sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Aliás, o medo que sentimos é o medo de nós mesmos.

Pensamento do dia 23 de outubro de 2015

O cumprimento da tarefa maior, parte de um plano infinito, não é para ser cerceado pelas condições do viver humano.
Trigueirinho.

Pois bem, o ser humano interfere demais nos domínios que a ele não pertence.
Pelo motivo da maioria desacreditar num Plano Maior, onde todas as formas de vida tem um destino certo e pré definido, nos alienamos da sua existência e da nossa participação.
Esta participação poderia ser ativa, melhor, contribuindo com que está vindo do Alto, ou passiva, onde evitaríamos inúmeros desgastes no quadro emocional.
Mas em todas as épocas, desvirtuamos os ensinamentos deixados por Aqueles que organizaram as civilizações nos vários continentes do planeta, transformando nossa origem divina nesta balburdia generalizada, onde ninguém se entende e pouquíssimos colaboram.

A individualidade, preservada em face dos diferentes níveis de consciência que o planeta abrigou, deveria ser motivo de aproximação e não de distanciamento entre raças, cores de pele, formas de se viver, fronteiras e outras ilusões que cada vez  mais vem aumentando os níveis de confusão entre todos.
A Terra foi povoada de raças oriundas que traziam em si o modelo do arquétipo perfeito.
Por ser um planeta cármico, ou de expiação, tinha a obrigação de receber vários seres de várias origens, de  vários outros mundos, que caminhariam juntos novamente para alinharem-se no livre arbítrio, ou seja, por vontade própria deveríamos achar um modelo comum de vida confortável para todos.
Fomos, no desenvolvimento das raças estabelecidas no planeta, desvirtuando o arquétipo perfeito que deveríamos alcançar, onde em determinados momentos estes modelos perfeitos foram desprezados e seguiu-se a base da balburdia.
A história da Torre de Babel, possui um significado muito interessante neste contexto que pode nos dar uma ideia melhor.
Mas nunca ficamos sozinhos, desamparados, ou esquecidos.  Acontece que este alinhamento deveria acontecer por inciativa dos seres humanos da Terra, mas, seduzidos com a pobreza da riqueza material, desvirtuamos todos os conselhos dados e nos refugiamos no egoísmo.

Isto é o que vem acontecendo até hoje, de forma clara, explicita e real.
Muitos ainda continuam pensando em si próprio e passam as vidas totalmente focados nas conquistas materiais, repetindo, repetindo e repetindo várias vezes um destino muito semelhante aos anteriores.
Esta monotonia hoje nos agonia, nos frustra, nos deixa emocionalmente desequilibrados e com muito medo. Nos distanciamos significativamente dos parâmetros originais destinados para a raça humana da Terra.
Aliás, o medo que sentimos é o medo de nós mesmos.

Por isso deste recado de hoje, onde esboça o objetivo da não interferência.
Temos sido instruídos continuamente para “descobrirmos” nosso lado espiritual, sensível, oculto por assim dizer, completando a outra metade da qual somos compostos e que muitos desconhecem.
A palavra CONFIA precisa ser explicita, aplicada e levada a sério.
Desejar ou entender que esta palavra irá melhorar as condições da vida material, não tem razão de ser, pois materialmente estamos no período da transição planetária, onde tudo, sem exceção, mudará.

Neste momento a palavra CONFIA nos trará forças, amparo, um pouco de paz, retidão e nos remeterá para que as ajudas se façam presente em todo o nosso ser. Isto significa certo equilíbrio emocional, certo alinhamento mental com a alma, aumento da capacidade de suportar fisicamente certos movimentos da vida e do planeta, enfim será um apoio imprescindível no turbilhão de coisas que estão acontecendo e que irá piorar.

O desejo de vivermos no mundo ideal é real e verdadeiro, só que para isto acontecer é preciso desconstruir o que está errado.
Encarar as coisas com conhecimento de causa já é um conforto. Evidenciar que as perspectivas futuras serão excelentes fica melhor ainda, portanto o que precisamos agora e forças para esta grande conturbação que está às portas.

Parem um pouco o que estão fazendo.
Reflitam sobre a vida que vem levando.
Avaliem as perspectivas do plano material, sob a ótica mundial.

Agora remetam-se aos aspectos da vida espiritual, da origem divina a que pertencemos e ao continuísmo inevitável que teremos.
Veremos que  “Confiar”, nos aspectos divinos da vida, é o que importa.

Se chegarem a esta conclusão acelerem a Busca, reavaliem as prioridades, foquem no que precisam descobrir a este respeito e não troquem o tempo precioso que nos resta.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Reflita sobre teus anseios.

Pensamento do dia 22 de outubro de 2015.

Mantém o coração para sempre aberto à necessidade do mundo.
Trigueirinho.

Comentários:
Como foi anunciado na reunião desta terça, Maria nos deu o tema para a próxima Vigília em Oração: “A aproximação da alma para com a mente”.
Desta forma, pedimos a todos que tem interesse em participar, que comecem a preparar-se, refletindo sobre o tema em questão.
Há possibilidades de utilizarmos 2 finais de semana, ou seja, 2 sábados, provavelmente, sendo um preparatório e o outro a Vigília.
Estamos aguardando novas Instruções.

