segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Passos Atuais 230a Parte. Limite-se ao essencial em todas as circunstancias.

 

Deves dissipar a curiosidade, deixando de perguntar sobre o que não é essencial.

Figueira.

 Pois bem, esta é uma postura raramente praticada.

A curiosidade em si, nos leva à comparação e a comparação pode nos levar a inúmeros sentimentos negativos, sendo os mais relevantes, a inveja, o ciúmes, o desprezo, no exercício do egoísmo.

 É saudável manter uma conversa focada, de forma com que esta seja informativa, esclarecedora e complementar às dúvidas que nos sentimos aptos a esclarecer. Limitar-se ao essencial é prudente, evita informações excessivas e inúteis para a ocasião.

Comentários e opiniões, na maioria das vezes tem levado em conta alta dose de ciúmes e inveja, induzindo para caminhos desviados das reais necessidades. Isto, eminentemente, é cármico e gera ligações que incomodam a ambos, dada a Lei da Ação e Reação.

É preciso pensar bem, discernir, avaliar possibilidades e refletir se temos o conhecimento e a capacidade para expressar opiniões a respeito de algo, ou uma indicação que alguém poderá seguir. O coração precisa aprovar e dele partir a iniciativa isenta e equilibrada para que expressões ou indicações possam manifestar-se.

 A maioria tem feito com muita leviandade, irresponsabilidade e algumas vezes com o intuito de levar alguém ao fracasso. Podemos dizer que a reação advinda destas atitudes podem ser pesadas e muitas vezes manifestam-se alguns anos adiante, através da falência de órgãos corporais ou doenças que causam grandes transtornos na vida cotidiana.

A opinião sem base, sem argumentos apoiados no conhecimento, por simples manifestação ou necessidade de se fazer presente, possui o mesmo encargo descrito acima, pois pode induzir alguém a erros graves no caminho a percorrer.

 Deveríamos ser mais silenciosos, no mínimo mais ponderados e sempre refletir antes de opinar. Marcar presença tem sido a necessidade de muitos e assim julgam ressaltar suas qualidades,  portanto a mera opinião pode ser tão danosa como uma opinião intencionalmente maléfica.

 O convívio social da humanidade é intenso por natureza e isto faz parte do desenvolvimento espiritual, mas este convívio tem levado em conta,  somente, a intelectualidade e a personalidade e estes dois recursos são insuficientes para emitirmos uma opinião correta. A nossa manifestação deveria levar em conta, além destes dois princípios, personalidade e intelecto, a intuição. A intuição, neste caso, procederia de uma conversa de alma com alma, ou seja, minha alma conversaria com a alma de alguém e completaria as informações para que uma informação correta pudesse ser expressada.

Se assim fosse, um estaria ajudando o outro com informações completas e adequadas no tocante aos 3 princípios, personalidade, intelecto e alma.

 A curiosidade é essencial para o desenvolvimento, mas a rebaixamos a tal ponto que transformou princípios nobres de ajuda, em manifestações degradantes e oportunistas. Acabou transformando-se em atividades de superação de um para com o outro, e não de um para  benefício de todos.

 Quando nos manifestamos para o que é essencial, disciplinamos este processo e atiçamos a curiosidade positiva e colaborativa. Isto proporciona muito ajuda de “inteligências alinhadas” com os critérios de evolução da raça humana, no seu processo cósmico.

 É importante ser criterioso, procurar manifestar-se quando se sentir seguro, isento de interesses e tiver consciência de que estará colaborando. É preciso que a manifestação seja compreensível, elucidativa e não irá gerar novos medos.

 Uma pergunta mal formulada pode ser tão nefasta quanto uma colocação imprecisa ou mal intencionada. (mensagem de um Instrutor para este texto).












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