Continuação
(10)
Pensamento
do dia 27 de julho de 2...
Como
o tempo está acelerado e vem se encurtando, passo o novo tema dos próximos
pensamentos.
(1)
O que é um vislumbre?
Muitas
pessoas se lembram de experiências incomuns quando de repente e sem advertência
foram elevadas afora a existência comum de seus egos para dentro de uma
consciência nova e elevada, plena de terno amor e harmonia.
A
experiência de um vislumbre é inesquecível. Numa descrição pode dar-lhe justiça
plena. Mas o vislumbre confirma a existência de uma consciência mais elevada,
que está em nós – e que somos essa consciência!
PB.
(2)
Podemos convencer o intelecto de que a alma existe – mas a única prova realmente
adequada é uma experiência pessoal intuitiva dela.
PB.
Pois bem, na fé acreditamos que a alma existe, mas no plano
material ela não se manifesta porque não é palpável, visível e não expressa
forma, cor, som, etc., ou seja para os 5 sentidos a alma não existe.
Portanto, sendo algo imaginário temos de crer na sua existência
pela fé.
Esta sensação de inexistência acontece por não estarmos
preparados, ou à altura de senti-la como ela realmente é, ou seja, estamos num
estágio aquém da alma.
Sendo assim alma, espirito, Deus, impulsos, insight, fé, entre
tantas outras manifestações, de fato no mundo material não existe.
Pois bem, até apouco tempo atrás voar de avião, dirigir a 100km/h,
mergulhar a 20 mts de profundidade, usar um celular, jogar videogames,
construir pontes, viadutos, pisar na Lua era simplesmente inimaginável, mas na
medida que fomos progredindo cientificamente, intelectualmente e utilizando um
potencial maior de inteligência, estas possibilidades tornaram-se reais e as
usufruímos.
Da mesma forma é com a alma, com o espirito, com Deus, impulsos,
insights, etc., na medida que nos aprofundamos nos planos imateriais ou sutis
da vida, tais possibilidades tornam-se reais e factíveis de as usarmos.
Vejam que o primeiro passo é a fé, ou seja, acreditar sem provas.
A partir deste estagio, aceitamos uma ideia e nos passos seguintes, realiza-la.
Necessitamos de uma experiencia intuitiva proveniente da alma,
pois nas esferas superiores e ela que nos coliga com consciências maiores.
Passamos a vida inteira, ou vidas inteiras na busca e no
aperfeiçoamento do intelecto, da inteligência, do conforto mas com foco
exclusivo nas ambições da matéria, deixando de lado a única coisa essencial que
podemos levar ao concluirmos uma vida. Todo o resto fica, apodrece, se perda,
desgasta, fica ultrapassado. Mesmo assim tem sido somente a isto que temos nos
dedicado. É muita incoerência.
A intuição é um vislumbre através da alma. Não se refere ao que
estamos pensando, raciocinando, intelectualizando, não provem de ideias
compradas, pois é um insight fragmentado de algo maior e caberá a cada um
desenvolver e desfragmentar este insight.
Pode ter até uma certa associação de algo relacionado com a
experiencia da vida material em questão, desde que a alma tenha definido que
naquele momento é o que precisamos.
Ora, precisamos tirar o foco exclusivo das ambições materiais,
pois o que vem da alma se relaciona com aspectos da eternidade, portanto não
são consideradas coisas efêmeras, perecíveis, gananciosas, etc..
Com foco exclusivo nos aspectos materiais da vida, como temos
feito, a alma analisa que insights intuitivos não teriam reflexos na nossa vida
e portanto, usando da Lei da Economia, energias desta natureza não são
desperdiçadas.
Estamos na fase de muitas e grande mudanças.
Não basta termos vontade de aderir, temos de ter fé nesta adesão,
pois o que está mudando, nosso ego e nosso intelecto nunca tiveram acesso e não
sabem identificar o que é.