Pensamento:
Pois bem, o pensamento, nos indica a necessidade crucial de evoluirmos.
De nada adianta tornarmo-nos pessoas instruídas, conhecedoras, com muita informação, se não disponibilizamos e aplicarmos.
O erudito, o que se considera inteligente e culto, ou excepcionalmente culto, fazendo certas reservas nos seus relacionamentos,  apoia sua cultura e sua performance nas ideias dos outros.
Busca na literatura sua performance, abarcando ideias filosóficas complexas, mas não as pratica, não as emprega, não as adapta para o cenário atual da vida cotidiana, mantendo para si esta cultura que vai com o tempo se corroendo, se deteriorando como o cérebro se deteriora com o passar dos anos. Um indivíduo culto normalmente fica impermeável às novas informações, à intuição, pois julga-se satisfeito com que conseguiu, mantendo para si o que poderia ser de todos.
Ao morrer leva para o nada esta vasta cultura inútil, pois não as empregou para a sua vida e para a vida de todos, confirmando a inutilidade de tanta cultura adquirida.

O homem sábio em primeiro lugar é humilde e submisso às necessidades da vida e de todos. Aprende a empregar sua sabedoria para melhorar as condições de sobrevivência e de elevação espiritual de todos. Compartilha o tempo todo, pois mantem o coração aberto à necessidade do mundo.
Não interfere e sabe calar-se quando for inconveniente ou quando pressente que de nada adiantará expor esta sabedoria.
Não se sente dono da sua sabedoria, pois aprendeu que isto pertence a Deus, portanto, pertence a todos.
Tem uma função primordial de adaptar o conhecimento que lhe foi “emprestado” para as diversas situações e momentos, no meio em que vive.
Esforça-se para aprender cada vez mais, mas ao mesmo tempo ensinar tudo que sabe, sem reservas, sem domínios, sem propriedades daquilo que por princípio é de todos.
Entende com clareza sua missão como humano, no meio dos humanos e percebe suas prioridades, colocando dados e informações conforme sua intuição assim o definir, desta forma, fica disponível o tempo todo para atender as necessidades que lhe virá à mente quando o Plano maior, que tudo vê e tudo sabe, assim o definir.
Desta forma, aprendeu a servir, ser útil e consequentemente evolui.

Sempre iniciamos nossa sabedoria pela cultura, ou seja, na medida que formos estudando, nos dedicando a compreender e refletir os ensinamentos, na sequencia  partimos para a Busca.
Se não aprendermos a Buscar, estancamos e viveremos das observações dos outros, que nem sempre poderão atender as nossas necessidades.
Com muita perseverança, vamos dando provas do nosso valor e das nossas metas alinhadas com as Instruções superiores, até nos tornarmos aptos a acessarmos os arquivos da Sabedoria Universal.
Nesta descomunal biblioteca esotérica, que contém as origens e as histórias de todos os mundos, de todos os universos, arquivos são selecionados, para que na medida da nossa capacidade de compreensão e da nossa performance espiritual, possamos ter acesso e distribuir aos nossos pares aquilo que os incentivará no seu processo evolutivo e na tão necessária ESPERANÇA.

É assim que o Plano age sobre nós e sobre nosso progresso espiritual, como também o material.
De tempos em tempos os mundos recebem Seres Divinos que aceleram certos processos evolutivos, trazendo informações especificas, ou “descobertas” no campo da ciência, da tecnologia, da medicina, da filosofia, etc.,  dando chances para que as humanidades deem um “up!” nos seus estímulos e na sua evolução.
Cada mundo possui comandos de Seres que coordenam as metas evolutivas de seus habitantes, envolvendo todos os reinos.
Temos chamado de Hierarquias, pois sua complexidade ainda não entendemos.

Portanto, quando mantemos nossa coração aberto, na realidade mantemos o acesso a todas estas Estruturas Elevadas, gigantescas e de ampla assistência em tudo que fazemos nos aspectos positivos.
Da mesma forma, na contrapartida, tudo que fazemos de errado, mantemos o acesso a todas estas Estruturas Negativas gigantescas e de ampla assistência em tudo que fazemos nos aspectos negativos.
Esta ambiguidade, permite que o livre arbítrio funcione.

Portanto, vejam que a vida é  muito mais complexa e excessivamente compartilhada, o lado de cá com o lado de Lá.
A maioria só aceita e assimila o lado de cá. Isto destoa da realidade da Vida Grupal que é a Vida Real no Universo.
O lado de cá, possui limites extensos e extremos.
O lado de Lá tem uma amplitude sem limites, sem entraves e o que nos dá acesso à sua Estrutura é nossa própria capacidade evolutiva.
Portanto, querer sair do lugar comum, estar insatisfeito, sentir medo, angustiado, manter-se sem esperanças, é um sinal claro da tua alma clamando por mais sabedoria.


Reflita sobre tais argumentos e se convencido, inicie ou retome imediatamente tua Busca.
Hilton

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Por isso, que não tem tempo, não sabe administrar o seu tempo e se desconsidera no contexto da vida coletiva.

Pensamento do dia 21 de outubro de 2015

És chamado a servir. No percurso de volta à Morada, a doação te abrirá as portas de um novo tempo.
Trigueirinho.

Siop meb, és chamado a servir.
Nesta brincadeira de invertemos as letras das palavras, como foi no título de ontem , temos um significado muito importante a ser esclarecido que “coincide” com o tema de hoje.
A comunicação do Plano Divino, não acontece como estamos acostumados no mundo material, onde há uma objetividade explicita de fazer ou não fazer, mas sem pensar e decidir.
Vejam que quando os recados tem objetivos diretos, retos, não temos necessidade de pensar, de refletir, de absorve-lo para decidirmos o que fazer, quando fazer e se faremos.
As mensagens do mundo das formas são explicitas, pois as forças involutivas exigem que façamos sem questionar, sem pensar, sem refletir ou seja, devemos agir quase  inconscientes do que estamos fazendo.
Por trás disto pode conter insinuações graves de desvios de condutas e de intenções nefastas que nos levam para a pior opção com relação aos aspectos evolutivos. As consequências recaem sobre nós mesmos, pois se assim fizermos foi no livre arbítrio, de forma burra, mas foi.
Isto é notório, tradicional, escancarado.
Vejam as leis da sociedade, onde de forma geral, contém uma direção única onde ninguém pode pensar, refletir ou ter chance de dialogar. Por isso que são tão tendenciosas, maldosas, nivelando sempre por baixo ou abrindo brechas enormes para que as más intenções, os desvios, o oportunismo possa prevalecer em cima daqueles que não se coadunam com tais intenções.
Isto vem derrotando nosso sistema de vida, dando brechas para que mais e mais oportunismo acontecem para alguns poucos “beneficiados” nas brechas das leis.
Estamos vivendo um mundo de atrocidades, de descalabro, de sofrimento, de pressões negativas, onde a impotência não é só uma sensação, pois é real e verdadeira.
Infelizmente não tem mais conserto.

