quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Passos Atuais - 45a Parte. Cerimoniais.


As mãos humanas são canalizadoras de energia e podem ser instrumentos valiosos na condução e nas mudanças da essência elemental nos planos materiais. Por isso Jesus pegou com a mão o pão e o cálice com o vinho, para realizar essa tarefa diante dos doze apóstolos.
A transubstanciação que ocorre agora em todo o planeta lhe possibilitará receber, em seus estratos mais densos, a energia cósmica solar.
Há dois mil anos foi ofertada aos homens a chave desse trabalho, naquela época tido como um mistério; na Santa Ceia o pão e o vinho realmente transubstanciaram-se em condutores de energia crística, cósmica.
Tal chave foi esquecida e no decorrer dos tempos somente os iniciados tiveram acesso a ela. Na realidade, o que hoje ocorre nos chamados templos religiosos não pode ser comparado às verdadeiras cerimonias. As cerimonias atuais, que geralmente acontecem publicamente, sem nobreza e sem interiorização, consistem na reunião de forças materiais, usadas por entidades sutis, obscuras, que se utilizam desses cerimoniais para subtrair energia de seres não despertos para a realidade. Mas essa prática está por terminar, pois a purificação global transmigrará tais forças negativas desta órbita.
Figueira.

Pois bem, a missa sempre foi e sempre será um cerimonial importantíssimo do cristianismo.
De forma geral os cerimoniais de todas as religiões fugiram do foco essencial, primordial e tornaram-se rituais físicos sem grande demanda de fé, de atenção e postura religiosa correta.
 A transubstanciação , que corresponde à transmutação da matéria elemental (a substancia-vida) de um subnível vibratório para outro, realizado pela Hierarquia Dévica, permitirá que a matéria receba a energia cósmica solar. Hoje recebemos a energia solar em decomposições mais simples, portanto, nossos esforços precisam ser maiores para acolhermos certas essências solares.
No entanto já é possível no transcorrer da transição planetária em ato, receber parte destas essências para  colaborarmos com as “ajudas em ato”.
Desta forma, dependendo da postura, podemos ser irradiadores de tais essências, mesmo vivendo no nível de conflitos que estamos vivendo.

Com certeza não poderemos mudar os atuais rituais e cerimoniais praticados pelas religiões, mas adotando-se perante estes rituais e cerimonias uma postura com mais retidão , interiorização, com mais fé, com mais amor, auxiliará para que estes sejam mais positivos e não meros instrumentos para “roubos das energias vitais” dos indivíduos.
No geral as pessoas estão enfraquecidas, temerosas, expostas, tornando-se vulneráveis para a ação de forças negativas.

Um cerimonial deve ser praticado com ampla introspecção, seja, uma missa, um casamento, um batizado, ou qualquer oferta que se faça para vivos ou mortos. Deve ser algo muito sério, com um emocional tranquilo e equilíbrio nos demais aspectos.
É preciso absorver as distrações, cantorias, cumprimentos e durante a cerimônia focar-se integralmente na entrega e na disposição de ofertar-se, durante o transcurso do ritual.
Procurar benefícios, consolos e coisas do gênero, não é algo que deve ser praticado em rituais públicos, pois de certa forma, expomos ainda mais nossas fraquezas.
Eventualmente isto poderá ser feito de forma privada e solitária em um templo, onde você conversará naturalmente com seus protetores ou Seres que admira.

Enfim, sempre refletir antes de fazer. Dar tempo para que sua mente absorva aspectos instrutivos via intuição.
Tenha sempre calma. Não leve em consideração o tempo curto ou longo que você tenha, mas se foque na atividade em questão sem pensar e misturar outras atividades.
Precisa ser sempre uma entrega.
Exponha-se no sentido de que naquele momento sua entrega leve em consideração a vontade de Deus e não a tua.
Hilton

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