sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Passos Atuais - 124a Parte. Mamonas Assassinas


Mamonas Assassinas, anteriormente chamada de Utopia,[1][2] foi uma banda brasileira de rock cômico formada em Guarulhos em 1990. Seu som consistia numa mistura de pop rock com influências de gêneros populares, tais como sertanejobregaheavy metalpagode romântico,[1] forrómúsica mexicana e vira. O único álbum de estúdio gravado pela banda, Mamonas Assassinas, lançado em junho de 1995, vendeu mais de 3 milhões de cópias no Brasil,[3][4] sendo certificado com disco de diamante comprovado pela ABPD.[5] Com um sucesso "meteórico", a carreira da banda (sob o nome Mamonas Assassinas) durou um ano e meio, de outubro de 1994 a 2 de março de 1996, quando o grupo foi vítima de um acidente aéreo fatal sobre a Serra da Cantareira, o que ocasionou a morte de todos os seus integrantes, causando grande comoção nacional.[1][2][4][6] A banda continuou influenciando a cena musical nacional e sendo celebrada mesmo décadas após seu fim.
Wikipédia.



Tive na noite passada uma experiencia interessante.
Fui levado ao show dos Mamonas Assassinas no Plano Astral.
Foi um show interessante, dado as circunstancias, mas creio que as experiências durante o show foram o que se destacou.
Esta banda, na sua época no plano material, foi descontraída, fora do contexto e da sequencia das demais. Teve uma ascenção vertical muito rápida. Atendia todos os públicos, desde as crianças, adolescentes, adultos até os velhos. Não seguia as regras dos demais e foram muito criativos. Tiveram uma ascenção muito rápida em vários países da América do Sul, finalizando após um acidente aéreo em que todos morreram.
Misturava ritmos musicais de várias origens com rimas engraçadas e infantis.

No show, aparentemente, via-me numa espécie de palco, mas depois vi que não era especificamente um palco. O cenário moldava-se de acordo com o ritmo da música, uma mistura de gêneros musicais e letra intransigente.
Havia muita gente alegre e feliz. O som espelhava-se em ondas coloridas, entre curtas e compridas, variando segundo os graves e agudos, creio eu.
Vi-me assistindo a tudo isso.
Tudo à minha volta se mexia, pessoas, palco, a banda, sem fronteiras e barreiras de separação. Senti que poderia estar no palco ao lado deles, mas também na plateia vibrando com intensidade, ou mais distante, simplesmente apreciando. Deslocava-me segundo minha vontade.
No espaço do evento tudo acontecia diferentemente do que eu conhecia. Tudo cabia num único lugar com todos, assim como todos cabiam em todos os lugares. O tempo parecia sem função, como se tudo estivesse suspenso.
As pessoas à minha volta, mortos por sinal, segundo nossa concepção atual, vibravam alegremente. Não se tratava de dançar intensamente, mas  vibrar com intensidade. O som, o ambiente e a alegria misturavam-se e cada um vibrava com mais ou com menos intensidade. Não era dançar, era viver, creio que incorporar o momento que ali acontecia
As ondas sonoras moviam-se gradualmente, mesclando cores incríveis com vibrações intensas. Absorvia-se estas cores e estas vibrações com o corpo todo e isto causava sensações incríveis.
Com certeza as drogas e álcool que, aparentemente funcionam em nosso meio, não teria efeito, pois as sensações ocorriam segundo a vontade e o local que se desejava estar.
A intensidade sonora acontecia segundo minha vontade, ou seja, vibrava mais ou menos dependendo de como queria absorver as ondas sonoras luminosas enviadas pelo conjunto.
Os garotos da banda tocavam e cantavam com muita alegria. Parecia que eles estavam tocando para mim, tipo uma oferta, uma musica especial, uma melodia que fazia todo o sentido para o meu eu interior. A musica e o ritmo atendia a todos, mas ao mesmo tempo particularizava para cada um.
Não eram as musicas tocadas por eles aqui na Terra, eram outras.
Não havia tumulto, aglomeração. As pessoas estavam juntos e ao mesmo tempo curtiam juntas e isoladamente.

Foi intenso.
Quis saber porque foram para o plano astral tão rápido e no auge da fama.
As explicações são várias, mas as que me chamaram a atenção foi o fato de que a Terra já tinha entrado na fase da ausência de lideres em todos os aspectos da vida humana.
Outro aspecto interessante foi o fato de que esta banda se destacava pela inocência que despertava nas pessoas e que não agradava forças poderosas que não compartilhavam dividir a atenção da população com isto. Já tínhamos entrado na era do negativismo, da negação total das Leis, do contraditório, da confusão mental que já estava sendo acentuada e deveria se espalhar por todo o planeta, devendo prevalecer até o final dos tempos deste ciclo planetário.
Infelizmente isto tem sido levado adiante com ferro e fogo.

Tais garotos tiveram uma oportunidade incrível, mas nosso ambiente já estava por demais deteriorado para mantê-los.
Perdemos como temos perdido inúmeros indivíduos com grandes virtudes. Os poucos que restam estão sendo “afogados” pela desconsideração, o desamor da humanidade que deixa-se influenciar pela negação das Leis, pela preguiça, pela ociosidade e omissão em fazer o que precisa ser feito.

No entanto, os Mamonas Assassinas permanecem no plano astral, cumprindo o que aqui não puderam fazer: destacar a inocência, a descontração, a alegria em coisas simples e descomplicadas.

Foi uma experiencia bem diferente.
Quis compartilhar com todos, como tenho procurado fazer. É muito difícil descrever estas sensações, pois certas coisas não tem tradução, mas creio que deu para se ter uma ideia.
Por outro lado, é bom saber que o Plano Astral mantem a vida de quem para lá se move,  segundo os critérios que cada um adotou na última reencarnação.
Da alegria pessoal provem a alegria geral, do amor pessoal provem o amor universal, da compaixão pessoal provem a compaixão do Plano Maior.
É como somos aqui, como aqui nos manifestamos, que estaremos no Plano Astral.


Hilton

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