terça-feira, 3 de maio de 2022

Passos Atuais 342a Parte. Porque somos colocados diante de decisões difíceis?

 Decisões difíceis são desafios que precisam ser consolidados.

Tudo que aprendemos através de informações (das mais variadas formas), precisa ser experimentado e vencido para ser consagrado.

Os desafios ocorrem através de experiências sucessivas. Se tivermos sucesso, segundo as diretrizes da alma, o desafio não se repete, se não tivermos sucesso ele irá se repetir sob circunstâncias parecidas, até que o sucesso ocorra.

Tais repetições podem ocorrer numa mesma vida ou em vidas sucessivas, mas todas vão se referir ao mesmo ensinamento. Por isso que a vida é tão repetitiva, por isso que vivemos constantemente  as mesmas circunstâncias.

As dificuldades das decisões, pode ser um alerta sobre o despreparo para enfrenta-las, ou os medos acentuados que precisam ser vencidos. Nem sempre estaremos despreparados, mas com medo, geralmente sim.

Um pouco mais de atenção da nossa parte, perceberíamos as semelhanças que se repetem, faríamos uma revisão dos erros cometidos e poderíamos corrigir os novos passos a serem dados, mas geralmente insistimos em fazer as coisas mediante critérios de 3os, não levando em conta que cada um tem seu próprio grau de evolução.

Assim, achamos que o mesmo remédio vai fazer o mesmo efeito que já fez para um, o mesmo caminho percorrido pelo outro será melhor, a mesma tática usada por um dará certo para mim, as decisões tomadas pelo outro se aplica a mim, a mesma vacina para um serve para todos, as mesmas diretrizes que um já usou são as que devo usar.

Somos diferentes em todos os aspectos, não só nas impressões digitais.  Temos níveis de consciência distintos, viemos de lugares diferentes, em tempos distintos, com conhecimentos específicos, mas juntos e misturados o aprendizado se espalhará para todos.

 O mundo cármico caracteriza o maior aprendizado que um ser poderia ter ao aprender pelos erros e acertos de todos.

Então o que nos falta?

Falta maior discernimento, menos comparação e mais individualidade. Falta usar com mais assiduidade e critérios os sentimentos positivos. Falta diminuir os ciúmes e a inveja. Falta aplicar a generosidade, a gratidão e a verdade. Falta descobrir-se das máscaras e ser mais sincero, autêntico e verdadeiro. Falta desejar o bem comum e não a ganância. Falta descobrir-se para revelar o imenso potencial adormecido e por fim o uso da fé para que os medos não impeçam de seguir adiante.

O que falta não é impossível, não é inviável, não exige nada mais além do bom senso e da honestidade consigo próprio. Todo o resto virá por acréscimo.










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