terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Liberdade! Ainda iremos conhecer.



Pensamento do dia 9 de janeiro de 2017

Quem deseja triunfar deve aprender a suportar.
Paul Brunton.

Pois bem, o aprendizado é uma fase exaustiva em que inúmeras modificações acontecem nas nossas perspectivas, valores, conceitos, dogmas, entre outros.
Estas modificações atualiza o que você é e o que você contem.
Referimo-nos aqui a ampliações e não interferências que possam colidir com o livre arbítrio.
O aprendizado é uma constante na vida de todos e não falamos aqui das vidas materiais somente, mas da vida eterna e infinita que estamos percorrendo ao longo dos níveis de consciência.
Nesta fase e com este conteúdo, não se fala mais em tempo, mas em níveis de consciência, pois o tempo torna-se insignificante. O que realmente importa são os níveis de consciência alcançados em cada etapa da nossa vivencia como ser espiritual.
Para isto o continuo aprendizado é essencial, por isso que temos um instrumento fantástico que nos assegura continuarmos este processo, que é a insatisfação.
A insatisfação é o termômetro de que você já está inconformado com o nível de consciência que se encontra e deseja muito mais, quer ir para além do nível atual.
Imediatamente ao alcançarmos um nível de consciência acima, pode-se dizer que vem o triunfo, pois ao longo desta transição suportaremos inúmeras situações, quedas, insatisfações que no transcorrer do ciclo foram consolidando experiências e aprendizados fundamentais para este salto.
Suportar é um processo quase disciplinar que abre a tolerância, assimila erros, faculta novidades, consolida fatos e evidencias de cada etapa.
A mensagem do Cristo crucificado foi essencial para nos mostrar de forma radical e acentuada, este processo de transição. Jesus não veio para tirar os pecados dos homens mas para exemplificar que o sacrifício é o que nos será exigido nesta fase de transição, de um para outro nível de consciência. O pecado é um estado de ignorância a ser superado, somente.

Estamos numa fase do ciclo terrestre onde isto está em acentuada evidencia, pois nossa alma sente a real necessidade de sairmos do gigantesco marasmo que temos vivido, ao longo de eras de reencarnações omissas e subalternas aos desejos e caprichos da personalidade (em que esta se referiu sempre ao passado), para a nova era, nova Terra, novos princípios, novas Leis, novos relacionamentos, novas etapas, outros mundos, outros sistemas, outras leis da física, da química, da matemática, enfim para os novos e surpreendentes aspectos de uma outra forma de se viver.

A fase é muito dinâmica, muito evidente, acentuadamente modificadora do “status quo” de todo mundo.

Podemos dizer que a maioria tem lutado, drasticamente, contra esta fase pelo medo das coisas mudarem. Mesmo que sentem que podem melhorar, mudar tem sido um termo de muita rejeição, pois o medo e a insegurança do novo, da novidade, contraria radicalmente nossa personalidade.
A saída básica para as novidades é desconhecer, desconectar-se, desligar-se, fazer de conta que nada irá mudar, ou seja, aumentar consideravelmente as ilusões sobre o momento presente do planeta.
Quando a gente usa esta perigosa chave, desligando-a para mantermos a ilusão, ou fazer de conta que isto não é com a gente, ou não nos afeta ou não nos diz respeito,  estamos  acentuando o risco de deixarmos este importante PORTAL fechar-se novamente por muitas eras, ficando  à mercê de outra oportunidade, na conclusão de um outro ciclo que será acentuadamente distante.

Sabemos que não está nada confortável viver este presente incerto e inseguro, onde as dúvidas tem sido atrozes, mas isto é uma forma de nos penitenciarmos como Jesus fez ao deixar-se crucificar.
Por bem ou por mal, esta fase é incrivelmente LIBERTADORA dos ranços e vícios do passado que consolidamos através da acentuada omissão que fizemos em relação ao próximo, aos reinos e ao planeta, vivendo a doce ilusão das conquistas materiais tão efêmeras e passageiras, abandonando nossa contra parte espiritual ao nada.
A ressurreição é outro aspecto que nos foi indicado neste processo de libertação, onde o sacrifico termina, encerra sua fase, ressurgindo a nova etapa das cinzas do passado, do corpo efêmero que carregou o que serviu mas não serve mais.
Isto tem fim, tem data para concluir-se (mas ninguém sabe), mas o que importa é compreendermos e adotarmos uma postura condizente com as verdades do nosso coração.

Enfim, reveja sua forma de viver e seus apoios, pois não poderemos contar com eles na fase crucial da transição planetária.
Hilton

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