Pensamento do
dia 22 de novembro de 2016.
Quando você se
entrega, a noção que tem de si mesmo muda.
Eckhart Tolle.
Pois
bem, Eckhart tem tratado de temas que aborda nosso comportamento e tem proposto
uma mudança literal de postura.
Não
tenho dúvidas que se seguirmos estes conselhos seremos pessoas mais completas e
mais alinhadas com a Vida.
É
nítido que a cada dia que passa temos visto que a situação mundial piora e as
oportunidades vão ficando cada vez mais limitadas. Ora, isto não é por acaso e
isto não são só as consequências das nossas irresponsabilidades, mas é um tendência
que vem ao longo do tempo se fechando, pois as mudanças planetárias são cíclicas.
Ainda
não compreendemos que a expansão precisa ocorrer de dentro para fora e
não o inverso.
É
a expansão espiritual, a elevação, a evolução que permitirá que possamos ter um
crescimento material digno e responsável com tudo aquilo que a Providencia vem
nos fornecendo.
O
que fizemos até o presente, de fora para dentro, sem a devida expansão da consciência,
nos tornou irresponsáveis, comprometendo a qualidade e a retidão do caminho que
a humanidade deveria estar percorrendo.
Desta
forma, pela Lei natural do carma, o que foi mal usado será retirado, o que foi
desgovernado irá faltar, o que foi desviado cessará, nos levando a um processo
de ajuste cármico que tem sido e continuará a ser muito sofrido.
A
entrega é uma atitude inteligente, pois na medida que minha visão é falha, é turva,
meus sentimentos não conseguem se expressar na verdade, minha inteligência fica
muito limitada e pouco saberei a respeito das Leis que regem a Terra, portanto
não me resta outra alternativa a não ser entregar.
Quando
entramos num avião, entregamos nosso corpo, nossa vida, nossos objetos a uma
aeronave, aos pilotos e a toda estrutura que irá regular e comandar o voo até o
destino final. De certa forma, é o mesmo neste momento, só que estamos num voo
que nem sabemos nem qual será nosso destino final. Isto, de forma sucinta e
direta chama-se fé.
Temos
lutado contra a vida, contra as regras divinas, contra a sabedoria, contra
nossos sentimentos mais profundos, contra nossos semelhantes, para poder
expressar uma única coisa, aparências.
Temos
vivido de aparências e temos procurado ser o que não somos. A ilusão predomina
e até o presente, num mundo em completa transformação, para a maioria as
preocupações se restringem a uma grande ilusão sobre a vida material. Até a
morte rejeitamos, mesmo que ninguém dela escapará.
Ficamos
tão “expert” neste assunto, que até nossos sentimentos a gente consegue
mascarar.
Temos
de:
v voltar a ter bom
senso;
v voltar a ser
humilde;
v não se revoltar;
v compreender como
é tênue a linha da vida com a morte;
v aproveitar o
pouco tempo que resta e ganhar conhecimento;
v acessar os
segredos da nossa origem e isto exige busca e determinação;
v tentar
compreender melhor nosso destino espiritual;
v focar naquilo
que importa e esta é uma decisão primordial para os momentos finais desta
civilização derrotada em sua própria organização e conceitos;
v descobrir as
verdades e diminuir as ilusões;
v não temer e não
ter medo;
v separar o que
merece e o que não merece nossa atenção;
v ser um
colaborador ativo e presente em todas as convocações do nosso coração;
v não ser uma pessoa
passiva e inerte que nem a si próprio ajuda;
v ofertar-se para
o que realmente importa;
v ser prudente e
muito tolerante;
v não negar ajuda,
mas jamais desperdiçar energias;
v manter-se
íntegro e fiel aos próprios princípios;
v compreender que
aprender exigirá uma eterna renovação destes princípios;
v ser um eterno
aprendiz;
v aceitar o que extrapola
nossas capacidades;
O
indivíduo que segue estas regras, mesmo que outras possam ser incorporadas,
será mais equilibrado e mais determinado, será mais abrangente, pois estará envolvendo
sua contraparte material e a espiritual.
Isto
é o que nos resta a fazer, pois o planeta está em processo de transformação.
Hilton