segunda-feira, 23 de março de 2015

Usamos bem nossa liberdade?

Pensamento do dia, domingo, 22 de março de 2015

"A consciência é livre, mesmo que a matéria atual crie dificuldades para implantação dos novos padrões."
Trigueirinho.

Pois bem, vivemos num mundo onde temos sido fiscalizados, acompanhados, podados, nutridos, controlados, de todas as formas possíveis e imagináveis.
Somos rotulados, numerados, classificados e agora com a internet é possível saber o que gostamos, não gostamos, quais são nossas fraquezas e nossos pontos fortes, para que lado tendemos e de que forma podemos ser controlados.
É interessante, quando você faz uma pesquisa na internet, por exemplo, de algo que você deseja comprar, como logo em seguida o que você pesquisou passa a aparecer em anúncios e em pequenas janelas dos sites que você frequenta.
Somos absolutamente expostos, externamente, e não há o que fazer.

A consciência de um indivíduo é dele somente. Na sua consciência arquiva-se o que ele já viveu, experimentou, teve sucesso, fracassou e como estará definido o que ele viverá, irá experimentar e aprenderá.
Não há nenhuma relação com o tempo que conhecemos. São outros níveis em que os passos evolutivos é o que importa.

Se defini que vou evoluir, será este parâmetro que será considerado no plano da consciência.
Se defini que vou me iludir, será este parâmetro que será considerado no plano da consciência.
Claro que esta definição acontece no nível da alma, não no plano mental, pois no mental somos fracos demais e muito pobres de conhecimento para tomarmos decisões deste nível, mas no plano anímico (da alma), temos a estrutura necessária para tomar certas decisões importantes quanto aos aspectos evolutivos.
Por exemplo, escolhemos nesta nossa fase evolutiva, na 3ª dimensão, crescer no advento do livre arbítrio. Grande desafio, corajoso, pois sabíamos que seríamos alvos dos nossos desejos na Lei do Egoísmo, mas decidimos e assim foi feito, pois nossa liberdade, nos planos divinos, são muito maiores do que imaginamos.

Se errarmos consertaremos, se acertamos seguiremos adiante.
Neste processo infinito de aprendizado que pertencemos, a relação tempo-espaço que conhecemos, não funciona.

Nunca, ninguém irá parar de aprender.
Não importa se um indivíduo já tenha saído do universo material e entrado no imaterial (Ser Iluminado nesta etapa), o aprendizado sempre irá acontecer, no entanto, neste aspecto, todos somos uma alavanca para quem segue os mesmos passos, pois sempre deixamos rastros de Luz, de amor, de compaixão, nesta sequência evolutiva.

Assim, aqui na Terra, deveríamos estar fazendo o mesmo com os reinos mineral, vegetal e animal, não desvirtuando-os do seu processo evolutivo na medida que os exploramos da forma que temos feito.
Deveríamos estar deixando rastros de Luz para que estes reinos pudessem evoluir sem estes imenso contratempos que temos criado para eles.
Isto demonstra nossa clara incapacidade de compreendermos os rastros de responsabilidades que deixamos em cada ato, em cada pensamento, em cada ação que manifestamos.
Não sabemos cuidar de nossas crianças, imagine então cuidarmos de outros reinos.
No entanto, temos de nos esforçar para compreender, assimilar e seguir as indicações do nosso coração, do nosso lado mais puro, mais altruísta, menos comprometido com os aspectos materiais da vida e mais comprometido com os aspectos espirituais da mesma vida.

Poucos querem se instruir a respeito. A maioria busca incessantemente, o ser, o ter e o poder, pois isto, ilusoriamente nos traz a sensação, bem passageira, da saciedade. Esta ilusão tem sido a pedra no nosso sapato e deixamos que ela fosse muito bem articulada, nos dominando século após século.
Graças a Deus, temos sido providos de pessoas especiais, inteligências divinas, Seres que oportunamente vem nos mostrar a razão e a sensibilidade, para nos questionar, no livre arbítrio, e possamos tomar a iniciativa de revertermos este quadro tenebroso.
Este processo encontra-se no caráter individual, onde cada um escolhe abrir-se ou não para esta oportunidade, no entanto, a ilusão tem sido coletiva, intensa e massiva, atingindo todos ao mesmo tempo.

Parece que Deus vem perdendo esta luta, mas não é assim, pois este destino divino e sagrado é inexoravelmente de todos os seres vivos, portanto, todos, sem exceção irão para um mesmo lugar, o que tem sido chamado como a “Casa do Pai”.
O que tem diferenciado é a forma e o tempo que cada um levará para chegar no mesmo lugar, portanto, esta “luta”, ilusoriamente, também parece que acontece.

Se decidirmos por “acelerar” nosso processo evolutivo, temos, inicialmente, de diminuir este processo ilusório, nos focarmos na direção contraria ao egoísmo, que portas e janelas se abrirão para percebermos o que fazer, quando fazer e de que forma fazer.
Para cada um, distintamente, há um caminho, certas portas, certas janelas, certas orientações especificas, pois somos únicos e indivisível no universo, portanto quando entramos nesta seara inicia-se o processo intuitivo que irá guiar um a um no seu caminho evolutivo.

Coletivamente, podemos receber inúmeras orientações gerais, mas a intepretação será sempre única e exclusiva.

Hilton



domingo, 22 de março de 2015

É preciso desejar as mudanças, mas primeiro preciso mudar.