Nas comunicações do Plano Elevado, recebemos sempre mensagens dúbias, na forma de indicações, de sugestões, de parábolas (usadas intensamente nas mensagens de Jesus ou em livros santos), justamente para que todos possam ter acesso, ou seja, todos os “níveis de consciência” possam pensar, refletir, analisar, absorver, decidir-se e aplicar.
Claro que para cada nível de consciência haverá interpretações distintas e muitas vezes bem distante uma das outras, mas isto faz parte do aprendizado e da possibilidade de progresso. Isto acontece para nos estimular pelos erros e acertos, a progressão dos níveis de compreensão.
Ao mesmo tempo, um mesmo texto sagrado, contem energias para todos estes níveis de consciências, abarcando pessoas de diferentes origens, conhecimentos, inteligências, destinos e ciclo de experiências.
Deste modo cada um deverá trabalhar seu próprio progresso para cada vez mais, compreender melhor um mesmo texto.
Um mesmo texto será interpretado de forma bastante limitada por alguém de baixo nível evolutivo, onde as considerações irão girar sempre em torno de si próprio.
Este mesmo texto, lido por alguém de alto nível evolutivo, terá uma interpretação muito mais ampla, abrangente, onde considerações no âmbito coletivo será o forte da mensagem, remetendo este indivíduo para outras esferas de raciocínio, de interpretação e consequentemente de Serviço.
Portanto, um texto divino não vem com o “pacote completo”, vem para amplas reflexões e aplicarmos na medida da sua necessidade, onde o livre arbítrio prevalecerá sempre.

Um texto sagrado não se curva ao tempo, ou seja, é sempre atual, sempre útil e em todas as épocas, pois faz parte da vida infinita de cada ser.

Notem que as mensagens diárias do Trigueirinho e de tantos outros que utilizamos para as informações, são absolutamente genéricas e espaçosas em termos de interpretação.
No texto: No percurso de volta à Morada, a doação te abrirá as portas de um novo tempo.
·         Morada: A nossa origem, ao nosso próximo momento, a outros mundos, enfim ela pode se estender para os devidos momentos do eterno presente que iremos aprender a viver;
·         Percurso: Longo, curto, eterno, para onde, em corpo físico, astral, espiritual, enfim podemos situar este percurso em diversos momentos da nossa eternidade;
·         Doação: ato continuo em qualquer circunstância, momento, posição, local, etc., ou seja é uma atitude inerente à Lei do Amor que funciona em todo o Cosmos (universos), a ser praticada de acordo com a capacidade de cada um em cada momento. Uns doam objetos usados, outros doam amor, a própria vida, sabedoria.
·         Portas: abertura para caminhos, estágios, dimensões, sistemas de vida, circunstancias, enfim algo se abre no momento em que estivermos prontos para este algo;
·         Novo tempo: continuísmo da vida material, da vida espiritual, da infinitude, para as novas Fontes, enfim inúmeras possibilidades se abrem, portanto, o novo, a novidade é uma constante na vida do indivíduo em ascenção. Não existe monotonia. Se paramos, fomos nós que assim o fizemos.

Desta forma, podemos dizer que os textos sagrados nos dá uma chance, diferentemente dos textos impuros que tem travado nossa vida, onde não devemos pensar, refletir e principalmente decidir.

Nestes textos impuros alguém já decidiu por nós, arbitrou e impondo, nos conduz a seu bel prazer. Por isso que temos nos sentido uma marionete na vida cotidiana, onde muito é proibido e o pouco que é permitido vem provido de intenções ocultas e fragmentadas, para nosso bloqueio da ascenção espiritual, produzindo ao mesmo tempo aquela sensação de frustração.
Estes textos vem carregados de ódios, frustrações, ressentimentos, nos induzindo a trabalhar intensamente com formas negativas da vida como um todo.

É preciso sair deste ranço moral, mental e absolutamente emocional.
Leiam um texto e antes de decidirem reflitam, coligam-se com seu estado mental mais elevado, acessem sua espiritualidade, deixem fluir as intuições da alma, levem ao seu coração e com muita calma decidam.
Não tenham medo de perder, pois o que importa é o que estarão ganhando com esta liberdade de escolha, de retidão e de caráter.


Por isso, que não tem tempo, não sabe administrar o seu tempo e se desconsidera no contexto da vida coletiva. Para estes as “ajudas” ficam sempre em compasso de espera para que se decidam sobre si mesmos.
Hilton

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Uet otnemom es amixorpa.

Pensamento do dia 20 de outubro de 2015.

Caminhaste na Luz; agora prepara-te, pois ora em diante deverás ser a própria Luz.
Trigueirinho.

