segunda-feira, 18 de julho de 2016

Acumulamos tranqueiras materiais como sentimentos tranqueiras.

Pensamento do dia 18 de julho de 2016.

Ao homem cabe entregar-se à Lei Suprema e desapegar-se.
Trigueirinho.

Pois bem, desapegar-se.
Este procedimento tem sido algoz para com a maioria.
Desapegar-se dos “ritmos internos” desatualizados tem sido muito pior do que desapegar-se de objetos materiais.

Temos sido por demais, acumuladores. Isto chegou ao ponto de transformar-se numa doença psicológica com efeitos bem complexos e muito negativos.
Acumulamos tranqueiras materiais como sentimentos tranqueiras.
Tem pessoas que passam várias encarnações alimentando seu coração de ódio, de vingança, na angustia, na ganancia, sem falar no egoísmo que tornou-se completamente preponderante, dirigindo nossas manifestações e vontades.
Perdemos boa parte dos sentimentos reais e verdadeiros, trocando-os pelos ilusórios e falsos, vivendo no ritmo que a sociedade vem impondo, pois é uma sociedade absolutamente interessada no conflito, na competição, na acumulação.
Consumimos muito mais do que precisamos. Entramos numa nova epidemia, a obesidade, conduzida por interesses econômicos destruidores.
Pouco importa que a nova geração será estupida, obesa, incoerente, desde que atenda os interesses econômicos do “progresso estabelecido”, dos lucros sangrentos, da falência dos serviços públicos e da pior crise de corrupção que o mundo vem atravessando.

Vivemos em “canoas” super entupidas de idiotices, sentimentos negativos, com a borda quase na linha d água, às vésperas da grande catarata, da grande queda.
Nada se tem feito em relação a isto.
As pessoas estão apáticas, silenciosas, hipnotizadas e navegam à deriva. São conduzidas pela corrente do ódio e da vingança, no extremo, e na apatia quanto aos demais.
Muitos mascaram suas intenções positivas, suas mudanças, pois tem medo de serem classificadas como diferentes.
As que aceitam estas mudanças, pouco fazem por si e pelo próximo.
As que são assistidas e informadas, onde grande esperança dos Planos elevados foram ali depositados, amornam suas atitudes, também são omissas, assistem somente e mantem uma eterna discrição para não serem consideradas diferentes.

Quando o pensamento cita: entregue-se à Lei Suprema, isto tem de ser usado na forma literal que está colocado.
O desapego precede a entrega.
Sem desapego não há entrega e sem entrega não se chega à Lei Suprema.
Este desapegar-se precisa ser aplicado a todos os aspectos da vida, incluindo a parte material, a parte emocional, os sentimentos, os vínculos, as relações, enfim é um desapego pleno para que a entrega possa acontecer.
Engana-se que pensa que isto exige grandes movimentos, pois aqui não se está falando de jogar as coisas fora ou de quebrar relações, mas simplesmente deixar que os objetos e as relações aconteçam segundo a forma que o destino vai se manifestando. Isto é aceitação.
“Aconteçam” pode ser um rompimento ou uma aproximação nestas relações.
“Aconteçam” pode ser uma perda de objetos ou aquisição de outros que virão pela sua necessidade de Servir (não de acumular).
“Aconteçam” pode ser uma nova fase na nossa vida, bem diferente da atual, que deveremos aceitar.
“Aconteçam” pode ser a necessidade de evidenciar grandes esforços em tudo aquilo que nos está sendo dado através de informações, intuições, sonhos, premonições, etc..

Enfim, temos de estar atentos, solícitos, disponíveis e dispostos a mudar radicalmente de direção, rumo, sequência, ritmo, se assim for necessário.
Nossa vida precisa ser uma entrega e entregar-se não é dar prioridades nas opções, segundo nossos desejos, mas realizar aquilo que se apresenta de imediato.
Para isto, precisamos estar preparados e a preparação é algo que acontece segundo nossas intenções.
Pergunta: Quem vem se preparando pra valer?

Hilton

domingo, 17 de julho de 2016

O último salto desta humanidade.

Obs. Não leia este pensamento no celular. Veja a imagem no texto.

Pensamento do dia 17 de julho de 2016.

Se o fluxo do Grande Rio é seguido, a embarcação adapta-se ao ritmo dele em seu navegar.
Trigueirinho.

Pois bem, estamos num grande e volumoso rio, correndo em direção ao grande oceano.
É assim que a  Natureza funciona na superfície terrestre, onde as aguas doces desaguam no oceano.
O rio definiu nosso trajeto (nosso destino), as curvas suaves, as curvas acentuadas, as curvas intensas, os recantos mansos, as corredeiras, as grandes corredeiras,  as cachoeiras com  diversas alturas e variações  e finalmente as cataratas. Em seguida o grande oceano, onde tudo muda, inclusive as águas para uma nova navegação.
Assim tem sido o destino de todos os viajantes deste grande rio, passando por momentos suaves, difíceis e muito difíceis.
Estamos na fase final, nas proximidades da grande catarata. No auge, a queda será inevitável. De alguma forma as ajudas virão.
Poucos se prepararam para os momentos difíceis, durante o trajeto ao longo deste rio.

