quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Quem sabe poderei ser um veiculo para outras almas.



Pensamento do dia 10-01-2017

É bastante mau ser uma pessoa doente, mas é pior estar doente e acreditar que se está bem.
Paul Brunton.

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Pois bem, este é um efeito que nos atormenta. Normalmente não percebemos que estamos doentes, a não ser quando os sintomas físicos são bem evidentes.
Posso estar persistindo em um erro de forma continua e sintomática, sem perceber.
Como se resolve este problema?
Atenção, muita atenção e busca contínua pela verdade, humildade e observar que os defeitos que notamos nas pessoas podem ser reflexos dos nossos próprios defeitos.
A soberania, a prepotência, a ousadia em certos aspectos, ressaltam o orgulho e a vaidade.  Com estes sentimentos ressaltados, deixaremos de observar, acolher e corrigir.
Poderemos virar “uma pedra” que manterá uma posição irredutível sobre si mesmo.

Vivemos num ambiente insalubre, psiquicamente muito negativo, além de agirmos em desarmonia com as Leis vigentes,  por isso somos doentes. Vivemos em continuo desequilíbrio e isto vai se acentuando na medida que vamos nos afastando da fase infantil.
Quando o corpo físico adoece entramos na fase das últimas esperanças de corrigirmos nossos defeitos, pois a doença no físico é o último sinal para a correção das desarmonias.
Toda doença tem um fundo emocional de forte desequilíbrio. Um resfriado ou um câncer, são os sintomas avançados do continuo desequilíbrio.

Por outro lado o desequilíbrio é uma falta de sinergia com as Leis, com a própria evolução da alma, com o planeta, com o sistema e com o universo.

Em mundos adiantados não há doenças físicas, desequilíbrios e coisas do gênero, podendo o “ser” daquela raça permanecer vivo por períodos muito longos e um mesmo corpo possa ser usado por uma sequência de almas que optem por estágios físicos diferentes. Por exemplo, uma alma decide participar do nascimento do corpo, outra somente pela fase adulta e assim sucessivamente.
De forma embrionária e esporádica, isto ocorre aqui na Terra, mas normalmente as almas que cedem o corpo o fazem inconscientemente.
A alma que assume aquele corpo provem de estágios evolutivos muito mais elevados e reencarna para atuar dentro de impulsos programados para alavancagem de um grupo ou de toda uma raça.
Para estes seres não faz sentido iniciarem um processo desde o nascedouro do corpo físico, mas de um estágio mais maduro e produtivo.
Quando assumem um corpo físico, assumem também o carma do mesmo e prosseguem atuando de forma elevada, mas submetem-se às Leis que regem o planeta em questão.
Pode ser uma Hierarquia como pode ser um único Ser que seguirá até a desencarnação do corpo físico ou não.
Há casos em que a alma original fica em suspenso e retorna ao corpo assim que for novamente requisitada para cumprir os desígnios do seu destino.

Na fase mais crítica da transição planetária isto irá ocorrer com mais frequência e em maior quantidade, pois poucos terão o devido equilíbrio para decidir o que fazer. Assim Hierarquias e Seres assumirão corpos físicos em locais e situações estratégicas para auxiliar o que for necessário.
Todos podem colaborar, ao nos sintonizarmos com estas informações e procuramos observar e tentar corrigir nossos erros.
Vamos lembrar que muitas vezes estes erros se espelham nos outros.

Enfim devemos ser observadores, tentar captar os sinais, atender aos anseios do coração, sermos pacíficos e lembrar que nunca estaremos sozinhos.
E cabe ressaltar que a entrega é uma condição essencial para estágios evolutivos mais avançados.
Hilton

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Liberdade! Ainda iremos conhecer.



Pensamento do dia 9 de janeiro de 2017

Quem deseja triunfar deve aprender a suportar.
Paul Brunton.

