domingo, 24 de maio de 2015

Somos o que pensamos.

Pensamento de 24 de maio de 2015.

A instrução não decorre da palavra transmitida, mas da energia que a permeia.
Trigueirinho.


Pensamento:

Pois bem, como temos sido instruído, todo texto, toda palavra, tudo que expressamos, até os movimentos, provem ou geram energias que se espalham.
Na realidade, somos pura energia, onde neste mundo e para estas circunstancias, nossa composição atômica, vibra numa determinada velocidade que “materializa” nossas formas.
Assim é com tudo e com todos. Assim nos demais reinos e em todo o Planeta.
O que define este padrão vibratório atômico, são certos intervalos nas escalas de níveis de consciências, que condensam criando os mundos materiais, as formas e nós.

Quando eu me manifesto, ou seja, quando eu penso, quando eu escrevo, quando eu falo, manifesto energias que se espalham pelo planeta e fora dele.
Temos a responsabilidade sobre tudo o que fazemos e manifestamos, mas face a ignorância da maioria dos seres humanos, a este respeito e a estes e outros conceitos sobre a vida, de certa forma somos preservados destas irresponsabilidades e suas consequências.
Só que entre nós, nossas manifestações repercutem e nos envolvem, por isso podemos dizer que a vida planetária é o reflexo do que fazemos, pensamos e manifestamos.
Se hoje a vida está confusa, atribulada, violenta, desregrada, se estamos infelizes, se estamos agoniados, se estamos com medos, isto são materializações do que a maioria expressa.

Claro que há pessoas alegres, felizes, de bem com a vida, são minoria, mas podemos dizer que conseguem viver num nível de consciência acima do padrão médio da maioria.
Certas pessoas especiais reencarnaram com a missão de manter o equilíbrio mínimo, neste planeta, então vivem vibrando em níveis acima do nível médio, mantendo uma tênue fronteira entre a loucura e a anarquia, com o equilíbrio que conhecemos.

Da mesma forma, muitos seres em naves especificas, sobrevoam nossa atmosfera, vibrando intensamente para que possamos manter um mínimo razoável de ar respirável e de controles psíquicos, pois sem esta ajuda, já teríamos desvairado num mundo que seria de loucos sem controle.
Temos dado muito trabalho para nossos anjos protetores e para uma imensa estrutura extraterrestre que nos “sustentam” em certos aspectos, mantendo um mínimo razoável para nossa sobrevivência. Nossa irresponsabilidade, entre nós mesmos e com os demais reinos da natureza, ultrapassou em muito o que nos manteria vivos e o que mantem o planeta vivo e na sua órbita planetária ao redor do Sol.

Voltando ao pensamento, se tivermos consciência de que nossas expressões, em palavras, atos e pensamentos geram energias que se espalham para todos, poderíamos ser mais disciplinados e pacíficos, contribuindo para o bem estar de muitos.
Quando crimes acontecem, guerras ocorrem, terrorismos se manifestam, todos nós temos uma parcela de culpa sobre estes acontecimentos negativos.
Por exemplo, quem são os culpados por um jovem cometer um crime hediondo? Todos nós, pois manifestamos ódios, raivas e violências que podem ter se condensado na mente de uma pessoa mais fraca e mais desamparada, sem nenhuma estrutura social que deveria sustenta-lo, induzindo-o a cometer o crime.
Assim tem sido ao longo dos séculos, só que hoje estamos globalizados com uma população imensa de seres pensantes que  expõem o que sentem.

Enfim, pense bem quando você se manifesta. Não contribua negativamente para a piora da nossa qualidade de vida.
Manifeste o que vem do seu coração, da sua alma, das suas orações, pois se não podemos mudar o curso das coisas, podemos amenizá-los, além de nos juntarmos a toda esta estrutura de seres especiais que vivem entre nós, que se aliam ao seres extraterrestres que vem nos ajudando com tanta intensidade.

Reflita!!

Hilton



quarta-feira, 20 de maio de 2015

Estais satisfeitos? Não deveria.

Pensamento do dia, quarta-feira, 20 de maio de 2015

"Se estais satisfeito com o que já conseguistes, cuidado: forças dissuasivas estão a vos iludir."
Trigueirinho.

