O que chamamos de passagem interdimensional é uma via de comunicação entre o mundo temporal e mundos suprafísicos.
É uma passagem de um nível de consciência a outro. Nessas passagens mudam-se as leis do espaço-tempo.
Ao contatá-las podemos perceber realidades e habitantes de outras esferas.
No transcurso da evolução, o plano físico terrestre e esta humanidade atingiram graus de densidade mais acentuados que os previstos. Com isso, surgiu uma disritmia vibratória entre a esfera material e as demais, o que dificultou o intercâmbio entre elas.
Embora resquícios desse relacionamento tenham chegado a nós por intermédio das fábulas, lendas, mitos e histórias antigas, seu significado em grande parte se perdeu devido à densificação do globo terrestre e, por conseguinte, das células cerebrais e da substância mental do ser humano.Em Figueira, todavia, uma dessas passagens mostrou-se ao Dr. José Maria Campos (Clemente), que a fotografou. Não por coincidência, isso ocorreu diante de duas de nossas árvores mais nobres, guardiãs da área em que Clemente se encontrava pesquisando.
As passagens interdimensionais podem ser de dois tipos.
Algumas em Figueira são criadas por um ato de vontade de consciências evoluídas que conhecem certas leis e têm domínio sobre os planos concretos da existência e seu campo magnético.
Outras, pelas próprias leis que regem as comunicações entre planos, de acordo com necessidades, em ciclos especiais da evolução planetária. Mas essas passagens não têm localização fixa e podem não perdurar por muito tempo.
A existência de passagens interdimensionais em uma área da superfície terrestre repercute no ritmo da vida na Terra como um todo.
Porém, não é comum encontrá-las. Um exemplo dessa repercussão é o que acontece no chamado Triângulo das Bermudas, onde objetos até desaparecem, absorvidos em outras dimensões.
Quando penetramos a zona de influência de uma dessas passagens, sempre somos estimulados por seu magnetismo, mesmo sem perceber. Nessas áreas as leis supranaturais conseguem suplantar as leis naturais, e podem ocorrer dilatações ou contrações do espaço-tempo, o que resulta em significativos avanços ou recuos em relação ao calendário vigente no resto da superfície do planeta.
Esse fato foi confirmado por tripulantes e pilotos de aviões que cruzaram tais áreas enquanto a força magnética nelas estava sobremaneira potente.
Passagens interdimensionais são usadas pelas civilizações de outras dimensões para chegar a este mundo externo, bem como para ingresso do homem terrestre nos mundos interiores do planeta — como sucedeu com o inglês Percy Harrison Fawcett, dado por desaparecido na região da Serra do Roncador, em Mato Grosso, em 1925.
O reconhecimento dessas passagens, ou mesmo o ingresso nelas, fundamenta-se na pureza de coração e de intenções e requer a participação dos núcleos espirituais da pessoa.
As passagens interdimensionais podem ser usadas para o traslado não só de seres humanos, mas de seres de outros reinos da natureza às dimensões sutis — o que é de grande valia em momentos de emergência ou de catástrofes planetárias.
É o silêncio interior que revela a existência dessas portas para outros mundos.
Foto tirada na Comunidade Figueira - Carmo de Cachoeira - Minas Gerais - Brasil.
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