Nos recantos tranquilos, à sombra das grandes árvores, os momentos de tranquilidade foram usados para “adormecer”  ou simplesmente para apreciar a paisagem, mesmo que sabíamos que nos próximos trechos deste caudaloso rio, a turbulência viria.
Estamos vivendo desta forma, onde encarnações difíceis se alternam com encarnações mais tranquilas. As mais difíceis são bem carmáticas, onde pela dor compensa-se parte dos desvios no caminho a ser percorrido, e nas mais tranquilas podemos dispor de tempo para nos aproximarmos do espirito, ganhando ensinamentos, conhecimento e destreza para o que virá nesta sucessão contínua e complexa que é a vida.
Se estivéssemos vivendo desta forma, sem dúvida, seríamos exímios canoeiros e conhecedores dos trechos de turbulência e nos prepararíamos para ultrapassa-los.
Mas não, resolvemos “usufruir” das nossa encarnações tranquilas, ou dos momentos tranquilos nas reencarnações e se despreocupar com o que virá.

Estamos no liminar da grande catarata, do momento derradeiro, no último salto para o grande oceano.
Que experiências nos esperam no oceano? Me parece que são muito boas, com mudanças incríveis de movimentos, contatos, estados, paisagens, etc.
Levaremos farta experiência para este oceano, que colhemos ao percorrer o grande rio, mas como as mudanças são muito profundas, precisaremos de muita ajuda para iniciarmos uma outra estrutura de vida e de movimentos.
Isto nos foi prometido e isto será cumprido.



Esta comparação exprime o que estamos vivendo.
Alguns à sombra nas águas tranquilas, “apreciam” as oportunidades sem se engajarem pra valer no que deveriam estar fazendo, comunitariamente, em prol da humanidade. São indivíduos de boa índole, mas omissos, muito bem informados, mas apáticos com o que veem.
Mantem continuamente esta postura de observação e deixam esvaziar o que recebem.
Isto não os eleva, mas acentua responsabilidades, pois ao ganharmos informações somos responsáveis pelo seu uso correto e pelo seu emprego de forma útil e saudável, no meio em que estamos.
Outros arredios a isto, repelem, afastam-se e não se deixam envolver, como se a evolução fosse algo possível de ser evitado.
Poucos aceitam, estudam, se motivam e aplicam o que recebem.
Finalmente temos as pessoas que estão conscientes dos movimentos, já tem uma visão mais universal sobre a vida, são contatados  e buscam, buscam o que pode ser feito. Saíram da fase do marasmo, da inercia, estão ligados na grande conjuntura da eminencia da “grande catarata”, da “grande queda” e sabem que não há nenhuma chance de vence-la sozinho. Imaginam o grande oceano. Não sabem como será a vida que os espera, mas CONFIAM!

Como diz o pensamento, “a embarcação adapta-se ao ritmo dele em seu navegar”. Temos de nos adaptar aos momentos e aos movimentos finais desta grande jornada, que por eras nos levou a lugares incríveis, paisagens incomensuráveis, movimentos, formas de vida, estruturas climáticas, conhecimentos, mas agora finda-se para algo novo, muito maior, muito mais abrangente, muito mais completo.

É incrível ver como tanta gente tem permanecido estática com relação a isto tudo, a estes sinais claríssimos, ao som intenso e abafado da grande catarata que encontra-se ao largo deste último trecho do grande rio.
Parecem hipnotizadas com seus amontoados de quinquilharias que de nada servirá para o grande salto. Olham sempre pra baixo. Seu mundinho é sua canoa.
Mesmo assim alguns a mantem sujas e cheias de amontoados de coisas colhidas ao longo do trajeto, tornando-as com navegar difícil, mesmo em aguas tranquilas.
Preocupam-se em guardar, em acumular, em manter o que não serve mais, dentro e fora de si.
São emocionais por demais para pensarem que a  continuidade da jornada não depende da nossa vontade, pois é um caminho inexorável a ser percorrido.

Independente da nossa vontade, enfrentaremos a catarata e aí, sob os desígnios divinos, muitos que não conseguem abrir mão do livre arbítrio, poderão retornar à nascente do grande rio e refazer  novamente a mesma trajetória.  
Isto será decidido depois, assim que enfrentarmos a grande queda. É para isto que temos de estar preparados.

Enfim isto tem sido exaustivamente anunciado ao longo dos tempos e a 2000 anos atrás, definiu-se que seremos ajudados. É esta ajuda que temos de nos agarrar, que temos de nos concentrar pois a catarata extrapola todas as outras cachoeiras que passamos ao longo da trajetória do curso deste longo rio.
Despertem, confiem e centralize sua atenção somente naquilo que é importante.

Que assim seja.
Hilton

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Viva e deixe viver. Morra e deixe morrer.

Pensamento do dia 15 de julho de 2016

"O caminho da consciência é o caminho da fé e da entrega, o caminho do serviço desinteressado."
Trigueirinho.