Não basta uma mudança de postura, pois exige-se mudanças internas
profundas, superação de preconceitos, de ideias preconcebidas, exige-se extrema
ousadia, coragem e muita abnegação, recheada de fé.
O tempo voa, se acelera, se encurta e a humanidade ainda se
preocupa com questões das quais não tem nenhuma chance em resolve-las. As
questões mundiais, no plano que nos encontramos, são insolúveis, portanto serão
das “esferas superiores” que as soluções virão.
A introspeção, ou voltar-se para dentro, para o Eu Interno, poderá
fazer com que administremos melhor o pouco tempo que nos resta e possamos ter
os insights necessários para nos alinharmos com o que é necessário.
Realinhe-se.
(3)
Vislumbre: "É um estado de refinada ternura, de um amor que jorra de um
centro interno e se irradia para todas as direções. Se outros seres humanos ou
animais se põem em contato com você nesse momento, tornam-se receptáculo desse
amor sem exceções, pois então nenhum inimigo é reconhecido, não há desafetos e
é impossível considerar quem quer que seja repulsivo".
PB.
Pois bem, eis uma descrição do vislumbre. Só quem sentiu saberá
identificar esta magnifica sensação.
Todos tem acesso ao vislumbre mas a maioria está tão ocupada com
suas preocupações que não percebe quando este ocorre.
Não há preparo para um vislumbre, mas simples disciplina com
relação às nossas preocupações.
Pior é que pensamos nelas como se pudéssemos modifica-las. Tudo
que fazemos e demandamos no intuito de corrigir algo errado, provem do nosso
Ser Interno e não das ações recheadas de raciocínio e intelecto.
No entanto, todas as mazelas e confusões provem da personalidade e
do ego que busca em primeiro lugar, julgar e agir no julgamento, portanto,
errar.
Quando começarmos a disciplinar nossas emoções, nossas
preocupações e nossas ações, começaremos a conquistar um equilíbrio mínimo
necessário para o vislumbre.
Um vislumbre não ocorre em alguém tenso, preocupado, com medo,
aflito, desalinhado ou expressando sentimentos que não condizem com a
neutralidade.
O indivíduo neutro, equilibrado e distante das situações ao seu
redor começa a ficar apto a ter vislumbres, portanto é uma mera questão de
disciplina.
A vida promove situações que precisam de alinhamentos. Nada ocorre
por acaso, por azar, por desleixo, mas simplesmente porque forças cármicas
estão envolvidas e precisam ser equilibradas ou anuladas.
Tudo que julgamos estar errado, está absolutamente certo porque
provem da Inteligência Divina.
Simplesmente não compreendemos ou não temos ainda a inteligência
necessária para compreender.
Quando não compreendemos como e porque algo ocorre é porque
estamos defasados do mínimo necessário no campo da abertura espiritual. Quando
compreendemos e temos de resolver, permitir que o Ser Interno se manifeste é
essencial para que novos erros não aconteçam.
Portanto, dada a situação atual da humanidade dá para compreender
porque erramos tanto.
Realinhe-se.
(4)
A experiência lhe diz vívida, luminosa e memoravelmente que há uma existência
além da existência física e uma consciência além da consciência pessoal.
Pois bem, eis uma verdade que não se vê, mas se sente. Digamos que
esta verdade é um impulso permanente da alma para todos os indivíduos.
Poucos dão vazão para que este impulso se desdobre, a maioria nãos
se atenta e se desvia facilmente em troca de barganhas externas,
sejam estas para corpo físico ou para o mundo material. Outros não ligam e
procuram desconhecer, apesar de que durante a vida são ”cutucados” para atentar
sobre este impulso.
A minoria que deu vazão, alimenta e vê surgir em si o vislumbre da
alma.
A consciência pessoal é racional, intelectualizada, do passado e
geralmente adota ideias preconcebidas.
A consciência espiritual não se apoia em parâmetros, em ideais
preconcebidas, pois surge do amago do Eu Superior. Vem como um fato e não
necessita de provas, contraprovas e demais “documentos” que possibilitem uma
“analise” do impulso. Simplesmente vem.
