quarta-feira, 18 de março de 2015

Será que estou indo bem na escola da vida?

Pensamento do dia 16 de março de 2015.

Sagrados são os estados de tranquilidade e de impassibilidade, e bem poucos o conhecem.
Trigueirinho.

Ontem aconteceu a esperada manifestação pública sobre a política brasileira e a corrupção.
Como tem sido do caráter do brasileiro, a manifestação foi pacifica, apartidária e bem familiar.
Temos neste aspecto, algo positivo e dele se extrai que o momento de mudanças precisam ocorrer.

Mudanças externas, na vida material, na política, na sociedade não vão acontecer. Pequenos e insignificantes retoques na maquiagem existente, sendo ela feia para alguns e bonita para outros, é o máximo que poderá mudar.
A conjuntura é muito mais complexa do que imaginamos e muito mais profunda para ser externada e eventualmente mudada. Forças que desconhecemos movem os ímpetos daqueles que por estas forças se deixaram dominar.

No entanto, vamos aos aspectos positivos das “mudanças”.
Cada ser humano é um universo próprio, originalmente constituído.
Temos, mesmo que não saibamos, tudo o que precisamos para enfrentar, superar, conduzir, alterar, as nossas insatisfações, os nossos desejos e nossas aspirações.
Nos iludimos demais quando “achamos” que são os fatores externos da vida que regulam nossas possibilidades, mesmo porque a vida num corpo físico, é limitado, finito, temporal e de alcance muito pequeno.
O indivíduo deveria viver ao contrário do que vive. Viver no mundo interno e externar o que vive internamente.
Hoje vivemos no mundo externo, “desconhecendo e desprezando” o mundo interno.
Ora, se este mundo interno, muito mais próximo da perfeição e do equilíbrio, não é externado, não podemos em hipótese nenhuma viver bem, ou adequadamente aos anseios dos que já se despertaram para uma vida pacifica, equilibrada e evolutiva.

Manifestações externas sem a contrapartida interna, são vazias, fúteis e são esquecidas em poucas horas. Não florescem, não dão frutos e não sobrevivem. É o mesmo que colocar uma bela orquídea num vaso de plástico enfeitado, sem terra, sem água, sem nutrientes que possam manter a orquídea viva.
Assim tem sido nosso comportamento na vida material, onde raciocinamos, intelectualizamos, somente, sem colocar o coração no que temos feito.
Aparentemente parece que irá florescer, mas morre rapidamente na sequência, pois não colocamos o principal, a energia que manterá viva as ações que deflagramos.

É preciso uma reforma intima, solitária, única, individual, onde a chama do amor e da Vida espiritual esteja presente em tudo o que você pretende fazer. As ações externas serão decorrentes e preservadas do devido equilíbrio para que, no conjunto, tudo floresça, aconteça e possa ser eternizado.

Quem sabe podemos aproveitar este desejo de mudanças, para mudarmos. Não esperarmos que os outros, ou a sociedade, ou os governos mudem, mas mudarmos em nosso íntimo, em nossa forma pouco inteligente de externar o que internamente ainda temos dúvidas.
Num conjunto, onde muitos mudam, o conjunto muda.
Isto é natural da vida.
No começo tínhamos seres aquáticos, que mudaram para se tornarem repteis e em seguida mudaram para serem mamíferos, então na sequência da vida, se muitos mudarem, o conjunto muda.

O pensamento manifesta os estados de tranquilidade e de impassibilidade. Ora, isto não quer dizer aceitar e tolerar a intolerância e a ignorância, mas entender que precisamos da tranquilidade e da impassibilidade para mudarmos internamente, consolidar internamente estas mudanças, pois naturalmente elas irão se exteriorizar.

Vamos aproveitar estes anseios pelas mudanças e começar por nós mesmos, onde não dependemos de nada, de força externa, de vontade política, de desejos dos outros, de ações do congresso, do senado, da república, para que isto aconteça. Isto é algo de foro íntimo, do universo próprio, da fé.
Não se preocupem com a coletividade ou a desculpa de que se eu mudar e os outros não mudarem nada muda.
Quando você muda, você se eleva, você compreende, você é a síntese das mudanças e isto contamina positivamente, alavanca, altera, assim como foi com a evolução do ser aquático para o mamífero, ou seja, é inexorável, pois todos irão mudar.
O tempo é relativo e pode ser mais curto ou mais longo, pois este depende dos níveis de consciência de quem os vive.

Portanto, mude!

Hilton



segunda-feira, 16 de março de 2015

Mudanças?

Pensamento do dia 16 de março de 2015.

Sagrados são os estados de tranquilidade e de impassibilidade, e bem poucos o conhecem.
Trigueirinho.

Ontem aconteceu a esperada manifestação pública sobre a política brasileira e a corrupção.
Como tem sido do caráter do brasileiro, a manifestação foi pacifica, apartidária e bem familiar.
Temos neste aspecto, algo positivo e dele se extrai que o momento de mudanças precisam ocorrer.

Mudanças externas, na vida material, na política, na sociedade não vão acontecer. Pequenos e insignificantes retoques na maquiagem existente, sendo ela feia para alguns e bonita para outros, é o máximo que poderá mudar.
A conjuntura é muito mais complexa do que imaginamos e muito mais profunda para ser externada e eventualmente mudada. Forças que desconhecemos movem os ímpetos daqueles que por estas forças se deixaram dominar.

