União – A energia incondicional dos tempos atuais.
Bem, podemos
dizer que estamos vivendo o tempo da desunião. De forma muito bem planejada e
estabelecida segundo critérios muito inteligentes, as forças involutivas
implantaram ao longo dos séculos da existência da humanidade, o processo da *desunião*
entre os irmãos da raça humana.
A raça
humana foi concebida e constituída para ser uma raça perfeita, unida, vibrante,
poderosa e criadora e em que os indivíduos caminhassem juntos no processo da
evolução física-espiritual. Isto não ocorreu pois desde o início a *desunião*
foi implantada num processo “contas gotas”, uma vez que o livre arbítrio foi
estabelecido como *recurso experimental*. O livre arbítrio, se bem
estabelecido, segundo as diretrizes Divinas, onde as Leis deveriam ser seguidas
e obedecidas, daria um impulso evolutivo muito rápido para os padrões
cósmicos.
Se
analisarmos a figura retórica de Adão e Eva, podemos considerar que o processo
de escolha, atribuída ao 1º casal, implantava o livre arbítrio com a devida
responsabilidade pelas escolhas e suas consequências. Assim, Adão e Eva pegam o
fruto proibido, a única regra que não poderia ser quebrada e desobedecida e
estabelecem o uso *indevido* do livre arbítrio. Isto, figurativamente,
atribui a quebra dos parâmetros, permitindo que a energia da ganância e
o egoísmo agissem no livre arbítrio e desse ao processo de escolhas, a
possibilidade das escolhas erradas perante as Leis
Estabelece-se
assim a condicionante cármica, em que as escolhas passam a ter as devidas
consequências. Assim, no desenvolvimento ao longo do tempo, as escolhas passam
a ser uma fonte de progresso evolutivo, se as Leis são obedecidas. Se
contrariadas, geram os ciclos cármicos e a repetição das mesmas experiencias
fracassadas, até seu sucesso pleno. Os ciclos reencarnatórios são estabelecidos
e o futuro de cada um se *vincula-se* aos erros e acertos cometidos nas
reencarnações passadas. É permitido, neste estágio inicial, que forças
involutivas ingressem na Terra dando ao planeta, em seu primeiro ciclo de
existência, o formato de *expiação e provas*, ou *planeta cármico*.
Assim o
planeta como uma entidade viva em evolução, passa a abrigar indivíduos de
várias origens, que necessitam destes ciclos cármicos evolutivos. De diversas
partes do Cosmos, a Terra passa a receber os que decidiram por este sistema de
evolução, em *expiação e provas*.
Assim ao
longo das eras, aplica-se à raça humana pelas forças involutivas estabelecidas
na superfície, a *desinformação*, onde segredos e mais segredos são
apossados por religiões das mais variadas formas cujo único intuito é a *desunião*.
Umbrais são criados e passam a abrigar estas forças involutivas que percorrem o
Cosmos ao longo das eras de sua existência, como forma de *colaborar com as
Ideias de Deus*.
Tais umbrais
passam a ser moradias de parte dos mortos, ou desencarnados, em corpo astral,
quando termina sua encarnação, para que possam reviver intensamente as
experiencias fracassadas e refazê-las nas encarnações futuras até que a
experiencia seja concluída em alinhamento com as *Leis em vigor desta 3ª dimensão*.
Assim ciclos repetitivos reencarnatórios passam a acontecer desde os primórdios
da vida humana até o presente.
A perda da memória das vidas passadas é um
recurso importante. Se lembrássemos de tudo o que já vivemos, não teríamos
equilíbrio emocional para seguir adiante. Ao longo das existências, passamos
por diversas experiências — como amar, odiar, ganhar, perder, ferir e ajudar —
e, por meio delas, vamos aprendendo a distinguir o certo do errado. Esse
processo, dentro das leis do Criador, permite que a evolução física e
espiritual aconteça de forma gradual e suportável.
Nestes
aspectos a vida reencarnatória mostra nossos erros, nossas fraquezas, nossos acertos,
nossas convicções e definem o destino de cada vida a ser vivida nos diversos
tempos da evolução. Concluída esta importante etapa na aquisição dos
conhecimentos reais e verdadeiros, poderemos sair do mundo de *expiação e
provas*, ou *mundo cármico* e passar a reencarnar em mundos evoluídos, onde as
Leis, a vida, as atribuições e conquistas atingem um novo patamar que *nada
tem a ver* com o que conhecemos nesta etapa.
