As
mãos humanas são canalizadoras de energia e podem ser instrumentos valiosos na
condução e nas mudanças da essência elemental nos planos materiais. Por isso
Jesus pegou com a mão o pão e o cálice com o vinho, para realizar essa
tarefa diante dos doze apóstolos.
A
transubstanciação que ocorre agora em todo o planeta lhe possibilitará receber,
em seus estratos mais densos, a energia cósmica solar.
Há
dois mil anos foi ofertada aos homens a chave desse trabalho, naquela época
tido como um mistério; na Santa Ceia o pão e o vinho realmente
transubstanciaram-se em condutores de energia crística, cósmica.
Tal
chave foi esquecida e no decorrer dos tempos somente os iniciados tiveram
acesso a ela. Na realidade, o que hoje ocorre nos chamados templos religiosos
não pode ser comparado às verdadeiras cerimonias. As cerimonias atuais, que
geralmente acontecem publicamente, sem nobreza e sem interiorização, consistem
na reunião de forças materiais, usadas por entidades sutis, obscuras, que se
utilizam desses cerimoniais para subtrair energia de seres não
despertos para a realidade. Mas essa prática está por terminar, pois a
purificação global transmigrará tais forças negativas desta órbita.
Figueira.
Pois bem, a missa sempre foi e sempre será um cerimonial importantíssimo
do cristianismo.
De forma geral os cerimoniais de todas as religiões fugiram do
foco essencial, primordial e tornaram-se rituais físicos sem grande demanda de
fé, de atenção e postura religiosa correta.
A transubstanciação , que
corresponde à transmutação da matéria elemental (a substancia-vida) de um subnível
vibratório para outro, realizado pela Hierarquia Dévica, permitirá que a matéria
receba a energia cósmica solar. Hoje recebemos a energia solar em decomposições
mais simples, portanto, nossos esforços precisam ser maiores para acolhermos
certas essências solares.
No entanto já é possível no transcorrer da transição planetária em
ato, receber parte destas essências para colaborarmos com as “ajudas em ato”.
Desta forma, dependendo da postura, podemos ser irradiadores de
tais essências, mesmo vivendo no nível de conflitos que estamos vivendo.
Com certeza não poderemos mudar os atuais rituais e cerimoniais
praticados pelas religiões, mas adotando-se perante estes rituais e cerimonias
uma postura com mais retidão , interiorização, com mais fé, com mais amor,
auxiliará para que estes sejam mais positivos e não meros instrumentos para “roubos
das energias vitais” dos indivíduos.
No geral as pessoas estão enfraquecidas, temerosas, expostas, tornando-se
vulneráveis para a ação de forças negativas.
Um cerimonial deve ser praticado com ampla introspecção, seja, uma
missa, um casamento, um batizado, ou qualquer oferta que se faça para vivos ou
mortos. Deve ser algo muito sério, com um emocional tranquilo e equilíbrio nos
demais aspectos.
É preciso absorver as distrações, cantorias, cumprimentos e
durante a cerimônia focar-se integralmente na entrega e na disposição de
ofertar-se, durante o transcurso do ritual.
Procurar benefícios, consolos e coisas do gênero, não é algo que
deve ser praticado em rituais públicos, pois de certa forma, expomos ainda mais
nossas fraquezas.
Eventualmente isto poderá ser feito de forma privada e solitária
em um templo, onde você conversará naturalmente com seus protetores ou Seres
que admira.
Enfim, sempre refletir antes de fazer. Dar tempo para que
sua mente absorva aspectos instrutivos via intuição.
Tenha sempre calma. Não leve em consideração o tempo curto ou
longo que você tenha, mas se foque na atividade em questão sem pensar e misturar
outras atividades.
Precisa ser sempre uma entrega.
Exponha-se no sentido de que naquele momento sua entrega leve em consideração
a vontade de Deus e não a tua.
Hilton
Nenhum comentário:
Postar um comentário