No entanto, vamos aos aspectos positivos das “mudanças”.
Cada ser humano é um universo próprio, originalmente constituído.
Temos, mesmo que não saibamos, tudo o que precisamos para enfrentar, superar, conduzir, alterar, as nossas insatisfações, os nossos desejos e nossas aspirações.
Nos iludimos demais quando “achamos” que são os fatores externos da vida que regulam nossas possibilidades, mesmo porque a vida num corpo físico, é limitado, finito, temporal e de alcance muito pequeno.
O indivíduo deveria viver ao contrário do que vive. Viver no mundo interno e externar o que vive internamente.
Hoje vivemos no mundo externo, “desconhecendo e desprezando” o mundo interno.
Ora, se este mundo interno, muito mais próximo da perfeição e do equilíbrio, não é externado, não podemos em hipótese nenhuma viver bem, ou adequadamente aos anseios dos que já se despertaram para uma vida pacifica, equilibrada e evolutiva.

Manifestações externas sem a contrapartida interna, são vazias, fúteis e são esquecidas em poucas horas. Não florescem, não dão frutos e não sobrevivem. É o mesmo que colocar uma bela orquídea num vaso de plástico enfeitado, sem terra, sem água, sem nutrientes que possam manter a orquídea viva.
Assim tem sido nosso comportamento na vida material, onde raciocinamos, intelectualizamos, somente, sem colocar o coração no que temos feito.
Aparentemente parece que irá florescer, mas morre rapidamente na sequência, pois não colocamos o principal, a energia que manterá viva as ações que deflagramos.

É preciso uma reforma intima, solitária, única, individual, onde a chama do amor e da Vida espiritual esteja presente em tudo o que você pretende fazer. As ações externas serão decorrentes e preservadas do devido equilíbrio para que, no conjunto, tudo floresça, aconteça e possa ser eternizado.

Quem sabe podemos aproveitar este desejo de mudanças, para mudarmos. Não esperarmos que os outros, ou a sociedade, ou os governos mudem, mas mudarmos em nosso íntimo, em nossa forma pouco inteligente de externar o que internamente ainda temos dúvidas.
Num conjunto, onde muitos mudam, o conjunto muda.
Isto é natural da vida.
No começo tínhamos seres aquáticos, que mudaram para se tornarem repteis e em seguida mudaram para serem mamíferos, então na sequência da vida, se muitos mudarem, o conjunto muda.

O pensamento manifesta os estados de tranquilidade e de impassibilidade. Ora, isto não quer dizer aceitar e tolerar a intolerância e a ignorância, mas entender que precisamos da tranquilidade e da impassibilidade para mudarmos internamente, consolidar internamente estas mudanças, pois naturalmente elas irão se exteriorizar.

Vamos aproveitar estes anseios pelas mudanças e começar por nós mesmos, onde não dependemos de nada, de força externa, de vontade política, de desejos dos outros, de ações do congresso, do senado, da república, para que isto aconteça. Isto é algo de foro íntimo, do universo próprio, da fé.
Não se preocupem com a coletividade ou a desculpa de que se eu mudar e os outros não mudarem nada muda.
Quando você muda, você se eleva, você compreende, você é a síntese das mudanças e isto contamina positivamente, alavanca, altera, assim como foi com a evolução do ser aquático para o mamífero, ou seja, é inexorável, pois todos irão mudar.
O tempo é relativo e pode ser mais curto ou mais longo, pois este depende dos níveis de consciência de quem os vive.

Portanto, mude!

Hilton



domingo, 15 de março de 2015

Solidão. Seja bem vinda.

Pensamento do dia, domingo, 15 de março de 2015

"A solidão é o prenúncio da eternidade."
Trigueirinho.

Pois bem, quando nos sentimos sós podemos concluir que retomamos o caminho evolutivo.

Vejam, não há possibilidade de sermos acompanhados neste caminho, pois cada pessoa tem um nível de consciência distinto, um nível evolutivo distinto, um nível de inteligência distinto, uma identidade única, uma cor única, um som (tom) único, uma concepção única (no plano espiritual), enfim somos seres absolutamente distintos, absolutamente únicos, sem nenhuma cópia ou igualdade em todo o Universo.

Desta forma, não há como 2 seres ou mais, caminharem juntos na estrada da evolução.

No entanto, podemos "puxar" ou sermos "puxados" na similaridade das intenções, das aspirações, das metas evolutivas, o que nos aproxima de Seres, indivíduos, Forças, Energias, condutas, padrões, muito próximos, que nos conduzem, preservando a distinção de um com o outro.

Hoje vivemos em sociedade, pois em sociedade deveríamos estar aprendendo a respeitar, ceder, ajudar, superar, suplantar, unir, consolidar, situações e interesses elevados de todos.

Esta individualidade ou exclusividade que vem diferenciando as classes sócias, nas suas características de ser mais, ter mais e poder mais é uma tremenda e incomensurável ignorância.

Por outro lado, a igualdade que se apregoa na sociedade é impossível, pois não somos iguais, somos seres únicos e exclusivos, mas poderíamos viver na mais absoluta harmonia se o egoísmo deixasse de fazer parte dos corações humanos.