Pois bem, deveríamos ser conscientes.
Não somos, estamos vivendo num mundo onde a ilusão é predominante e nos desvia do caminho do serviço desinteressado.
É raro uma pessoa fazer algo por doação. A maioria o faz por encenação, por ocupação, por distração ou por troca, que é o mais comum.
Precisamos sempre trocar nossos esforços por algo.
Isto tem nos levado para uma vivencia ilusória, confusa, atípica às características universais, além de nos desalinharmos com as coisas de Deus.
Este caminho tem sido descendente, ruidoso, rustico e difícil de ser percorrido, pois descer pode ser mais difícil que subir.

Precisamos ser conscientes do que fazemos e pretendemos fazer. De repente nos vemos fazemos as mesmas coisas que todos fazem, sem ter a consciência do que é.
Por exemplo, é muito comum ao nos depararmos com uma fila, colocar-se nela, mesmo sem saber se é a fila ou o lugar certo que pretendemos ir.
Sofremos forte influência da maioria e isto pode nos levar para situações que não queríamos.
Isto acontece porque não estamos lúcidos e conscientes dos nossos próprios atos, desejos, manifestações e metas.

Esta situação precisa mudar.
Quando temos uma personalidade forte, nos tornamos retrógrados, pois a personalidade só sabe lidar com as experiências passadas.
Quando somos racionais nos prendemos às coisas materiais, conhecidas e limitadas, portanto, também não serve mais.
Quando formos intuitivos, seremos pessoas livres, ousadas, seguras, com uma visão muito clara do presente e com muita firmeza de propósito para buscarmos o que acreditamos. Deixaremos de nos preocupar com a multidão, com as filas formadas, com o outro e nossa meta passará a ser com o serviço desinteressado, sem reciprocidade, pois o ato de servir é evolutivo e evoluir é o que interessa.
Não questionaremos, pois questionar mostra nossa ignorância sobre os desígnios do Criador.
Isto nos tornará mais completos, conclusivos, seguros, onde os medos deixam de ser preponderantes.
Seguiremos a meta estabelecida pelo coração, sem questionar.

Esta posição precisa ser aplicada e vivida agora, pois entramos na fase em que o desconhecido dará um "nó" no racional, no intelectual e no emotivo.
Só o intuitivo poderá cumprir as metas estabelecidas, pois não questionará e acreditará no que lhe foi indicado para fazer, simplesmente.

Reveja sua postura em relação a estas liberdades tão necessárias nos dias atuais.
Liberte-se das multidões, da coisa feita, da mesmice e solte-se à criatividade que pulsa em seu coração.
Viva e deixe viver. Morra e deixe morrer.

 Hilton

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Seja mais sensível a objetivos mais sutis.

Pensamento do dia 14 de julho de 2016.

Não haverá na Terra uma fraternidade verdadeira enquanto buscarmos o contato com "pessoas". Trata-se de irmanar-se às Almas.
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento ressalta a ineficiência em apoiarmos nossa evolução em pessoas.
Isto se explica, tendo em vista o baixo nível de consciência que os seres humanos se encontram.
A maioria se “liga” em modelos ultrapassados, em comparações do passado, de outras épocas, de situações que sequer se aproximam das que estamos vivendo.
A maioria racionaliza e como estamos num final de ciclo aonde nenhum de nós jamais viveu, não há termos para serem comparados.
A maioria personaliza, da mesma forma, distorce completamente pois coloca o ego e as vontades, bem infantis, para algo desconhecido.
Fraternidade, grupos, congregações, religiões, hoje todos estão acéfalos para o que já está nos envolvendo.
É preciso a manifestação da intuição e da entrega para que possamos, pelo menos, saber em que direção caminhar, pois o caminho é desconhecido.

Irmanar-se às Almas (que constituem Seres de elevado nível de experiências e conhecimentos), tem o sentido tentarmos acessar ou permitir que sejamos acessados por Consciências e Estruturas elevadas, de fora daqui, de lugares longínquos à Terra, que por decisão de Deus e sob o comando de Samana (Jesus), nos conduzirá para as melhores opções que teremos.

Poucos se tocam com estes apelos e poucos atentam para a péssima situação mundial da convivência humana e das situações ambientais.
A maioria não levanta a cabeça e tem mirado somente a ponta dos pés.
Repetir alguma informação sobre isto não seria conveniente, mas é preciso estar atento, olhar para frente e para os lados, ativar nossa percepção e sentir a precariedade do mundo que constituímos para viver.
Esta, eventual decepção, poderá nos projetar para níves de consciência mais elevados, pois haverá um apelo silencioso da nossa parte que irá se manifestar.
Preocupar-se somente com o supérfluo, com as coisas passageiras não permitirá que alcemos voos mais altos, mais panorâmicos, mais completos sobre as condições do mundo que estamos vivendo.
Não perceber as ajudas é um sinal claro e nítido que continuo alheio aos grandes movimentos que, em torno de mim, já estão formados.