Pensamento do dia, sexta-feira, 20 de março de 2015

"Todos, sem exceção, um dia chegam ao seu destino."
Trigueirinho

Pois bem, como temos sido orientados, o destino é inexorável, ou seja será cumprido na sua integra, pois foi no destino que escolhemos o que faríamos, passaríamos e teríamos de vencer, antes de reencarnamos.
Poderemos ter sucesso ou fracassarmos nas situações que o destino trama com a vida, que vai se descortinando ao longo do tempo, mas inexoravelmente iremos passar
As situações mais fáceis e mais prazerosas, assim como as situações mais difíceis e mais contundentes, revezam-se entre si, de forma cíclica como numa espiral, onde alternam-se entre dois momentos.
Podemos dizer que é uma espiral, pois esta espiral é ascendente no conceito evolutivo.
Quando fracassamos nos embates da vida, ou desistimos, ou afrouxamos, ou nos retraímos e deixamos o medo nos envolver, podemos ficar estacionados num determinado ponto da espiral, na sua parte baixa, por exemplo, vivendo "estados negativos", "situações difíceis", "pressões continuas", com o intuito de mudarmos o que precisa ser mudado. Por isso que situações atrozes, às vezes perduram por longos períodos, pois por longos períodos temos nos recusados a mudar.
Quando estamos num bom momento da vida, na parte elevada da espiral, é o momento de nos aprofundarmos nos conceitos, nas informações, no conhecimento, para nos prepararmos para passar novamente, para a etapa das provas, das dificuldades, dos desafios.
Eis outro aspecto que temos fracassado, pois abrimos mão das atitudes preparatórias, achando que a vida poderá ser sempre assim.
Este é o ciclo da vida.

Ilusoriamente, achamos que são os fatores externos que atrapalham nossa vida, mas não são, são nossas fraquezas, que para serem reforçadas, são submetidas a forças que podem se intensificar ou afrouxar, na medida das nossas respostas às dificuldades.
A maioria não percebe e culpa os aspectos externos da sua vida.
Quando vivemos pressões de mudanças, significa que o ritmo atual não mais condiz com o novo estágio evolutivo que nos aguarda. Mesmo que sejam bons momentos, a vida tem uma dinâmica que não para.
Se o indivíduo não percebe isto, age da forma errada com sua vida e com a vida das outras pessoas. Culpa uma situação momentânea que está vivendo, no conceito do azar, ou a empresa, ou o governo, ou a sociedade, ou as pessoas da sua convivência, mas resiste em não perceber que mudanças internas são imprescindíveis para modificar-se e dar um novo salto do estágio evolutivo atual, para o novo estágio que o aguarda e que já tinha sido predestinado na fase astral que antecedeu a sua reencarnação, numa decisão entre sua mente espiritual com sua alma.
Os fatores externos positivos ou negativos, sejam eles as pessoas, as empresas, os governos, a sociedade, tornam-se instrumentos desta alavancagem, normalmente pela dor, de tudo o que necessitamos mudar.

Quando muitos estão envolvidos, por exemplo, numa guerra civil, numa conturbação social, numa guerra mundial, numa sociedade corrupta e ineficiente, etc., isto significa que muitos, aos mesmo tempo, precisam ser estimulados, pela dor, para mudarem, para reposicionarem-se perante a vida e os modos desalinhados e contumaz que tem vivido.
Quando algo ocorre de forma isolada, para um indivíduo especifico, seja pela empresa, pela sociedade, pelos conflitos familiares, profissionais, sociais, etc., então as mudanças se focam no indivíduo especificamente.

De modo geral, a vida de todos está definitivamente desalinhada com os aspectos evolutivos e o estágio que a raça humana já deveria ter alcançado nesta fase da grande transição planetária, desta forma, os conflitos mundiais que vem se intensificando, são reflexos de como, no geral, a raça humana está desalinhada com a vontade da alma de cada um e dos intensos fracassos que temos tido em realizarmos corretamente os destinos definidos nas reencarnações anteriores.

Fracassamos demais e vivemos por séculos presos ao egoísmo, ao egocentrismo, ao extermínio, a uma incompatibilidade com os reinos animal, mineral e vegetal, crescendo substancialmente no carma coletivo e no carma individual.
Hoje vivemos os reflexos destes fracassos em quase todos os setores das sociedades, onde as forças negativas se banqueteiam com nosso incrível desalinhamento.
Usamos e abusamos, no livre arbítrio, de uma liberdade irresponsável, torta e individualista, onde o conceito do "ter, do "poder" e do "ser", foi predominante.

No entanto, isoladamente, podemos rever posturas, conceitos, pensamentos e nos alinharmos com a liberdade, a ausência do medo, a sintonia com a fé, a confiança na nossa inexorável capacidade de revertemos os aspectos negativos da vida.
Isto precisa ser um reposicionamento geral da vida que temos levado, onde o lado material deverá ficar em segundo plano, pois sempre esteve em primeiro plano, em troca do lado da vida espiritual que precisa assumir este primeiro plano.
Não será simples, não será fácil, pois estamos a séculos, a vidas, vivendo miseravelmente no egoísmo individual e coletivo.
No entanto, quando dermos o primeiro impulso, o mais difícil, "ajudas" com forças extraordinárias se aproximarão e nos darão os apoios cruciais para que tais mudanças possam acontecer.

Aquele que luta e vem lutando por mudanças externas, se sentirá cada vez mais fracassado, desanimado, podendo, perigosamente revoltar-se e iludir-se que providencias externas precisam ser praticadas, na "porrada", segundo ele ou segundo seitas, grupos e sociedades, para serem resolvidas.  
O terrorismo é oriundo desta outra forma de ilusão, que mantido e associado com aspectos religiosos e doutrinários, induz pessoas fracas, ignorantes e covardes, a lutarem contra "os pecadores" para que estes sejam exterminados.