Vem na hora certa, no momento adequado e pode nos remeter a um
tempo passado ou futuro, fazendo com que o presente seja redirecionado para o
caminho certo, evolutivo, definido no destino de cada um.
A 6ª Raça viverá por impulsos e não por analises, deduções,
comparações e raciocínios, pois terá acesso à Sabedoria Universal, na medida da
sua evolução. Obvio que terá a responsabilidade e o devido equilíbrio para este
acesso, coisa que atualmente nem perto podemos passar.
Digamos que abriremos mão da consciência pessoal e externa, para
uma consciência coletiva e interna. Assim todos se beneficiarão da atitude de
um.
Hoje, no geral, tem acontecido o inverso, a atitude de um
prejudica a maioria.
Se limitarmos este conceito para uma familia, podemos dizer que se
um mantem certo equilíbrio físico-espiritual, as chances dos demais melhoram,
mas se todos voltam-se para, somente, os benefícios da matéria todos podem se
perder neste mundo hostil.
Se aumentarmos este conceito para a “familia humana” (toda a
raça), percebe-se que esta se sustenta porque alguns voltaram-se para a
manutenção do equilíbrio físico-espiritual.
O tempo urge, o espaço aperta e a necessidade atual é de
realinhar-se, portanto faça.
(5)
Com um vislumbre vem a revelação. Ele sente que pertence a uma raça imortal,
que há uma Realidade interna por trás de todas as coisas, e que a causa
fundamental é benévola.
PB.
Pois bem, com um vislumbre vem a revelação, volta a integrar-nos
para a Realidade cósmica. Iremos sentir que tudo tem sinergia, está próximo,
faz sentido. Entraremos na singularidade do Cosmos.
Singularidade: Qualidade do que é único, distinto, singular: a
singularidade do amor; ou; espaço-tempo na qual as conhecidas leis da física
cessam de viger e a curvatura do espaço se torna infinita.
Vivemos no mundo da separatividade, onde o que importa são as
pequenas e simples diferenças. Popularmente, podemos dizer que “selecionamos as
formiguinhas e deixamos passar os elefantes".
Obviamente estas pequenas diferenças são cármicas e vem para nos
ajustar e preparar para a Realidade cósmica, portanto tem sua razão de ser, mas
internamente somos todos iguais
O mundo ainda não se convenceu do conceito da irmandade, onde
todos são iguais perante o Criador, pois vive separando as pessoas por raça,
credo, cor, linguagem escrita, falada, etc..
O mundo antigo viveu e se comunicou por símbolos e assim será no
futuro, pois as palavras escrita e falada são pobres e mal conseguem expressar
nossos sentimentos, ao passo que os símbolos, muito usados na antiguidade,
expressam tons, padrões, sons, vibrações, sensações voltados para as
características da comunicação universal.
Ao contrário do que muitos pensam, a comunicação escrita e falada
foi um retrocesso devido a decadência da raça humana em compreender e aplicar o
que simbolicamente era expresso pelos Seres do Cosmos. Além do que os símbolos
usados sem o devido equilíbrio, produziria efeitos altamente nocivos à vida
humana, aos demais reinos e a todo o sistema solar.
Vencida esta etapa atual e na abstenção do livre arbítrio,
retornaremos para um determinado status, voltado para a simbologia, que nos
enquadrará nesta forma de comunicação universal.
Com isto a realidade será outra, pois será interna, infinita, não
perecível extremamente ampla.
Isto é um vislumbre e nos tocará de uma forma permanente, onde o
que sentimos hoje irá parecer que nunca existiu.
Realinhe-se, prepare-se, oferte-se para este milagre.
(6)
A experiência explica a pessoa para si mesma pela primeira vez, clareia o fato
de que ela vive em dois planos ao mesmo tempo. Revela seu ego como a ilusão que
encobre sua consciência e revela seu Eu Superior como a realidade por trás de
sua consciência.