Pois bem, o teor deste pensamento é um alerta poderoso.
Como já tínhamos abordado em outras oportunidades, a insatisfação é um sentimento poderoso e muito importante que nos faz Buscar.
No geral, estamos insatisfeitos e esta insatisfação é uma poderosa locomotiva que nos impele para frente, adiante, fazendo com que possamos percorrer o Caminho.
Nos aspectos materiais, a insatisfação funciona muito bem na alavancagem  do nosso progresso, como pessoa, com profissional, como pai(s), como colega.
Nos aspectos espirituais, da mesma forma, alavanca nossa vontade e nossa fé, para os novos atributos espirituais que, pacientemente, nos aguarda. 

O indivíduo satisfeito, estanca, para, estaciona e se coloca à disposição das forças dissuasivas e involutivas que o mantem preso ao que foi conquistado.
A vida e a Vida tem dinâmicas próprias, velocidade, continuidade, ou seja, é um eterno vir a ser, pois para cada momento novos patamares de conhecimento e de experiências ficam disponibilizados para avançarmos.

Independente da nossa vontade em “estacionar” ou ficar satisfeito, a dinâmica da Vida nos impele a prosseguir, por isso quando insistimos em permanecer aonde estamos, ou que conquistamos, a Vida inteligentemente, muda a ordem das coisas, ou seja, o que era bom fica ruim ou o que era ruim fica bom.

No momento que você trabalha a favor disto, aceita esta dinâmica da Vida, aceita as mudanças, não reclama,  procura compreender ou pacientemente aguarda as oportunidades que a vida lhe oferece ou irá lhe oferecer, você entra em sintonia e ajusta-se ao relógio do teu destino e da tua própria evolução.
Nada acontece por acaso, por coincidência ou à toa. Tudo tem um motivo e uma energia que impele as ações que devemos nos submeter.
Quem pensa assim, sofre menos, compreende mais, ajusta-se mais rápido às novidades e encontra todos os amparos visíveis e invisiveis que nos são ofertados o tempo todo.

Nossa postura perante certas rotinas ou perante certas mudanças é o que dará o tom da alegria ou do sofrimento.
Pense nisto.

Hilton


terça-feira, 19 de maio de 2015

Quem é mais?

Pensamento do dia 19 de maio de 2015.

Vigiai, vigiai. A soberba reveste-se de convicção!
Trigueirinho.

Pois bem, a soberba, a sensação de ser superior, de ser mais, de ter mais e de mandar mais, tem sido uma constante no ser humano, desde as épocas remotas da sua existência.
Quando aderimos à Lei do Egoísmo (Adão e Eva), começamos a ressaltar em nossos sentimentos a posse e a propriedade. Daí veio a escravidão e a vida se desenrola numa falsa sensação hierárquica, pois refere-se aos meios materiais, que sabemos, não os temos, mas nos foram cedidos por empréstimo.
A soberba, a soberania, o mando, nestes aspectos, são posições falsas e frágeis, pois aquilo que não está amparado pelo Luz Divina do Amor, sempre desmorona.
Estas falsas hierarquias de comando, vivem trocando de mãos, onde sucessivas pessoas assumem temporariamente o que, ilusoriamente, acham que controlam.
A nossa sociedade foi formada e embasada nesta disputa, nesta competição pela soberania e percebemos que nossos problemas tem se repetido eternamente, onde no passado foram mais rústicos e hoje são mais refinados, mas são sempre os mesmos.

A soberba reveste-se de convicção. Sim, chegamos a nos convencer plenamente, sermos convictos que as hierarquias de comando criadas funcionam, apesar das guerras, da corrupção, dos desmandos, do desequilíbrio, da crueldade, do terrorismo, das mentiras.

A hierarquia funciona na Lei do Amor. Assim aquele que aprendeu a amar mais, hierarquicamente, conhece melhor ou com mais profundidade esta Lei que rege e regula a Vida no Universo.
Hierarquicamente, Jesus o Cristo Cósmico, foi superior a todos os seres humanos da Terra, pois sabia amar como nunca a Vida em todos os reinos da natureza, do mineral ao humano.
A única hierarquia que existe e é real, é para aquele que sabe amar com mais profundidade, com mais liberdade, com mais intensidade.