Pois bem, nesta enxurrada de informações diárias que temos recebido, encontra-se por trás uma Estrutura imensa, de Seres, Instrutores, Hierarquias, Filósofos,   além da Família Sagrada (Jesus, Maria e José), onde digamos, se encontra o elo mais próximo da DIVINDADE com os seres humanos da Terra.
Quando falamos de Família Sagrada, isto agrega também, homens santos e mulheres santas, que em seus Lugares de origem são Seres de elevada inteligência espiritual, cujo amor e o ato de doar-se para conosco é inimaginável. São estruturas complexas, exuberantes, cuidam de mundos e de civilizações por todo o universo. Isto se repete em todos os universos.
Nos reinos minerais, animais e vegetais, outras estruturas de Seres, como os Devas, desenvolvem um trabalho evolutivo no processo de ascenção de todas as formas de vida, além da hominal.
Este desconhecimento que a maioria possui, pois fomos impedidos nas religiões manipuladas por indivíduos fracos, omissos e submissos às forças involutivas, limitou nosso desenvolvimento e conhecimento desta maravilhosa assistência invisivel que nos sustenta.

No entanto, percebe-se que esta maioria ao tomar conhecimento, continua impermeável a isto tudo, focando-se essencialmente nos seus , digamos, essenciais objetivos finitos, perecíveis e materiais, não conseguindo avaliar este importante momento, nesta importante encarnação aqui na Terra.
Continuam presas nos seus objetivos pequenos e submissos a crises emocionais, crises de medo, crises financeiras, crises de perda material, crises de ciúmes, crises de ganancia, crises e mais crises que não levam e não somam absolutamente nada.
Não percebem a Estrutura que hoje nos acolhe e nos guia e que não pode interferir, tornando-se cada vez mais decaídos e submissos àquilo que os levará para muito além do fundo do poço.

Jamais e em tempo algum, tivemos tanto ajuda em tão pouco tempo e com tanto potencial envolvido.
Um final de ciclo assim exige e assim é feito, mas pelo livre arbítrio isto tem de ser aceito pelos ajudados.

Comentamos o que foi aqui exposto, para que possamos chegar a uma importante conclusão de que ao aderirmos a esta Conjuntura elevada nos tornamos parte essencial da mesma Conjuntura elevada.
Esta Conjuntura elevada tem como meta o Serviço a todos aqueles que necessitam vencer a etapa final do livre arbítrio, para a passagem de um mundo de expiação para um mundo sagrado.
Desta forma, cada um de nós poderá se tornar parte desta Conjuntura essencial, como extensões práticas no solo da Terra para todos os nossos irmãos que tenham possibilidades de vencerem esta jornada final na transição planetária.
Obvio que aqueles que se renderam ou se venderam para forças involutivas, se corromperam, se tornam párias da humanidade, já tem destino traçado e definido, mas a grande maioria não. A grande maioria precisa somente sair do processo ilusório em que vive, pois preocupam-se somente com as coisas materiais, com esta pobre e remendada sobrevivência, mas já sentem no fundo do coração que esta forma de se viver não serve mais.
Portanto, para aqueles de vocês que sentem esta obrigação, este fogo interno de mudanças, não devem mais continuar a se distraírem somente com estes brinquedos e geringonças ultrapassadas do mundo das formas.

Além das obrigações no plano material, devemos nos dedicar a estes processos de instrução, de buscas, de aperfeiçoamento, pois uma hora tudo isto nos será exigido. Não será pelas Divindades, mas será pelos nossos amigos, familiares, companheiros, enfim pessoas próximas que hoje nos observam discretamente, mas que estão nos consolidando como referências no plano material.
Nestes momentos de profunda aflição e medos, seremos exigidos de um lado pelos nossos pares e do outro lado teremos de ter fluidez e capacidade de absorver as instruções intuitivas que virão para conduzir a todos.

Todos nós que estamos tendo a oportunidade de participar destas Instruções, aconteceu por termos escolhido ser assim antes de reencarnar, portanto, no plano astral também participamos de vários eventos desta natureza com Trabalhos preparatórios em várias ocasiões,  mas num corpo astral.
É preciso nos conscientizarmos que se somos “escolhidos”, na realidade, “escolhemos” estes padrões de Tarefas.
Não se subjuguem, não se limitam, não se desprezem, pois nosso despertar só acontece quando efetivamente nos dedicarmos ao que interessa.

Revejam suas posturas, seus critérios de responsabilidades, a importância de tais eventos em nossa tão ocupada agenda diária, pois quando tivermos de dar conta do recado precisaremos estar devidamente preparados.


É preciso muita reflexão sobre este comunicado para avaliarmos se é isto que queremos e se estamos nos preparando adequadamente.

Hilton

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Questão de foco.

Pensamento do dia, sábado, 17 de outubro de 2015

"Cuida para que tuas palavras não estejam repletas de formosura e vazias de verdade."
Trigueirinho

Pois bem, sabemos que vivemos no mundo das mentiras.
Verdades são distorcidas em cima de interesses, mesmo que para isto, muitos possam sofrer e se prejudicar.
Na mentira, pessoas são mortas, famílias destruídas, cidades se tornam palco de disputas e países sofrem profunda exploração de seus bens e de seus cidadãos.
Na política, nem se fala. Temos tido a possibilidade de assistir na televisão, como os interesses pessoais se sobrepõem aos interesses do bem comum.
As leis em geral atendem interesses dos grandes grupos, onde brechas e distorções foram planejadamente articuladas para facilitarem os “entraves” nas aplicação das mesmas.

