É
preciso resguardar-se das evidências extremas que levam à impulsividade. Na
atual etapa da Terra são necessários controle, imparcialidade e silêncio para
que possa ser ouvida a voz interior, que seguramente indicará o rumo correto a
seguir. As situações patentes e que parecem indicar posições unilaterais a
serem tomadas estimulam aspectos pessoais dos homens; são instrumentos de
conflito, pois tolhem no aprendizado de
que a verdade tem muitas faces e que um aspecto dela não é completo nem
absoluto.
Sem
silêncio e sem neutralidade esses jogos de forças poderão ter início com uma
pedrinha lançada que, ao rolar, desencadeia uma enorme avalanche.
Mais
do que estudos de pontos de vista, a meta é a união interior. Mais do que uma
realização formal, o que importa é a construção de um novo universo. Mais do
que o saber humano, a sabedoria interna é necessária.
Figueira.
Pois bem, estamos percorrendo uma época avassaladora da ignorância.
O desconhecimento das Leis, a ausência de Deus, a supremacia, a competitividade,
a ganancia por bens materiais, a falta de sensibilidade e leveza, a
indiferença, está levando a humanidade para a possibilidade de um colapso que
antecede o final da transição planetária.
Variações climáticas, assim como os demais reinos (vegetal e animal),
dão sinais claros de terem alcançado seus limites.
Mas, a insensibilidade humana a tornou indiferente ao próprio caos.
A mentira tem tido regalias e poder de penetração que a verdade
não alcança mais.
Nosso tempo foi tomado, concordamos e nos alinhamos com esta burra
perspectiva de que somos escravos dos nossos afazeres.
Sobreviver tem sido um chavão muito utilizado. Transformou-se numa
cômoda muleta que nos conduz, a passos lentos, para a confirmação da “ilusória
incapacidade”.
A maioria está de cabeça baixa, olhando para o chão, como se a
linha do horizonte tivesse perdido seu sentido.
Caminhamos conforme o ritmo deste poderoso jogo de forças do plano
involutivo na Terra.
É preciso rever esta postura, atender aos impulsos internos, romper
os grilhões da ignorância e ao pacote perverso da submissão.
O tempo está acelerado e acelerando. A cada minuto diminuímos as
possibilidades dos atos de preparação para a grande virada, para a principal
tomada de decisão do que seremos nos próximos milênios.
Poucos tem consciência desta virada e os que a conhecem ainda não
se convenceram. A vida material, com toda esta confusão, ainda parece ser a mais
provável, pois a fé caiu para, quem sabe o 5º lugar no ranking das preferências.
E assim vamos que vamos.
Hilton
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