Os seres humanos, nos primórdios da civilização, precisavam de uma hierarquia mais embrutecida, mais rigorosa, mas assim como tudo, este conceito hierárquico precisava evoluir, se refinar, se diluir na liberdade, no amor, na responsabilidade, no conhecimento, na revelação.
Não aconteceu.
Mantivemos o mesmo sistema hierárquico dos primórdios da civilização, refinando o controle, a submissão, a corrupção, o descaminho, a escravidão, onde ser, ter e poder continuam dominantes em nossa falsa estrutura hierárquica.

O mundo está confuso, gritando por liberdade destas falsas hierarquias, deste falso domínio, onde somente o materialismo interessa.
Esta liberdade não será mais possível alcançar sem uma reestruturação completa e absoluta que somente será alcançada nesta mudança cíclica final da era planetária atual.

Pense na sua liberdade, na sua libertação, ame mais.
Não ame impondo condições, simplesmente ame.
É a Lei do Amor que regerá o próximo ciclo terrestre e nesta Lei conheceremos a verdadeira liberdade, como também conhecermos as verdadeiras Hierarquias, ou seja, aquele “conjunto de consciências” que expressam sabiamente a Lei do Amor.

Hilton

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Bens materiais, como usá-los corretamente?

Pensamento do dia, segunda-feira, 18 de maio de 2015

"Lidar corretamente com os bens materiais é uma prova tão sutil quanto a de não lidar com eles."
Trigueirinho.

Pois bem, eis outra grande dificuldade que temos, pois ao vivermos na Lei do Egoísmo, somos extremamente apegados à matéria.
No geral, a posse, a propriedade, o ser, o ter e o poder são ilusões que nos prendem ao plano material, de tal forma e em circunstancias tão intensas que parece que só isto é o que interessa.
Ao desencarnamos, iremos sentir as reais e verdadeiras necessidades e o que exatamente tivemos a oportunidade de levar para o lado de lá.

Quando nos tornamos apegados demais à matéria, ao bens materiais, aos sentimentos egoístas, estamos definindo para a próxima reencarnação ou o próximo destino, a ausência de bens e estruturas materiais, pois serão estas ausências que poderão fazer com que despertamos para as coisas eternas da vida. Nem sempre será na primeira, na segunda ou na vigésima lição de privações, que iremos aprender, às vezes estas reencarnações com e sem bens materiais se alternam por séculos seguidos.

Como lidarmos corretamente com os bens materiais?
De forma simples e sucinta, quando os usamos por empréstimo.
Não importa se será muito ou será muito pouco, mas tudo aquilo que tivermos no âmbito material, sendo utilizado por empréstimo, será a forma correta de usá-los.
Por empréstimo usaremos corretamente, conservaremos adequadamente, manteremos o que precisará ser mantido.
Seja nosso corpo material, nossos bens materiais, nossa mente material, pois tudo isto será devolvido ao repositório atômico da Terra para serem transformados e reutilizados.

Ao desencarnamos, devolvemos o corpo material, a mente material e os bens utilizados. Se bom uso tiver sido feito, nos libertamos e o planeta agradece. Se mau uso for feito, carmicamente nos comprometemos com o planeta. Da mesma forma irá acontecer com nossas relações familiares, profissionais e todas as demais.
Se tiramos de quem precisa, carma será gerado. Se doarmos com segundas intenções, carma será gerado.

Neste final de ciclo, compreender muito bem esta relação com o plano material é imprescindível, pois tudo dependerá do nosso processo de desapego para sairmos do ciclo cármico e da Lei do Livre Arbítrio.
O indivíduo que deseja dar este grande salto, precisa mais do que nunca compreender e aprender qual é sua relação correta com a matéria, com os bens materiais e com seu corpo físico, para poder desprender-se adequadamente quando for necessário.

Na eventualidade de dúvidas, peço que façam as perguntas.

Hilton




sexta-feira, 15 de maio de 2015

Conheço meu Instrutor?