Sem o egoísmo iriamos compartilhar, trocar, ceder experiências de vida, conhecimentos, inteligência, estados elevados de espiritualidade, onde todos sairiam ganhando.

Hoje esta FALSA e DESONESTA igualdade tem nivelado a população por baixo, pelo seu nível espiritual, mental e evolutivo mais baixo que possa existir na raça humana, punindo quem se destaca nos aspectos positivos da vida elevada.

Desde os primórdios da história da humanidade, aqueles que se destacaram foram sacrificados ou são desacreditados para que a humanidade pense e reflita o que as forças negras desejam e permitem.

A ignorância é a arma dos dominadores, pois na ignorância planta-se o que se quer.

Portanto, a solidão é uma forte e precisa indicação de que estamos tendo a possibilidade de reentrar novamente no caminho evolutivo, pois ele é único e pessoal.

Na solidão, no estado de ignorância que temos vivido, culpamos os outros, a sociedade, os governos, pois estamos desacostumados a senti-la uma vez que nos distanciamos demais do caminho correto.

Ser solitário não significa isolar-se, nem afastar-se, nem viver longe de tudo ou de todos, pois está para uma introspecção interior onde você, com você mesmo, decide formas de conduta, de pensamentos e de esforços que devem ser feitos para a retomada do teu processo evolutivo.

Estamos tão acostumados que pensem por nós, que quando devemos pensar por nós mesmos, nos sentimos meio perdidos e confusos.

Hoje vivemos somente em cima das indicações que os "outros" e a mídia nos indica, ou seja, deixamo-nos conduzir em cima de interesses que atendem as normas, condutas e todas as coisas insanas que vem transformando nossa vida num carrossel da ilusão.

Portanto, nos aspectos aqui descritos, seja solitário, volte a ser único e exclusivo perante Deus e assuma o comando da sua vida material e espiritual.

Em pouco tempo, a vida voltará a ser bela e a alegria de viver será retomada, pois os medos começam a se afastar de você e a continuidade da mesma será novamente percebida, independente da morte física.



Hilton




Será que muda?

Pensamento do dia, sábado, 14 de março de 2015

"A qualidade do que chega ao homem dependerá da fonte de onde ele retira seu alimento."
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento acontece num momento muito especial para grande parte da população brasileira, dada a insatisfação da situação do país, da sua política, da sua sociedade, enfim do rumo que ele vem tomando em relação ao que todos nós gostaríamos que fosse.

Pensando sempre no aspecto coletivo, estamos nos sentindo incomodados, insatisfeitos, inseguros e temerosos.
Como sempre, nos remetemos somente aos aspectos materiais da vida como se estes aspectos materiais fosse o todo, onde imagina-se que se a política mudasse, a situação financeira mudasse, a instrução mudasse, os sistemas de apoio ao cidadão mudasse, enfim se tudo aquilo que reivindicamos como sociedade mudasse, seríamos felizes e completos.
Impossível.
Não há possibilidade de nos completarmos reivindicando somente aspectos materiais da vida, pois temos uma contraparte espiritual que tem sua presença, sua importância e sua razão de ser.

Por outro lado, estamos num processo irreversível de mudanças profundas, radicais e totais dos aspectos materiais da vida, portanto, o que existe, o que usamos, o que usufruímos já se encontra em " avançado estado de decomposição".
Assim como nosso corpo se deteriora com a saída da alma que o alimenta, está acontecendo com a situação material da vida, pois as energias e as Leis que as sustentavam, se retiram para dar espaço a novas energias e novas Leis para outra estrutura material que ainda desconhecemos.
O que pretendemos fazer é chacoalhar um morto em seu caixão.
O que será que irá acontecer? Nada.

Estamos na fase em que nosso "alimento" precisa vir do Alto, das esferas superiores, dos mundos subjetivos, pois o quem vem daqui não nos serve mais.
Este alimento superior é o único que poderá nos "sustentar" nesta duríssima fase de transição.
Todo o resto está em decomposição e o mal cheiro já está se tornando insuportável.
Precisamos entender o que aqui está sendo dito, pois é muito claro e muito transparente.

Citamos a população brasileira, onde ainda confortavelmente estamos passando por vários incômodos, mas imaginem os países em guerra civil, em falência, em conflitos religiosos e raciais, ou onde as forças da natureza estão se manifestando de forma mais extrema.
Temos que relevar esta situação ainda confortável e aproveitar estes momentos para ganharmos força interior, pois iremos viver momentos muito contundentes e avassaladores.
Temos de aprender a extrair o alimento da alma, na oração, na fé, na religiosidade, na fidelidade.
Temos de aprender a não nos abalarmos com as situações adversas do mundo material, pois tais situações só tendem a piorar.

Interiormente é a única possibilidade de buscarmos guarida, conforto e proteção.


Hilton


Puros de coração.

Pensamento do dia, quarta-feira, 11 de março de 2015

"Quando o coração é puro, nele pode ressoar a voz da Sabedoria, com autenticidade."
Trigueirinho.

Comentarios:

Ontem, durante nossa reunião semanal, tivemos uma grata surpresa.
Manifesta-se a presença de José de Alencar.

