segunda-feira, 23 de abril de 2018

Hierarquias - 3a Parte.


Hierarquias (3ª parte)

Para a humanidade aproximar-se de maneira mais consciente às Hierarquias, no princípio foi necessário personificar seus componentes, que na realidade são entidades impessoais e imateriais. Porém, decorrida essa etapa preparatória e tendo o homem ampliado sua compreensão, torna-se possível para ele estar diante das Hierarquias sem tantas personificações.
A humanidade terrestre, neste ciclo do seu desenvolvimento, cabe reconhecer a energia das Hierarquias com as quais possa entrar em contato, o que lhe faculta relacionar-se de maneira mais profunda com elas. Os grupos que hoje respondem ao chamado para tarefas evolutivas e atuam como canais para a fluência de energias de centros planetários, planetas ou constelações podem começar a ser introduzidos na aura de Hierarquias e a participar de suas tarefas.
O que tem sido revelado à humanidade a respeito das Hierarquias é uma mínima parte de sua ampla existência. Conhecimento mais abrangente sobre a vastidão da Irmandade cósmica advém com o aprofundamento de cada ser em seu mundo interno, supramental.
As forças involutivas também se organizam hierarquicamente, mas não têm conhecimento das metas previstas pela Vida Cósmica. Realizam movimentos contrários aos da Irmandade e estão muito ativas atualmente. Mas não trataremos dessa hierarquia das forças involutivas.
Figueira.

Pois bem, como falamos anteriormente, na fase atual não é mais necessário personificar uma Hierarquia, pois esta poderá entrar em contato assim que o individuo atingir o padrão vibratório necessário.
São tempos e condições especiais. Num final de um ciclo as opções são muito diferentes das anteriores. As oportunidades se expandem e as condições a diversos acessos, também.
Poderemos ser os braços atuantes das intenções destas Hierarquias, que irão expor as determinações de Deus.
Tarefas serão designadas para que sejam cumpridas e alavanque padrões mínimos de vibração, afim de manter o caráter evolutivo dos indivíduos para o continuísmo da sua evolução espiritual.
Mundo interno (mundo da alma), supramental (além da mente no cotidiano), virão por aspirações, inspirações, insights, intuições que o individuo afeto a estas diretrizes poderá expor ou colocar em pratica a um novo patamar espiritual.
Quem deseja servir, ser útil, como um braço da Hierarquia, precisa aprender a desaprender o que conhece, e entregar-se ao que virá.  
Como foi citado, as forças involutivas organizam-se hierarquicamente, mas não conhecem as diretrizes definidas pelo Criador. Expõem nossos sentimentos mais obscuros e mesquinhos para que nos tornemos os joguetes das suas bizarras intenções. Isto ocorre pelo fato de alimentarem-se das nossas emanações fluídicas negativas.
Quem se deixa levar irá aumentar, com o tempo, o forte embaraço e emaranhado para sair desta situação.
É preciso muita atenção.
Hilton

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