Pensamento do dia, quarta-feira, 13 de maio de 2015

"O Instrutor vos aconselha. O Instrutor vos estimula a avançar. O Instrutor vos indica a prudência."
Trigueirinho

Pois bem, quem é este Instrutor?
O Instrutor encontra-se no coração. Não aquele que pulsa, bate, mas no coração interno, cuja fonte de ligação é a alma, que por sua vez se comunica com a mônada, que por sua vez alcança a CENTELHA DIVINA ( aonde nos encontramos na eterna realidade).
O Instrutor se comunica o tempo todo com nossa mente, com nossos sentimentos, com nossa boa vontade.
O Instrutor conhece nosso destino, nossos anseios, sabe das experiências que realizamos e que iremos realizar.
O Instrutor é o nosso norte, nossa bússola, nosso horizonte, mas não interfere em nossos desejos.
O Instrutor conhece o livre arbítrio e o destino, portanto, nos deixa errar quantas vezes quisermos.
O Instrutor está eternamente à nossa disposição.
O Instrutor é incansável, persistente, muito comunicativo e repete quantas vezes forem necessárias, para termos sucesso (aos olhos da alma), o que fazemos.
O Instrutor pode usar várias situações, ou seja, pessoas, livros, filmes, cartazes, sonhos, sustos, presságios, profecias, símbolos, enfim inúmeros meios de comunicação para nos avisar, nos alertar, nos indicar, nos orientar, daquilo que precisamos.

Se fossemos mais observadores da vida e nos envolvêssemos menos com o que fazemos e como os outros tem agido, iriamos perceber o Instrutor o tempo todo.
O Instrutor é fiel, absolutamente correto para atender as nossas reais e sinceras necessidades. Não aquelas necessidades supérfluas, fúteis, sazonais, materiais somente, onde o egoísmo e a ganancia quer ser saciada, mas as necessidade reais e evolutivas.

Temos de perceber o Instrutor. Ele se comunica de várias formas e na observação iremos sentir Sua presença.
Temos de observar a vida e não nos envolvermos como temos nos envolvido.
Estamos tão atarefados e ocupados, com merrecas e inutilidades que deixamos de notar o Instrutor, mesmo que Este permanece o tempo todo ao nosso lado.
O Instrutor pode se manifestar na palavra de alguém, alguém desconhecido, ou alguém muito próximo. Se estivermos avaliando vaidades, isto passará desapercebido e perderemos o "time" de algo que precisaríamos saber antes de experimentar (viver a experiência).
O pensamento é claro, o Instrutor nos estimula a avançar, mas para conheceremos e conquistarmos as coisas eternas.
O Instrutor nos indica a prudência. Muitas vezes um susto, um sonho, ou algo que nos impede para conquistarmos um desejo, pode ser a ação do Instrutor que percebeu que aquilo que desejamos não convém acessarmos ou possuirmos.

Enfim sejam atentos, reflitam, observem sempre, estimulem as coisas subjetivas, não sejam imediatistas, gananciosos ou ansiosos, pois sentimentos muito poderosos encobrem a presença do Instrutor.

Hilton



terça-feira, 12 de maio de 2015

Escolho meu caminho, o breve ou o longo.