Pois bem, temos de encarar a grande barreira, a incompreensão de
viver em dois planos ao mesmo tempo: o plano da matéria e o plano do espirito.
Mesmo morrendo sempre que encarnamos, ainda se mantem
incompreensível que estes dois planos fazem parte da nossa integralidade.
A dificuldade de compreender estes dois aspectos vem sendo muito
bem administrada por certas religiões, certas filosofias, certas formas de
governo, enfim tem feito parte do nosso dia a dia desconhecer este assunto. Por
isso tememos tanto a morte.
Com um vislumbre vem a revelação, como diz PB, mas para isto
devemos tomar a inciativa e admitir viver em dois planos, aceitar esta condição
no exercício da fé.
A busca pelo Eu Superior precisa ter o mesmo empenho que damos
para as conquistas materiais, posições e vaidades.
Portanto, realinhe-se, empenhe-se para compreender e vivenciar o
que já faz parte do seu todo.
(7)
Com o vislumbre vem um curioso sentimento de certeza absoluta, certeza feliz,
de total ausência de dúvidas. A verdade está ali claramente diante dele e
profundamente percebida dentro dele.
Pois bem, no vislumbre não há questionamentos, porque, como, onde,
se, simplesmente a verdade no vislumbre se instala em você.
Como diz PB, ausência total de dúvidas, pois simplesmente é.
É um aspecto imprescindível para nosso "crescimento",
pois fomos criados para duvidar, nunca ter certeza, desacreditar e com esta
postura perdemos a fé.
Para sermos comandados, direcionados, conduzidos, não podíamos ter
fé. Na fé não há questionamentos e na fé entramos na seara dos milagres.
Ora, isto não condiz com aqueles que insistem em nos conduzir,
ditar as políticas, as regras, a forma de se viver, enfim nos fazer
instrumentos das suas ganancias, das suas vaidades e do seu egoísmo. A lei do
quanto pior melhor é largamente utilizada por nossos "comandantes
terrenos".
No vislumbre saímos deste mundo hipócrita, egoísta e entramos no
mundo interno, cósmico, verdadeiro.
Por incrível que pareça, temos esta opção e nada e nem ninguém
poderá nos impedir de exerce-la, mas livrar-se das correntes que nos aprisionam
exige grande força de vontade, coragem e desprendimento.
A maioria não se libertou e não se libertará.
O tempo está curto, as opções estão se findando e vê-se que poucos
conseguem resistir a estas imensas pressões do mundo egoísta.
A maioria mantem-se firmes e fortes, lutando desesperadamente por
ser mais e ter mais no mundo das formas, abrindo mão de algo tão excepcional.
Perdemos ao longo dos séculos o conhecimento da nossa origem real
e verdadeira e a trocamos por mentiras que foram muito bem engendradas.
É precioso retornar a este "status quo".
Muitos dizem que tem um preço a pagar nesta mudança. Podemos dizer
que sim, mas não é um preço, é simplesmente abandonar as ilusões que vivemos.
Abandone-as, realinhe-se e terás vislumbres do mundo real, da vida
real, do caminho certo, da divindade a que pertencemos.
(8)
Esses breves flashes trazem consigo grande alegria, grande beleza, e grande
elevação. São, para a maioria das pessoas, seu primeiro despertar claro e
vívido da existência e realidade de uma ordem espiritual do ser. O contraste
com seu estado normal é tão tremendo que a condena a uma monotonia lamentável….
PB.
Pois bem, PB descreve com simplicidade e naturalidade algo que
podemos considerar como um milagre. Um vislumbre é um milagre alcançado e
podemos ter acesso a estes milagres com pequenos ajustes de disciplina,
discernimento, postura, vontades e retidão na vida material.
A atenção é importantíssima, pois desfocado da desejada atenção
espiritual, o milagre (vislumbre) vem, passa e não percebemos.
Como diz PB, o contraste com o estado que consideramos "normal"
é tão tremendo que a vida material torna-se monótona. Dificilmente algo tiraria
nossa atenção destes novos anseios.
