Pensamento do dia, sexta-feira, 28 de fevereiro de
2014
"Quando o pensar do homem estiver na vontade do
Espírito, o Divino se manifestará."
Trigueirinho
Comentários.
Porque temos medo de morrer?
Na realidade isto é genético e provem da época dos
dinossauros. Como nosso DNA contem a hereditariedade do mundo animal, nossos
instintos na preservação da vida ainda é muito forte.
A luta pela sobrevivência, no reino animal, dos quais
descendemos, extrapolou para o reino humano, que não evoluiu o suficiente para
superar muitos instintos que hoje já deveriam ter sido recolhidos para
hibernarem eternamente.
O instinto da preservação da vida ainda é evidente em
todos os seres humanos. De certa forma, ainda faz sentido, pois continuamos
numa luta acirrada para sobreviver em meio ao caos que criamos.
Mas de acordo com a Lei da Evolução, deveríamos ter
superado a algum tempo esta ferrenha necessidade de lutar para sobreviver.
Mediante isto, ter medo da morte significa que a
ignorância e a falta de lucidez a este respeito é grande entre os seres
humanos.
No entanto, isto tem nos impedido de abraçar certas
regalias e descontrações que poderiam nos dar um conforto e uma compreensão
sobre a Lei da Vida, que aquietaria muitos corações, muitas almas, tornando
nossa forma de viver muito mais adequada para os tempos atuais, em especial
para este final de ciclo terreno, onde as desencarnações serão acentuadas.
O medo da morte, assim como tantos outros medos que
possuímos, está diretamente ligado a estados de ignorância que não foram
superados nos momentos oportunos e cíclicos que a humanidade deixou passar.
Como seres humanos da Terra, estamos em grande
desvantagem com os tempos, com o ciclo e com as conjunturas cósmicas que nos
envolvem no momento atual. Estas conjunturas, deste final de ciclo, independe
do nosso estágio evolutivo. Se fizemos ou não a "lição de casa" é um
problema nosso.
No entanto, hoje borramos as calças quando temos de
enfrentar uma situação de morte.
A falta de desapego, por ignorância, a falta de amor, por
ignorância, a falta de bom senso, por ignorância, a falta do conhecimento, por
preguiça, a ausência por não acompanharmos os movimentos universais, por
ignorância, nos deixou um legado terrível, onde ficamos expostos a movimentos
que não podemos mudar, ou influenciar, ou alterar, pois são movimentos do ciclo
terrestre, do ciclo galáctico, do ciclo do sol central da Via Láctea, então não
há o que fazer.
Pessoas se despedem das pessoas desencarnadas chorando,
se lamentando, fazendo certos escândalos deploráveis, como se isto fosse o fim.
Fim de que?
Fim somente de um corpo físico que atuou conforme foi
programado pela alma. Teve começo, meio e fim. É assim que as coisas materiais
procedem. Tudo no universo material tem começo, meio e fim.
O fim nada mais é do que um momento de transição para um
novo início.
Hoje a humanidade deveria estar vivendo num estágio de
absoluta acomodação com a morte. Todos nós deveríamos ter a vidência necessária
para contribuir quando alguém se encontra em processo de passagem. Deveríamos
ter um comportamento digno e adequado quando aquele corpo, cumprindo sua meta
de vida, deixasse de viver, liberando a alma, a centelha divina para a
continuidade do seu processo evolutivo.
A vida aqui na Terra deveria ser harmônica, tranquila,
onde a luta deveria ser pela evolução e não pela sobrevivência.
Enfim, erramos e erramos feio. Hoje sofremos por coisas
que são imutáveis, pessoais, todos estão envolvidos, mas ainda damos o
tratamento como se fosse uma perda.
É preciso aprender e conhecer estas tantas coisas que
deixamos para trás. Estamos muito atrasados em nosso estagio evolutivo. A
ignorância ainda é monumental entre nós.
O tempo urge. O momento é de profundas mudanças. Estamos
num final de ciclo espetacular que irá gerar coisas espetaculares, jamais vista
de tão grandiosas que serão e ainda estamos na fila da pipoca, preocupados em
sentar no melhor lugar, esquecendo que desta vez todos, sem exceção, farão
parte deste espetáculo.
Que Deus nos ajude.
Pensamento:
Pois bem, o pensamento nos remete a uma condição que
devemos ter.
Pensar como seres eternos, como indivíduos que estão
percorrendo um longo caminho, o caminho do aprendizado.
Precisamos pensar que tudo que fazemos agora, terá
repercussões positivas ou negativas no futuro.
Temos de ter a consciência de que estamos vivendo
inúmeras vidas para aprender diversas situações. Quanto mais colaborarmos, mais
nos aproximamos da grande estrutura herarquica que nos dará o apoio que tanto
precisamos.
Hoje a maioria somente consegue se apoiar na sua
personalidade, no passado, no palpável, no material, deixando de lado aquilo da
qual este material que conhcecemos provem.
Ou você vai na fonte ou pega os respingos que nunca serão
suficiente para matar a sua sede.
Os tempos atuais exigem do homem uma mudança radical de
postura, pois só assim ele poderá raciocinar de como é verdadeiramente viver.
Enfim os tempos são de mudanças. Ou mudamos ou nos
mudaremos daqui.
Hilton