Permitir é uma palavra chave para os tempos atuais. Sempre foi, mas hoje, mais do nunca é imprescindível para podermos colher e usar o que está sendo colocado à disposição.
Poucos atentam para isto, pois os níveis de preocupação da maioria os remonta para a competividade, para o ser, ter e poder.
Os meios de comunicação, apesar de serem manipulados por forças negativas, tem exposto inúmeras informações a respeito da situação planetária, pois esta manipulação, mesmo com a intensidade que age, tem somente a possibilidade de alcançar aqueles que são fracos de espirito. Portanto, pesquise, se atualize, não perca mais seu tempo com programas inúteis, disputas e competitividades supérfluas,  que não leva a lugar nenhum, e que tem como característica  diminuir sua autoestima e incentivar seus sentimentos violentos.

Enfim, é preciso atentar para estes recados, sensibilizar-se de que precisamos, com muita urgência, nos coligarmos com estas Almas, pois haverá um momento em que isto não será mais possível e isto definirá nossa escolha primordial para os próximos milênios.


Reveja seus passos, seus níveis de preocupações, desapegue-se, concentre-se aonde seu coração mandar, altere seu campo de visão para situações mais abrangentes, seja mais sensível a objetivos mais sutis, menos materiais, abra-se mais, permita que padrões elevados de energias o acesse, ore mais, tenha mais fé, enfim confie!
Hilton

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Liberte-se e libere.


Pensamento do dia 13 de julho de 2016.

Grande deve ser a vigilância e total a entrega daqueles que se dispõem a trabalhar pelo Plano.
Trigueirinho.
 

Pois bem, ontem, em nossa reunião, comentamos algo sobre isto.
Aqueles que decidiram alinhar-se com o Plano, com as metas que a alma determinou não podem acumular.
Acumulamos demais, sejam objetos materiais, como sentimentos retrógrados, negativos que continuamente nos desequilibra.
Outro aspecto importante é a informação.
De nada adianta colher inúmeras informações sobre a vida espiritual, se não as aplicamos.
Diariamente informações são recebidas e passadas de diversas maneiras, mas pouco se faz para mudar certos hábitos, certas rotinas, ou aplica-las no dia a dia, no cotidiano da vida.
Geralmente grande parte das informações ficam guardadas para, eventualmente, serem utilizadas.
Isto não funciona.
Uma informação verdadeira contém somente o início, o start de um impulso que irá se desdobrar assim que a colocarmos em uso.

Uma informação é uma síntese, mas seu conteúdo é extenso, muito rico e normalmente se desdobra em processos cada vez mais refinados e elevados à medida que formos utilizando-a.

A informação nos leva à sabedoria. A sabedoria é universal. Simplesmente precisamos de equilíbrio e impulsos internos para ter acesso a ela.
Não existe homem sábio, existe homem com acesso à sabedoria, pois a sabedoria é ilimitada, infinita.
É assim que temos de ser, pessoas comuns que acessam a sabedoria universal e na medida da necessidade, saibamos aplica-las corretamente.
Aquele que se considera sábio, culto, inteligente, superior em relação aos demais, apoia-se totalmente na ignorância de uma cultura passageira, finita, mutável e ultrapassada.

Não podemos e não devemos ser omissos com relação a isto. Temos de aplicar continuamente a informação que nos soou como uma verdade, que tocou nosso coração, pois espalhar conhecimento é a principal circunstancia da evolução.
O homem ignorante, assim o é, pelo fato de não acessar a sabedoria universal.

Temos visto exemplos incríveis de crianças, em tenra idade, com conhecimentos, com aptidões, com manifestações incríveis que pela idade, não teriam condições de tê-las desenvolvidas sozinhas. São crianças que nasceram abertas para estes acessos à sabedoria universal, onde para elas nada é mais simples do que “ir até lá buscar”.

Fala-se em encarnações passadas, experiências vivadas no passado, mas não é isto, pois temos a barreira inexorável do esquecimento ao renascer, no entanto o acesso à sabedoria é válido para todos, sem exceção.
Ai, com o passar do tempo e com a péssima educação que elas recebem perdem esta qualidade incrível de se coligarem com a sabedoria e voltam para o ciclo natural dos erros e acertos para aprender, desperdiçando um tempo super precioso.

Fala-se que toda criança eximia no piano é a reencarnação de Beethovem, quando na realidade tanto Beethovem assim como todos os outros grandes pianistas, simplesmente tiveram acesso à sabedoria para tocar, tocar e compor este belo instrumento musical.

Temos de recuperar este acesso à sabedoria universal, portanto, acumular informação, acumular conhecimento, sem usá-los é desperdiçar fases preciosas do nosso desenvolvimento evolutivo.
A preguiça, a falta de estimulo, o medo, são sensações que travam a pessoa nos aspectos evolutivos, no desbravamento de novos horizontes, de novas oportunidades. Isto é absolutamente retrogrado.

A vigilância e a entrega precisam ser os elementos chaves deste processo, pois quando o Plano resolve se manifestar, a primeira coisa que acontece é o acesso à sabedoria, pois para compreender seus desígnios precisamos ser sábios.
Na medida que o Plano o reconhece como um Trabalhador, novas permissões são concedidas para que a sabedoria possa se expandir em você, pois você precisará conhecer ainda mais para discernir corretamente.

Enfim, entrar nesta seara é uma expansão, é uma explosão de conhecimento. Não há limites.

