quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Rede de Serviço - Parte 3

Podes servir tanto por meio da prece quanto da ação que diviniza a vida material. Ambas as formas de serviço têm igual valor, se assumidas na sintonia correta e com fidelidade. São maneiras diferentes de atuação da mesma energia. Em uma o silêncio e a interiorização são os instrumentos de trabalho; em outra, o correto relacionamento com a matéria.
Seja qual for a tua forma de servir, não nutras ambição alguma. As realidades internas te serão desveladas quando chegar a hora. A ti cabe, porém, buscar encontrá-las. Jamais te esqueças de que desse encontro vêm as mudanças que aperfeiçoarão a ti e ao grupo de que és parte.
Despe-te de apegos e simplifica teu cotidiano, e ficarás apto a cumprir o desígnio reservado a ti. Diante da situação atual do mundo, não te esquives de assumir a tua vida de serviço e segue, com fé, teus melhores propósitos. Verás então que uma energia vinda do teu mundo interior toca os que estão receptivos e os transforma. A Irmandade cósmica está presente, de maneira sutil e invisível, auxiliando esses teus passos.
Este momento planetário é especial e, embora traga intensas lutas, impulsiona à redenção e à libertação todos os seres, de todos os reinos. A evolução interior hoje possível prepara cada um para o serviço universal, que eleva a vida humana e alivia as suas dores. Assim o que se pede ao grupos de serviço é purificar a própria vida e não pactuar com os padrões deteriorados desta civilização em via de dissolver-se.
Redes de serviço são campos para transformações. São caminhos para a humanidade chegar ao seu destino maior.
Figueira.


Pois bem, de forma clara, o texto expõe o modelo que devemos adotar se temos a pretensão de Servir.
A simplicidade, uma vida simples e objetiva deve ser praticada.
Não devemos nos preocupar com o tempo. De forma geral as pessoas querem aproveitar o tempo, o tempo para se fazer algo, para atender um desejo, para suprir uma pseudo prioridade, para manter uma certa postura, para manter certas aparências, tudo isto porque ainda não admitimos a eternidade.
De forma geral nos iludimos que temos de “fazer, antes de morrer”. E este fazer refere-se única e exclusivamente às necessidades materiais. Nesta concepção nos concentramos única e exclusivamente a determinados objetivos ilusórios e passageiros e nos esquecemos que de viemos para a  Terra para aprender a crescer interiormente, evoluir, aprender a decidir sobre aquilo que será eterno.
Nesta grande ilusão perde-se o foco e desvia-se dos verdadeiros objetivos da reencarnação. Temos perdidos inúmeras reencarnações repetindo-as continuamente sob nova roupagem, novas aparências, sem nos darmos conta dos verdadeiros valores, da  triste herança deixada e da lição que não aprendemos.

Numa Rede de Serviços, os verdadeiros valores ficam em evidencia e com certo esforço podemos percebe-los e adquiri-los.

A cada passo dado na direção correta, tudo muda.
Hilton

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