Assunto: Fugir do mundo.
Pensamento do
dia 11 de março de 2017
Todos os santos
aconselham com insistência a fugir do mundo.
Santa Teresa de
Ávila.
Que dilema. Como
resolvê-lo?
13 de março de 2017.
Como resolve-lo? Uma sugestão:
Pois
bem.
Eis
um grande dilema. O que fazer?
Para
muitas pessoas este pensamento é algo impraticável, ridículo até porque segundo
estes isto é impossível.
Para
a maioria, creio eu, um grande dilema, pois já não se sentem confortáveis ao
sistema de vida de raça humana no planeta. Sentem certa agonia, sentem-se
limitados, gostariam de mudar o ritmo e o rumo das coisas, mas se sentem
impotentes.
Para
uma minoria pode-se dizer que isto possível, pode tornar-se real, já se tornou
real para alguns e este é o caminho.
Como
disse Sta Tereza os santos aconselham com insistência a fugir do mundo.
Vamos
interpretar esta colocação de uma forma um pouco mais técnica. Digamos que nos
materializamos intensamente e agora precisamos nos desmaterializar.
Densificamos
nossos corpos físicos, o físico, o etérico, o astral, o mental, o emocional de
tal forma que tornaram-se tão “pesados” que temos tido imensa dificuldade em
nos “acomodarmos” a eles.
Esta
materialização foi necessária, pois tínhamos de conhecer esta densificação na
matéria física até seu ponto extremo.
Conhecemos
seu ponto extremo, percebemos, sentimos e praticamos suas oportunidades e seus
extremos.
Mas,
passamos de ponto de voltarmos.
Já
deveríamos estar menos densos, menos pesados, menos materialistas. Passamos do ponto
de retorno e ultrapassamos o estado de materialização para além do
extremo que foi definido pelo nosso arquétipo.
Esta
densificação hoje nos atrapalha e nos impede de nos sutlizarmos, de perceber as
novas coisas, os novos padrões, as novas energias que não alcançam ou melhor
dizendo, não conseguem romper a grande couraça que criamos.
Ficamos
reféns e prisioneiros da própria
materialização, do nosso “peso” excessivo. Nos acorrentamos a um nível de
consciência que não mais condiz com o momento e com o trecho do nosso caminho
universal.
Emanamos
energias contraditórias às energias solares.
Emanamos
energias contraditórias às energias do nosso sol e do sol central da galáxia e
sabemos que os sóis são os portadores e mantenedores da vida animada, portanto,
estamos vivendo em conflito com as energias solares.
Estes
conflitos vem se acentuando, estão cada vez mais intensos, violentos e tem
gerado grandes choques.
Estes
conflitos ultrapassaram o mundo etérico e já entraram no mundo físico. A
maioria não quer perceber e tem achado que todas as mudanças são normais, são
provenientes da poluição, do degelo, das mudanças cilmáticas, mas isto são consequências
deste intenso conflito energético.
Claro
que temos contribuído e muito para que este desconforto aumente, mas estamos
envolvidos em algo muito maior e muito mais explosivo, pois a linha que une
estes dois momentos está sob pressão máxima.
A
Terra está em “outra”, será um solo sagrado, com nova geografia e novas opções
climáticas. Receberá novos seres e acolherá novos padrões. Terá novas Leis,
será menos densa, mais sutil e mais espiritual no sentido universal desta
palavra.
Muito
bem, mas como seguir a orientação de Sta Teresa.?
Temos
de nos aliviar, nos tornarmos menos densos, menos materialistas, menos intensos
na matéria, onde todos os nossos esforços tem sido canalizados para o plano
material como se este fosse nossa única opção.
Gerar
menos compromissos, ser menos egoísta, deixar de ser possessivo, ganancioso,
prestar mais atenção ao que nos leva a ser mais sútil.
Quando estou sobrecarregado,
cansado, extenuado, como me alivio? Soltando os pesos.
Assim será.
Temos
focalizado 100% da nossa atenção no que é físico, sempre deixamos o que é
espiritual para depois.
Divagamos
em ideias pré concebidas, sem pensar e formar nossas próprias ideias, nossa
própria opinião, pois continuamos sendo estatísticos calculando a média de
sucesso para esta ou aquela postura dita espiritual ou espiritualista.
Iludimos
e somos iludidos, pois não nos aprofundamos no que temos de fazer.
Somos
superficiais em tudo que fazemos, sempre achando que alguém fará algo mim.
Temos
um medo terrível de perder alguma coisa daqui. Este medo pode mensurar nosso
grau de apego, de egoísmo que mantemos em nossa estrutura física-espiritual.
Desmaterializar-se
é ceder a matéria e ganhar o espirito, mas para a maioria desmaterializar-se é
perder a matéria somente.
Estamos
viajando no tempo e no espaço e por opção, escolhemos perder o que conquistamos
na matéria para poder compreender o espirito. Não sei se foi uma boa opção,
pois para a maioria irá gerar intensas dores.
Ou
faremos isto conscientes e colaborando, ou faremos isto inconscientes e se desesperando.
A
recomendação, estranha a princípio é oportuníssima, pois já nos encontramos nesta
fase que é compulsória.
Como
disse os que se dispuseram a colaborar,
é preciso coragem,
fé, paciência e determinação.
Hilton
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