terça-feira, 11 de setembro de 2018

Passos Atuais - 6a Parte.


Principalmente nas fases de intenso conflito, como acontece atualmente na Terra, pelo menos alguns indivíduos deveriam dispor-se a equilibrar uma parcela do caos reinante. Esse trabalho, em geral silencioso, pressupõe entrega e superação de sonhos e aspirações pessoais. Aquele que se propõem a realizá-lo perceberá que seus corpo físico-etérico emocional e mental reagem, mas deverá saber que isso é parte do expurgo que precede o estabelecimento do equilíbrio.
Restrito e limitado se tornaria esse trabalho de oração interior se a consciência que dele participa se envolvesse com as reações dos corpos materiais. Mais prejudicado ainda ficaria se, numa luta vã, o ser buscasse vencer tais reações.
Se a fé amainou o mar bravio para que sobre ele Jesus caminhasse, não poderia ela curar o homem?
Figueira.

Pois bem, estamos vivendo exatamente estas fases do conflito. Nunca chegaram a tal intensidade na Terra, nem mesmo durante as duas guerras mundiais, pois agora os conflitos são internos. Estamos numa verdadeira maratona de questionamentos internos, de procedimentos, de posturas, de partidas e chegadas, de destinos, de posicionamentos, de questões de sobrevivência. Estamos confusos e em geral com medo, pois nunca o futuro esteve tão incerto com está.
Isto ocorre pelo fato de que o momento atual antecede o novo, algo que não estamos acostumados a sentir, pois até agora tem sido um processo continuo de sucessivas repetições cíclicas. Agora nos deparamos com sensações novas.
São novas Leis, novas Energias, novos movimentos, novos impulsos que vem se destacando na medida que o tempo passa.
O novo nos assusta, mas ao mesmo tempo desperta nossa curiosidade.
Desta forma, há decisões a serem tomadas e uma delas é a forma que iremos participar destes movimentos.
Aqueles que aderirem ao novo, como cita o texto, perceberá reações em seus corpos físico-etérico-mental-emocional, onde parece que as coisas estão desencaixadas. E estão mesmo, pois até agora sempre tomamos como referência o “velho”, o que já aconteceu ao longo do passado e das vidas anteriores, uma vez que nossa personalidade só compara, portanto, tem sempre como referência estados ultrapassados ou de outras épocas.

A oração é um apoio incondicional desta sustentação, assim como a entrega para o desconhecido.
Provavelmente ninguém se convenceria a andar sobre o mar, mas na oração, o considerado impossível acontece. O despertamento da fé ultrapassa os atuais critérios de possibilidades e é isto que se pretende para os tempos futuros.
Mantenha-se ativo, não seja omisso, não confunda entrega com preguiça, pois nossa adesão ao Serviço exige grandes estados de superação.
Hilton

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