Este retrato da sociedade é cruel, pois tem nos levado ao máximo da ganancia e do egoísmo. Sem dúvida forças malignas, atuam na influência de cidadãos fracos, que se corrompem na tentativa de beneficiar-se, com muitos privilégios acima do cidadão comum.
Isto tem um preço muito alto, pois carmicamente, cada indivíduo que se corrompeu ou vem corrompendo, seja da forma que for, cumprirá condicionantes cármicas com todos os cidadãos envolvidos. Um governante responderá por seus carmas, com todos os cidadãos do país. Um líder mundial, com todos os cidadãos do mundo.
Além disto, decisões que possam prejudicar os demais reinos, serão carmicamente cobrados, também.
Por isso que a Terra expurgará inúmeras almas que não condizem com seu novo formato, que está em vias de acontecer, como solo sagrado num futuro muito próximo.
Algumas almas morrerão, como já dissemos, devendo renascer e recomeçar nos primórdios do seus processos reencarnatórios do plano material. Será uma longa e exaustiva jornada, em condições deploráveis, se comparadas com a atual, mesmo que a atual não seja boa.
Não há ação que não desencadeie uma reação. Se positiva, reação positiva e evolutiva. Se negativa, reação negativa e retrocesso no mundo das formas. Espiritualmente, nada se perde e nada retrocede, mas estagna-se até atingir novamente um ponto de equilíbrio.
O que estamos assistindo no nosso mundo, a falência das Instituições e pessoas, devido a este comportamento contrário às Leis Regentes, ao amor, não tem escapatória. Nada foge aos critérios de Deus.

Desta forma, independente das circunstancias aparentes, ilusórias, mentirosas que vivemos, não devemos adotar medidas que possam contrariar nossas metas evolutivas.
Temos de nos desapegar destes problemas, de exigir punição para quem quebra as próprias regras criadas no mundo das formas, pois tudo será devidamente ajustado, não por nós, mas pelo Criador.
Quando fazemos isto desviamos o nosso foco, perdemos objetividade e acrescentamos mais uma das inúmeras ilusões que vivemos. Não há mais como combatermos e termos sucesso nesta empreitada, pois estamos fracos demais para esta batalha.

Nosso foco tem de ser elevado, pessoal, carismático. Temos de trabalhar nossa fé e nosso equilíbrio, pois muito nos será exigido nos momentos finais da virada cíclica. Precisamos reunir forças internas e aprendermos a abraçar o que virá do céu, pois sozinhos seremos arrastados pela multidão de indivíduos descontrolados, por forças involutivas desesperadas, nas forças telúricas jamais presenciadas por um ser humano da Terra.
Hilton

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Postura correta.

Pensamento do dia16 de outubro de 2015.

Sábio é quem acolhe a quietude e, silenciando sua natureza terrena, se aproxima do espírito.
Trigueirinho.

Pois bem, o indivíduo que se desperta para trabalhar sua espiritualidade, deve mudar de postura. A quietude, a reflexão, o silencio, em especial o silencio mental, devem fazer parte dos seus esforços para o equilíbrio.
Apaziguando seus corpos externos, o mental, emocional e físico, começa dar chances para que seus corpos internos, o astral, anímico e espiritual, possam acessá-lo com mais frequência.
Vejam, carregamos aquele estigma de que Deus interfere diretamente sobre todos nós.
Claro que não, se assim fosse, perderíamos a liberdade e em especial o livre arbítrio. Deus indica o caminho aos nosso corpos internos e estes por sua vez influenciam o corpos externos.
Nesta sucessão de comandos, quando nos focamos somente na vida material, na vida externa, bloqueamos o acesso aos nossos corpos internos, permanecendo isolados e ao sabor das emoções, da personalidade e da racionalidade (que muito pouco ou quase nada conhece sobre a Vida).
A maioria procede assim, isola-se de seus corpos internos e com isto navega ao sabor das tendências do mundo das formas, do mundo material. Isto acentua terrivelmente as influencias, mais negativas do que positivas do meio em que vivemos.
Este artificio foi criado pelas forças involutivas que soube agir com muita perspicaz sobre nosso mental e em especial sobre nosso emocional. Criou os preconceitos, as ilusões e por fim os medos. Ao completar este quadro mental ilusório, preconceituoso e amedrontador, nos dominou e com isto vem dominando os caminhos da natureza humana na superfície terrestre.
No livre arbítrio, nos deixamos levar, amolecemos, cedemos e nos entregamos aos preconceitos, à ilusão e aos medos.
Por isso que a maioria tem medo de morrer, não admite a vida externa ao nosso planeta e apegou-se completamente aos desejos do ser mais, ter mais e poder mais.
Quando temos mais, somos mais e podemos mais, no plano material, a vida torna-se excessivamente lenta, pois fica muito pesada, compromissada, pegajosa e nos acorrenta ao egoísmo e a ganancia. Para romper este envoltório poderá levar séculos de profundas ausências e muitas dificuldades.

A postura correta é da leveza, do descompromisso, da abertura, da entrega de si, da fluidez, onde alinhando-se com as Leis Regentes, cuja base é amor altruísta, você se aproxima do seu espírito (corpos internos), consequentemente, abreviando seu contato com o Criador (pelos corpos internos).

O momento atual é ímpar para que esta possibilidade se acentue em quem quiser.
Todos, sem exceção, num determinado momento da vida material, neste final de ciclo, ficará sem nada, pois todas as estruturas materiais, societárias, empresarias, politicas, financeiras, armamentistas,  etc., enfim todas as organizações sejam para que fim foram criadas, irão entrar em colapso total. Este tem sido um panorama bem claro para quem já abriu os olhos.

O plano astral, onde vamos após morrer, sofrerá as mesmas consequências, pois ali ainda existem níveis ilusórios intensos, portanto, estas carências acontecerão também.
Desta forma, seremos ajudados a nos desapegar do mundo das formas, do mundo das ilusões, restando portanto os aspectos emocionais que precisarão ser adequados e controlados pela ausência das ilusões.
O mundo material desprovido das Instituições que conhecemos, o mundo emocional sem os apoios materiais que hoje tanto precisa, o mundo mental onde a razão e a racionalidade não se aplicam mais, nos tornará indivíduos com uma única possibilidade, apoiarmo-nos no mundo espiritual.
Portanto, vencendo os medos, seremos indivíduos aptos a espiritualizar-se.
Pois bem, conhecer e estudar com antecedência estas possibilidades nos prepara melhor e com isto podemos acelerar este processo, administrando com dignidade os momentos de caos.

