sexta-feira, 24 de março de 2017

O que fazer com esta enxurrada de emoções que sentimos?



Wikipédia:

Emoção é uma experiência subjetiva, associada a temperamento, personalidade e motivação. A palavra deriva do latim emovere, onde o e- (variante de ex-) significa "fora" e movere significa "movimento". [1] Seja para lidar com estímulos ambientais, seja para comunicar informações sociais biologicamente relevantes, as emoções apresentam diversos componentes adaptativos para mamíferos com comportamento social complexo, sendo cruciais, até mesmo, para a sua sobrevivência. [2] Não existe uma teoria para as emoções que seja geral ou aceite de forma universal.

Existe uma distinção entre a emoção e os resultados da emoção, principalmente os comportamentos gerados e as expressões emocionais. [2] As pessoas frequentemente se comportam de certo modo como um resultado direto de seus estados emocionais, como chorando, lutando ou fugindo. Ainda assim, se se pode ter a emoção sem o seu correspondente comportamento, então nós podemos considerar que a emoção não é apenas o seu comportamento e muito menos que o comportamento seja a parte essencial da emoção.

Pensamento do dia 24 de março de 2017.

Aquiete as emoções para que, uma vez agrupadas no coração, transformem-se.
Consagrados e Servidores.

Pois bem, acima nos servimos de uma breve descrição sobre a emoção, lembrando que existe inúmeras teorias de filósofos, linguistas, sociólogos, antropólogos, a neurociência, entre tantos outros.
A definição acima, creio ser suficiente para desenvolvermos o recado do pensamento de hoje.
Adquirimos o corpo emocional no período da Atlântida e dali pra cá viemos desenvolvendo estados emocionais. Como sempre, foi mais um processo de aprendizado e controle que realizamos e que deveríamos ter tido sucesso.
Não tivemos e nos deixamos levar quase que exclusivamente por estados emocionais, alterando nosso comportamento e nossas ações de tal forma que na maioria das vezes contrariamos os destinos envolvidos (nosso, do planeta e dos reinos).
Nos envolvemos tanto que perdemos a razão equilibrada.
Com a razão e a emoção, nos afastamos muito da intuição. Com esta postura acabamos por viver num círculo vicioso de inúmeras repetições durante vidas, pois ao fracassarmos nas experiencias programadas, pela falta de preparo, estas se repetem até seu pleno sucesso.
Assim tem sido e parece que assim seria se algo maior não interferisse.
O egoísmo, com estes aspectos, encontrou solo fértil para desenvolver-se e prosperar entre os homens, tomados por estados emocionais cada vez mais complexos que criava estados comportamentais difusos, surgindo os medos, a raiva, a vingança, a ganancia, a paixão, entre tantos outros.
Nos distanciamos do verdadeiro ato de amar para estados emocionais, onde a troca, a reciprocidade, o dar para ter, passaram a ser exigidos no travestido “ato de amar”.
Desaprendemos a amar e teremos de reaprender a amar, mas é necessário um novo ambiente, pois o atual tornou-se tão desfavorável para o homem comum, que não tem mais viabilidade para esta Energia da Vida.

O que fazer com esta enxurrada de emoções que sentimos?
O pensamento nos orienta para, quem sabe a única possibilidade possível, agrupa-las no coração para que se transformem.
Mas como fazer isto.
Creio eu que no momento em que deixarmos de externa-las como, exageradamente, temos feito criaremos um ciclo de reciclagem destes estados emocionais que nos alteram.

Digamos que vibramos como o pendulo de um relógio de corda (antigo), onde o pendulo oscila entre dois extremos, um momento para direita, outro momento para a esquerda.
Considerando que o equilíbrio está no seu eixo central, com o pendulo parado estaríamos no melhor momento do nosso equilíbrio. Nos extremos, considerando, por exemplo que para a esquerda acelera nossas emoções negativas e para a direita nossas emoções positivas, tanto de um lado como para o outro, nos tira do eixo, do equilíbrio, perdemos a razão e somos assediados por pensamentos influenciados por estes estados emocionais, gerando o desequilíbrio.
Para a direita ou para a esquerda, com mais ou com menos intensidade, será sempre um desequilíbrio.

Poxa, podemos dizer que a vida ficaria sem graça sem as emoções.
Não sabemos avaliar pois não experimentamos ainda a Lei do Amor em estados mais plenos, portanto, não podemos pré julgar o que desconhecemos.
Por analogia, os Seres que estão nos contatando, oriundos de outros mundos, não manifestam emoções, no entanto exprimem atos de amor, de complacência e de misericórdia que nos  salvará do fim da nossa existência, face ao gigantesco acumulo dos deslizes que temos praticado contra as Leis em ato.

Ser comunicativo, hoje se confunde com ser emocional, mas são duas posições diferentes e distintas. Infelizmente o comunicativo tem carregado muitas emoções e não consegue dar vazão ás suas comunicações sem envolver-se emocionalmente. É uma questão de reeducação.
O indivíduo emocional dificilmente será intuitivo, pois bloqueia com seu desequilíbrio (o pendulo oscilando), a razão intuitiva que deveria expor.
Informações intuitivas a muitos pertencem, portanto retê-las é cármico.
O mundo carece de indivíduos intuitivos, por isso se transformou numa “nau sem rumo”.
Poucos se manifestam. A maioria mantem-se calada por preconceitos e outras razões, deixando assim, de renovar nossos estados mentais tão desatualizados dos movimentos universais.
Isto está em processo de transformação, pois o planeta entrará no rol dos mundos evoluídos e selecionará a humanidade que deverá permanecer com base numa nova performance de alinhamento com as novas Leis que estarão em ato.

Reeduque-se.
Aquiete as emoções não menospreze estes importantes conselhos, pois espera-se que nos transformemos em pessoas mais equilibradas e mais conscientes de seus atos.
Assim seja.
Hilton

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