Breve bibliografia deste ilustre cidadão brasileiro:
José de Alencar (1829-1877) foi romancista, dramaturgo, jornalista, advogado e político brasileiro. Foi um dos maiores representantes da corrente literária indianista. Destacou-se na carreira literária com a publicação do romance "O Guarani", em forma de folhetim, no Diário do Rio de Janeiro, onde alcançou enorme sucesso. Seu romance "O Guarani" serviu de inspiração ao músico Carlos Gomes, que compôs a ópera O Guarani. Foi escolhido por Machado de Assis, para patrono da Cadeira nº 23, da Academia Brasileira de Letras.

Obras de José de Alencar
Cinco Minutos, romance, 1856;
Cartas Sobre a Confederação dos Tamoios, crítica, 1856; O Guarani, romance, 1857; Verso e Reverso, teatro, 1857; A Viuvinha, romance, 1860; Lucíola, romance, 1862; As Minas de Prata, romance, 1862-1864-1865; Diva, romance, 1864; Iracema, romance, 1865; Cartas de Erasmo, crítica, 1865; O Juízo de Deus, crítica, 1867; O Gaúcho, romance, 1870; A Pata da Gazela, romance, 1870; O Tronco do Ipê, romance, 1871; Sonhos d'Ouro, romance, 1872; Til, romance, 1872; Alfarrábios, romance, 1873; A Guerra dos Mascate, romance, 1873-1874; Ao Correr da Pena, crônica, 1874; Senhora, romance, 1875; O Sertanejo, romance, 1875.

Na realidade Jose de Alencar tem nos acompanhado, semanalmente, a cêrca de 3 anos.
De forma discreta e impercetptivel, tem se inspirado nas Instruções e nas Informações que temos recebido destes nossos amados Instrutores.
Ontem resolveu se revelar e com muita alegria anunciou um Trabalho que vem realizando após sua desencarnação, onde tem inspirado médiuns escritores para informar e consolidar os vários mundos que vivemos.
Sem sabermos, vinhamos colaborando com este grande literário e pessoa de destaque, que teve uma presença marcante e muito importante na historia do Brasil.
Talvez, desta forma, nossa colaboração tenha sido mais eficiente e mais produtiva, pois a presença de tão destacada pessoa poderia nos inibir.
Foi interessante que quando sua presença se destacou, notei este senhor com roupas de outra época, olhar sóbrio e penetrante, barba, mas bem a vontade. Se identificou e mostrou sua alegria (discreta) em estar conosco, dizendo seu nome.
Ficamos felizes pela sua manifestação e em poder dar a nossa humilde colaboração.

Muito bem, ontem uma das perguntas girou em torno do coração puro.
Uma pessoa de coração puro é uma pessoa bem intencionada, inocente, que sabe controlar seus sentimentos negativos, que não concentra seus pensamentos em si próprio, mas nas possiblidades de colocar-se a serviço em todos os momentos possíveis.
Oferece-se mas sabe a Quem se oferecer e sabe selecionar as prioridades na sua vida.
Não barganha seu tempo, procura ser autentica, evita criticas, mas não se preocupa em ser criticada.

Pois bem, tais pessoas podem ser acessadas pela Sabedoria, pois o que lhes será informado, será preservado ou utilizado com grande discernimento e muita calma.
Somente pessoas de coração puro, saberão que conhecimentos não podem ser manipulados ou conduzidos para interesses pessoais, mesquinhos ou egoístas.
Uma das piores coisas que se faz com as informações oriundas da Sabedoria é deturpa-las para justificar atos e atitudes que não condizem com o equilíbrio, o alinhamento e o bom senso espiritual.

Tenho visto muitas pessoas que ao serem informadas de algo, fazem de tudo para justificarem atitudes que não condizem com as informações recebidas. Isto é cruel e pode induzir muitas outras a erros grosseiros de comportamento e de interpretação.
Os puros de coração tem grande responsabilidade, pois através deles, Seres, Hierarquias, Energias, afloram para superar estados de ignorância espiritual.

Enfim, reveja sua posição em relação a certas atitudes, se necessário, pois tornar-se puro de coração é alinhar-se com Deus.

Hilton  




terça-feira, 10 de março de 2015

Decida-se!

Pensamento do dia, terça-feira, 10 de março de 2015

"O amor que se dedica à vida superior traz, àquilo que se vive externamente, a energia que a Fonte desse amor inspira."
Trigueirinho.

