terça-feira, 20 de março de 2018

Em nome da clareza - 1a Parte.


Uma percepção da realidade
Como perceber o que é real e o que é fruto da imaginação quando nos chegam informações e notícias intraterrenas e extraterrestre e suas manifestações externas?
O contato com seres dessas civilizações avançadas era normal em épocas passadas, como no auge da cultura egípcia, da indiana, da maia e de outras que atingiram elevado nível de desenvolvimento. Naqueles tempos pretéritos, a visão que se tinha do universo era menos materialista, e isso facilitava o relacionamento com os seres que vinham de outros sistemas para auxiliar a evolução da Terra e do homem.
Tanto no passado como hoje, a clareza sobre esse assunto vem da visão espiritual. É que a mente, as emoções e os sentidos físicos captam apenas as dimensões materiais e concretas da vida, e não penetram realidades profundas, de outras dimensões do universo e de níveis de consciência mais sutis.
No universo há vários planos de  vida e consciência, cada um regido por suas próprias leis. Assim, o que é real em um plano pode não ser em outro. Materializações de objetos ou de seres extraterrestres, por exemplo, são tidas como realidade nos planos mais densos. Se transcendemos esses planos, fenômenos dessa natureza deixam de acontecer ou se dissolvem na compreensão mais vasta que adquirimos.
Se um fenômeno ocorre, é preciso ver se é benéfico, isto é, se em contato com ele ampliamos a consciência e nos transformamos. Enquanto for um estimulo para o nosso desenvolvimento pode estar inserido na realidade que vivemos, e vibramos no mesmo nível em que ele acontece.
Mas podemos transcender o nível de ocorrência dos fenômenos. Assim, o que era verdadeiro para nós deixa de ser, e novos aspectos da realidade que não percebíamos se revelam.
De modo geral, à medida que vamos evoluindo, perdemos progressivamente o interesse por manifestações fenomênicas e elas, assim, deixam de nos suscitar questões.
Trigueirinho.

Pois bem, nesta pequena série, receberemos informações sobre uma questão ainda muito polemica para alguns.
O Universo pulsa com vida em abundância. Identificamos um formato da vida, mas temos de considerar que inúmeros outros formatos existem e acontecem.
A Terra, por exemplo, abriga outros formatos de vida, em outras dimensões, que sequer imaginamos. Tais formatos seguem regras, Leis e estilos completamente diferentes de evolução, mas a convivência é comum sem que sequer a percebamos.
Seres extraterrestres e intraterrenos tem funções especificas de auxilio às diversas formas da vida em evolução, por todo o Universo. Sempre estiveram presentes e sempre estarão.
O colaborador, o ser-espelho, que pretende dar sua contribuição, precisa conhecer e ser acessado por tais civilizações, pois temos de contar com a larga experiencia de quem já viveu situações semelhantes às que estamos vivendo.
Plano Divino é um conjunto de atuações, procedimentos e ações que envolvem aspectos extremamente sutis, assim como aspectos de ordem pratica, material, atuando em dimensões distintas, como a nossa 3ª dimensão, portanto, não reconhecer estes aspectos extraterrestres e intraterrenos é como desconsiderar uma parte da ajuda que vem se manifestando.
No inicio as manifestações fenomênicas são as atrações, após determinadas aceitações, isto cede para fatores de ordem prática mas que nos chegam pela consciência. Esta é a forma correta da verdadeira comunicação.
Na fase conturbada desta virada cíclica, tais extraterrestres que hoje reúnem-se em dimensões distintas ao redor da Terra, terão inúmeras ações importantíssimas, de ordem pratica e material, pois nosso limite da confusão irá ultrapassar o conhecido.
Como diz o texto, “ novos aspectos da realidade que não percebíamos se revelam.”, ou seja, este é o objetivo destes contatos, onde realidades mais sutis, mais elevadas e claras, se farão presente na vida daquela pessoa que se ater aos aspectos elevados destes contatos.
Poderá até iniciar-se num fenômeno, mas em seguida deve depurar-se para os aspectos da consciência.
Abra seu coração.
Hilton

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