Reveja sua posição em relação a isto. Não seja omisso, preguiçoso, retrogrado, preso a conceitos e preconceitos que de nada lhe servirá. Coloque em prática o que vem aprendendo. Seja ousado, não tenha medo de errar. Quando somos bem intencionados, nossos erros serão corrigidos.
Sai do lugar comum.
Dê chances para aquele que está sob teus cuidados não siga teus passos, mas os passos que cabe a ele processar em função das diretrizes daquela encarnação, mas ele precisará da tua sabedoria para tomar como referência.

Liberte-se e libere.
Hilton
 

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Como se curar?

O pensamento é de sexta, dia 08 mas precisou ser comentado.
Hilton

Pensamento do dia 08 de julho de 2016

O que seria um estímulo de Cura sem a Fé?
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento estimula o que é imprescindível.
Não há Cura sem Fé.
Podemos dizer que o termo “cura” é bem abrangente, pois engloba a cura, física, mental, emocional, espiritual.
A Cura se dá do espirito para o físico.
Não há situação inversa, ou seja, do físico para o espirito, pois o corpo físico é passageiro e o espiritual é eterno, mas ambos em processo de ascensão.
O corpo que tenho ou que terei se relaciona com o meio ambiente que estarei habitando, por isso que somos diferentes, fisicamente, de seres intraterrenos ou extraterrestres, mas o corpo espiritual não muda.

O que temos feito na Terra, onde certos procedimentos médicos tem amenizado certas doenças físicas, são procedimentos passageiros que podem ou não se repetir, mas curado de fato, não estaremos.
Todas as doenças provem de condicionantes cármicas e desalinhamentos emocionais (o desalinhamento emocional atua com mais intensidade do que a condicionante cármica).
Acontecem porque estamos agindo fora das Leis que regem nosso planeta.
Como a maioria não conhece estas Leis ou se conhecem fazem questão de burlar, adoecemos constantemente.
Muitos problemas que poderiam originar certas doenças, algumas vezes passam para serem solucionados em encarnações futuras. O câncer possui esta característica e incide expontaneamente em diversas pessoas, como se surgido do nada, mas sabemos que foram intensos desalinhamentos de vidas passadas, da atual ou da atual com as passadas.
Tudo que está pendente será saneado.
Não importa aonde estaremos, seja no plano físico como no plano astral, o que está pendente será saneado.

Toda doença dá sempre sinais evidentes de que irá se manifestar, na expectativa de que possamos reformular nossas atitudes, nossos pensamentos, nossa direção, enfim, ninguém é pego desprevenido, pois somos detentores do livre arbítrio.  A maioria não enxerga estes sinais e raramente muda sua postura, seu desalinhamento com estas Leis Regentes.
Em certos casos, raros, um câncer pode ser substituído por uma simples gripe, quando o indivíduo dá sinal da sua clara disposição em melhorar, ser outra pessoa, entrar em Serviço, enfim evoluir.  
A Cura real, definitiva e verdadeira só ocorre do espirito para o físico.
Podemos dizer que a Cura nada mais é do que a aproximação mais constante e mais intensa do corpo espiritual com o corpo físico, onde as duas metades se reencontram e estabelecem um plano de evolução continuada.
Em outras palavras o homem que não se identifica com sua “necessária” evolução espiritual, não tem como se curar das doenças físicas, emocionais e mentais que o aflige.

Sempre fomos dominados pela separatividade, ou seja, fé religião, espírito tem sido tratado como algo distinto e distante dos nossos comportamentos.
Preciso ser bonzinho no domingo, dia de oração na missa e um diabinho na semana.
Este erro, proveniente das variações de posturas e comportamentos, tem feito com que permaneçamos continuamente com as mesmas doenças e suas variações, ao longo das vidas reencarnadas.

É preciso muita disposição em mudar e permanecer mudado, enfrentando as tentações do mundo atual.
O livre arbítrio tem esta característica, de nos colocar à prova todos os dias da nossa vida.
É preciso muita firmeza de propósito, de muita convicção para nos mantermos com certa estabilidade nas metas evolutivas necessárias.

Pense como você gostaria de concluir sua vida neste final de ciclo.
São tempos de raras oportunidades, mas de muita disposição e determinação.
Não seja mais o que você já foi e não gostou.


Como está sua autoconfiança?

Pensamento do dia 11 de julho de 2016.

Cultivai o que de melhor houver em vós. Não percais tempo comparando-vos com os outros.
Trigueirinho.

Pois bem, temos sempre a sensação de que os outros sabem o que é melhor para mim.
Isto acontece pela nossa falta de autoconfiança.
Somos por demais desregrados e relegamos nosso processo evolutivo a meras questões religiosas inexpressivas.
Temos imensa dificuldade em entender uma manifestação intuitiva, pois não costumamos seguir o nosso coração trocando sempre pela razão.
A opinião dos outros tem sempre um valor maior, quando na realidade poucos são aqueles que podem nos dar uma instrução verdadeira e isenta de interesses.
Outra armadilha fatal para isto é o egocentrismo e a vaidade.
Quando resolvemos seguir aquilo que se manifesta dentro de nós, geralmente caímos nas armadilhas do emocional.
Isto ocorre porque normalmente tomamos decisões motivadas por estados emocionais, ou com baixa estima ou com muita vaidade.