Pois bem, devemos externar aquilo que internamente temos sido estimulados.
Muitos não percebem, não admitem ou ainda acham que movimentos externos podem mudar o rumo negativo que estamos presenciando e vivendo.
Não há mais volta, ultrapassamos a linha fatídica da irreversibilidade.
Por um lado isto pode parecer desesperador, mas por outro lado, serão as providencias divinas, que são neutras, totalmente bem intencionadas e levam em conta nossa real necessidade, que estarão à frente deste imenso desafio de colocar novamente a raça humana da Terra, "nos trilhos".
Desta forma, porque perder este tempo precioso com aquilo que já morreu?
Chegamos a um ponto em que as condições atuais são absolutamente irreversíveis.
Não há conserto.
Não há solução.
Não há outro caminho.
Será preciso recomeçar. No entanto, este recomeço será feito em novas bases, em novas condições, em novas estruturas, onde o inconformado, o astuto e o medíocre não terá nenhuma possibilidade de participar.
Qualquer luta para arrumar o que foi feito será uma luta inglória e uma perda de um tempo precioso, em que o visionário precisará se dedicar, somente ao seu equilíbrio e ao seu potencial espiritual para ajustar-se "internamente" ao novo, ao que virá.
O que virá será novo, pois nenhum ser humano da Terra já viveu o que virá, portanto, não temos com que nos preocupar com o que virá pois nunca fomos e nunca seremos desamparados.
Hoje, podemos nos sentir desamparados, porque na realidade, não acreditamos no que virá e temos nos esforçados em vão para o inconsertável.
Se nos sentimos desamparados é porque deixamos de lado a única coisa que não poderíamos deixar, nossa fé.
O Plano Maior não perde mais tempo com aquilo que será alterado, pois sabe que terminou. Teve seu começo, teve seu auge, entrou em decadência e hoje está à beira da morte (fim de uma era).
Claro que não poderia ser assim tão contundente e tão radical este final deste ciclo, mas falhamos consideravelmente ao vivermos no egoísmo. Cada ação promove uma reação.
Este momento precisa ser de muita calma, de reflexões, do exercício da fé, onde o que menos importa e menos efeitos terão serão os movimentos externos, revoltas, ódios, gritarias, protestos e outras coisas do gênero.
Esta incitação negativa de nada adiantará pois não há novas opções, portanto, mesmo que mude, nada irá mudar no contexto local e global.
Não podemos nos dar ao luxo de perder tempo com isto, pois cada minuto é precioso demais para se dedicar a algo que não tem mais o que mudar, pois já está morto.

O ser humano ainda precisa de mudanças profundas, pois terá de se ajustar a novas realidades, a uma nova dimensão, a um novo carisma, a uma nova forma de se viver. Precisa imaginar, intuir, refletir e começar a interagir com o novo mundo, a nova ordem, a nova Terra.
Estes momentos são decisivos, pois nos encontramos na frente de um Portal, onde aquele que cruzá-lo irá se renovar em circunstancias completamente novas e aquele que não cruzar, irá refazer o mesmo caminho que vem fazendo até agora.
Você decide entre o "novo" ou o "velho"!

Se optou pelo "velho", entre na luta pela permanência dos mesmos valores que já experimentou e não funcionou. Saia em campo, esbraveje, discuta, se revolte, odeie.

Se optou pelo "novo", seja neutro, solicito, pacifico, equilibrado, confie, confie, confie, pois já sentiu que o "velho" não mais condiz com suas aspirações.

Hilton





segunda-feira, 9 de março de 2015

4a dimensão

Palavras ao Coração

Vivemos imersos em um fluido inteligente, organizado em dimensões. A humanidade terrestre tem consciência até a terceira dimensão, mas prepara-se para contatar a quarta.
Frei Sivanum.

Pois bem, estamos numa etapa da vida em que a 3ª dimensão já se mostra insuficiente para expandirmos nossa consciência.
De certa forma, para alguns, a 3ª dimensão não os atende mais.
Para certos indivíduos, mais lúcidos e mais envolvidos com o Plano Maior, estes vivem esbarrando nas bordas, nos limites, na fronteira da 3ª dimensão.
Isto limita, interrompe, cessa o avanço que estes deveriam ter se já tivessem acesso para a quarta dimensão.
Veriam um novo mundo, milhares de outras opções, a visão seria claríssima, outras coisas se aproximariam e teriam a possibilidade de entender e de explicar diversos conceitos que hoje são considerados subjetivos e distantes da vida ilusória que vivemos.

O sonho nos traz certos relances desta quarta dimensão, mas de forma confusa, incongruente, interrompida, mas dá para sentir a fluidez, como também certas ausências que na vida material são presentes e intransponíveis.
Evoluir é sutilizar-se, torna-se leve, transparente, flúido, desmaterializar-se.

Vejam como é incoerente quando alguém pretende evoluir, apoderar-se cada vez mais das coisas e dos objetos materiais, ter a posse o domínio, a propriedade, enfim envolver-se até o nariz para acumular vários objetos, além de se desdobrar nos vários desejos que muitos tem lutado arduamente e incansavelmente para possuir.
Claro que isto não significa que você deve desprezar ou se desfazer de forma irresponsável o que a vida tem lhe cedido por empréstimo, mas é preciso não se ater a isto, usar com responsabilidade, não se apegar, cuidar com carinho e amor, pois o que a vida lhe “emprestou”, de certa forma tem um motivo e um objetivo.
No entanto, quando você se apega aos objetos, você é escravizado por estes, pois você retém coisas que deveriam passar por você e seguir seu caminho, seu destino e as energias que fluem do mesmo precisam continuar a se expandirem.
O que retemos de excesso, falta para alguém.
Se todos compartilhassem, ninguém ficaria sem.

Retemos nossa prole e nos julgamos donos dos seus destinos, interferindo em coisas das quais não temos a menor possibilidade de dominar. Mas a interferência acontece, muito mais pela ausência da liberdade e do correto ensinamento. Com isto corremos o risco de formarmos indivíduos doentes, desorientados e despreparados para o que devem enfrentar e das Tarefas que lhes foram selecionados pelas suas almas.
Se tivéssemos mais acessos na quarta dimensão, isto ficaria muito claro, muito transparente e teríamos chances melhores de acertamos com nossa prole.
A 4ª dimensão nos coliga a mundos, a seres, a Seres, a novos padrões de energias, a novas sensações que extrapolam de longe os 5 sentidos.