Coletivamente não há solução. Deixamos um problemão para Deus, mas com certeza Ele resolverá.
Individualmente temos saída e boas chances de nos realinharmos, mas devemos lembrar que o carma coletivo envolverá todos nós.

Hilton


quinta-feira, 19 de março de 2015

A vida é definida por um destino.

Pensamento do dia, quarta-feira, 18 de março de 2015

"O novo não está no que o indivíduo espera, mas na profunda realidade que emerge em cada instante."
Trigueirinho

Pois bem, o pensamento aborda um aspecto importante que se relaciona com nossas ansiedades.
A ansiedade desequilibra o indivíduo.
A ansiedade, por si só, se reporta a conquistas e objetivos materiais a serem alcançados, onde digamos que a "sorte", segunda nossa concepção, tem presença marcante.
Nem sempre o indivíduo tem possibilidade de alcançar o que anseia e o que deseja.
Muitas vezes ele não está preparado, ou evidentemente não se preparou adequadamente para alcançar seus anseios. Neste aspecto vale ressaltar que isto se reporta ao plano material e ao plano espiritual.
Despreparado, o que que lhe foi reservado para alcançar e não conseguiu, pode virar um grande transtorno e se transformar em barreiras intransponíveis.
Ora, isto com certeza o impedirá de avançar e o limitará a um estágio, seja no plano material como no espiritual, que vai "envelhecendo", se desatualizando e acumulando-se com outros estágios que deveriamos conquistar.
Entra num acumulo de estágios que o indivíduo acaba por não cumprir as metas que o destino havia reservado para ele.

Muitas vezes a vida nos impede de avançar para nos preservarmos, pois nos encontramos despreparados para enfrentarmos ou alcançarmos o que foi programado pelo destino. Geralmente nos sentimos injustiçados, desprotegidos e "esquecidos" por Deus. Grande ilusão.
Podemos dizer que exercemos com grande rigor a ingratidão.
Outro aspecto é o fato de não aproveitarmos as oportunidades de crescermos, seja nos dois planos, material e espiritual, desprezando ou adiando aspectos da vida que deveríamos nos esforçar muito mais para aprender.
Isto no plano sutil é bem nítido, onde as pessoas na flor da idade, acham que não tem tempo de se alinharem com isto e deixarem para "épocas" em que estarão mais livres, desocupadas, épocas que talvez nunca  aconteçam.

O Universo tem uma dinâmica intensa, veloz, contínua e se não aproveitarmos as oportunidades que são colocadas, perdemos o "timing".
Por isso que usamos aqui uma escala de tempo que só existe para este nível de consciência que nos encontramos.
Em mundos adiantados, sagrados, serão outras escalas de tempo e de espaço que define a forma com que a vida irá se desenrolar.

A vida é definida por um destino, claro, nítido e inexorável e esta decisão ocorre quando nos encontramos na eminencia da reencarnação, antes da concepção. Após o nascimento o destino irá cumprir todas as metas estabelecidas e no prazo em que cada uma delas foi definida.
O que antecede em cada fase de mudanças, são as oportundiades que a vida oferece. Ao nos alinharmos com Instrutores, ou nosso anjo da guarda, poderemos nos preparar adequadamente antes de cada mudança necessária.
Aqui falamos de mudanças na vida material e espiritual. São os passos evolutivos que teremos de conquistar em cada reencarnação.
A falta de preparação, para cada momento, nos pega de calça curta e na hora de mudarmos, não mudamos, podendo inclusive retrocedermos, não em nível de consciência, mas nos aspectos mentais e intelectuais
O desgaste pode ser tão grande e tão bloqueador, que o corpo físico e mental "apitam", então doenças de origem psicológicas (medos, depressão, pânico e outras) manifestam-se tornando o indivíduo caído e inerte.
Além disto seu metabolismo pode ser desequilibrado, alterando as defesas naturais que temos contra vários vírus e bactérias.
No aspecto espiritual, podemos dizer que a alma se "afasta" da contraparte material desta pessoa, criando um vazio que pode, em certos aspectos, ser bem profundo.
Em casos extremos a alma cessa de emanar a energia da vida e o corpo padece, se retirando, para não aumentar ainda mais os carmas já constituídos.

Ora, sabemos que somos seres eternos, portanto, reencarnar algumas vezes a mais ou a menos, para aprendermos a nos disciplinarmos com nossas metas evolutivas é uma decisão nossa, no nosso livre arbítrio. Tem muita gente que opta por isto.
Por isso que temos falado da roda das reencarnações (a roda gigante que não sai do lugar).

Temos de ser serenos sempre, buscar incessantemente o equilíbrio e a ampliação da consciência, caprichar no aprendizado, ser prudente sobre o que se está aprendendo, ter profunda fé e deixar-se ser guiado quando sentirmos este impulso. Ter confiança de que nunca estamos ou estaremos sozinhos e apelar a todo instante para esta proteção e esta condução. Orar, pois a oração que sai do coração é pura, sincera e se comunica
Desta forma, a verdadeira realidade da vida irá se manifestar, virá de dentro. Seremos sempre acompanhados, portas se abrem e as que fecham entenderemos que precisavam ser fechados, estaremos em equilíbrio físico, mental e espiritual e aos poucos poderemos sair da ilusão que temos vivido.


Hilton

quarta-feira, 18 de março de 2015

Será que estou indo bem na escola da vida?

Pensamento do dia 16 de março de 2015.

Sagrados são os estados de tranquilidade e de impassibilidade, e bem poucos o conhecem.
Trigueirinho.

