Pensamento do
dia 20 de fevereiro de 2017
Através do teu próprio
coração vem a única luz que pode iluminar a vida e torná-la clara aos teus
olhos.
Mabel Collins.
Pois
bem, como temos no guiado?
Sempre
por referências externas.
De
certa forma, repetimos o que tem acontecido com as outras pessoas, com a sociedade,
ao longo dos tempos.
Pode
ser que na primeira vez faça sentido, mas na segunda não mais e nas demais
acumula-se erros.
Assim
tem sido, na maioria das vezes que nos manifestamos.
As
referências externas tem seu valor, são importantes pois são manifestações de
Deus, mas todas, sem exceção, devem ser atualizadas. É ai onde falhamos.
Por
exemplo, nenhuma das guerras, e são milhões, trouxe paz para um povo ou para alguém,
no entanto, presume-se que sim face aos interesses distorcidos da realidade da
vida. Por isso estas são utilizadas, sob a guarda da ganancia, dizimando povos,
culturas, raças quase inteiras além da destruição ambiental.
A
paz em si é interna, portanto, mudanças externas não alteram o individuo que
não tem a paz interna, fazendo acirrar a competição, a luta e a destruição.
Quantos
tratados foram assinados e nenhum cumprido, pois internamente as guerras
continuaram para os derrotados, sob intensa submissão.
A
paz se conquista por meios internos, portanto referencias externas tem pouca
expressão e importância neste contexto. Poucas referências externas podem
ajudar um indivíduo nesta busca.
Ambientes
tranquilos servem somente para o aquietamento inicial, mas a princípio, nem
isto seria necessário.
Muitos
isolam-se, dedicam a vida em comunidades, em seitas religiosas, criam rotinas
especiais, embrenham-se na natureza na busca pela tão sonhada paz.
Outra
ilusão.
Nada
irá adiantar se conquistas internas não acontecerem. Isto passará e caso o indivíduo
não consiga obter as conquistas internas, tendo uma índole violenta, violento
será.
Somente
a paz interna muda o indivíduo, seus conceitos e o coloca no caminho da
evolução.
É
do coração que tudo brotou e brotará, portanto, um meio ambiente de paz ajudará
se atendermos a voz do coração, senão será como outro ambiente qualquer.
Nem
sempre um isolamento é sadio, pois muitas vezes, sem acesso a informações, talvez
não se consiga dar o start para certos impulsos necessários, vindos do alto,
que o coração deveria absorver e desenvolver.
A
solidão é sadia quando o impulso, do alto recebido, comece a dar sinais de seus
frutos no coração, caso contrário torna-se um isolamento desnecessário e
contraditório que irá gerar amplos confrontos quando for necessário
recorrer a algo para a vida física.
Um
indivíduo que abre seu coração precisa saber que com as “coisas” de Deus o
empenho precisará ser no limite MÁXIMO da sua capacidade.
Ao
fazermos algo como temos feito na nossa vida cotidiana, meio distraídos,
desatenciosos, tendenciosos e imprecisos, não atingiremos nosso MÁXIMO e de
nada adiantará estes esforços. Serão em vão, perda de tempo, inócuos, pois com
as “coisas de Deus” a intensidade precisa ser um pouco acima dos nossos pretensos limites, pois nossos
pretensos limites apoiam-se em muita preguiça. Tem preguiça sobrando.
Poucos
se dão conta disto, pois acham que para as “coisas de Deus” basta repetirmos os
esforços que sempre temos feito para as outras coisas.
Este
erro detona, aborta, é inútil e pior, decepcionará.
Nos
decepcionaremos com Deus, quando na realidade, não alcançamos Deus.
Deveríamos
nos decepcionar conosco não com Deus, pois fomos preguiçosos para darmos nosso
MÁXIMO. Podemos dizer, entre outras coisas, que isto é ausencia de fé.
Assim
tem caminhado a humanidade, iludindo-se com tanta coisa por ouvir falar, por
querer imitar, por pura preguiça, mas uma coisa é certa, por não querer dar o MÁXIMO
de atenção para as coisas de Deus NADA consegue realizar.
Não
há meia realização, ou se realiza ou não se realiza.
Vivemos
no Grupo esta inconstância de atenção, onde uma hora se realiza e em outras
horas não se realiza, apesar de esforços estarem sendo feitos. Esforços sem o
MÁXIMO de empenho e atenção, são
completamente perdidos e irrecuperáveis.
Nosso
coração alimenta nosso metabolismo e é alimentado por impulsos que vem da alma,
que por sua vez recebe da mônada (plano espiritual elevado). É um alimento
essencial como são todos os outros que nos faz sobreviver, portanto, não
adianta darmos plena e absoluta atenção às necessidades fisiológicas do corpo
sem reabastecer nosso coração.
O
corpo tem uma fisiologia e a alma também. A interface entre um e outro é o
coração.
A
alma iluminando e o coração sendo iluminado, iluminamos nossa vida.
Vemos
pessoas sem luz, opacas, enfraquecidas desanimadas com a vida, carentes,
doentes pois buscam externamente o que só existe internamente.
Vemos
pessoas aparentemente felizes, alegres, vivendo sob diversos estilos
diferentes, mas percebe-se que buscam externamente o que só existe internamente.
A
busca interior é a única meta da vida externa.
Enquanto
não aprendermos que existimos externamente, para nos descobrirmos internamente,
tudo na vida será confuso e acidentado.
Reveja
seus pontos de vista e suas ações. Estamos no limiar deste “salto” neste final
de ciclo terrestre.
Hilton
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