leitores, curiosos, pois as energias contidas nesta nova etapa estão extremamente dinâmicas.
A não ser que não tenhamos disposição e neste caso a sugestão será de se afastar destes envolvimentos, o aprofundamento é essencial.

Pois bem, este conceito de insignificância é uma forma bem real dos alcances que teremos no processo da evolução espiritual.
Até o momento, a humanidade deu ênfase total na sua evolução material. Chegamos ao ponto de extrapolarmos, ultrapassarmos este nível de evolução material, pecando pelo excesso, surgindo o egoísmo, a ganancia, a competição, entre outros.
Excedemos todas as nossas reais necessidades e o “ter” e o “poder” tem ultrapassado os limites do bom senso e da boa índole dos indivíduos.
Fato é, a crescente corrupção que tem envolvido todos os setores das sociedades.

Na linha evolutiva determinada pelos atuais novos padrões de energias, a desmaterialização é a “bola da vez”. Ou seja, a perda é eminente em todos os aspectos da vida material.
Isto será tremendamente complicado para muitos, enquanto para poucos será um alivio.
A diferença é que devemos aprender a ter menos (materialmente falando) e ser mais (espiritualmente falando).
Nesta substituição de valores iremos descobrir um mundo novo e com certeza ficaremos abismados de como ele pode ser muito mais pleno e absoluto do que no plano material.
Mas, tudo exige uma transição e esta poderá ser dolorosa para aqueles mais apegados.
Não será por imposição, mas pelos imensos apegos que incrustamos em nossa alma.
Desmaterializar-se é você dar um grau de importância para sua vida material que não se sobreponha ao grau de importância que você dá para sua vida espiritual.
Esta postura é essencial para não nos machucarmos com eventuais perdas, pois novos ganhos irão suplantar estas perdas eventuais.

Esta Luz que Paul cita em seu pensamento, revelará nossa universalidade, nossa importância perante o cosmos bem como nossa integração com as criaturas de Deus.
Provavelmente muitos não tem esta aspiração, portanto não fará muito sentido, mas os que começaram a sentir esta necessidade, será um bálsamo no meio das tormentas.

Hilton

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