Desta forma, tem sido raras as vezes que conseguimos acertar, pois quase nunca nos encontramos equilibrado para decidir.
Esta situações reforçaram a ausência da autoconfiança, de compreender um insight intuitivo e de se aprimorar no processo evolutivo, pois este é a única obrigação que temos perante Deus.

Normalmente cultivamos os sentimentos negativos, como o ódio, a vingança, a autodefesa e raramente cultivamos os sentimentos positivos como a bondade, o acolhimento, a compreensão.
De certa forma a maioria elege um líder e durante sua vida vai trocando de líderes em face das manifestações que gostaria de ter. Na maioria das vezes estes líderes estão muito aquém das nossas reais necessidades, do nosso nível de consciência, da manifestação do nosso coração e do alinhamento com nossa alma.
Na política é comum vermos lideranças com um séquito de seguidores “fieis”, cuja fidelidade se apoia em interesses mesquinhos, oportunistas ou destruidores.

Isto tudo acontece pela ausência de conhecimento, ou em outras palavras, pela ignorância das reais necessidades sobre a evolução espiritual.

Não adianta mascararmos boas ações com intenções. Boas ações são isentas de tudo, de reciprocidade, de reconhecimento, de agradecimentos, enfim de manifestações de toda ordem.
Mas a vida que levamos não nos ajudou com relação a isto, pois sempre tivemos de trocar nossos esforços por algum tipo de recurso, de salário, de gratificação ou de agradecimentos.
Isto termina na nova era, pois não teremos mais de lutar para sobreviver e sim para evoluir, somente.
O homem perdeu o timing desta conquista nas “eras de abundancia”, trocando este importante quesito pelo acumulo, pelo egoísmo, pelo ter e poder. Isto agora é irreversível e terminará por levar muita gente ao desespero absoluto quando do processo de transformação do mundo material, onde nada será preservado.
Muitos adoram museus que contam em detalhes como o egoísmo, como a imaturidade, como a violência se manifestou em épocas passadas, achando que isto precisa de preservação, quando na realidade isto acaba reconfirmando nossas tendências atuais.

Enfim, é preciso viver um pouco mais nossas qualidades primordiais apoiando-se na tolerância, no compartilhamento, na compreensão, no amor, na honestidade e para isto evoluir e lutar por estas conquistas evolutivas é imprescindível.
Sair da ignorância é a base da evolução, portanto isto é infinito.
Buscar ardentemente e incessantemente informações e transforma-las em conhecimento é a única coisa necessária.

Reveja sua postura.
Seja focado nas suas reais necessidades, mas antes é preciso reconhece-las e isto não tem nada a ver com sentimentos e muito menos com objetivos materiais, ou seja, exigirá de você um amplo equilíbrio emocional e mental para decidir-se sobe elas.
Mude e se for preciso mude tudo. Abandone o que você conhece, pois com certeza não te serve mais.
Seja literalmente outra pessoa, foque-se em você e não se espelhe nos outros, assumindo intenções que não lhe fazem bem.
Mas, não volte a ser egocêntrico, pois evoluir é literalmente servir, é colocar-se no Serviço continuamente.
A vida não se desperdiça quando estamos evoluindo, mesmo que possamos ter esta sensação.
Esta falsa sensação é do nosso emocional que não compreende que evoluir é transformar-se e este não aceita transformações.

Mude, se adapte ao novo, ao que virá, pois o velho está com os dias contados e não poderá mais ser revertido.

Mude e siga adiante, ou não mude e siga pra trás.

Hilton

domingo, 10 de julho de 2016

Cura - aspectos importantes.

Pensamento do dia 10.07.2016

O trabalho de cura é basicamente um trabalho de Fé e ele ocorre em todo o planeta em diferentes graus.
Trigueirinho.

Pois bem, tem se focado muito no aspecto da cura, nestas últimas informações.
Na escada evolutiva, a cada degrau que pretendemos galgar, devemos estar curados das inconveniências do degrau anterior.
A cura é um conjunto complexo de movimentos, de vibrações, de padrões de energia que transforma o que você é prepara-o para o que você será.
Portanto, a cura envolve, não só o corpo físico, como o mental, o emocional e o espiritual.
Muitos se contentam com algumas melhoras do corpo físico e acham que estão curados. Pura ilusão.
A cura exige processos intensos de transformação, onde a consciência humana se aproxima e se funde com a anímica (alma).
A cura, libera-o da regência das leis materiais e o leva a ingressar em mundos elevados, desconhecidos da mente racional.
Para a cura acontecer é preciso fé e intenção de transformar-se, pois ela não depende exclusivamente de agentes materiais.
É fundamental atentarmos para esta informação : a cura do corpo físico-etérico, do mental, do emocional, quando verdadeira, decorre da cura interior.

