Pensamento do
dia 11 de julho de 2016.
Cultivai o que
de melhor houver em vós. Não percais tempo comparando-vos com os outros.
Trigueirinho.
Pois
bem, temos sempre a sensação de que os outros sabem o que é melhor para mim.
Isto
acontece pela nossa falta de autoconfiança.
Somos
por demais desregrados e relegamos nosso processo evolutivo a meras questões
religiosas inexpressivas.
Temos
imensa dificuldade em entender uma manifestação intuitiva, pois não costumamos
seguir o nosso coração trocando sempre pela razão.
A
opinião dos outros tem sempre um valor maior, quando na realidade poucos são
aqueles que podem nos dar uma instrução verdadeira e isenta de interesses.
Outra
armadilha fatal para isto é o egocentrismo e a vaidade.
Quando
resolvemos seguir aquilo que se manifesta dentro de nós, geralmente caímos nas
armadilhas do emocional.
Isto
ocorre porque normalmente tomamos decisões motivadas por estados emocionais, ou
com baixa estima ou com muita vaidade.
Desta
forma, tem sido raras as vezes que conseguimos acertar, pois quase nunca nos
encontramos equilibrado para decidir.
Esta
situações reforçaram a ausência da autoconfiança, de compreender um insight
intuitivo e de se aprimorar no processo evolutivo, pois este é a única
obrigação que temos perante Deus.
Normalmente
cultivamos os sentimentos negativos, como o ódio, a vingança, a autodefesa e
raramente cultivamos os sentimentos positivos como a bondade, o acolhimento, a
compreensão.
De
certa forma a maioria elege um líder e durante sua vida vai trocando de líderes
em face das manifestações que gostaria de ter. Na maioria das vezes estes
líderes estão muito aquém das nossas reais necessidades, do nosso nível de consciência,
da manifestação do nosso coração e do alinhamento com nossa alma.
Na
política é comum vermos lideranças com um séquito de seguidores “fieis”, cuja
fidelidade se apoia em interesses mesquinhos, oportunistas ou destruidores.
Isto
tudo acontece pela ausência de conhecimento, ou em outras palavras, pela ignorância
das reais necessidades sobre a evolução espiritual.
Não
adianta mascararmos boas ações com intenções. Boas ações são isentas de tudo,
de reciprocidade, de reconhecimento, de agradecimentos, enfim de manifestações
de toda ordem.
Mas
a vida que levamos não nos ajudou com relação a isto, pois sempre tivemos de
trocar nossos esforços por algum tipo de recurso, de salário, de gratificação
ou de agradecimentos.
Isto
termina na nova era, pois não teremos mais de lutar para sobreviver e sim para
evoluir, somente.
O
homem perdeu o timing desta conquista nas “eras de abundancia”, trocando este
importante quesito pelo acumulo, pelo egoísmo, pelo ter e poder. Isto agora é
irreversível e terminará por levar muita gente ao desespero absoluto quando do processo
de transformação do mundo material, onde nada será preservado.
Muitos
adoram museus que contam em detalhes como o egoísmo, como a imaturidade, como a
violência se manifestou em épocas passadas, achando que isto precisa de
preservação, quando na realidade isto acaba reconfirmando nossas tendências atuais.
Enfim,
é preciso viver um pouco mais nossas qualidades primordiais apoiando-se na tolerância,
no compartilhamento, na compreensão, no amor, na honestidade e para isto
evoluir e lutar por estas conquistas evolutivas é imprescindível.
Sair
da ignorância é a base da evolução, portanto isto é infinito.
Buscar
ardentemente e incessantemente informações e transforma-las em conhecimento é a
única coisa necessária.
Reveja
sua postura.
Seja
focado nas suas reais necessidades, mas antes é preciso reconhece-las e
isto não tem nada a ver com sentimentos e muito menos com objetivos materiais,
ou seja, exigirá de você um amplo equilíbrio emocional e mental para decidir-se
sobe elas.
Mude
e se for preciso mude tudo. Abandone o que você conhece, pois com certeza não
te serve mais.
Seja
literalmente outra pessoa, foque-se em você e não se espelhe nos outros,
assumindo intenções que não lhe fazem bem.
Mas,
não volte a ser egocêntrico, pois evoluir é literalmente servir, é colocar-se
no Serviço continuamente.
A
vida não se desperdiça quando estamos evoluindo, mesmo que possamos ter esta
sensação.
Esta
falsa sensação é do nosso emocional que não compreende que evoluir é transformar-se
e este não aceita transformações.
Mude,
se adapte ao novo, ao que virá, pois o velho está com os dias contados e não
poderá mais ser revertido.
Mude
e siga adiante, ou não mude e siga pra trás.
Hilton