Esta possibilidade hoje é real. Todos poderiam ter este acesso, pois a Terra como o mais novo planeta sagrado do nosso sistema solar, irá interagir com esta nova dimensão.
Mas estamos completamente despreparados para este contexto, pois se assim fosse, a mente humana provavelmente iria buscar formas de dominar, de explorar e de escravizar ainda mais no que vem fazendo.
No entanto, alguns mais preparados e mais solícitos às Tarefas Divinas, podem exercitar relances desta nova dimensão que fará parte da nova era, da nova Terra, da nova humanidade.
Uma visão da 4ª dimensão veria numa pessoa, não só sua complexidade, mas suas capacidades, suas qualidades, suas deficiências e suas necessidades em suprir tais deficiências. Veríamos um indivíduo como um conjunto corpo-alma-mente da forma que nunca vimos.
Se esta visão se dá para alguém provido e consciente das suas responsabilidades como um ser universal, será uma visão de grande ajuda para quem necessita de tais acompanhamentos.
Se esta visão se dá para alguém inescrupuloso, aproveitador e egoísta, será uma visão que poderá resultar em ações catastróficas para quem necessita de amor e acolhimento.
Por isso que a grande maioria tem esta dimensão bloqueada, fechada e nem relances poderá ter, pois não saberá usar com o discernimento da alma.

Aqueles de coração puro, de boas intenções, que sentiram a necessidade de contribuírem sem qualquer interesse, podem ser orientados e conduzidos a sentirem outra dimensão além da 3ª.

Portanto, reflita sobre isto e se disponibilize se julgar que terá o devido discernimento para isto.

Hilton  


A aparência.

"É a flor que se abre em silêncio, doando-se em sua pureza, que representa o desabrochar da essência interior do ser humano."
Trigueirinho

Pois bem, vejam que o pensamento nos dá dicas importantes de como devemos nos comportar para sermos os veículos das forças evolutivas.
A essência interna, preservada e protegida, contém nossa origem e a nossa divindade constituída no momento em que, como centelha divina, fomos constituídos à imagem e semelhança de Deus.
Imagem e semelhança de Deus não tem nada a ver com aparências,  mas em cada vida teremos uma determinada aparência e um determinado sexo, masculino ou feminino, que será uma atribuição do destino que escolhemos para aquela vida em questão. 
Nossa imagem e semelhança com Deus refere-se  aos atributos divinos que possuímos,  enquanto que a aparência é constituída para facilitar a aplicação de tais atributos divinos.
Quando uma aparência agrada a maioria,  o que chamamos de beleza, pode significar que esta pessoa poderá se conectar com muitos e colocar-se  a Serviço do Plano Maior, de forma mais aberta,  mais ampla e mais abrangente. Portanto,  a sua beleza exterior pode tornar-se  um veículo perfeito de contato,  sintonia e acolhimento do seu Trabalho Maior, com muitos.
Quando uma pessoa nasce com uma aparencia que pode desagradar, pode ser que seu Trabalho e sua Sintonia deva ser algo mais pessoal, interno, isolado, pois deixará de ser mais assediado e consultado.
Portanto, nossos critérios de beleza ou feiura pode ser um critério de disposição e de referência para um Trabalho mais coletivo ou mais individual.
A responsabilidade de pessoas bonitas, pode ser mais para o aspecto coletivo, ao passo que a responsabilidade de pessoas feias, pode ser mais para o aspecto individual.
No geral, reencarnamos ora bonitos, ora feios, segundo nossos critérios de beleza, face aos Trabalhos que escolhemos antes de nascer.
A beleza vem com grandes tentações,  pois a vaidade é  um dos seus problemas.
A feiura  vem com outras tentações,  onde uma delas pode ser a revolta e odio com si próprio ou com os outros.
No geral as duas situações também são situações de provas e de evolução, em aproveitar a aparência escolhida no ato da pré  encarnação. 
Qualquer das duas situações,  a beleza ou a feiura, em indivíduos pobres de espíritos ou ignorantes da suas responsabilidades, pode gerar intensos processo de queda e da necessidade de recomeçar.
Quando conseguimos desabrochar a essência interna, os dons divinos  a capacidade espiritual, nao seremos mais notados pelas aparências, a beleza ou a feiura, mas por estas outras  capacidades que não precisam ser vistas, pois podem ser sentidas.
No famoso quadro de Leonardo da Vinci, que retrata a Gioconda  ou Monalisa, praticamente sentimos a beleza interna e não a externa, pois ali está retratado Maria - Mainhdra, ou seja a divindade crística na polaridade feminina. É  uma beleza incomparável,  pois é  interna, divina e espiritual. Digamos que Leonardo conseguiu retratar a exuberância espiritual de um Ser perfeito para nossa atual capacidade de ser.
Não foi só Leonardo, mas Michelangelo  e tantos outros artistas excepcionais que colocaram em suas obras o seu coração,  a sua fé  e a contraparte sutil mais elevada que  poderiam alcançar. 
Tais obras provém de modelos do arquétipo do ser humano no seu estado mais elevado e mais puro que poderia ser retratado.
Nos mundos sagrados  as obras de arte transmitem não só a beleza, mas energizam  aqueles que as admiram, pois tornam-se  fontes de energias elevadas, puras e sagradas.
Em nosso mundo alguns conseguem alcançar relances destas energias contidas nestas obras exuberantes, mas no futuro iremos nos envolver nas obras constituídas por indivíduos especiais, como sendo uma das fontes de acesso a  dimensões muito elevadas.