Ontem aconteceu a esperada manifestação pública sobre a política brasileira e a corrupção.
Como tem sido do caráter do brasileiro, a manifestação foi pacifica, apartidária e bem familiar.
Temos neste aspecto, algo positivo e dele se extrai que o momento de mudanças precisam ocorrer.

Mudanças externas, na vida material, na política, na sociedade não vão acontecer. Pequenos e insignificantes retoques na maquiagem existente, sendo ela feia para alguns e bonita para outros, é o máximo que poderá mudar.
A conjuntura é muito mais complexa do que imaginamos e muito mais profunda para ser externada e eventualmente mudada. Forças que desconhecemos movem os ímpetos daqueles que por estas forças se deixaram dominar.

No entanto, vamos aos aspectos positivos das “mudanças”.
Cada ser humano é um universo próprio, originalmente constituído.
Temos, mesmo que não saibamos, tudo o que precisamos para enfrentar, superar, conduzir, alterar, as nossas insatisfações, os nossos desejos e nossas aspirações.
Nos iludimos demais quando “achamos” que são os fatores externos da vida que regulam nossas possibilidades, mesmo porque a vida num corpo físico, é limitado, finito, temporal e de alcance muito pequeno.
O indivíduo deveria viver ao contrário do que vive. Viver no mundo interno e externar o que vive internamente.
Hoje vivemos no mundo externo, “desconhecendo e desprezando” o mundo interno.
Ora, se este mundo interno, muito mais próximo da perfeição e do equilíbrio, não é externado, não podemos em hipótese nenhuma viver bem, ou adequadamente aos anseios dos que já se despertaram para uma vida pacifica, equilibrada e evolutiva.

Manifestações externas sem a contrapartida interna, são vazias, fúteis e são esquecidas em poucas horas. Não florescem, não dão frutos e não sobrevivem. É o mesmo que colocar uma bela orquídea num vaso de plástico enfeitado, sem terra, sem água, sem nutrientes que possam manter a orquídea viva.
Assim tem sido nosso comportamento na vida material, onde raciocinamos, intelectualizamos, somente, sem colocar o coração no que temos feito.
Aparentemente parece que irá florescer, mas morre rapidamente na sequência, pois não colocamos o principal, a energia que manterá viva as ações que deflagramos.

É preciso uma reforma intima, solitária, única, individual, onde a chama do amor e da Vida espiritual esteja presente em tudo o que você pretende fazer. As ações externas serão decorrentes e preservadas do devido equilíbrio para que, no conjunto, tudo floresça, aconteça e possa ser eternizado.

Quem sabe podemos aproveitar este desejo de mudanças, para mudarmos. Não esperarmos que os outros, ou a sociedade, ou os governos mudem, mas mudarmos em nosso íntimo, em nossa forma pouco inteligente de externar o que internamente ainda temos dúvidas.
Num conjunto, onde muitos mudam, o conjunto muda.
Isto é natural da vida.
No começo tínhamos seres aquáticos, que mudaram para se tornarem repteis e em seguida mudaram para serem mamíferos, então na sequência da vida, se muitos mudarem, o conjunto muda.

O pensamento manifesta os estados de tranquilidade e de impassibilidade. Ora, isto não quer dizer aceitar e tolerar a intolerância e a ignorância, mas entender que precisamos da tranquilidade e da impassibilidade para mudarmos internamente, consolidar internamente estas mudanças, pois naturalmente elas irão se exteriorizar.

Vamos aproveitar estes anseios pelas mudanças e começar por nós mesmos, onde não dependemos de nada, de força externa, de vontade política, de desejos dos outros, de ações do congresso, do senado, da república, para que isto aconteça. Isto é algo de foro íntimo, do universo próprio, da fé.
Não se preocupem com a coletividade ou a desculpa de que se eu mudar e os outros não mudarem nada muda.
Quando você muda, você se eleva, você compreende, você é a síntese das mudanças e isto contamina positivamente, alavanca, altera, assim como foi com a evolução do ser aquático para o mamífero, ou seja, é inexorável, pois todos irão mudar.
O tempo é relativo e pode ser mais curto ou mais longo, pois este depende dos níveis de consciência de quem os vive.

Portanto, mude!

Hilton



segunda-feira, 16 de março de 2015

Mudanças?

Pensamento do dia 16 de março de 2015.

Sagrados são os estados de tranquilidade e de impassibilidade, e bem poucos o conhecem.
Trigueirinho.

Ontem aconteceu a esperada manifestação pública sobre a política brasileira e a corrupção.
Como tem sido do caráter do brasileiro, a manifestação foi pacifica, apartidária e bem familiar.
Temos neste aspecto, algo positivo e dele se extrai que o momento de mudanças precisam ocorrer.

Mudanças externas, na vida material, na política, na sociedade não vão acontecer. Pequenos e insignificantes retoques na maquiagem existente, sendo ela feia para alguns e bonita para outros, é o máximo que poderá mudar.
A conjuntura é muito mais complexa do que imaginamos e muito mais profunda para ser externada e eventualmente mudada. Forças que desconhecemos movem os ímpetos daqueles que por estas forças se deixaram dominar.