Portanto,
dar atenção e compreender este roteiro, colocado aqui de forma suscinta, mas
compreensível para todos, traz a oportunidade de vivermos de forma inteligente
e progressiva.
As forças
involutivas, no uso de duas importantes ferramentas, a *desunião* e a *ilusão*,
dado o livre arbítrio, tem conseguido manter grande parte da população terrena
distraída, pré-ocupada e iludida tomando como principal e quase única
atribuição necessária, todo o foco da sua existência nas conquistas efêmeras,
finitas e extremamente pobres, que são as conquistas materiais, somente.
Vejam como
nos encontramos hoje, no âmbito mundial, desunidos, separados, focados em
opções políticas, de gênero, ideológicas, fronteiriças, partidárias, racistas,
dando no extremismo das ações a frutífera *desunião* entre irmãos que
somos na própria constituição e origem.
Recentemente,
na pandemia, estrategicamente criada em laboratório, obteve-se a acentuação da
desunião, da separação atingindo o cerne daquilo que foi divinamente implantado
que é a familia. Assim vivemos hoje,
quase completamente, destituídos do sadio e amoroso ambiente familiar pleno,
para que o amor pudesse ser definitivamente “enterrado”. Para completar
medicamentos de cunho e origem duvidosa, nos enfraquecem, nos atrapalham e hipnotizam,
atrapalhando ainda mais nossas qualificações de poder pensar e agir livremente,
no livre arbítrio.
Mas reações
vem ocorrendo e num momento profundamente importante que é este *final da
transição planetária*, onde forças e indivíduos dos céus e dos cosmos, onde
podemos dizer anjos e o extraterrestres evoluídos, vem em auxílio da população
terrena enfraquecida, iludida, desanimada, lutando por ideologias caóticas,
separatistas e completamente fracassadas.
Assim num
processo descomunal, onde o armagedon, ou seja, a luta entre as forças
evolutivas e involutivas, encerrará este Ciclo Cármico de trevas e desilusões, tornará
a Terra parte da Confederação Universal, onde mundos evoluídos se complementam,
interagem, evoluem e em uníssono obedecem às regras divinas, num processo contínuo
e constante de evolução, segundo as Ideias de Deus.
Não queira
viver as regras que foram forjadas com sangue suor e lágrimas em suas ideias,
que contrariam, basicamente, a Lei do Amor. Estas estão fora de uso,
ultrapassadas, maltrapilhas, pois são involutivas, separatistas,
ideologicamente desregradas das Leis Universais. Viva as regras estabelecidas
pelo seu coração, pelo profundo da sua alma, pela sua boa intenção, pelos seus
mais elevados conceitos da vida. Não seja pré-conceituoso, pré-ocupado, adote a
*união*, saia da ilusão, pense em sua vida como algo que continua além
da morte do corpo físico, na eternidade e no processo evolutivo atrelado à Lei
do Amor. Qualquer postura além dessa será passageira, dolorosa, repetitiva e
frustrante. Reencarnar para fazer o mesmo do mesmo é algo *burramente*
constituído, perda de tempo, frustrante e isto torna a vida sem graça, sem
sentido, sem objetivos a não ser no máximo pensar numa *velhice confortável*
(mais uma das inúmeras *ilusões* que incutiram para completar nossas
fraquezas)!!!!!.
Estamos sem
tempo para desperdiçar. O mundo está em revolução, convulsionando, em um
processo extremamente radical de expulsão das forças involutivas, da desunião,
do desamor, para a solução total das dores. Não fique ultrapassado, não perca
tempo, estamos sem tempo, saia daquilo que te amarra, se liberte, se desapegue,
siga seu coração, use seu bom senso e seja extremamente rigoroso no uso das
suas atribuições e posturas. A cada passo que dá, que o faz sentir-se feliz,
passa a ser o passo certo. É você que tem de ser feliz e não as ideologias que
te iludem. Não se *venda* para o irrecuperável.
Não use as *ideias dos outros*, use
suas ideias com seus ideais mais elevados. Só assim serás intuído e guiado para
a Nova Era na Nova Terra.
O tempo urge
e o desanimo se faz presente, então ore, ore com fervor e dedique-se a algo que
não somente o faça passar o tempo, mas procure usar o seu tempo dentro dos
limites que condizem com suas possibilidades, para assimilar o máximo que anima
seu coração e sua alma. Estude, se instrua, busque continuamente ideias que
justifique estar aqui e continuar além daqui.
As
oportunidades evolutivas vêm e vão. Às vezes podem levar meses, anos, séculos,
para retornarem, assim agarre-as quando perceber que atendem seu coração.