Pensamento do dia, domingo, 10 de maio de 2015

"Muito antes que reconhecêsseis o Caminho, já estáveis sendo a ele chamados."
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento aborda um aspecto interessante e nos induz a pensar sobre este Caminho.
Na realidade dentro do Caminho, existem opções alternativas que você poderá optar por fazer, que irá desvia-lo por algum tempo, mas inexoravelmente irá retornar ao Caminho. 
O Caminho é único ou seja, procedi do Pai e ao Pai retornarei. Nasci em Deus e a Ele me juntarei.  Há inúmeras atribuições sobre o Caminho, mas todas levam à origem de onde nos surgimos. Este Caminho é único.
Dentro do Caminho surgem as alternativas e opções que poderemos fazer, exercendo o livre arbítrio de percorre-lo, sendo assim, podemos faze-lo no período mais breve ou mais longo, no caminho mais direto ou mais tortuoso.
Tais rotas alternativas são fontes de aprendizado vivencial, ou seja vivemos estas situações, com ciclos de experiências que normalmente são marcantes, impactantes e contundentes. São para aqueles indivíduos que se limitam a aprender o que “lhes cai no colo”. Não buscam, não estudam e não tem intenção de descobrir o que é a Vida, ou, quem sou, de onde vim e para onde vou.
Estes fazem o ciclo longo, param por diversas vezes, desviam-se continuamente e sempre se deparam com as experiências impactantes. Reencarnam continuamente, frequentam diversos mundos cármicos e lutam, lutam como nunca até conseguirem desvencilhar-se do egoísmo.
Possuem corpos astrais marcados pela lutas constantes, auras impregnadas por toda sorte de energias confusas.
Sinceramente não é o recomendável como a forma mais adequada de percorrermos o Caminho. Mas num determinado momento da sua escalada, torna-se um indivíduo alinhado com as coisas de Deus. Isto é inexorável.
Outros indivíduos acolhem o período mais curto, onde lutam incansavelmente por aprender, receber, buscar, ser intuído e acolher o que vem sendo ofertado a todos. Seus ciclos de experiências negativas acontecem mais no nível mental do que no físico. Não precisam vivenciar certas situações e certas confusões, pois seu processo de aceitação (fé) e acolhimento é positivo e o Plano encontra “terra fértil” no que planta. No Caminho, desviam-se pouco por caminhos alternativos e aonde estiverem farão algo por todos. Chegam a ofertar-se para experiências radicais com o intuito de consolar e acolher quem ali vem vivenciando experiências impactantes. Podemos citar aqui inúmeros homens santos e mulheres santas, que tanta Luz vieram irradiar.
Tais indivíduos perceberam a Luz e são guiados por Ela. São pessoas de corpo astral leve, auras que refletem cores suaves, bondosas e são indivíduos com equilíbrio acentuado. A estes indivíduos competem certas decisões sobre os rumos da humanidade que pertencem, pois podem fazer a diferença entre a extinção de uma determinada era, de um determinado mundo, para sua continuidade, até as normais e naturais transições que ocorrem para tudo e para todos nos ciclos programados.
A Terra possui este benefício, de ter em sua população, desde os primórdios da civilização, indivíduos com estas características que não permitiram que fossemos um mundo extinto.
Por algumas vezes, nos momentos de virada dos ciclos menores, onde não iria acontecer a o que acontecerá no final deste ciclo, corremos o risco de termos sido eliminados e reabsorvidos em mundos ainda em processo de formação. Não aconteceu devido a certas pessoas que fizeram a diferença nas decisões tomadas por Hierarquias que cuidam dos mundos e seu desenvolvimento.
Mais recentemente, com as explosões atômicas, corremos o risco de uma reação em cadeia não se extinguir. As interferências ocorreram e pudemos permanecer na Terra, mas carregando as sequelas da contaminação radioativa geral.
A 2ª Guerra Mundial terminou e não terminou com o planeta face a grupos pequenos de orações, que alinhados com grupos orantes no plano astral geraram energias intensa gerando a devida compaixão para com a humanidade. Assim tem sido até agora. O que será daqui em diante ainda está indefinido.
No próximo Ciclo isto termina e a Terra sendo sagrada, não mais terá eventos desta natureza, sendo que os grupos de oração irão alavancar dadivas divinas e não interferências de não extinção.
A extinção de um Planeta e de sua humanidade gera carmas pesadíssimos e de longa maturação. Isto com certeza ninguém iria querer. A ignorância tem protegido muitas pessoas, mas tudo tem limites e esta proteção também.

Desta forma, escolha sua opção no Caminho, o do período breve ou o do período longo. Fazemos esta opção constantemente, pois são nossas atitudes que ampliam ou reduzem estes períodos.
Pense nisto!


Hilton

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Uma nova percepção.

Pensamento do dia, sexta-feira, 8 de maio de 2015

"A experiência é necessária. Todavia, sem se aliar à intuição pouca serventia terá no caminho."
Trigueirinho.

Pois bem, no geral, nossas experiências atrelam-se a condicionantes do passado, por isso que na maioria das vezes, fracassamos em tais experiências
Fazemos excessivas analogias na mente, pois estamos condicionados a racionalizar tudo o que nos chega de alguma forma.