No entanto, vamos aos aspectos positivos das “mudanças”.
Cada ser humano é um universo próprio, originalmente constituído.
Temos, mesmo que não saibamos, tudo o que precisamos para enfrentar, superar, conduzir, alterar, as nossas insatisfações, os nossos desejos e nossas aspirações.
Nos iludimos demais quando “achamos” que são os fatores externos da vida que regulam nossas possibilidades, mesmo porque a vida num corpo físico, é limitado, finito, temporal e de alcance muito pequeno.
O indivíduo deveria viver ao contrário do que vive. Viver no mundo interno e externar o que vive internamente.
Hoje vivemos no mundo externo, “desconhecendo e desprezando” o mundo interno.
Ora, se este mundo interno, muito mais próximo da perfeição e do equilíbrio, não é externado, não podemos em hipótese nenhuma viver bem, ou adequadamente aos anseios dos que já se despertaram para uma vida pacifica, equilibrada e evolutiva.

Manifestações externas sem a contrapartida interna, são vazias, fúteis e são esquecidas em poucas horas. Não florescem, não dão frutos e não sobrevivem. É o mesmo que colocar uma bela orquídea num vaso de plástico enfeitado, sem terra, sem água, sem nutrientes que possam manter a orquídea viva.
Assim tem sido nosso comportamento na vida material, onde raciocinamos, intelectualizamos, somente, sem colocar o coração no que temos feito.
Aparentemente parece que irá florescer, mas morre rapidamente na sequência, pois não colocamos o principal, a energia que manterá viva as ações que deflagramos.

É preciso uma reforma intima, solitária, única, individual, onde a chama do amor e da Vida espiritual esteja presente em tudo o que você pretende fazer. As ações externas serão decorrentes e preservadas do devido equilíbrio para que, no conjunto, tudo floresça, aconteça e possa ser eternizado.

Quem sabe podemos aproveitar este desejo de mudanças, para mudarmos. Não esperarmos que os outros, ou a sociedade, ou os governos mudem, mas mudarmos em nosso íntimo, em nossa forma pouco inteligente de externar o que internamente ainda temos dúvidas.
Num conjunto, onde muitos mudam, o conjunto muda.
Isto é natural da vida.
No começo tínhamos seres aquáticos, que mudaram para se tornarem repteis e em seguida mudaram para serem mamíferos, então na sequência da vida, se muitos mudarem, o conjunto muda.

O pensamento manifesta os estados de tranquilidade e de impassibilidade. Ora, isto não quer dizer aceitar e tolerar a intolerância e a ignorância, mas entender que precisamos da tranquilidade e da impassibilidade para mudarmos internamente, consolidar internamente estas mudanças, pois naturalmente elas irão se exteriorizar.

Vamos aproveitar estes anseios pelas mudanças e começar por nós mesmos, onde não dependemos de nada, de força externa, de vontade política, de desejos dos outros, de ações do congresso, do senado, da república, para que isto aconteça. Isto é algo de foro íntimo, do universo próprio, da fé.
Não se preocupem com a coletividade ou a desculpa de que se eu mudar e os outros não mudarem nada muda.
Quando você muda, você se eleva, você compreende, você é a síntese das mudanças e isto contamina positivamente, alavanca, altera, assim como foi com a evolução do ser aquático para o mamífero, ou seja, é inexorável, pois todos irão mudar.
O tempo é relativo e pode ser mais curto ou mais longo, pois este depende dos níveis de consciência de quem os vive.

Portanto, mude!

Hilton



domingo, 15 de março de 2015

Solidão. Seja bem vinda.

Pensamento do dia, domingo, 15 de março de 2015

"A solidão é o prenúncio da eternidade."
Trigueirinho.

Pois bem, quando nos sentimos sós podemos concluir que retomamos o caminho evolutivo.

Vejam, não há possibilidade de sermos acompanhados neste caminho, pois cada pessoa tem um nível de consciência distinto, um nível evolutivo distinto, um nível de inteligência distinto, uma identidade única, uma cor única, um som (tom) único, uma concepção única (no plano espiritual), enfim somos seres absolutamente distintos, absolutamente únicos, sem nenhuma cópia ou igualdade em todo o Universo.

Desta forma, não há como 2 seres ou mais, caminharem juntos na estrada da evolução.

No entanto, podemos "puxar" ou sermos "puxados" na similaridade das intenções, das aspirações, das metas evolutivas, o que nos aproxima de Seres, indivíduos, Forças, Energias, condutas, padrões, muito próximos, que nos conduzem, preservando a distinção de um com o outro.

Hoje vivemos em sociedade, pois em sociedade deveríamos estar aprendendo a respeitar, ceder, ajudar, superar, suplantar, unir, consolidar, situações e interesses elevados de todos.

Esta individualidade ou exclusividade que vem diferenciando as classes sócias, nas suas características de ser mais, ter mais e poder mais é uma tremenda e incomensurável ignorância.

Por outro lado, a igualdade que se apregoa na sociedade é impossível, pois não somos iguais, somos seres únicos e exclusivos, mas poderíamos viver na mais absoluta harmonia se o egoísmo deixasse de fazer parte dos corações humanos.

Sem o egoísmo iriamos compartilhar, trocar, ceder experiências de vida, conhecimentos, inteligência, estados elevados de espiritualidade, onde todos sairiam ganhando.

Hoje esta FALSA e DESONESTA igualdade tem nivelado a população por baixo, pelo seu nível espiritual, mental e evolutivo mais baixo que possa existir na raça humana, punindo quem se destaca nos aspectos positivos da vida elevada.

Desde os primórdios da história da humanidade, aqueles que se destacaram foram sacrificados ou são desacreditados para que a humanidade pense e reflita o que as forças negras desejam e permitem.

A ignorância é a arma dos dominadores, pois na ignorância planta-se o que se quer.

Portanto, a solidão é uma forte e precisa indicação de que estamos tendo a possibilidade de reentrar novamente no caminho evolutivo, pois ele é único e pessoal.