Enfim de uma forma ou de outra, todos nós temos grande capacidade de Trabalho, de Serviço, independente da nossa aparencia, que precisa ser colocado à  disposição.  Fechar-se a isto é  fechar-se  a Deus.

Reflitam sobre isto é olhem - se como devemos ser olhados: seres completos.

Hilton

A avenida da Vida.

Pensamento do dia, sexta-feira, 6 de março de 2015

"O ser semente, enquanto germina, deve saber que não tem flores a doar e, portanto, não perfuma os ares."
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento em questão pode ser extremamente esclarecedor quanto a fase evolutiva que nos encontramos.
Somos um ser semente, nos aspectos espirituais da Vida. Estamos engatinhando numa longa e incrível "avenida", ainda sem muita noção por onde estamos passando e aonde ela nos levará.
No entanto, esta avenida é única para todos. Olhando para o chão, engatinhando, não temos noções das paisagens que ela descortina, do seu incrível tamanho, largura e beleza, nem tampouco das incríveis paisagens às suas margens.
Digamos que neste ritmo, andamos numa velocidade desprezível e nossa visão tem sido do duro asfalto da qual ela é composta, no apoio para a percorremos.
Falando em outras palavras, não temos noção do incrível caminho que estamos percorrendo.
Com certa dificuldade, alguns de nós, percebe por informações, esta magnifica estrutura espiritual da qual pertencemos.
Nossa inteligência ainda é muito infantil, limitada e restrita a impressões dos 5 sentidos, ou seja, extremamente pobres para perceber a grandiosidade da vida como um todo.
No entanto, alguns, sentem e acabam por imaginar, mediante tais informações, que a vida não se resume a este duro asfalto e a esta limitada visão que temos hoje.
Estes começam a levantar a cabeça e perceber que há algo mais, além da dureza deste piso e dos limites que é engatinhar na avenida da Vida Universal.

Desta forma, como diz o pensamento, não podemos ainda, expressar as incríveis maravilhas que veremos e poderemos ser algum dia, ao ficarmos de pé, ganharmos velocidade e apreciarmos as belezas da vida infinita.
As paradas desta grande viagem, serão riquíssimas, incríveis e inimagináveis para a concepção que temos hoje, mas devemos desejar, aspirar, pois será uma questão de tempo e de esforços pessoais para que possamos perceber a magnitude desta grande viagem que iniciamos.

Esta informação de que não temos flores a doar, compreende os aspectos extremamente limitados da nossa atual capacidade, por isso que temos sido arduamente solicitados a nos apoiarmos Naqueles que já vem percorrendo esta estrada da Vida a longos tempos e já conquistaram muitas das coisas que nos esperam.
A oração, a fé, enfim atos religiosos praticados com o coração e a mente, abertos, nos aproxima Daqueles que irão nos conduzir neste processo de ascensão.

Quando vemos pessoas orgulhosas, senhoras de si, do seu egoísmo, das suas merrequinhas e tranqueiras, se sentindo poderosas e proprietárias daquilo que não lhes pertencem, pois pertencem ao planeta, podemos dizer que estas não engatinham, mas se arrastam como cobras, consumidas pelo asfalto, duro e quente, com uma visão de poucos centímetros de uma avenida em fim.
  
Isto é triste e isto entristece nossos Observadores e Acolhedores, que não podem se manifestar enquanto não os chamamos.
Vamos nos levantar, olhar para frente, nos tornarmos leves, desprovidos daquilo que nos acorrenta, em especial os nossos medos e preconceitos e pedir, orar, implorar para cairmos nas graças e no acolhimento Daqueles que estão aqui para isto, pois com certeza Eles irão compartilhar conosco o que já conquistaram ao longo da grande jornada que todos estão fazendo. 

"Mesmo por uma mínima abertura, a Luz pode penetrar."
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento em questão aborda outro aspecto importante.
A Luz, o vislumbre da vida imaterial, da vida eterna, da grande avenida que acima citamos, pode nos penetrar.
Precisamos tirar estas capas grosseiras, rasgadas, imundas que fomos colocando por cima do nosso coração, ao longo das vidas vividas de forma errada no livre arbítrio.
Colocamos a capa do egoísmo, da ganancia, da luxuria, do medo, da incompreensão, do ódio, da disputa, da inveja, enfim são inúmeras capas que encobriram a beleza interior e a capacidade de acolher a Luz da Vida.
Nos deixamos ser levados por forças involutivas, que como alfaiates, teceram todas estas capas que adquirimos ao longo das vidas.  Nos deixarmos levar no livre arbítrio por todos os erros e pelas conquistas efêmeras e imediatas, onde pelas quais pagamos um alto preço, a nossa liberdade.
Hoje não somos livres, somos conduzidos e controlados por inúmeros interesses, leis e situações, que nos acuam o tempo todo.
Dependemos do dinheiro e de inúmeras pseudo necessidades, pois a maioria delas é completamente supérfluas e inúteis.
Somos regulados pela estomago e pelos prazeres, achando isto o máximo que a vida pode oferecer.
Muita pobreza e ignorância.
Isto nos desarticulou de tal forma, que deixamos de enxergar os verdadeiros valores da Vida Real.
Muito bem, numa pequena abertura a Luz pode penetrar.
Precisamos dar esta abertura, romper estas capas, pois a Luz tem um efeito progressivo fantástico e assim que Ela tocar o nosso coração, se espalha e nos ajudará nesta grande luta para nos livrarmos de tudo aquilo que nos prende.
Temos de fazer este esforço inicial, pois a Luz tem forças incríveis para remover o que de inútil, levamos séculos para desconstruir.


