Pensamento do
dia 02 de janeiro de 2016.
O homem está
aqui para afirmar-se no universo; esta é sua primeira tarefa, mas também para
evolver e finalmente superar-se.
Sri Aurobindo.
Obs.:
evolver: desenvolver-se gradualmente, evoluir.
Pois
bem, parece algo óbvio se assim procedêssemos, mas não tem sido o que tem
acontecido.
Afirmar-se
no universo exige conhecermos muito mais do que já conhecemos, além de persistirmos
nas buscas deste conhecimento.
Não
há necessidade de sermos todos astronautas para ampliarmos este conhecimento.
Só
o fato de você pensar sobre algo fora da Terra, já nos leva para outros
horizontes.
No
futuro o ser humano descobrirá que não precisamos de foguetes para sairmos do
planeta.
Em
mundos adiantados as “saídas” acontecem somente para a realização de Tarefas e
Trabalhos definidos por uma Confederação maior que determina as ajudas aonde
forem necessárias. Os aspectos exploratórios se faz no próprio ambiente que se
encontra e para isto não se leva lixo e não se deixa objetos espalhados por
mundos, que não tem nada a ver com as condições ambientais e de sobrevivência que
necessitamos aqui na Terra.
É
preciso compreender que não se polui aqui e muito menos fora daqui.
Temos
hoje uma estratosfera poluída e que tem comprometido satélites e outros objetos
que circundam o planeta a serviço da humanidade, de tanto lixo que foi ali colocado,
acentuando-se desde os idos de 1950.
A
maioria acha que este tipo de preocupação sobra somente para as agencias
espaciais, mas não é assim, este lixo interfere na vida planetária como um
todo.
Um
dia e creio que este dia vem se aproximando, iremos saber com mais profundidade
como nossas ações interferem em todo nosso sistema solar.
Portanto,
é preciso extrapolar nosso mundinho privado, particular, que tem se limitado ao
alcance dos nossos deslocamentos físicos, como se isto fosse suficiente, sem se
importar com o resto do planeta.
Maria
nos deu uma grande incumbência na semana passada ao pedir a realização da
Tarefa de orações em cidades além da nossa terra natal. Isto demonstra com
clareza as possibilidades de extrapolarmos o que podemos fazer.
Poucos
se dão conta do incrível potencial que temos, pois insistem em limitar-se ao núcleo
de afazeres e obrigações somente, iludidos de que nosso alcance não passa das
ações materiais.
Tenho
visto e sentido que as mudanças continuamente anunciadas nestas informações
adquirem sobre a maioria um caráter catastrófico, desastroso, horripilante,
medonho, como se vivêssemos num mundo de rosas, sorrisos e gentilezas.
Vivemos
mal e muito mal e qualquer mudança deveria ser bem vinda, pois nossas gerações
vem herdando de forma cada vez mais intensa, situações de desorganização e de
desumanidade aqui na Terra.
Enfim
creio melhor deixar de lado tais comentários, pois sabermos dos nossos erros
tem sido algo desconfortável e insalubre para muitos. Talvez, mesmo que eu não
consiga compreender, vivencia-los seja mais “aceitável”, desta forma, que assim
seja.
Como
sempre tenho lembrado a todos, perguntas, comentários, opiniões, sugestões de
todos que recebem estas informações, poderia ser muito salutar, pois é raro o
fato de termos oportunidades de entrarmos em assuntos tão diferentes como estes
que aqui tem sido colocados.
No
entanto vê-se um silencio profundo, onde poucos se dão ao trabalho de refletir
e questionar de forma positiva.
Reiniciaremos
nossas reuniões nesta próxima terça e estamos ansiosos para saber das novidades
que todos irão trazer para nossos próximos encontros. Se Deus quiser!
Hilton