Portanto, como diz o pensamento, sábio é quem acolhe o espirito.

Hilton

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Sabemos o que é ser livre?

Pensamento do dia 15 de outubro de 2015

Quem se entrega à condução da Lei nada tem a afirmar; é aprendiz do aprendiz.
Trigueirinho.

Pois bem, como dissemos, não há necessidade de sermos absoluto conhecedores da Lei. Claro que isto seria muito conveniente e poderíamos aplica-la na sua forma correta, evoluindo e aprendendo coisas incríveis, inacreditáveis para a maioria, gerando um alinhamento e um equilíbrio que nos tornaria pessoas completamente diferentes do que somos hoje.
A saída neste momento é muito simples, fácil sob um ponto de vista elevado e autentico: aplicarmos o amor em tudo que fazemos.
Para aplicarmos tal sentimento, se assim podemos chamar, o desinteresse por reciprocidade e resultados é básico neste processo. A competitividade, seja lá sobre o que for, também.
Isto pode parecer a princípio, uma perda.
No desenvolvimento desta nova postura, iremos começar a sentir ganhos incríveis, em especial, a paz.
Ainda não sabemos o que é paz, pois há séculos, há vidas, não conseguimos atingir esta paz. A paz independe das circunstancias externas, do meio ambiente e das dificuldades materiais. Fala-se aqui da paz interior. Esta quando implantada é inabalável. Nem a dor física consegue abala-la.
Outra sensação incrível é a liberdade.
Sentimento que poucos conhecem, é um elemento ainda estranho para muitos.
A liberdade que se fala aqui na Terra, não tem nada a ver. É algo tão tosco e grosseiro que nem se aproxima deste sentimento tão nobre e tão belo.
A liberdade daqui é balburdia, quebra das regras, quebras das leis, posse, intimidação, ganancia e tantas outras coisas que só existem em mundos atrasados como o nosso.
O ser humano da Terra está sedento de coisas autenticas, verdadeiras, originais, mas devido ao nosso posicionamento ilusório e submisso ao egoísmo, aos medos e às forças involutivas, bloqueamos estas coisas autenticas, nos iludindo de fantasias que não servem para nada e não ajudam ninguém.

Ser aprendiz do aprendiz, na Lei, é algo muito importante, pois o melhor disto será encontramos o verdadeiro caminho.
Caminhar por este caminho será, sem dúvida, um feliz e maravilhoso passeio pelo universo e pela vida.
A prática do amor precisa acontecer em cada um de nós.
O pré requisito para isto e abandonar o orgulho e a prepotência, em especial pelas posses adquiridas e pelos insonsos desejos de ser mais e ter mais.
Como fomos instruídos na informação de ontem, temos de anular certos graus de competitividade, pelo menos nos níveis pessoais, pois só assim iremos iniciar um processo de capacitação para a lei do Amor.
Buscar intensamente nosso lado oculto, espiritual, nunca será uma perda de tempo, mas pelo contrário, definirá toda a nova sequência dos próximos momentos desta vida e das futuras. Não há investimento maior e melhor que este.

No entanto, tudo isto precisa partir de anseios internos e não de atos comparativos ou sugestões fracas e de momentos. É preciso consolidar, atravessar provas que a vida ira lhe colocar para você mesmo avaliar se suas intenções  são reais e verdadeiras para este novo caminho. Vencida esta etapa, inicialmente você se tornará um novo ser Humano, sim humano com H, pois novos conceitos serão incorporados no teu coração.

Repense sobre você, sobre sua vida, sobre seu destino, sobre suas aspirações, sobre seu equilíbrio.
Não queira “consertar” alguém sem se sentir apto a fazer isto e esta aptidão virá após você se sentir “consertado”.

Enfim vamos refletir e seguir estas Instruções, pois Quem as está passando, crucificou-se para nos mostrar a fidelidade que manteve com o seu amor para com a humanidade da Terra.

Nossa gratidão ao Filho de Deus, que Graças a Deus continua firme e absolutamente tolerante com nossa humanidade.
Hilton


quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Precisamos conhecer nossos filhos.

Pensamento do dia, quarta-feira, 14 de outubro de 2015

"A simplicidade é o aroma que exala das flores da Sabedoria."
Trigueirinho.

Pois bem, simplicidade, uma postura difícil de assumir, pois no geral, quanto mais complicado, ilusoriamente parece ser melhor.
A vida é bastante simples, desde que sigamos as Leis Regentes.
Simplificando esta frase, se colocássemos o amor em tudo que fazemos, todas estas Leis seriam naturalmente atendidas.
No entanto, colocamos a competitividade no que fazemos e pensamos, daí tudo se complica, desvirtua-se e se enrosca na ganancia, no ciúmes, enfim, no egoísmo.
Além da ignorância sobre nossa contraparte espiritual, o que vem detonando nossa humanidade é a competitividade.
Inicialmente a competitividade gerou efeitos positivos na evolução do plano material. Fortaleceu a ânsia do progresso material, gerando inúmeras experiências necessárias para nosso conhecimento no mundo das formas.
Infelizmente, paramos neste estágio. Não superamos esta fase e permanecemos até hoje num aspecto que há muito já deveria ter sido encerrado, concluído.
Com isto, aprimoramos o egoísmo, a ganancia, o poder do dinheiro e a posse acima do bom senso e da racionalidade da vida comum.
O resultado não poderia ser diferente. A vida em geral perdeu seu valor e hoje matamos acentuadamente indivíduos de todos os reinos, desprezando a tênue e sensível energia do amor.
Nos desunimos, nos perdemos, violamos e acabamos por ser reféns da própria cobiça e ambição.
Deixamos de ser simples, complicamos o que é simples, perdemos o olfato e as sensibilidades para percebermos o doce aroma que exala as flores da Sabedoria.
Em compensação, a ignorância assumiu sua forma arrogante e presunçosa de definir, erradamente, os valores sobre a vida e sobre a morte.

