Até
que o Amor seja compreendido e plenamente manifestado na vida planetária, há
ainda um longo percurso que deve ser cumprido. É o Caminho que a Terra deve
percorrer para, finalmente, vir a expressar uma imagem que seja a face do
Cristo.
Tal qual o Sol, que manifesta profundamente a
energia crística e que desperta em cada um a gratidão e a reverência pela
energia trazida em seus raios, também a Terra tem um padrão energético do Amor
cósmico para expressar.
Esse
Amor, tão distante e oposto do que é a realidade externa deste planeta, vive
latente em seu interior e no centro de cada partícula que o constitui.
A
manifestação externa da energia crística por intermédio de um ser humano
(Jesus) veio estabelece-la definitivamente nos planos anímicos e materiais. O
sangue desse Ser, derramado para redenção de todo o planeta, simboliza a penetração
dessa energia nos planos concretos e a consolidação, na Terra, da luz e da
chama do Amor cósmico, bem como da plena existência superior.
Figueira.
Pois bem, a humanidade da
Terra numa fase em que decisões de sua provável extinção (a mais de 2000 anos
atrás) havia sido cogitada, face ao fracasso no livre arbítrio, teve como tutor
na sua defesa, Jesus.
Incorporando o Cristo Cósmico, Jesus trouxe o conhecimento nas
suas peregrinações e derrama o sangue – a energia crística - sobre a Terra,
despertando a energia do amor – um dos padrões energéticos do Amor Cósmico –
para expressar.
Esta atitude dá para a humanidade a oportunidade de continuar seu
caminho evolutivo.
Poucos seres humanos responderam ao chamado, ou seja, conseguiram
expressar certos fragmentos da energia do amor, mas suficiente para que a raça
humana continuasse seu caminho ascensional. Estes poucos vieram sustentando padrões
mínimos da energia crística, tendo como tutor Jesus com a família sagrada.
Esta estrutura crística de apoio à Terra, que aqui chamamos de
família sagrada, manifesta-se em várias religiões em tempos diferentes, antes e
depois da aparição crística, respeitando as origens primordiais dos seres
humanos que para cá foram deslocados, cumprindo as necessidades de habitar no plano
físico e astral, um planeta de expiação.
Sejam seres brancos, negros, amarelos, vermelhos, todos acompanham
as manifestações da anergia cósmica em suas diversas formas, dada a diversidade
das origens extraterrestres da população da Terra.
A presença de Jesus no Cristo Cósmico, consolida a chama do Amor
Cósmico, bem como da plena existência superior, ou seja, o ser humano desperta
a possibilidade da sua ascensão para níveis mais elevados.
Pois bem, o que falta então?
Assimilarmos esta monumental oportunidade de que temos
possibilidade de melhorarmos significativamente nossos padrões de inteligência,
conhecimento e COMPORTAMENTO.
Hoje isto parece meio distante, pois para aonde olhamos há
desarmonia, disputas, competitividade e violência.
É passageiro, é o derradeiro, pois forças involutivas, que nos faz
exercer o livre arbítrio estão soltas para serem transmutadas, no entanto, há
de se manifestar um mínimo de bom senso, de critérios lógicos com as novas
ideias, formatos, posturas, alinhadas com o que virá, com o que será.
Alinhar-se com os novos padrões, com o novo formato do ser humano,
com sua nova composição genética, com sua nova postura, neste momento é
essencial a todos que se consideram
autoconvocados.
De nada adianta ser somente bonzinho e solicito, se por outro lado
deixo de cumprir com requisitos mínimos do que já sei e do que será necessário
para os novos tempos da raça humana e do planeta.
Há necessidade de incorporar os novos padrões, mesmo neste momento
confuso, pois esforços pessoais irão expandir o que foi informado.
Estes recados não são mais promessas, são fatos que estão atuando
face as energias da transição planetária em ato.
É preciso rever posturas, posicionamentos e ideias, pois as 3
estão em acelerado processo de mudanças.
Hilton
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