segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Muita disciplina. