Hierarquias (3ª parte)
Para a humanidade aproximar-se de maneira mais consciente às
Hierarquias, no princípio foi necessário personificar seus componentes, que na
realidade são entidades impessoais e imateriais. Porém, decorrida essa etapa
preparatória e tendo o homem ampliado sua compreensão, torna-se possível para
ele estar diante das Hierarquias sem tantas personificações.
A humanidade terrestre, neste ciclo do seu desenvolvimento, cabe
reconhecer a energia das Hierarquias com as quais possa entrar em contato, o
que lhe faculta relacionar-se de maneira mais profunda com elas. Os grupos que
hoje respondem ao chamado para tarefas evolutivas e atuam como canais para a
fluência de energias de centros planetários, planetas ou constelações podem
começar a ser introduzidos na aura de Hierarquias e a participar de suas
tarefas.
O que tem sido revelado à humanidade a respeito das Hierarquias é uma
mínima parte de sua ampla existência. Conhecimento mais abrangente sobre a
vastidão da Irmandade cósmica advém com o aprofundamento de cada ser em seu
mundo interno, supramental.
As forças involutivas também se organizam hierarquicamente, mas não têm
conhecimento das metas previstas pela Vida Cósmica. Realizam movimentos
contrários aos da Irmandade e estão muito ativas atualmente. Mas não trataremos
dessa hierarquia das forças involutivas.
Figueira.
Pois bem, como falamos anteriormente, na fase atual não é
mais necessário personificar uma Hierarquia, pois esta poderá entrar em contato
assim que o individuo atingir o padrão vibratório necessário.
São tempos e condições especiais. Num final de um ciclo as
opções são muito diferentes das anteriores. As oportunidades se expandem e as condições
a diversos acessos, também.
Poderemos ser os braços atuantes das intenções destas Hierarquias,
que irão expor as determinações de Deus.
Tarefas serão designadas para que sejam cumpridas e alavanque
padrões mínimos de vibração, afim de manter o caráter evolutivo dos indivíduos para
o continuísmo da sua evolução espiritual.
Mundo interno (mundo da alma), supramental (além da mente no
cotidiano), virão por aspirações, inspirações, insights, intuições que o
individuo afeto a estas diretrizes poderá expor ou colocar em pratica a um novo
patamar espiritual.
Quem deseja servir, ser útil, como um braço da Hierarquia,
precisa aprender a desaprender o que conhece, e entregar-se ao que virá.
Como foi citado, as forças involutivas organizam-se hierarquicamente,
mas não conhecem as diretrizes definidas pelo Criador. Expõem nossos
sentimentos mais obscuros e mesquinhos para que nos tornemos os joguetes das
suas bizarras intenções. Isto ocorre pelo fato de alimentarem-se das nossas emanações
fluídicas negativas.
Quem se deixa levar irá aumentar, com o tempo, o forte
embaraço e emaranhado para sair desta situação.
É preciso muita atenção.
Hilton
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