É preciso restabelecer a simplicidade e uma das formas é a retomada do conhecimento, da sabedoria, pela busca incessante e incansável sobre os atributos da nossa contraparte espiritual.
Precisamos nos conhecer interiormente, aprender a escutar a voz do coração, aflorar novamente nossas sensibilidades que acabaram por adormecer pelo seu mau uso e pela sua falta de uso.
Um pai e uma mãe não conhece o seu filho. Eles podem conhecer todas as “dobrinhas” daquele corpinho frágil, mas as características que se acentuam naquela criança, se tornaram irreconhecíveis para seus pais e para todos.
Tais características irão formar a personalidade, as tendências corretas e incorretas, o caráter, o potencial e a capacidade de serviço ao bem comum. Isto é o que realmente importa e o que poderá transformar esta criança numa pessoa importante para toda a humanidade.
Guardada as devidas proporções, Maria sabia desde o princípio que seu Filho pertencia à humanidade e não a ela e seu esposo José. Isto fez com que Ela interferisse positivamente na educação básica e essencial (que se deu junto aos essênios) para que seu Filho tivesse a formação necessária para receber o Cristo.

Enfim, precisamos refletir, parar pelo menos de competir entre si ( na família, nas amizades, na vida social), já que nas empresas seria algo inadmissível.
Isto nos tornará mais leves, mais sensíveis, mais receptivos, podendo ampliar nossas atuais sensibilidades.
Olhar nossos filhos com outros olhos e não neste conceito, absurdamente ultrapassado, de “posse e propriedade”, dando a eles a devida responsabilidade, desde que consigamos ajuda-los a aprender sobre si próprio (na matéria e no espírito).
Ou seja, precisamos reprender a ver a vida exatamente como a vida é e não a forma ilusória como a temos visto.


Para reflexões.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Porque estas coisas não vem de forma mais fácil para termos acesso?

Pensamento do dia 09 de outubro de 2015.

Ama. Ama com ardor e pureza O que tudo criou.
Trigueirinho.

Pois bem , este pensamento sela as informações anteriores.
A base da vida é o amor.
O trabalho, os desejos, as necessidades materiais, o chamado progresso material, as sociedades, a evolução humana, enfim a vida em geral, sem este atributo não se sustenta.
É impressionante como as pessoas desprezam esta afirmação e se dedicam a fazer as coisas desprovidas dos seus reais e elevados sentimentos.
Mascaram demais suas posições, preferencias, suas verdades, inclusive seus medos, para não saírem do “trilhos” que a sociedade construiu sob milhares e milhares de almas aprisionadas a regras que destoam completamente da base da vida.
A competitividade e a ganancia dominam as fontes da vida terrena e como consequência formou-se o caos na superfície da Terra.

Ser religioso, ou acreditar em algo além dos planos materiais, seguiu três vertentes:
·         O fanatismo consumado da ignorância, do passado nos primórdios da civilização,  onde a luta, a guerra e a morte formaram a base desta loucura coletiva, expondo países e seus cidadãos a um sofrimento cruel;
·         O descaso total e quase absoluto do mundo não visível, não concreto, não exposto, onde cada um se sente sozinho e precisa defender o seu;
·         E uns poucos que conseguem tomar consciência da responsabilidade que temos neste processo evolutivo, lutando a duras penas neste ambiente hostil a tais intenções.

Esta minoria, por incrível que pareça, tem conseguido manter a vida planetária, dando sustentação para que a auto destruição ainda não tenha acontecido.
Manter ou não manter um mundo, no plano material, manter ou não manter uma raça humana, no plano material são decisões divinas que levam em conta as possibilidades destes continuarem sua evolução espiritual.
A Terra já passou algumas vezes por este processo, bem como já tivemos outros ciclos que se findaram com graves movimentos da superfície, os chamados movimentos telúricos.
Dois grandes continentes sumiram sob as águas e sob o fogo, devida a impossibilidade de reversão do caminhar destas raças, a Atlântida e a Lemuriana.
Pois novamente nos encontramos neste processo.
As duas raças humana, anteriores, chegaram ao auge da evolução material. A Atlântida se destacou pela manipulação das forças da natureza, bem como pela levitação e por conseguir coabitar com outras dimensões, portanto, atingiram níveis evolutivos bem superiores ao atual. A energia atômica foi usada, no princípio, com muita parcimônia e controle, desvirtuando-se no final do ciclo.
É impressionante como repetimos etapas do ciclo evolutivo, mas quando isto ocorre, ou seja a evolução material vem desprovida da evolução espiritual, tudo termina como um castelo de areia na beira do mar. Desfaz-se.

Hoje a situação é irremediável, sob este ponto de vista, mas podemos, individualmente, realizar grandes coisas, quando despertamos para as coisas espirituais, para a elevação, para o coração, para a divindade que habita nosso ser interior.
Ficar passivo, inerte e se fechar em si próprio é o pior caminho, pois a indicação é exatamente ao contrário, ser ativo, ser positivo, ser espiritual, ajudar, evoluir na busca, na coligação, na reflexão, estudar, estudar muito o extenso material que nos foi deixado por tantas divindades.
Porque estas coisas não vem de forma mais fácil para termos acesso?
Para sairmos da ignorância por vontade própria, por iniciativa própria, por desejo próprio. Assim estaremos usando o livre arbítrio na sua forma mais pura e correta.