Realinhe-se, pois os próximos momentos serão intensos e teremos de
estar, no plano de consciência, acima do plano da matéria, para manter o
equilíbrio necessário e prestar um serviço digno de ser chamado Serviço.
(9)
A grande experiência logo acaba, o insight liberado não dura mais que poucos
minutos ou horas, mas sua lembrança perdura por um longo tempo. É uma deleitosa
prelibação e cálida antecipação daquilo que seu contínuo desenvolvimento
espiritual pode lhe trazer. Ela o eleva muito acima de si mesmo e além do seu
estado de consciência normal, possibilitando compreensões mais aguçadas e
criando solidariedades mais profundas.
PB.
Pois bem, são poucos minutos que mudam nossa vida.
A vida física continuará de forma semelhante mas não igual, bem
como as experiencias necessárias, pois estas fazem parte do aprendizado, mas a
interpretação dos fatos será bem diferente do até então.
Toda a sequência exaltará um brilho, coisa que até então não
havíamos percebido. Os fatos se tornarão incomuns, diferentemente do que sempre
imaginamos ao ver situações semelhantes. Como tudo faz parte da engenharia
divina, na natureza (divina) nada se repete.
Veremos coisas que não víamos, como saberemos de coisas que não
sabíamos e sentiremos sensações que não tínhamos.
Um novo ser se desperta e este ser é o Eu Superior.
Na medida que formos alimentando este êxtase inicial, novas
demandas podem acontecer, mas tudo será olhado de um ângulo diferente. O
desastre não se confirmará como um desastre mas uma mudança natural no ritmo
dos acontecimentos, tendo em vista os padrões vibratórios em ação.
O que importará serão os padrões vibratórios, não mais os acontecimentos,
o tempo ou as necessidades que hoje temos demandado.
Isto exigirá períodos de adaptação, pois teremos de reencaixar o
emocional, o mental e as vibrações espirituais que passam a atuar com mais
harmonia, para ressaltar as novas percepções.
O país passa a ser mundo. O mundo passa a ser sistema solar e este
por sua vez universo.
Nossa nova posição será universal e não se restringirá ás
responsabilidades familiares, como geralmente tem se adotado.
Enfim serão mudanças profundas pois o Eu Superior não se restringe
a uma época, mas a todas as épocas.
(10)
Esses vislumbres são apenas ocasionais. Eles nos pegam desprevenidos e
afastam-se inesperadamente. Mas a alegria que trazem consigo, a visão que
concedem, fazem-nos ansiar pela permanente e ininterrupta obtenção do estado de
que nos falam.
PB.
Pois bem, como diz PB os vislumbres são ocasionais, mas em tempos
incertos e perigosos como os que estamos vivendo, a ocasião exige um permanente
contato com nosso Eu Superior e este por sua vez com as Fontes inesgotáveis de
informações, orientações, esclarecimentos e tudo aquilo que for
necessário para estes tempos.
No entanto, como tem sido exaustivamente assinalado, não adianta
estarmos despreparados pois sem percebe-lo, ele (vislumbre) se esvai.
A alegria do vislumbre supera as desilusões e estes tempos são
tempos de intensas desilusões.
Talvez esta seja a única forma de nos alegrar pois as preocupações
tem assimilado as forças, as reservas de forças que ainda nos restam, em tempos
tão estranhos como os atuais.
Não há negativismo nestas informações, mas somente a necessidade
de ultrapassarmos um estágio da evolução que vem perdurando por tempos.
Resolvemos "estacionar", mas esta possibilidade não
existe pois a Vida tem uma dinâmica eterna. Sendo assim , por bem ou por mal,
como classificamos a dor, esta nos empurra nesta dinâmica inexorável, da qual ninguém
escapa.
É o derradeiro realinhamento, pois passado este estágio de transição
do ciclo planetário, a continuidade evolutiva volta a seu ritmo normal, de
acordo com o pulsar das estrelas.
Hilton
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