Na solidão, no estado de ignorância que temos vivido, culpamos os outros, a sociedade, os governos, pois estamos desacostumados a senti-la uma vez que nos distanciamos demais do caminho correto.

Ser solitário não significa isolar-se, nem afastar-se, nem viver longe de tudo ou de todos, pois está para uma introspecção interior onde você, com você mesmo, decide formas de conduta, de pensamentos e de esforços que devem ser feitos para a retomada do teu processo evolutivo.

Estamos tão acostumados que pensem por nós, que quando devemos pensar por nós mesmos, nos sentimos meio perdidos e confusos.

Hoje vivemos somente em cima das indicações que os "outros" e a mídia nos indica, ou seja, deixamo-nos conduzir em cima de interesses que atendem as normas, condutas e todas as coisas insanas que vem transformando nossa vida num carrossel da ilusão.

Portanto, nos aspectos aqui descritos, seja solitário, volte a ser único e exclusivo perante Deus e assuma o comando da sua vida material e espiritual.

Em pouco tempo, a vida voltará a ser bela e a alegria de viver será retomada, pois os medos começam a se afastar de você e a continuidade da mesma será novamente percebida, independente da morte física.



Hilton




Será que muda?

Pensamento do dia, sábado, 14 de março de 2015

"A qualidade do que chega ao homem dependerá da fonte de onde ele retira seu alimento."
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento acontece num momento muito especial para grande parte da população brasileira, dada a insatisfação da situação do país, da sua política, da sua sociedade, enfim do rumo que ele vem tomando em relação ao que todos nós gostaríamos que fosse.

Pensando sempre no aspecto coletivo, estamos nos sentindo incomodados, insatisfeitos, inseguros e temerosos.
Como sempre, nos remetemos somente aos aspectos materiais da vida como se estes aspectos materiais fosse o todo, onde imagina-se que se a política mudasse, a situação financeira mudasse, a instrução mudasse, os sistemas de apoio ao cidadão mudasse, enfim se tudo aquilo que reivindicamos como sociedade mudasse, seríamos felizes e completos.
Impossível.
Não há possibilidade de nos completarmos reivindicando somente aspectos materiais da vida, pois temos uma contraparte espiritual que tem sua presença, sua importância e sua razão de ser.

Por outro lado, estamos num processo irreversível de mudanças profundas, radicais e totais dos aspectos materiais da vida, portanto, o que existe, o que usamos, o que usufruímos já se encontra em " avançado estado de decomposição".
Assim como nosso corpo se deteriora com a saída da alma que o alimenta, está acontecendo com a situação material da vida, pois as energias e as Leis que as sustentavam, se retiram para dar espaço a novas energias e novas Leis para outra estrutura material que ainda desconhecemos.
O que pretendemos fazer é chacoalhar um morto em seu caixão.
O que será que irá acontecer? Nada.

Estamos na fase em que nosso "alimento" precisa vir do Alto, das esferas superiores, dos mundos subjetivos, pois o quem vem daqui não nos serve mais.
Este alimento superior é o único que poderá nos "sustentar" nesta duríssima fase de transição.
Todo o resto está em decomposição e o mal cheiro já está se tornando insuportável.
Precisamos entender o que aqui está sendo dito, pois é muito claro e muito transparente.

Citamos a população brasileira, onde ainda confortavelmente estamos passando por vários incômodos, mas imaginem os países em guerra civil, em falência, em conflitos religiosos e raciais, ou onde as forças da natureza estão se manifestando de forma mais extrema.
Temos que relevar esta situação ainda confortável e aproveitar estes momentos para ganharmos força interior, pois iremos viver momentos muito contundentes e avassaladores.
Temos de aprender a extrair o alimento da alma, na oração, na fé, na religiosidade, na fidelidade.
Temos de aprender a não nos abalarmos com as situações adversas do mundo material, pois tais situações só tendem a piorar.

Interiormente é a única possibilidade de buscarmos guarida, conforto e proteção.


Hilton


Puros de coração.

Pensamento do dia, quarta-feira, 11 de março de 2015

"Quando o coração é puro, nele pode ressoar a voz da Sabedoria, com autenticidade."
Trigueirinho.

Comentarios:

Ontem, durante nossa reunião semanal, tivemos uma grata surpresa.
Manifesta-se a presença de José de Alencar.

Breve bibliografia deste ilustre cidadão brasileiro:
José de Alencar (1829-1877) foi romancista, dramaturgo, jornalista, advogado e político brasileiro. Foi um dos maiores representantes da corrente literária indianista. Destacou-se na carreira literária com a publicação do romance "O Guarani", em forma de folhetim, no Diário do Rio de Janeiro, onde alcançou enorme sucesso. Seu romance "O Guarani" serviu de inspiração ao músico Carlos Gomes, que compôs a ópera O Guarani. Foi escolhido por Machado de Assis, para patrono da Cadeira nº 23, da Academia Brasileira de Letras.

Obras de José de Alencar
Cinco Minutos, romance, 1856;
Cartas Sobre a Confederação dos Tamoios, crítica, 1856; O Guarani, romance, 1857; Verso e Reverso, teatro, 1857; A Viuvinha, romance, 1860; Lucíola, romance, 1862; As Minas de Prata, romance, 1862-1864-1865; Diva, romance, 1864; Iracema, romance, 1865; Cartas de Erasmo, crítica, 1865; O Juízo de Deus, crítica, 1867; O Gaúcho, romance, 1870; A Pata da Gazela, romance, 1870; O Tronco do Ipê, romance, 1871; Sonhos d'Ouro, romance, 1872; Til, romance, 1872; Alfarrábios, romance, 1873; A Guerra dos Mascate, romance, 1873-1874; Ao Correr da Pena, crônica, 1874; Senhora, romance, 1875; O Sertanejo, romance, 1875.

