Mesmo
sabendo de todas as suas potencialidades latentes, o homem insiste em reter o
que deve ser dissolvido. Se ele colaborasse em maior proporção com as forças
divinas - que permanentemente o inspiram - maior liberação poderia se dar na
superfície deste planeta.
Muitos
indivíduos, mesmo conscientes da Lei, colocam-se diante da Fonte de vida
para usufruir de suas dádivas. Buscam curar seus males, mas querem
continuar vivendo de acordo com os padrões antigos que são, muitas
vezes, as próprias causas desses males. Não percebem que se aproximar da Fonte
significa transformar-se em condutos e não em sorvedouro desse puro
manancial.
Figueira.
Pois
bem, o indivíduo conscientizado de sua origem divina e que já raciocina
considerando vidas e não uma única vida, percebeu o contínuismo do processo
evolutivo numa escala de tempo bem longa.
Sendo
assim ele deve compreender que é acompanhado e ligado na Fonte de vidas.
Compreendo
está sua ligação com a Fonte, deve tornar-se um condutor das energias que
se renovam continuamente, alimentando passo a passo, os ciclos da vida humana e
planetária.
Convencido
deste processo, torna-se mais altruísta e menos preocupado com a própria
sobrevivência, pois compreendeu que ser útil é mais produtivo do que
preservar-se, somente.
O
indivíduo atento somente na autopreservacao, exerce grande egoísmo e sobrevive
muito mais dos instintos do que da intuição, portanto coloca-se aquém da
fase atual nesta virada cíclica da Terra.
Nossa
vida é muito dinâmica e fatos inesperáveis acontecem. Temos de procurar
compreender qual a oportunidade a ser gerada, decorrente deste fato inesperado.
A
maioria se prende ao fato inesperado em si, sem dar a devida atenção para novas
possibilidades. Como se diz, Deus tira alguma coisa para dar outra.
Quando
renovamos nos votos de fé e aceitação, aproximamo-nos da Fonte e as
novas oportunidades começam a ficar mais claras, liberando-se para novos
eventos.
Hilton
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