segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Em nome da clareza - 1a Parte.


Uma percepção da realidade.

Como perceber o que é real e o que é fruto da imaginação quando nos chegam informações e notícias  sobre civilizações intraterrenas e extraterrestres e suas manifestações externas?
O contato com seres dessas civilizações avançadas era normal em épocas passadas, como no auge da cultura egípcia, da indiana, da maia e de outras que atingiram elevado nível de desenvolvimento. Naqueles tempos pretéritos, a visão que se  tinha do universo era menos materialista, e Isso facilitava o relacionamento com os seres que vinham de outros sistemas para auxiliar a evolução da Terra e do homem.

Tanto no passado como hoje, a clareza sobre esse assunto vem da visão espiritual. E que a mente, as emoções e os sentidos físicos captam apenas as dimensões materiais e concretas da vida, e não penetram realidades profundas, de outras dimensões do universo e de níveis de consciência mais sutis.

No universo há vários planos de vida e consciência, cada um regido por- suas próprias leis. Assim, o que é real em um plano pode não ser em outro. Materializações de objetos ou de seres extraterrestres, por exemplo, são tidas como realidade nos planos mais densos. Se transcendemos esses planos, fenômenos dessa natureza deixam de acontecer ou se dissolvem na compreensão mais vasta que adquirimos.

Se um fenômeno ocorre, é preciso ver se é benéfico, isto é, se em contato com ele ampliamos a consciência e nos transformamos. Enquanto for um estímulo para o nosso desenvolvimento, pode estar inserido na realidade que vivemos, e vibramos no mesmo nível em que ele acontece.
Mas podemos transcender o nível de ocorrência dos fenômenos. Assim, o que era verdadeiro para nós deixa de ser, e novos aspectos da realidade que não percebíamos se revelam.

De modo geral, à medida que vamos evoluindo, perdemos progressivamente o Interesse por manifestações fenomênicas e elas, assim, deixam de nos suscitar questões.
Figueira.

Pois bem, temos de ter a percepção destes mundos sutis e diferentes, do que conhecemos. Vivemos imerso numa única realidade, quando existiam diversas realidades e cada uma vive com as leis que a rege. O ser humano é universal, foi constituído para abordar e viver diversas realidades, mas vive somente aquela que os 5 sentidos percebem.
Esta condição de viver limitado aos 5 sentidos não serve mais, não atende as atuais necessidades e não atende este importante momento da transição planetária, no entanto, vemos as pessoas deixando estes aspectos de lado e buscando sempre a saída mais fácil, que quase sempre é retrógada.
Somos universais, somos constituídos de tudo o que existe no universo, no entanto as manifestações destas condições diferenciadas depende da nossa vontade, de novas disciplinas, de mudanças externas e internas, de nova postura, de diferentes ritmos de vida, mas no geral as pessoas são aversas a mudarem seu ritmo, a se desidentificarem  com suas antigas características.

As materializações de objetos e seres tem ocorrido constantemente, mas por respeito à nossa natureza agressiva, ocorrem de forma imperceptível, pois se assim fosse iriamos agredir.
O ser humano tem muitas dificuldades em mudar, em ser uma nova pessoa, adotar uma nova cadencia, um novo ritmo, adotar novas disciplinas, mas ágil em culpar as circunstancias, pois poucos percebem que estas circunstancias estão em transição.
As manifestações fenomênicas tem sido raras hoje em dia, pelo fato de que no passado, além de não ter trazido grandes reflexos, ocasionou acréscimos de medo, ou seja, confirmamos nosso estágio infantil e acessível para estes.

O individuo consciente de seu valor, da sua sequencia evolutiva, da sua capacidade de Trabalho, precisa mudar, precisa ser outro individuo para que novas capacidades se despertem.
Portanto, caso tenha se identificado com esta informação, mude.
Hilton


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