Na realidade Jose de Alencar tem nos acompanhado, semanalmente, a cêrca de 3 anos.
De forma discreta e impercetptivel, tem se inspirado nas Instruções e nas Informações que temos recebido destes nossos amados Instrutores.
Ontem resolveu se revelar e com muita alegria anunciou um Trabalho que vem realizando após sua desencarnação, onde tem inspirado médiuns escritores para informar e consolidar os vários mundos que vivemos.
Sem sabermos, vinhamos colaborando com este grande literário e pessoa de destaque, que teve uma presença marcante e muito importante na historia do Brasil.
Talvez, desta forma, nossa colaboração tenha sido mais eficiente e mais produtiva, pois a presença de tão destacada pessoa poderia nos inibir.
Foi interessante que quando sua presença se destacou, notei este senhor com roupas de outra época, olhar sóbrio e penetrante, barba, mas bem a vontade. Se identificou e mostrou sua alegria (discreta) em estar conosco, dizendo seu nome.
Ficamos felizes pela sua manifestação e em poder dar a nossa humilde colaboração.

Muito bem, ontem uma das perguntas girou em torno do coração puro.
Uma pessoa de coração puro é uma pessoa bem intencionada, inocente, que sabe controlar seus sentimentos negativos, que não concentra seus pensamentos em si próprio, mas nas possiblidades de colocar-se a serviço em todos os momentos possíveis.
Oferece-se mas sabe a Quem se oferecer e sabe selecionar as prioridades na sua vida.
Não barganha seu tempo, procura ser autentica, evita criticas, mas não se preocupa em ser criticada.

Pois bem, tais pessoas podem ser acessadas pela Sabedoria, pois o que lhes será informado, será preservado ou utilizado com grande discernimento e muita calma.
Somente pessoas de coração puro, saberão que conhecimentos não podem ser manipulados ou conduzidos para interesses pessoais, mesquinhos ou egoístas.
Uma das piores coisas que se faz com as informações oriundas da Sabedoria é deturpa-las para justificar atos e atitudes que não condizem com o equilíbrio, o alinhamento e o bom senso espiritual.

Tenho visto muitas pessoas que ao serem informadas de algo, fazem de tudo para justificarem atitudes que não condizem com as informações recebidas. Isto é cruel e pode induzir muitas outras a erros grosseiros de comportamento e de interpretação.
Os puros de coração tem grande responsabilidade, pois através deles, Seres, Hierarquias, Energias, afloram para superar estados de ignorância espiritual.

Enfim, reveja sua posição em relação a certas atitudes, se necessário, pois tornar-se puro de coração é alinhar-se com Deus.

Hilton  




terça-feira, 10 de março de 2015

Decida-se!

Pensamento do dia, terça-feira, 10 de março de 2015

"O amor que se dedica à vida superior traz, àquilo que se vive externamente, a energia que a Fonte desse amor inspira."
Trigueirinho.

Pois bem, devemos externar aquilo que internamente temos sido estimulados.
Muitos não percebem, não admitem ou ainda acham que movimentos externos podem mudar o rumo negativo que estamos presenciando e vivendo.
Não há mais volta, ultrapassamos a linha fatídica da irreversibilidade.
Por um lado isto pode parecer desesperador, mas por outro lado, serão as providencias divinas, que são neutras, totalmente bem intencionadas e levam em conta nossa real necessidade, que estarão à frente deste imenso desafio de colocar novamente a raça humana da Terra, "nos trilhos".
Desta forma, porque perder este tempo precioso com aquilo que já morreu?
Chegamos a um ponto em que as condições atuais são absolutamente irreversíveis.
Não há conserto.
Não há solução.
Não há outro caminho.
Será preciso recomeçar. No entanto, este recomeço será feito em novas bases, em novas condições, em novas estruturas, onde o inconformado, o astuto e o medíocre não terá nenhuma possibilidade de participar.
Qualquer luta para arrumar o que foi feito será uma luta inglória e uma perda de um tempo precioso, em que o visionário precisará se dedicar, somente ao seu equilíbrio e ao seu potencial espiritual para ajustar-se "internamente" ao novo, ao que virá.
O que virá será novo, pois nenhum ser humano da Terra já viveu o que virá, portanto, não temos com que nos preocupar com o que virá pois nunca fomos e nunca seremos desamparados.
Hoje, podemos nos sentir desamparados, porque na realidade, não acreditamos no que virá e temos nos esforçados em vão para o inconsertável.
Se nos sentimos desamparados é porque deixamos de lado a única coisa que não poderíamos deixar, nossa fé.
O Plano Maior não perde mais tempo com aquilo que será alterado, pois sabe que terminou. Teve seu começo, teve seu auge, entrou em decadência e hoje está à beira da morte (fim de uma era).
Claro que não poderia ser assim tão contundente e tão radical este final deste ciclo, mas falhamos consideravelmente ao vivermos no egoísmo. Cada ação promove uma reação.
Este momento precisa ser de muita calma, de reflexões, do exercício da fé, onde o que menos importa e menos efeitos terão serão os movimentos externos, revoltas, ódios, gritarias, protestos e outras coisas do gênero.
Esta incitação negativa de nada adiantará pois não há novas opções, portanto, mesmo que mude, nada irá mudar no contexto local e global.
Não podemos nos dar ao luxo de perder tempo com isto, pois cada minuto é precioso demais para se dedicar a algo que não tem mais o que mudar, pois já está morto.

