Pensamento
do dia, quinta-feira, 17 de setembro de 2015
"Em
uma atmosfera de louvor e gratidão nossa verdadeira imagem floresce. "
Dorothy Maclean.
Pois
bem, qual será nossa verdadeira imagem?
Com
certeza não é esta que temos nos olhado no espelho. Esta demonstra nossas
imperfeições e nosso lado triste.
De
certa forma, a humanidade tem caracterizado ou rotulado pessoas pela sua imagem
imperfeita, distorcida, desprezando o que verdadeiramente cada um é.
Temos
que considerar que habitamos um corpo físico provisório, finito e que se renova
constantemente.
O
que, verdadeiramente somos, é belo, divino, eterno, constante e imutável.
Estas
diferenças no corpo físico, onde as imperfeições externas se ressaltam, não
deveriam ser motivos de classificações, daí nossa grande dificuldade em aceitar
o conceito da irmandade.
O
ser humano perdeu ao longo do tempo, sua vidência e sua capacidade de
“enxergar” o que hoje é invisível. Isto nos distanciou da universalidade, da
pluralidade dos mundos, dos seres e dos universos paralelos.
Perdemos
isto para a ambição e para o egoísmo.
Para
reconquistar tais atributos, temos de deixar de ser ambiciosos e egoístas, pois
tais energias tem envelopado nosso coração.
Estes
aspectos são tão poderosos nos seres humanos, que as divindades usam um
argumento para aprendermos a amar:
Vocês
já devem ter notado como Jesus, Maria e tantos outros Seres que nos acolhem
pedem para orarmos por Eles?
A
princípio isto poderia parecer puro egoísmo.
Vejam
como Maria pede para orar e muito pelo seu Filho, por Ela, pelo seu coração
imaculado, pelo Pai, enfim, será que não posso orar pelo meu filho, minha
filha, meu irmão...?
Pois
bem, como somos muito parciais e não reconhecemos a irmandade entre todos,
oramos egoisticamente e ambiciosamente somente por quem temos afinidade, grau
de parentesco, interesses, simpatia, atratividade ou coisas semelhantes.
De
maneira geral, pouco importa se o negrinho na África está morrendo por falta de
alimentos, remédios, agua, etc., dificilmente o incluiríamos nas nossas
orações.
Quando
fazemos nossas orações voltadas para Jesus, para Maria, para Deus, ou outras
divindades, Estes recebem nossas orações e espalham pela face da Terra,
na medida certa das necessidades pela energia orante.
Portanto,
em absoluto, existe algum sinal de egoísmo nestes pedidos, mas uma forma
simples e direta de usar-se uma energia tão poderosa como a energia orante,
para atribui-la ao conceito da irmandade, que os seres humanos da Terra não
reconhecem.
No
entanto, muitas vezes, temos forte impulso para orar por alguém. Menos mal
seria se ao orarmos para este alguém, ofertássemos, no final da oração, à
Maria, ou Jesus, por exemplo, pois assim deixaríamos a Eles, que se incumbissem
de dosar adequadamente a energia orante para quem ofertamos e para quem possa
ser ofertado.
A
gratidão, quando presente, é o start de impulsos incríveis.
Deveríamos
agradecer por tudo, inclusive pela doença e pelas dores que nos assolam, pois
estas são purificadoras e agem para nos desobrigar de momentos ruins, de farto
estresse, ou da antecipação da desencarnação.
A
gratidão remove montanhas, separa as águas, modifica caminhos, abre o coração,
rompe barreiras.
A
contrapartida negativa da gratidão é o orgulho, a vaidade, os ciúmes.
Enfim,
se refletirmos sobre tais atributos, poderemos reunir uma atmosfera de louvor,
que refletira nossa verdadeira imagem e aí veremos como somos belos, elevados e
divinos.