Pensamento do dia, terça-feira, 31 de março de 2015
"Para se chegar ao real, deve-se abrir mão do que
é transitório."
Trigueirinho
Comentários:
Nossa reunião de Grupo, durante a meditação em oração,
Maria nos orienta a programarmos a nossa próxima "Vigília em Oração".
Será dedicada exclusivamente para as crianças do Planeta.
Solicitou que levássemos fotos das nossas crianças e de
crianças que tivemos contato, se assim seus pais deixarem, além de uma foto de
uma criança que represente as raças aqui na Terra: vermelha (índia), branca,
amarela, negra e a parda.
Nos orientou que a crueldade e o ódio vem se manifestando
de forma intensa sobre estas almas recém encarnadas, gerando grandes
atrocidades e descompaixão.
Irá convocar homens santos e mulheres santas, que já
habitaram a Terra, dando claros sinais do seu amor elevado e da sua compaixão
para com a humanidade, Sta. Rita, Sta. Catarina, São Francisco, São José, entre
outros, onde percebi que a convocação será intensa e bastante numerosa, que
atuarão com o amor materno e o amor paterno para com estas almas
recém encarnadas ou desencarnadas na fase infantil e da adolescência, vítimas
destas atrocidades.
Tais Santos e Santas terão a devida isenção e poderão
atuar de forma pura e cristalina para com estas “pequenas” almas, o que não
conseguiríamos fazer em face dos nossos envolvimentos no plano material
O quadro mostrado no plano astral foi arrasador e
estarrecedor, fazendo com que eu tivesse dificuldades de me recompor para
continuarmos nossa reunião.
Como nos preparamos na semana anterior, conhecendo e nos
aprofundando no conhecimento dos códigos associativos e dissociativos que agem
no planeta, conforma palestra do Trigueirinho, nos colocamos aptos a realizar
esta Vigília especifica.
Lembrando o código dissociativo:
Código por si só, nos leva a uma simbologia oculta, que
exige certas percepções para serem notados. Símbolos em formas geométricas, se
destacam em todos os lugares
Dissociativo: dissocia, desagrega, separa, desune, ou
seja, leva nesta dissociação a um controle individual e não coletivo, o que é
uma forma mais fácil de controle e de domínio de pessoas fracas e afastadas do
seu lado divino.
O código dissociativo tem sido utilizado pelas forças
negras desde os primórdios da civilização, devido ao advento do livre arbítrio,
naqueles que escolheram evoluir nesta forma de crescer espiritualmente, os
seres humanos da Terra.
Utilizando conceitos cifrados e uma simbologia através de
figuras geométricas (triangulo, quadrado, pentagrama, pirâmides, etc., figuras
grotescas- gárgulas, e mesclando animais com homens) tem dissociado seitas,
religiões, congregações, onde as forças negativas atuam influenciando
indivíduos de mente e coração fraco, que se deixam levar por esta dissociação e
comandos nefastos.
São antiguíssimas e sempre atuaram aqui na Terra, antes
mesmo do seu resfriamento, influenciando todas as civilizações que por aqui
passaram, desde a Lemuriana, a Atlântida e agora a Ariana. Vejam como no antigo
Egito, em Roma e agora nas sociedades dos nossos países, inclusive nas
religiões, o simbolismo é forte e presente, muitas vezes mesclando as forças
negras com as forças brancas.
Como tínhamos sido orientados, em igrejas, templos
religiosos, ou seja, em todos os lugares deste planeta, estas forças
antagônicas estão presentes e convivem de forma neutra, pois é assim que
tudo funciona no livre arbítrio e no livre arbítrio de cada um, optamos por uma
ou por outra.
Vimos um filme polêmico e a ideia foi dele ser polemico
mesmo, que nos dá uma ideia de como esta simbologia dissociativa pode atuar.
Nestas seitas, congregações, etc., desde os primórdios da
civilização, rituais de sangue, sacríficos humanos, de animais, com forte apelo
na energia sexual (a mais forte na nossa contraparte material) se manifesta e
continua se manifestando.
A pedofilia, entre outras formas de desvirtuamento do ser
humano, sempre foi presente em tais rituais e continua presente e ainda com
muita intensidade, pois incentiva o chacra do abdômen que contem a energia
sexual.
Nos foi explicado que a pedofilia ocorre não só com a
intenção de violar o corpo de uma criança, mas o foco principal e a extração da
energia vital daquele pequeno corpo recém encarnado, onde a energia vital ainda
é plena e virtuosa, ao passo que nos adultos, parte desta energia já se perdeu
ao longo do tempo.
Portanto, há por trás disto tudo algo terrível e macabro,
onde adultos fracos se deixam ser os instrumentos destas forças negras tão
nefastas.