O ser humano ainda precisa de mudanças profundas, pois terá de se ajustar a novas realidades, a uma nova dimensão, a um novo carisma, a uma nova forma de se viver. Precisa imaginar, intuir, refletir e começar a interagir com o novo mundo, a nova ordem, a nova Terra.
Estes momentos são decisivos, pois nos encontramos na frente de um Portal, onde aquele que cruzá-lo irá se renovar em circunstancias completamente novas e aquele que não cruzar, irá refazer o mesmo caminho que vem fazendo até agora.
Você decide entre o "novo" ou o "velho"!

Se optou pelo "velho", entre na luta pela permanência dos mesmos valores que já experimentou e não funcionou. Saia em campo, esbraveje, discuta, se revolte, odeie.

Se optou pelo "novo", seja neutro, solicito, pacifico, equilibrado, confie, confie, confie, pois já sentiu que o "velho" não mais condiz com suas aspirações.

Hilton





segunda-feira, 9 de março de 2015

4a dimensão

Palavras ao Coração

Vivemos imersos em um fluido inteligente, organizado em dimensões. A humanidade terrestre tem consciência até a terceira dimensão, mas prepara-se para contatar a quarta.
Frei Sivanum.

Pois bem, estamos numa etapa da vida em que a 3ª dimensão já se mostra insuficiente para expandirmos nossa consciência.
De certa forma, para alguns, a 3ª dimensão não os atende mais.
Para certos indivíduos, mais lúcidos e mais envolvidos com o Plano Maior, estes vivem esbarrando nas bordas, nos limites, na fronteira da 3ª dimensão.
Isto limita, interrompe, cessa o avanço que estes deveriam ter se já tivessem acesso para a quarta dimensão.
Veriam um novo mundo, milhares de outras opções, a visão seria claríssima, outras coisas se aproximariam e teriam a possibilidade de entender e de explicar diversos conceitos que hoje são considerados subjetivos e distantes da vida ilusória que vivemos.

O sonho nos traz certos relances desta quarta dimensão, mas de forma confusa, incongruente, interrompida, mas dá para sentir a fluidez, como também certas ausências que na vida material são presentes e intransponíveis.
Evoluir é sutilizar-se, torna-se leve, transparente, flúido, desmaterializar-se.

Vejam como é incoerente quando alguém pretende evoluir, apoderar-se cada vez mais das coisas e dos objetos materiais, ter a posse o domínio, a propriedade, enfim envolver-se até o nariz para acumular vários objetos, além de se desdobrar nos vários desejos que muitos tem lutado arduamente e incansavelmente para possuir.
Claro que isto não significa que você deve desprezar ou se desfazer de forma irresponsável o que a vida tem lhe cedido por empréstimo, mas é preciso não se ater a isto, usar com responsabilidade, não se apegar, cuidar com carinho e amor, pois o que a vida lhe “emprestou”, de certa forma tem um motivo e um objetivo.
No entanto, quando você se apega aos objetos, você é escravizado por estes, pois você retém coisas que deveriam passar por você e seguir seu caminho, seu destino e as energias que fluem do mesmo precisam continuar a se expandirem.
O que retemos de excesso, falta para alguém.
Se todos compartilhassem, ninguém ficaria sem.

Retemos nossa prole e nos julgamos donos dos seus destinos, interferindo em coisas das quais não temos a menor possibilidade de dominar. Mas a interferência acontece, muito mais pela ausência da liberdade e do correto ensinamento. Com isto corremos o risco de formarmos indivíduos doentes, desorientados e despreparados para o que devem enfrentar e das Tarefas que lhes foram selecionados pelas suas almas.
Se tivéssemos mais acessos na quarta dimensão, isto ficaria muito claro, muito transparente e teríamos chances melhores de acertamos com nossa prole.
A 4ª dimensão nos coliga a mundos, a seres, a Seres, a novos padrões de energias, a novas sensações que extrapolam de longe os 5 sentidos.

Esta possibilidade hoje é real. Todos poderiam ter este acesso, pois a Terra como o mais novo planeta sagrado do nosso sistema solar, irá interagir com esta nova dimensão.
Mas estamos completamente despreparados para este contexto, pois se assim fosse, a mente humana provavelmente iria buscar formas de dominar, de explorar e de escravizar ainda mais no que vem fazendo.
No entanto, alguns mais preparados e mais solícitos às Tarefas Divinas, podem exercitar relances desta nova dimensão que fará parte da nova era, da nova Terra, da nova humanidade.
Uma visão da 4ª dimensão veria numa pessoa, não só sua complexidade, mas suas capacidades, suas qualidades, suas deficiências e suas necessidades em suprir tais deficiências. Veríamos um indivíduo como um conjunto corpo-alma-mente da forma que nunca vimos.
Se esta visão se dá para alguém provido e consciente das suas responsabilidades como um ser universal, será uma visão de grande ajuda para quem necessita de tais acompanhamentos.
Se esta visão se dá para alguém inescrupuloso, aproveitador e egoísta, será uma visão que poderá resultar em ações catastróficas para quem necessita de amor e acolhimento.
Por isso que a grande maioria tem esta dimensão bloqueada, fechada e nem relances poderá ter, pois não saberá usar com o discernimento da alma.

Aqueles de coração puro, de boas intenções, que sentiram a necessidade de contribuírem sem qualquer interesse, podem ser orientados e conduzidos a sentirem outra dimensão além da 3ª.

Portanto, reflita sobre isto e se disponibilize se julgar que terá o devido discernimento para isto.

Hilton