Hilton  

terça-feira, 3 de março de 2015

Milagres, para que os quero?

Pensamento do dia, terça-feira, 3 de março de 2015

"Se a fé amainou o mar bravio para que sobre ele Jesus caminhasse, não poderia curar o homem?"
Trigueirinho

Pois bem, o texto em questão fala da superação do "impossível", na fé.
Temos sido muito céticos e descrentes de muitas coisas, entre elas, das possiblidades divinas.

No geral as pessoas acabam por fechar os olhos para os milagres diários da vida. Da semente brotando e se transformando numa arvore imensa, da concepção humana e de uma criança nascendo, da nossa atmosfera que nos permite viver, enfim, ficamos tão acostumados a estes milagres diários, que os desprezamos ao longo da nossa vida.
Este tem sido um erro cruel, pois limita completamente nossas possibilidades de solucionarmos inúmeras situações que vão acontecendo na nossa vida, pela forte descrença em não aceitar aquilo que é sobrenatural, impalpável e tecnicamente impossível.
Bastaria olharmos para nosso corpo, que serve a nossa alma, para vermos um milagre acontecendo, na complexa engenharia química, física, quântica, espiritual, que coloca nosso organismo funcionando através de um metabolismo fisco- espiritual que homem nenhum tem possibilidade de recriar.
Desprezamos este e inúmeros outros milagres da vida cotidiana, exatamente pela falta de fé e pela falsa confiança que tudo se resume ao plano material.

É preciso ser muito tacanha e muito fraco de cabeça para aceitar somente a materialidade da vida, no entanto, para a maioria é assim que funciona. Você paga e pago caro para ter, quando tudo que conhecemos, proveniente da Natureza, vem por merecimento e em grande abundancia.

A fé é o elo de ligação, a interface, o link que nos une ao Universo e a Deus, mas tem sido desprezada, mesmo que em nós os milagres venham acontecendo a todo segundo da vida material.
Ficamos tão iludidos e confusos de que dependemos somente daquilo que é material, palpável, visível, pois perdemos a noção dos mundos e das dimensões que nos rodeiam nas 24 horas do dia.
Esta ilusão, este adormecimento do "resto", nos colocou que nem carneirinhos nas mãos das forças involutivas, do consumismo exacerbado, da destruição da superfície planetária para ser e para ter.
Nos tornamos dependentes de remédios, de procedimentos, de comportamentos que muitas vezes não tem nada a ver com a sintonia dos milagres diários que acontecem, mas satisfazem o egoísmo e a ganancia daqueles que se aliaram a estas forças retrogradas.
É preciso sair desta ilusão para participarmos mais dos milagres diários da vida cotidiana e confirmarmos o elo de ligação espiritual que todos têm, pois sem este elo não existiríamos.

Tem sido difícil largar certas manias, certas rotinas, certas vergonhas, certos vínculos, certas aparências, certos grilhões, certas confusões mentais, pois este "embaçamento" mental nos deixa confusos e assim facilmente manipuláveis.
Sem nosso consentimento nada acontece. No livre arbítrio, temos de permitir que mudanças aconteçam, além do que no plano espiritual não há ilusão para nos confundir, por isso temos de optar de forma lícita e espontânea para que possamos nos coligar aos milagres da vida real. Isto por si só exige profundas mudanças internas e algumas externas.

O pensamento entra fundo no milagre de Jesus, descrito na Bíblia, ao caminhar sobre as águas. Não foram as águas que endureceram, mas sua fé O tornou leve o suficiente para se sustentar na película da água.
Para muitos isto é impossível, ou somente para Jesus, quando na realidade é algo para todos nós, pois somos feitos à Sua imagem e semelhança.

Ontem citamos as doenças e hoje falamos nas suas curas.
Nenhuma doença tem o poder de resistir a um milagre, mas a transformação necessária para que o milagre aconteça, depende de nós.

Mudanças deste tipo são simples, são fáceis, mas demandam alterações profundas de conceitos e preconceitos que durante vidas e mais vidas foram se incrustrando como a "craca que gruda no casco dos navios", onde para retira-las provavelmente sentiremos dores. A covardia não aceita tais dores, no entanto, temos aceitado as dores do sofrimento físico, mental e emocional. Creio que são bem piores.

Enfim reflitam sobre isto e se sim, iremos nos redescobrir de uma forma que jamais imaginaríamos que somos. O milagre sempre acontece.


Hilton