Pois bem, o aprendizado é uma fase exaustiva em que inúmeras modificações acontecem nas nossas perspectivas, valores, conceitos, dogmas, entre outros.
Estas modificações atualiza o que você é e o que você contem.
Referimo-nos aqui a ampliações e não interferências que possam colidir com o livre arbítrio.
O aprendizado é uma constante na vida de todos e não falamos aqui das vidas materiais somente, mas da vida eterna e infinita que estamos percorrendo ao longo dos níveis de consciência.
Nesta fase e com este conteúdo, não se fala mais em tempo, mas em níveis de consciência, pois o tempo torna-se insignificante. O que realmente importa são os níveis de consciência alcançados em cada etapa da nossa vivencia como ser espiritual.
Para isto o continuo aprendizado é essencial, por isso que temos um instrumento fantástico que nos assegura continuarmos este processo, que é a insatisfação.
A insatisfação é o termômetro de que você já está inconformado com o nível de consciência que se encontra e deseja muito mais, quer ir para além do nível atual.
Imediatamente ao alcançarmos um nível de consciência acima, pode-se dizer que vem o triunfo, pois ao longo desta transição suportaremos inúmeras situações, quedas, insatisfações que no transcorrer do ciclo foram consolidando experiências e aprendizados fundamentais para este salto.
Suportar é um processo quase disciplinar que abre a tolerância, assimila erros, faculta novidades, consolida fatos e evidencias de cada etapa.
A mensagem do Cristo crucificado foi essencial para nos mostrar de forma radical e acentuada, este processo de transição. Jesus não veio para tirar os pecados dos homens mas para exemplificar que o sacrifício é o que nos será exigido nesta fase de transição, de um para outro nível de consciência. O pecado é um estado de ignorância a ser superado, somente.

Estamos numa fase do ciclo terrestre onde isto está em acentuada evidencia, pois nossa alma sente a real necessidade de sairmos do gigantesco marasmo que temos vivido, ao longo de eras de reencarnações omissas e subalternas aos desejos e caprichos da personalidade (em que esta se referiu sempre ao passado), para a nova era, nova Terra, novos princípios, novas Leis, novos relacionamentos, novas etapas, outros mundos, outros sistemas, outras leis da física, da química, da matemática, enfim para os novos e surpreendentes aspectos de uma outra forma de se viver.

A fase é muito dinâmica, muito evidente, acentuadamente modificadora do “status quo” de todo mundo.

Podemos dizer que a maioria tem lutado, drasticamente, contra esta fase pelo medo das coisas mudarem. Mesmo que sentem que podem melhorar, mudar tem sido um termo de muita rejeição, pois o medo e a insegurança do novo, da novidade, contraria radicalmente nossa personalidade.
A saída básica para as novidades é desconhecer, desconectar-se, desligar-se, fazer de conta que nada irá mudar, ou seja, aumentar consideravelmente as ilusões sobre o momento presente do planeta.
Quando a gente usa esta perigosa chave, desligando-a para mantermos a ilusão, ou fazer de conta que isto não é com a gente, ou não nos afeta ou não nos diz respeito,  estamos  acentuando o risco de deixarmos este importante PORTAL fechar-se novamente por muitas eras, ficando  à mercê de outra oportunidade, na conclusão de um outro ciclo que será acentuadamente distante.

Sabemos que não está nada confortável viver este presente incerto e inseguro, onde as dúvidas tem sido atrozes, mas isto é uma forma de nos penitenciarmos como Jesus fez ao deixar-se crucificar.
Por bem ou por mal, esta fase é incrivelmente LIBERTADORA dos ranços e vícios do passado que consolidamos através da acentuada omissão que fizemos em relação ao próximo, aos reinos e ao planeta, vivendo a doce ilusão das conquistas materiais tão efêmeras e passageiras, abandonando nossa contra parte espiritual ao nada.
A ressurreição é outro aspecto que nos foi indicado neste processo de libertação, onde o sacrifico termina, encerra sua fase, ressurgindo a nova etapa das cinzas do passado, do corpo efêmero que carregou o que serviu mas não serve mais.
Isto tem fim, tem data para concluir-se (mas ninguém sabe), mas o que importa é compreendermos e adotarmos uma postura condizente com as verdades do nosso coração.