A maioria se prende às necessidades do corpo físico e quando melhoras ocorrem, param por aí, como se isto bastasse e fosse suficiente para continuarem a sobreviver.
Normalmente isto não tem tido efeitos positivos de transformação e o indivíduo volta a ser o que era, no momento seguinte ao se sentir bem.
Volta para o mundo das ilusões, para o mundo das formas e a maioria sequer muda seus hábitos, seus costumes e seus erros. Continua iludindo-se de que a vida se resume aos aspectos materiais, desprezando inclusive, pequenos milagres a que foi submetido na sua cura, com o intuito de despertá-lo da ilusão que vive.
Temos desperdiçado demais energias sagradas, retornando sempre ao “status quo” anterior, como um elástico que se estica e se solta, continuamente.
Ao longo das eras, das reencarnações, fomos agregando aos corpos físicos (etérico, mental, emocional) uma série de elementos característicos dos níveis densos nos quais se está projetando.
Emoções desenfreadas, sentimentos negativos, egoísmo, ganancia, competitividade, luxuria, entre tantos outros desvios das metas evolutivas. Criamos assim “cascas duras” no nosso campo energético, impedindo a passagem da Luz, da clareza, da visão futura da Vida universal, achando que tudo se resume na vida material, mantendo uma roda viva que gira e não sai do lugar.
A dissolução deste material denso que “grudou” em nosso conjunto de corpos é a cura básica que a alma necessita para continuarmos nossa expansão evolutiva.
O desapego é o elemento básico desta dissolução.
O desapego pode ser espontâneo ou compulsório.
Na maioria da vezes tem sido compulsório, pois expontaneamente só nos manifestamos para ser mais, ter mais e poder mais.
O desapego funciona para os três corpos, ou seja atua no nível mental, no nível emocional e no nível físico.
A perda tem sido a maior característica do desapego, mas há outras formas, como a decepção e o arrependimento.
Somos doentes e continuamos doentes porque não desapegamos, porque estancamos num único degrau da escada evolutiva e nos acomodamos.

Uma enfermidade, normalmente, é um expurgo de elementos grosseiros para um novo equilíbrio instalar-se.
Uma enfermidade pode nos tirar a vida física face o apego intenso que insistimos em manter, quando nos agarramos ao que não nos serve mais.
Em outros casos tais expurgos são eliminados através de doenças leves, médias e graves que ocorrem ao longo da vida, na tentativa de que o indivíduo se transforme.

Devemos entender que todo o carma que acumulamos ao longo das vidas, das eras, sairá de fora para dentro, ou seja da minha aura (campo de energia próximo ao corpo físico) para dentro do corpo físico, manifestando-se em doenças leves, doenças crônicas, doenças médias e intensas, inclusive doenças mortais para o físico.
A transformação para o status evolutivo tem possibilidade de amenizar ou contrabalançar estes estímulos negativos que o corpo físico recebe da aura. Poucos sabem disto e poucos admitem esta possibilidade, então continuam carregando em si os estigmas cármicos gerados e continuam gerando outros mais.

A energia da cura pode se manifestar como ciência, como arte, como filosofia e como religiosidade. Nasce do silencio, no indivíduo que, tendo se esvaziado, se volta então para o Alto e se deixa preencher.  

Enfim a cura é uma mudança, de hábitos, de crenças, de preconceitos, de estímulos, de filosofia, de postura, de comportamentos, ou seja é uma revolução em todos os aspectos que conhecemos.
A fé é o instrumento básico de apoio que necessitamos para estas mudanças.
Isto definido no plano mental, irá ajustar o emocional e por último o físico, ou seja, esta sequência é rígida e não se altera, portanto, não poderei ter uma melhora no corpo físico sem mudar o que penso e o que sou.

Reavalie-se, e se deseja ser curado esqueça o que foi e o que é, torne-se uma nova pessoa.

Obs.: Segundo orientações de São José, a pomada e o óleo(para os animais), deve ser distribuído e usado, pois tem funções transformadoras, além de curadora.
Estão à disposição.

Entre em contato, se desejarem.
Hilton

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Na seara divina não há desperdício.

Pensamento do dia 07.07.16

Se o fogo dos céus desce sobre vós e vos abençoa, não o desperdiceis.
Trigueirinho.

Pois bem, estamos numa fase em que as “ajudas” tem se manifestado para todos, em todos os momentos.
Em maior ou menor grau, forças positivas são arremetidas sobre todos nós.
Nossa dificuldade é recebe-las, ou melhor dizendo permitir que elas aconteçam.
Estamos por demais herméticos e insensíveis com relação a isto, pois estamos carregados de rancores, sentimentos negativos e medos.
Receber o que vem exige entrega e precisa ser plena, absoluta. Sem confiar nestas ações, digamos, invisíveis, normalmente rejeitamos estas “ajudas”.

