terça-feira, 28 de março de 2017

Fazer-se entender depende de ambas as partes.



Pensamento do dia 28 de março de 2017.

Procure não entrar em diálogos excessivos, porque estaria assim perdendo tempo para Deus.
Consagrados e Servidores.

Pois bem, quem está com a razão?
A princípio ninguém, porque a razão não é estanque. A razão existe para um determinado momento num determinado estado de consciência. No momento seguinte a razão será outra.
Com este princípio, os diálogos excessivos são uma perda de tempo.
A fé trabalha com uma lógica ideal, pois nos pede que a princípio aceitemos para que possamos assimilar o novo ensinamento, ou a novidade exposta. Um fenômeno é fenômeno, a princípio, até o momento que passamos a conhecer sua(s) causa(s).
Desta forma, o indivíduo pacifico e cordato, sabe que as discussões nada acrescentam.
Quando temos acesso a uma nova informação, o interessante é absorve-la e estuda-la, mas nem sempre haverá informações complementares à disposição da nossa mente racional. Neste caso, o ideal será partir para  a reflexão, a meditação, onde a exposição das nossas dúvidas atrairá impulsos provenientes da Fonte que nos intuirá a respeito.
Nem sempre será instantâneo, pois na maioria das vezes ainda não estamos suficiente preparados para absorver o que será intuito. Desta forma o trabalho intenso de preparação e elevação, que deve ser continuo e constante preencherá o que temos de aprender para compreender.

Outra forma, talvez a mais comum, para tentarmos compreender a informação recebida, é deixar que sejamos conduzidos. Esta forma é a mais simples e mais fácil pois nos levará para um Instrutor, para um livro, para um filme, para um sonho, enfim para um conjunto de informações suplementares que nos ajudará a compreender a informação principal. Claro que exige desprendimento e muita atenção, pois no mundo espiritual tudo é muito sutil. Obviamente, o orgulho, a prepotência e os preconceitos não podem ser barreiras, pois sem ampla abertura nada acontece. O perigo desta atitude é a preguiça.

O que um crê, não necessariamente todos irão crer. O que um acha maravilhoso, nem todos acharão, o que um sente como sendo algo divino, nem todos sentirão, enquanto uns se sentem apoiados, outros não, enfim vivemos uma confusão de divergências, gostos, conceitos, preconceitos, devido a uma imensa heterogeneidade de níveis de consciência, de vivencias passadas, de origens, de graus de inteligência, de desprendimentos espirituais, de reconhecimentos internos, etc.
Como exemplo, podemos citar o WhatsApp: dá para perceber com clareza o grau de adversidade das pessoas com relação ao recados enviados.

O indivíduo desprendido precisa se adaptar a estas divergências e ajustar-se ao meio que se encontra. Sabendo posicionar-se poderá atrair impulsos positivos que todos se beneficiarão.
Lidar com as injustiças é uma forma de Serviço também, pois no mundo cármico a complacência e a misericórdia não são bem vistos e não são empregados, com raras exceções.

Quanto mais nos coligarmos com Deus, através dos nossos “contatos”, quanto mais nos desprendermos das coisas materiais, quanto mais nos dedicarmos ao saber, mais nos alinharemos com as Tarefas tão necessárias neste mundo tão carente.

A Lei da Economia é empregada em todo o Universo e segue conceitos rigorosos da sua atuação. Fora dos mundos de expiação esta Lei funciona de forma rigorosa e é sabiamente empregada. Ainda estamos longe de conhece-La, mas chegaremos lá.
Diálogos excessivos ferem a Lei da Economia e quando contrariamos uma Lei, entramos em conflito e as dificuldades começam a aumentar. É preciso prudência e discernimento em todos os diálogos, pois fazer-se entender depende de ambas as partes. Muitas vezes o silencio pode ser sábio.

Enfim adotar uma certa disciplina e aprender a dosa-la em face das necessidades é uma boa recomendação que devemos seguir.
Hilton

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