domingo, 12 de março de 2017

Fugir do mundo. Como resolve-lo? Uma sugestão.



Assunto: Fugir do mundo.

Pensamento do dia 11 de março de 2017

Todos os santos aconselham com insistência a fugir do mundo.
Santa Teresa de Ávila.

Que dilema. Como resolvê-lo?

13 de março de 2017.

Como resolve-lo? Uma sugestão:

Pois bem.
Eis um grande dilema. O que fazer?
Para muitas pessoas este pensamento é algo impraticável, ridículo até porque segundo estes isto é impossível.
Para a maioria, creio eu, um grande dilema, pois já não se sentem confortáveis ao sistema de vida de raça humana no planeta. Sentem certa agonia, sentem-se limitados, gostariam de mudar o ritmo e o rumo das coisas, mas se sentem impotentes.
Para uma minoria pode-se dizer que isto possível, pode tornar-se real, já se tornou real para alguns e este é o caminho.

Como disse Sta Tereza os santos aconselham com insistência a fugir do mundo.
Vamos interpretar esta colocação de uma forma um pouco mais técnica. Digamos que nos materializamos intensamente e agora precisamos nos desmaterializar.
Densificamos nossos corpos físicos, o físico, o etérico, o astral, o mental, o emocional de tal forma que tornaram-se tão “pesados” que temos tido imensa dificuldade em nos “acomodarmos” a eles.
Esta materialização foi necessária, pois tínhamos de conhecer esta densificação na matéria física até seu ponto extremo.
Conhecemos seu ponto extremo, percebemos, sentimos e praticamos suas oportunidades e seus extremos.
Mas, passamos de ponto de voltarmos.
Já deveríamos estar menos densos, menos pesados, menos materialistas. Passamos do ponto de retorno e ultrapassamos o estado de materialização para além do extremo que foi definido pelo nosso arquétipo.
Esta densificação hoje nos atrapalha e nos impede de nos sutlizarmos, de perceber as novas coisas, os novos padrões, as novas energias que não alcançam ou melhor dizendo, não conseguem romper a grande couraça que criamos.
Ficamos reféns e prisioneiros da  própria materialização, do nosso “peso” excessivo. Nos acorrentamos a um nível de consciência que não mais condiz com o momento e com o trecho do nosso caminho universal.
Emanamos energias contraditórias às energias solares.
Emanamos energias contraditórias às energias do nosso sol e do sol central da galáxia e sabemos que os sóis são os portadores e mantenedores da vida animada, portanto, estamos vivendo em conflito com as energias solares.
Estes conflitos vem se acentuando, estão cada vez mais intensos, violentos e tem gerado grandes choques.
Estes conflitos ultrapassaram o mundo etérico e já entraram no mundo físico. A maioria não quer perceber e tem achado que todas as mudanças são normais, são provenientes da poluição, do degelo, das mudanças cilmáticas, mas isto são consequências deste intenso conflito energético.
Claro que temos contribuído e muito para que este desconforto aumente, mas estamos envolvidos em algo muito maior e muito mais explosivo, pois a linha que une estes dois momentos está sob pressão máxima.
A Terra está em “outra”, será um solo sagrado, com nova geografia e novas opções climáticas. Receberá novos seres e acolherá novos padrões. Terá novas Leis, será menos densa, mais sutil e mais espiritual no sentido universal desta palavra.

Muito bem, mas como seguir a orientação de Sta Teresa.?
Temos de nos aliviar, nos tornarmos menos densos, menos materialistas, menos intensos na matéria, onde todos os nossos esforços tem sido canalizados para o plano material como se este fosse nossa única opção.
Gerar menos compromissos, ser menos egoísta, deixar de ser possessivo, ganancioso, prestar mais atenção ao que nos leva a ser mais sútil.
Quando estou sobrecarregado, cansado, extenuado, como me alivio? Soltando os pesos.
Assim será.
Temos focalizado 100% da nossa atenção no que é físico, sempre deixamos o que é espiritual para depois.
Divagamos em ideias pré concebidas, sem pensar e formar nossas próprias ideias, nossa própria opinião, pois continuamos sendo estatísticos calculando a média de sucesso para esta ou aquela postura dita espiritual ou espiritualista.
Iludimos e somos iludidos, pois não nos aprofundamos no que temos de fazer.
Somos superficiais em tudo que fazemos, sempre achando que alguém fará algo mim.
Temos um medo terrível de perder alguma coisa daqui. Este medo pode mensurar nosso grau de apego, de egoísmo que mantemos em nossa estrutura física-espiritual.

Desmaterializar-se é ceder a matéria e ganhar o espirito, mas para a maioria desmaterializar-se é perder a matéria somente.
Estamos viajando no tempo e no espaço e por opção, escolhemos perder o que conquistamos na matéria para poder compreender o espirito. Não sei se foi uma boa opção, pois para a maioria irá gerar intensas dores.
Ou faremos isto conscientes e colaborando, ou faremos isto inconscientes e se desesperando.

A recomendação, estranha a princípio é oportuníssima, pois já nos encontramos nesta fase que é compulsória.

Como disse os  que se dispuseram a colaborar, é preciso coragem, fé, paciência e determinação.
Hilton

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