Portanto, vamos avaliar nossa postura em relação a isto e se for caso, revê-la com a máxima urgência.


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Fatos relevantes.

Pensamento do dia, quinta-feira, 8 de outubro de 2015

"Silencia teu querer, oferta-o ao Supremo. Silencia... "
Trigueirinho.

Pois bem, “silencia teu querer”.
Êta coisinha difícil de fazer para nossa humanidade, que pouco conhece de si próprio.
Ao nascermos, já temos definido um destino, ciclo de experiências, ligações humanas, família que nos acolherá, relações durante toda a vida, circunstancias que irão nos rodear, ou seja, um conjunto muito grande de oportunidades, possibilidades e o nível evolutivo que deveremos alcançar.

De certa forma, nascemos com a “cartilha pronta”, mas com um conjunto de variáveis para usarmos o recurso do livre arbítrio.
O carma entra nas hipóteses da cartilha, criando maiores ou menores dificuldades.
Certas situações de origens cármicas, são imutáveis, como por exemplo a família carnal que iremos pertencer, o país, a cidade, as condições iniciais em que esta se encontrará, além de uma série de circunstancias que envolvem desde a formação do corpo físico, mental e emocional, até a posição social que poderei alcançar na sociedade que irei conviver.
Estas escolhas iniciais fazemos antes de nascer, no astral, onde o grau de liberdade é muito mais amplo que o físico
É uma situação incrivelmente complexa, pois envolve os corpos que possuo : físico, emocional, mental, astral, etérico, anímico (alma), de luz, monádico, espiritual, derivando para várias subdivisões em cada corpo.
A engenharia de Deus é inimaginável para o estágio mental que nos encontramos.
Como curiosidade, podemos ainda dizer que a nossa alma se divide em 7, ou seja, aqui na Terra sou 1/7  do meu corpo anímico completo.

Mas junto com tudo isto, adquirimos aqui na Terra, o egoísmo, a ambição, a personalidade e uma série de cacoetes que nos desvia das metas definidas quando estávamos no astral, antes de nascer.
v  O egoísmo é fatal. Este sentimento detona o conjunto e altera as possibilidades para os níveis mais baixos e consequentemente os mais cármicos. Podemos dizer que o egoísmo coloca uma mascará preta no rosto, impedindo a visão e todas as demais sensações, onde cegamente vamos tateando por caminhos obscuros, tortuosos e recheados de obstáculos e quedas impressionantes.
v  A ambição, associada ao orgulho, torna-se um desvio fatal das metas evolutivas definidas no astral, onde iremos percorrer caminhos desconhecidos, ultrapassados, onde nosso compromisso terreno começa a se afundar na lama escura e malcheirosa da ignorância, pois podemos perder o senso de direção ou a bússola interna.
v  A personalidade é um registro do nosso passado nos corpos físicos, portanto, se retrai o tempo todo, pois tem como referências as experiências bem sucedidas ou mal sucedidas das vidas anteriores. É um bloqueio para o indivíduo ir alcançando o seu estado de perfeição.  “É onde moram os medos”.           Um indivíduo puramente personalista, ou seja que tem atendido somente sua personalidade, esquecendo-se da sua alma, torna-se medroso por natureza,          retraído, ou excessivamente espontâneo, muitas vezes agressivo, ou super acanhado, uma vez que sua luta interior é descomunal, e ao longo do tempo começa a adoecer com as doenças da mente (pânico, depressão, fugas, sensações de vazio, sensações de perdas, etc.). Sente-se não amado pelo simples fato de ter se fechado em seu mundo particular, desviando-se da sua universalidade. Esta possibilidade atinge a maioria dos cidadãos da Terra.
v  Os demais “cacoetes” são ações gananciosas, predatórias, individualistas, onde o ser, o ter e o poder dominam a mente confusa e perturbada de cidadãos que se iludiram com pseudo vantagens sobre os demais. Nosso meio político e o das instituições empresarias, no âmbito mundial, está forrado de indivíduos desta natureza. São essencialmente marionetes, cuja vontade e poder colocaram a serviço das forças involutivas em troca de ilusórias fantasias materiais. A queda inevitável é expecionalmente dolorosa.

Como dissemos ontem, as “máscaras estão caindo”. Este processo é irreversível, perigoso e tem demandado intervenções divinas para não nos auto destruirmos.

Deveríamos prestar atenção naquilo que é necessária, a evolução espiritual. Se cada um se focasse neste aspecto, a Terra seria uma extensão do paraíso, pois evoluir é um aspecto individual que tem por base o benefício coletivo.
Aprenderíamos a amar de forma altruísta, sem trocas. Isto nos traria um alivio tão grande, que uma variedade imensa das nossas doenças, simplesmente deixariam de existir.

“Silencia teu querer” : de certa forma, é isto, pois ao silenciarmos tudo isto que vem nos confundindo na vida, ficaríamos livres para pensar com clareza, refletir com clareza e decidir com clareza.
Esta clareza mental permite que a intuição se aproxime, a coligação aconteça, o mundo se expanda além dos horizontes atuais e a liberdade finalmente será sentida.
Ainda não sentimos o que é liberdade, pois ainda estamos aprisionados ao nosso corpo mental e emocional, somente.
Nossos demais corpos, aqui citados, tem pouca ou nenhuma influência sobre nosso mental e emocional, por isso que nos sentimos tão perdidos.
É preciso quebrar este estigma, sair desta ignorância, romper estes grilhões, pois só assim iremos alçar voos.
Hilton