Quando nos deparamos com algo novo, ou com experiências que se repetem, o ideal seria que atendêssemos a intuição que nos veem à mente.
Todos os indivíduos são intuídos, mas poucos atendem esta condição.
A maioria racionaliza, pensa, deduz, busca parâmetros, adia sempre, ou seja, perde o impulso intuitivo.
Este impulso pode nos conduzir a ações completamente contrarias àquilo que a mente racional nos pede para fazer, para não fazer ou para se desviar.
A mente racional, diante de uma nova experiência, ou seja diante de algo que é novo, pois este novo irá usar uma informação recém-chegada, normalmente nos induz a rejeita-la. O que é novo, a princípio, é rejeitado.

Isto tem acontecido direto e de forma constante em nossos reuniões semanais, onde ao sermos informados de algo novo, de novas situações e nem sempre tais situações são agradáveis e alinhadas com o que muitos pensam, a rejeição por alguns se manifesta ou ficam embutidas e acabam por serem “exponencialmente” exploradas na sequência dos dias seguintes.
Em certas situações, dependendo da boa vontade das pessoa, isto se reverte, em outras não.

De certa forma, vivemos numa sociedade que nos induz de forma muito bem articulada, a pensarmos o que “eles” querem.
Quantas coisas inúteis compramos e no momento da compra ficamos convencidos de aquilo é algo essencial. Quando formos utilizar, perceberemos que mais uma coisa inútil e desnecessário, foi adquirido.
O marketing das forças negativas são poderosos, extremamente influentes e ao longo dos séculos tem nos levado a uma série de guerras que só serviram para satisfaze-los com as nossas dores, sofrimentos e desilusões.
A intuição é algo diferente.
Acontece num insight, num relampejar de lucidez anímico (da alma). Não insiste, não persiste, não se repete e dá a você absoluta liberdade de ser usado ou desprezado. Estamos tão desacostumados com esta liberdade, que temos medo de usa-la.
Outro aspecto importante na intuição é que geralmente um insight intuitivo nos indica a “contramão” do que faríamos, do que pensaríamos, do que aceitaríamos.
Claro, se vivemos numa sociedade que nos induz a erros e ao desconhecimento das verdades e das Leis (Maiores), é normal rejeitarmos algo intuitivo que não se alinha com tudo aquilo que estamos acostumados a aceitar (engolir) face ao bombardeio mental que temos sido submetidos.
O pecado, a punição, o consumo, a competição, a morte, a escravidão, a luxuria, o inferno, sentimentos que agregaram-se ao estado de ignorância que vivemos, foi intensamente manipulado e hoje tais sentimentos fazem parte da vida cotidiana das sociedades em geral. Com isto estimula-se a violência e todas as demais ações de posse, propriedade e domínio que, ilusoriamente, nos convencemos que devemos ter. Por isso vivemos tão infelizes.

Temos tanto para cuidar, ser e ter no plano material que nos tornamos uma raça ansiosa, egoísta e  infeliz.
Não olhamos para o alto, mas somente para baixo.

Enfim, é preciso usar da coragem, da fé e da vontade na entrega, para aprendermos a conviver com a intuição.
A intuição será o que irá conduzir o novo homem, na nova era, na Terra como planeta sagrado, onde a personalidade “adormecerá num sono eterno” e a alma assumirá o controle da mente.

Adiante-se a isto e será submetido a coisas incríveis sobre o nosso Universo e a Vida.

Hilton



terça-feira, 5 de maio de 2015

Temos de aprender a doar exatamente o que estamos sentindo falta.

Pensamento do dia

"Se por egoísmo caístes, por gratidão vos elevareis."
Trigueirinho.

Pois bem, creio que este seja nosso maior motivo de quedas.
O egoísmo tem se manifestado nas boas intenções também, quando por uma confusão entre amar e possuir, acabamos possuindo ao invés de amar.
Amar não retém nada, não exige contrapartida, é espontâneo, liberta, pois a pessoa que ama, simplesmente ama.

