No
centro de cada homem, de cada animal, de cada planta, de cada célula e de cada
átomo há uma completa quietude.
Paul
Brunton.
Pois
bem, a quietude é um estado de evolução.
Nos
movimentamos demais. Somos muito agitados, pois nos iludimos de que só progredimos
através de movimentos.
O
homem moderno, como nos intitulamos, na realidade perdeu aspectos que lhe faz
uma falta incrível: a quietude, o silencio, o equilíbrio e os movimentos
somente no que seria estritamente necessário.
Nos
intitulamos proativos, atletas, agitados, confundindo movimentos com
produtividade.
O
homem agitado não é produtivo pois desperdiça muita energia no que faz. Poderia
fazer a mesma coisa, de forma mais completa e correta, com pouca energia, se
usasse o conhecimento.
Não
aprendemos a usar a Lei da Economia. Desperdiçamos demais: tempo, recursos,
movimentos, ações e consequentemente energia; somos exageradamente repetitivos,
perfeccionistas a tal ponto que sempre ultrapassamos o ponto ideal.
Isto
decorre da nossa tremenda insegurança em tudo que fazemos.
Como
temos uma visão muito parcial do universo, das coisas, esta tremenda insegurança
procede, pois temos decidido em cima de aparências e formas, sem uso do
conhecimento real.
Tudo
é vibração, energia, aglutinação, mas em níveis que desconhecemos, ou melhor
dizendo, não conseguimos aprender pois não nos dedicamos de fato a estes
estudos.
Nossos
cientistas querem repetir em laboratório o que não é físico, o que não é
possível de ser medido no plano da matéria e isto se aplica à origem de TODAS
AS COISAS.
Quem
sabe, viver em quietude possa nos remeter ao plano do espírito, ao plano
onde tudo se origina, se forma, e toma as formas que conhecemos e convivemos .
Sempre
foi e sempre será: “de dentro para fora” .
Não
há inversão desta Lei: não existe o “de fora para dentro”, portanto, para
alcançarmos certo nível de conhecimento mais elevado, precisamos nos
concentrar na Fonte e na Origem.
Poucos
se coligam a estas conclusões, pois as ilusões nos tornou míopes, ou
cegos. Ou não vemos ou vemos distorcido.
Chegamos
ao cúmulo de achar que um ser humano não é filho de Deus, sem compreender que
alguns ainda estão absolutamente carentes da sabedoria que foi cedida a todos,
mas absorvida por poucos.
Enfim
enquanto o homem não compreender as razões de Deus, pouco saberá se comportar
na Terra ou fora dela. Tudo é uma questão simples de mais ou menos ignorância,
ou, mais ou menos sabedoria.
A
nova era promete mudanças profundas, neste aspecto, pois o homem que até o
momento se voltou para sua manutenção e preservação, deixará isto de lado e se
voltará para o conhecimento universal.
Poderia
estar fazendo isto, agora, mas não conseguiu se desvencilhar do seu egoísmo,
parando, portanto, num nível de consciência aquém do que já poderia ter
alcançado.
Isto,
além de bloqueá-lo, interrompeu certas sequencias que precisariam de um
conjunto de vibração mais elevada, mais sútil, mais contínua, de toda a
humanidade.
Cada
um de nós pode reverter certas tendências negativas e aproximar-se das
positivas, mas isto exigirá abdicar-se de práticas incorretas, mas consideradas
normais pela humanidade. Portanto, esforços serão necessários.
Vá
para “dentro” e as chaves para cada novo portal serão mostradas.
Hilton
Nenhum comentário:
Postar um comentário