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Emoção é uma experiência
subjetiva, associada a temperamento, personalidade e motivação. A palavra
deriva do latim emovere, onde o e- (variante de ex-) significa "fora"
e movere significa "movimento". [1] Seja para lidar com estímulos ambientais,
seja para comunicar informações sociais biologicamente relevantes, as emoções
apresentam diversos componentes adaptativos para mamíferos com comportamento
social complexo, sendo cruciais, até mesmo, para a sua sobrevivência. [2] Não
existe uma teoria para as emoções que seja geral ou aceite de forma universal.
Existe uma distinção entre a
emoção e os resultados da emoção, principalmente os comportamentos gerados e as
expressões emocionais. [2] As pessoas frequentemente se comportam de certo modo
como um resultado direto de seus estados emocionais, como chorando, lutando ou
fugindo. Ainda assim, se se pode ter a emoção sem o seu correspondente
comportamento, então nós podemos considerar que a emoção não é apenas o seu
comportamento e muito menos que o comportamento seja a parte essencial da emoção.
Pensamento do dia 24 de março de 2017.
Aquiete as emoções para que, uma vez agrupadas no
coração, transformem-se.
Consagrados e Servidores.
Pois bem, acima nos servimos
de uma breve descrição sobre a emoção, lembrando que existe inúmeras teorias de
filósofos, linguistas, sociólogos, antropólogos, a neurociência, entre tantos
outros.
A definição acima, creio ser
suficiente para desenvolvermos o recado do pensamento de hoje.
Adquirimos o corpo emocional
no período da Atlântida e dali pra cá viemos desenvolvendo estados emocionais.
Como sempre, foi mais um processo de aprendizado e controle que realizamos e
que deveríamos ter tido sucesso.
Não tivemos e nos deixamos
levar quase que exclusivamente por estados emocionais, alterando nosso
comportamento e nossas ações de tal forma que na maioria das vezes contrariamos
os destinos envolvidos (nosso, do planeta e dos reinos).
Nos envolvemos tanto que perdemos
a razão equilibrada.
Com a razão e a emoção, nos
afastamos muito da intuição. Com esta postura acabamos por viver num círculo
vicioso de inúmeras repetições durante vidas, pois ao fracassarmos nas
experiencias programadas, pela falta de preparo, estas se repetem até seu pleno
sucesso.
Assim tem sido e parece que
assim seria se algo maior não interferisse.
O egoísmo, com estes
aspectos, encontrou solo fértil para desenvolver-se e prosperar entre os
homens, tomados por estados emocionais cada vez mais complexos que criava estados
comportamentais difusos, surgindo os medos, a raiva, a vingança, a ganancia, a
paixão, entre tantos outros.
Nos distanciamos do verdadeiro
ato de amar para estados emocionais, onde a troca, a reciprocidade, o dar para
ter, passaram a ser exigidos no travestido “ato de amar”.
Desaprendemos a amar e teremos
de reaprender a amar, mas é necessário um novo ambiente, pois o atual tornou-se
tão desfavorável para o homem comum, que não tem mais viabilidade para esta Energia
da Vida.
O que fazer com esta
enxurrada de emoções que sentimos?
O pensamento nos orienta para,
quem sabe a única possibilidade possível, agrupa-las no coração para que se transformem.
Mas como fazer isto.
Creio eu que no momento em
que deixarmos de externa-las como, exageradamente, temos feito criaremos
um ciclo de reciclagem destes estados emocionais que nos alteram.
Digamos que vibramos como o pendulo
de um relógio de corda (antigo), onde o pendulo oscila entre dois extremos, um
momento para direita, outro momento para a esquerda.
Considerando que o equilíbrio
está no seu eixo central, com o pendulo parado estaríamos no melhor momento do
nosso equilíbrio. Nos extremos, considerando, por exemplo que para a esquerda
acelera nossas emoções negativas e para a direita nossas emoções positivas,
tanto de um lado como para o outro, nos tira do eixo, do equilíbrio, perdemos a
razão e somos assediados por pensamentos influenciados por estes estados
emocionais, gerando o desequilíbrio.
Para a direita ou para a
esquerda, com mais ou com menos intensidade, será sempre um desequilíbrio.
Poxa, podemos dizer que a
vida ficaria sem graça sem as emoções.
Não sabemos avaliar pois não experimentamos
ainda a Lei do Amor em estados mais plenos, portanto, não podemos pré julgar o
que desconhecemos.
Por analogia, os Seres que
estão nos contatando, oriundos de outros mundos, não manifestam emoções, no
entanto exprimem atos de amor, de complacência e de misericórdia que nos salvará do fim da nossa existência, face ao
gigantesco acumulo dos deslizes que temos praticado contra as Leis em ato.
Ser comunicativo, hoje se
confunde com ser emocional, mas são duas posições diferentes e distintas.
Infelizmente o comunicativo tem carregado muitas emoções e não consegue dar
vazão ás suas comunicações sem envolver-se emocionalmente. É uma questão de
reeducação.
O indivíduo emocional dificilmente
será intuitivo, pois bloqueia com seu desequilíbrio (o pendulo oscilando), a razão
intuitiva que deveria expor.
Informações intuitivas a
muitos pertencem, portanto retê-las é cármico.
O mundo carece de indivíduos intuitivos,
por isso se transformou numa “nau sem rumo”.
Poucos se manifestam. A
maioria mantem-se calada por preconceitos e outras razões, deixando assim, de
renovar nossos estados mentais tão desatualizados dos movimentos universais.
Isto está em processo de
transformação, pois o planeta entrará no rol dos mundos evoluídos e selecionará
a humanidade que deverá permanecer com base numa nova performance de
alinhamento com as novas Leis que estarão em ato.
Reeduque-se.
Aquiete as emoções não menospreze
estes importantes conselhos, pois espera-se que nos transformemos em pessoas
mais equilibradas e mais conscientes de seus atos.
Assim seja.
Hilton
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