Instrua-se, colique-se a quem possa te ajudar neste desenvolvimento
intelectual. Siga seus impulsos internos e não adie o que será inevitável
saber. Quando atendemos somente as diretrizes da razão e da racionalidade, o
coração sofre, entre em colapso, infarta. A ilusão de uma vida física poderosa,
dominadora desmorona, *imediatamente* assim que morremos. Daí em diante
será uma revisão detalhada e exaustiva, nos seus mínimos detalhes de uma vida física iludida e fracassada, ou
seja, extremamente frustrante.
Reaja, o
tempo urge, as mudanças serão extremas, serão inusitadas, serão espetaculares,
assim prepare-se para assimilá-las o quanto antes.
Confia, ore,
entregue-se à superioridade divina. Tudo à nossa volta será reformulado. Nada
ficará como está.
A seguir
um estudo feito por trigueirinho – Glossário Esotérico -Editora Irdin, que
define com precisão e maestria iluminada, o conceito da União.
União:
Decorre do amor-sabedoria, o Segundo Raio. Por ser essa energia a
essência do sistema solar, a união é a meta de tudo o que nele existe, desde
átomos e seres até o próprio Logos. É no reino humano que a união começa a
plenificar-se, já que o ser, nesse reino, se tomou autoconsciente. A princípio
a busca da união é canalizada pelo indivíduo para situações externas e para os
semelhantes; pouco a pouco vai sendo transferida para ideais, depois para o
mundo das ideias e, por fim, para o centro da consciência. É dentro de si que
chega à união de modo puro. Por isso, na ascese, buscar a união significa
permitir a fusão da vida visível na invisível, integrar conscientemente matéria
e espírito. Todavia, esse processo individual é tão-só reflexo de outro, maior,
planetário e cósmico. Ao ser humano é dada a impressão de que está amando, mas
na verdade está sendo vivido pela energia de amor: no início em proporções
reduzidas, mas tendo como destino a plenitude.
A união
pode, ademais, ser compreendida como síntese da energia da vontade: a vontade
humana vai sendo absorvida na vontade da alma, a da alma vai-se transformando na
vontade da mônada, e esta reflete a vontade cósmica cada vez com maior
perfeição. A mônada atrai a vontade da alma e a alma, por sua vez, atrai a
vontade humana. Assim, as várias expressões da vontade fazem-se uma só. É
difícil para a alma, nas primeiras fases, despojar-se do apego às criaturas,
entendendo-se por criaturas não só pessoas, mas tudo o que é criado. Porém, ela
vai deixando de amar por si mesma e passa a amar amplamente, em total
dependência da vontade da mônada.
No
processo gradual de união, a alma aprende a dar de si e também a deixar-se
tomar pelo espírito. Vai sendo purificada, vai-se afastando das coisas criadas
e acercando da fonte da criação. A certa altura, a mônada não mais envia
consolações à alma, mas aridez, e é essa aridez que lhe dá forças para estar
diante da sua luz sem se cegar. Tal estado é para ser assumido também pela
personalidade. Nele a alma aprende a buscar a vida do espírito de maneira
diferente: antes era estimulada por expectativas, até mesmo espirituais, como
as de elevação e salvação. Agora, pela experiência e purificação na aridez,
renuncia a toda e qualquer busca fundamentada nas próprias aptidões: sabe que
para entrar num estado de atenção concentrada e tranquila na direção do
espírito, suas faculdades são inúteis. Assim se libera da antiga
"sensibilidade" e ama - sem depender de qualquer sentimento. Todavia,
não chega a isso por si; é a mônada que lhe vem ao encontro de forma
definitiva, ciente de que ela, a alma, já pode suportar sua luz.
Antes
dessa união, resquícios de autocomiseração ainda existem na alma, e ela tem até
a impressão de que "se perdeu". Sentindo-se perdida, dispõe-se a
fazer qualquer coisa para cumprir a vontade superior - é quando começa a
verdadeira e profunda união. Daí em diante, a alma é conduzida por um
conhecimento supra-humano e supra anímico; comunga dos atributos do Logos
planetário e frui as correntes de energia divina. Então já não existe a busca
de união em nível algum.
No
passado, todo esse processo de união ocupava uma série de encarnações; tomou-se
hoje mais sintético, pois agora vários níveis de consciência do indivíduo são
transformados concomitantemente. Um ser que ainda se esteja purificando das
paixões, por exemplo, pode ao mesmo tempo ter a alma sendo liberta de apegos
mais profundos.

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