Por isso que minha recuperação para dar continuidade na
reunião foi bem difícil.
Associativo: associa, reúne, concentra, interioriza,
agrega, ou seja, são códigos também, usados por forças brancas, divinas,
elevadas, que indica caminhos e opções para a elevação, para a evolução, para a
divinização.
Códigos associativos são utilizados, pois são necessários
também, uma vez que, na medida que as pessoas vão elevando seu nível de
consciência, sua inteligência e sua compaixão, passam a ter acesso e a utilizar
corretamente outros instrumentos de Serviço e de Trabalho evolutivo ao bem comum.
Para cada nível alcançado, mais códigos associativos vão se revelando para
aquele indivíduo que cada vez mais vai exercendo capacidades mais elevadas e
aptas a se aproximar e a se envolver com as energias destas forças brancas.
Desta forma, os códigos, as simbologias, atingem
indivíduos que vem desenvolvendo aptidões, sejam para o lado positivo ou
negativo. A escolha é livre.
Desta forma nossa Vigília irá gerar forças positivas que
atuarão não só na proteção das crianças encarnadas, como na recuperação de
crianças que desencarnaram de forma trágica e muito traumática e que não
conseguem se desvencilhar destes traumas, permanecendo no mundo astral e
interrompendo a sequência de novos processos reencarnatório.
Pensamento:
Pois bem, temos nos focado quase que essencialmente no
que é transitório, perecível, que morre, que termina, ou seja, na vida
material, onde nos iludimos achando que ela supre tudo o que precisamos.
Esta postura tem sido a que a maioria das pessoas tem
adotado em quase todo o transcurso da sua vida.
Ao envelhecermos, alguns se dão conta de que o
"fim" se aproxima e tenta algumas opções que normalmente não
conseguem atender os anseios internos da vida espiritual, nossa contraparte da
vida material.
Isto tem acontecido porque a educação dada pelos pais e
responsáveis, bem como o sistema educacional, desde os primeiros anos da vida
infantil, distancia a criança do conhecimento da sua espiritualidade, daquilo
que alimenta a vida do seu corpo.
O foco sempre tem sido o transitório, a vida finita, a
ilusão e isto ocasiona o emburrecimento da criança, do jovem, do
adolescente e do adulto que acaba administrando sua vida no foco de tudo aquilo
que é transitório, esquecendo-se da sua contraparte espiritual, que terá
sequência, pois é eterna.
O pensamento expressa uma verdade: Para se chegar ao
real, deve-se abrir mão do que é transitório.
Ora, temos medo disto, ainda não nos convencemos que é
exatamente o contrário que acontece. Tudo primeiro acontece no espiritual para
depois materializar-se.
Neste descompasso que temos vivido, ficamos incomodados,
carentes, desmotivados e não nos sentimos inseguros.
Esta insegurança é porque de certa forma, temos
"pressentido" o que vem acontecendo na contraparte espiritual.
Por outro lado, a vida material vem se desenrolando em
cima de efeitos negativos pelas ações humanas desencontradas das regras básicas
e naturais da Lei do Amor, a Lei que regula a vida no Universo.
Precisamos focar em cima das nossas aspirações elevadas,
precisamos compreender o processo do continuísmo, de que a vida continua, seja
em outro plano ou seja na reencarnação. Isto poderia mudar certos pensamentos e
certas atitudes, se fosse valorizado como deveria ser, pois é assim que
funciona.
Ora, a criança não recebe tais estímulos e tampouco tais
ensinamentos, mas ao contrário, é completamente envolvida em procedimentos de
lutas, de competições, de desumanidades, onde o egoísmo, o ser, o ter e o poder
é o que importa.
Portanto, sem mudanças radicais na forma que vivemos, são
nulas as chances de mudarmos o rumo que a vida vem tomando, num processo de
queda profunda e que será muito amarga no seu final.
Poucos acreditam neste final, mas ele existe e já
aconteceu na contraparte espiritual da vida material. Aliás isto é cíclico e
vem ocorrendo sistematicamente aqui na Terra, nas "trocas" de
civilizações, como a Lemuriana, Atlântida e outras mais antigas que
desconhecemos.
Por outro lado, em cada "troca" de
civilizações, ganhamos algo a mais, como na Atlântida, onde ganhamos o corpo
emocional.
Prevê-se que na próxima “troca”, que já aconteceu no
espiritual, sairemos da Lei do Egoísmo e do Livre Arbítrio, para permitir que
várias outras sensibilidades aconteçam na raça humana seguinte.
Como dizia um grande filosofo e humanista, Pietro Ubaldi,
a vida é um eterno vir a ser.
Hilton