É preciso compreender que na seara divina não há desperdício, portanto, ou aceitamos ou estas forças não agem sobe nós, pois somos detentores do livre arbítrio e da manifestação da vontade.
O livre arbítrio foi uma atitude que na época (nos primórdios da civilização na Terra), pleiteamos, pois havia muito interesse em vivermos a experiência da liberdade.
Não conseguimos administrar a liberdade concedida e após o advento da Atlântida, onde ganhamos o corpo emocional, as situações ficaram piores, pois a liberdade provida da eficiência tecnológica, que naquela época era muito superior a atual, despertou o egoísmo e este começou a ficar preponderante.
A queda foi inevitável, o continente desapareceu e um novo recomeço aconteceu.
Voltamos às cavernas e galgamos novamente inúmeros estágios para a atual condição.
Os mesmos erros se repetiram, pois o egoísmo, a ganancia continuam preponderantes, que somada a atual eficiência tecnológica, direcionou o ser humano  para a disputa, a destruição, as guerras, a competição e o culto às coisas materiais.
Somos quase todos, indivíduos desejosos das posses, do domínio, do poder de um sobre o outro, não medindo e não percebendo as loucuras que temos feito para nos mantermos, essencialmente, no mundo das formas, esquecendo que em nós pulsa a força do espirito e do continuísmo.

Desta vez o novo recomeço (inúmeras vezes repetido), não proverá o ser humano autoconvocado do livre arbítrio, devendo assim ressaltar as qualidades positivas à luz da evolução.
Mesmo assim, o Plano manterá para aquele que ainda tem plena necessidade da matéria, a possibilidade de continuar em mundos semelhantes à Terra de hoje, pois assim como conquistamos o livre arbítrio, deveremos abandoná-lo espontaneamente.

É importantíssimo ter em mente que todas estas forças positivas, as “ajudas”, não irão confirmar ou manter o que será inevitavelmente reciclado, portanto, no âmbito material poucas coisas serão mantidas.
Desta forma, quando pedimos coisas materiais, determinados critérios são usados para saber se estas coisas não estão no processo de reciclagem com o planeta.
Como foi dito, não há desperdício, no entanto, tudo aquilo que irá proporcionar melhoras para o ser humano, para seu continuísmo evolutivo, para aprimorar suas qualidades espirituais, haverá abundancia.
Portanto, precisamos estar conscientes, convictos e bem esclarecidos do que devemos ou não devemos pedir.


Reveja sua posição com relação a isto.  
Hilton

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Trabalho das formiguinhas.

Pensamento do dia 05 de julho de 2016.

Havereis de penetrar, cada vez mais, no cerne da própria luz.
Trigueirinho.

Pois bem, esta deve ser a meta mesmo sabendo que não poderemos controlar.
Penetrar no cerne da própria Luz é algo intrínseco à nossa disciplina, comportamentos, dedicação, evolução, equilibrio e uma vontade muito bem definida de elevar-se.
Nosso maior legado para a humanidade são as conquistas evolutivas que cada um poderá fazer.
Raras vezes um Trabalho coletivo tem efeitos evolutivos desejados.
Primeiro porque o mesmo deverá ser feito por um Ser muito abnegado e realmente preparado, o que tem sido raro aqui na Terra.
Segundo porque tudo será feito para que Ele seja desacreditado, pois as forças involutivas possuem exércitos gigantescos de pessoas fracas que cedem em troca de quinquilharias, chegando a exporem a própria alma.
Desta forma, o Trabalho interno, isolado e individual tem sido a melhor forma de elevarmos o nível médo de consciência da raça humana.
É o “Trabalho das formiguinhas”.
Este, de forma suave, em doses homeopáticas, sem chamar a atenção, vai despertando nuances incríveis de forças, energias, inteligências, coligações, que vão se desdobrando nos que perceberam o real significado da necessidade evolutiva.
No entanto, vemos ainda muita gente fazendo de “conta que quer”.
Geralmente são pessoas muito confusas que não alcançaram a firme determinação do real significado da necessidade de evoluir.
São aqueles que ainda se preocupam em atender “gregos e troianos”, “jogam nos dois times”, ou em linha gerais mantem-se em forte desequilíbrio, uma ora tendendo para um lado, outra ora para outro.
Ficam continuamente confusos, inseguros, não se identificam nem com uma coisa nem com a outra.
Podemos dizer que vivem num “limbo”, pois não possuem uma firmeza de propósito.
Quando a Luz aparece fecham as cortinas, quando as cortinas estão fechadas, desejam a Luz.
É uma situação ruim num momento ruim, numa fase de definições, numa etapa que, obrigatoriamente, teremos que nos posicionar.

O Trabalho de formiguinha, ou seja, quando nos preocupamos em repartir os ensinamentos, a Luz, as informações do que temos recebido, em nosso meio, entre nós, com pessoas que aceitam estes argumentos, estamos sendo produtivos, não iremos contrariar forças ocultas, não iremos dar base para que lutas aconteçam.
Este tem sido o principal movimento nos dias de hoje, pois o armagedon (luta titânica entre forças negras e brancas) já começou.
Esta luta, de certa forma, não nos pertence e não teremos nenhuma chance ao nos envolvermos, desta forma, temos de nos preservar dentro das condições que nos foram atribuídas.
Temos de levar em conta todos os ensinamentos que temos sido agraciados (recebido em estado de graça) e pratica-los corretamente.

É o que nos resta fazer, além de orarmos.
Assim a Luz penetrará em nossa alma, em nosso coração e iluminados seremos amplamente intuídos a seguir diretrizes definidas pelas Plano Maior, que sabiamente nos conduzirá.


Pois então faça.
Hilton