Para amar, temos de ser amado. Isto é uma Lei, mas precisamos considerar que o amor do Pai é intenso, eterno e nunca irá cessar, desta forma, todas as suas criaturas são amadas.

No entanto, misturamos este conceito elevado sobre o amor do Pai, entre nós, onde no intenso aprendizado que estamos fazendo ainda praticamos um amor precário demais para ser considerado amor.
Portanto, quando fala-se que para amar alguém este alguém tem de me amar, misturamos coisas que não tem nada a ver, pois não se compara o amor de Deus com o amor de alguém em amplo processo de aprendizado.
Se você ama, simplesmente ama.

No geral, “amamos” através dos sentimentos de posse e da contrapartida. Isto não é amor.
Esta forma de “amar” é egoísta, centralizadora, egocêntrica, onde muitas vezes produz vinganças, produz ações negativas, produz ódio. Claro que isto não é amar.
Quando o indivíduo atenta e começa a desejar evoluir, uma das primeiras coisas que deverá fazer será aprimorar-se no ato de amar, onde terá de vencer os sentimentos de posse, do egoísmo, do ódio, quando é contrariado.
A liberdade no amor é plena, permite que se erre, mas deverá acolher sempre.

O indivíduo que não se sente amado, deve amar intensamente;
O indivíduo que se sente magoado, deve acolher intensamente;
O indivíduo que sente frustrado, deve entregar-se intensamente;  

Quando temos um sentimento negativo em relação a alguém ou a pessoas, devemos suprir estes sentimentos negativos, exercendo intensamente aquilo que queremos receber, doando exatamente o que estamos sentindo falta.
Estes atos voltam a te equilibrar e você verá que para ser feliz você precisa estar bem com você e não com os outros. Pelo contrário, você estando bem com você terá boas possibilidades de suprir o que supostamente acha que falta.
Para se sentir bem, você precisa ser amado, mas este amor só poderá ser do Criador, pois este amor encontra-se num nível que o compreenderá sempre. Não será o caso do amor entre os humanos, mas é algo a ser conquistado.

Enfim o pensamento expressa o sentimento da gratidão, pois este sentimento te coloca acima das intrigas, oposições, negativismo, facilitando a superação de certas situações que consideramos injustas.
Por outro lado, podemos dizer que não existe injustiças, mas em outro momento poderemos abordar o tema.

Gratidão a todos.
Hilton



segunda-feira, 4 de maio de 2015

Ainda choras o que "perdeu"?

Pensamento do dia, segunda-feira, 4 de maio de 2015

"Por que chorais a perda daquilo que, em realidade, vos prendia?"
Trigueirinho

Pois  bem, temos muita dificuldade em nos desligarmos do passado.
Tudo aquilo que tivemos acesso, sejam objetos materiais, como situações vividas, prendemos de alguma forma para mantê-los sob domínio.
Nos prendemos a pessoas e “prendemos” estas pessoas.
Isto acontece porque ainda vivemos intensamente sob o domínio da Lei do Egoísmo. A posse e o domínio participa intensamente da nossa vida.
Com isto retemos coisas, pessoas e situações que deveriam seguir seu caminho, evoluir, cumprir as condicionantes cármicas, se desobrigarem do que as retém e evoluírem.
Somos responsáveis por inúmeros atrasos do processo evolutivo de muitos, pois imputamos crenças desatualizadas, preconceitos, medos, ignorância e as retemos com medo de “perde-las”, como se fossemos donos de algo.

Pelo simples fato de não buscarmos, de não nos atualizarmos, de nos concentrarmos somente nas necessidades materiais e nas distrações da vida física, prejudicamos pessoas.
Nosso tempo livre tem sido dedicado somente para nos distrairmos.
Viagens, passeios, grande gastronomia, festas, etc., tem sido a tônica de todos no uso do tempo disponível. Sobrou pouco tempo para nos dedicarmos ao aprimoramento do conhecimento e da espiritualidade.
Só que, será o conhecimento e a espiritualidade que iremos levar na sequência das vidas futuras.
As viagens, os passeios, a grande gastronomia, as festas, ficarão e não mais serão utilizadas em nada das sequencias futuras, portanto, temos gasto nosso tempo livre para coisas que se perderão no tempo e no espaço, da qual não mais farei uso.
Poucos aliam viagens e passeios a roteiros que poderiam trazer conhecimento e espiritualidade, pois a diversão tem sido a tônica de tudo e quanto mais consumo melhor.
Vivemos muito pouco tempo. 80 anos, 90 anos é um tempo curto demais para compatibilizarmos as ações cármicas com as “novidades” que Deus disponibiliza a cada um de nós. A maioria se retém nas condicionantes cármicas ou nas distrações e termina a vida com um aprendizado quase nulo.