Enfim, reveja sua forma de viver e seus apoios, pois não poderemos contar com eles na fase crucial da transição planetária.
Hilton

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Na piscina!




Somente quem já triunfou sobre o mal em si próprio pode ajudar os outros a fazerem o mesmo.
Paul Brunton.

Pois bem, triunfar sobre o mal em si próprio é uma tarefa contínua, incessante, eterna no plano material, pois o mal nos invade continuamente.
O mal tem sido encarado como uma força poderosa, negra, esguia, que procura nos levar para as garras de todas as espécies de violência.
Na realidade o mal é um “estado de ignorância” sobre as Leis que regulam a vida criada.
Estes “estados de ignorância” nos levam a fracassar em inúmeras situações da nossa vida.
Po incompreensão usamos o ódio ao invés do amor; a violência ao invés da paz; o egoísmo ao invés da liberdade; a ganancia ao invés do desprendimento; o materialismo ao invés do espiritualismo, enfim usamos o oposto do que é direito e correto devido a esta acentuada incompreensão sobre as Leis de Deus.

O indivíduo que deseja fazer o bem, ser solicito, ser cordial, ser espiritualizado, ser elevado, antes de tudo precisa estudar, dedicar-se, procurar, buscar, compreender como funciona a dinâmica universal.
Quando aqui se fala em níveis de consciência, fala-se de níveis que situam-se no mal ou no bem para com as nossas ações.

É comum vermos indivíduos altamente religiosos, super dedicados, mas na menor contrariedade dos seus dogmas, torna-se violento, vingativo, cruel, contrariando aspectos dos próprios dogmas que tanto estudou e acredita. Este é outro aspecto fundamental, pois o universo está numa dinâmica intensa e fartamente criativa, portanto o que serviu lá atrás, hoje não serve mais.
Evoluir é conhecer e aplicar as novas informações o tempo todo.
Estamos num processo continuo e constante do “vir a ser”.
O que aprendemos agora, no minuto seguinte vira passado.
A evolução tem uma dinâmica continua e não para. Tudo no universo está em movimento, sejam as coisas visíveis e invisíveis.
Nossa galáxia, que abriga incontáveis sistemas solares, viaja numa velocidade incrível pelos confins do universo e em cada momento passamos por forças e energias modificadoras, portanto a todo instante estaremos sob forte pressão de continuas transformações.

O homem estacionou em aspectos ultrapassados. Tem ficado satisfeito com poucas coisas, poucos movimentos, poucas conquistas e isto nos tem feito um mal terrível, pois ao deixarmos de acompanhar a dinâmica dos movimentos extra planetários, acabamos por viver sob o domínio de forças contrarias, forças antigas que conflitam com as atuais.

O momento atual é intenso em relação às forças que hoje nos submetemos. Estamos  muito aquém do ponto que deveríamos estar. Isto por si só, nos incomoda e incomoda muito.
Imagina-se numa piscina com agua na altura do queixo e você querendo ir para a direita, para a esquerda, para frente. No sentimos tolhidos e extremamente lentos em realizar as manobras necessárias, muitas vezes não conseguindo devido à grande resistência da água sobre nosso corpo. Em certos movimentos mais dinâmicos, flutuamos e perdemos o controle total destes  movimentos, deixando-nos ao sabor das correntes que ocorrem naquela piscina
Assim estamos neste momento, agitados, assustados, ansiosos, querendo fazer mas não fazendo, ao sabor de certas correntes negativas às nossas intenções.

É preciso, calma, cautela, concentração no que se quer, ser prudente. Não estamos na fase dos movimentos bruscos, mas de movimentos cauelosos, contínuos em busca de certos objetivos elevados.

Enfim, preparar-se para ajudar é a tônica deste momento, pois as circunstancias que virão exigirá indivíduos preparados e equilibrados.

Hilton