Outro aspecto fundamental é a regra básica de liberarmos o que somos e o que fomos, o que conquistamos, o que aprendemos, o que possuímos para que a renovação aconteça.
Não falamos aqui em jogar as coisas no lixo, mas libera-las. Libera-las e libertar-las para que a própria vida, de forma inteligente, as substitua pelas coisas novas.
Vejam como pessoas entram e saem de nossa vida. Isto acontece porque certos compromissos estavam pendentes e o destino nos reuniu para que  tivéssemos a oportunidade de sana-los. Pode resolver ou não, dependerá da nossa postura em relação a estes envolvimentos. Na maioria da vezes, estamos despreparados e acabamos por repelir as oportundiades, que terão de se repetir nas vidas futuras.
Da mesma forma, acontece com pessoas que vem à nossa vida para alavancar nosso conhecimento e nossa espiritualidade. Podemos aceita-las ou repeli-las.

Quando estamos conscientes que a vida é inteligente e reúne para cumprir as reais necessidades, aproveitamos estas oportunidades, mas para isso temos de estar dispostos a seguir este processo de renovação autentico, que será de acordo com a demanda interna de cada um.
Simplesmente, temos de aceitar.
Esta aceitação é um estado de fé, portanto precisa ser amplo e irrestrito.

Enfim, quando olharmos a vida como oportunidades, viveremos bem, caso contrário viveremos contínuos processos de repetição...


Hilton

domingo, 3 de maio de 2015

A "escuridão" - prenuncio de mudanças.

Pensamento do dia, domingo, 3 de maio de 2015

"Mesmo que a escuridão se faça em torno, sabei que dentro de vós a luz brilha."
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento retrata algo muito importante que na maioria das vezes não sabemos lidar, a escuridão.
Se ela existe, aparece e se faz presente é para notarmos que além dela existe a Luz.

Muitas vezes nos prendemos sob a escuridão. São momentos em que um processo de mudanças está às portas para acontecer.
A escuridão é um sinal claro de que sua jornada de vida no caminho que vem percorrendo, com as ferramentas, o conhecimento e as hipóteses que tem utilizado, não são mais suficientes para o que será em breve revelado a voce.
No entanto, somos relutantes, temerosos, preguiçosos, pois se está bom, médio ou aceitável, não queremos mudanças. Vamos nos confortando, nos adaptando, pois mudanças e novidades incomodam, atrapalham e exigem esforços.
No entanto, a vida e nosso destino nos conhece, e com ou sem nosso consentimento na vida material, muda as coisas, cria o impacto necessário, a escuridão nos envolve e nos encobre e de repente nos vemos impelidos a reagir, a nos esforçamos para sair destes momentos que nos assustam.
Previamente, tínhamos dado este consentimento, ao reencarnar, pois a lucidez no plano astral é muito maior do que a lucidez do plano material.
Tudo que somos, tudo que nos acontece, tudo que imaginamos, tudo que optamos ou somos induzidos a optar, são obras que Deus criou.
Nossos ciclos de vida são experimentais, portanto, as experiências são essenciais para nosso amadurecimento espiritual. Este amadurecimento nada mais é do que conhecer as obras de Deus, desta forma a Luz se destaca na escuridão, a Coragem nos momentos do medo, a Fé na ausência da credibilidade e da confiança, a Vida na sequência da morte, o Bem na convivência com o mal e assim por diante vamos tendo as oportunidades  de compararmos as polaridades divergentes.

Quando aceitarmos isto com naturalidade, a observação será a única coisa necessária, pois todos o resto será providenciado.
Obviamente isto é uma questão de fé.

Que assim seja.


Hilton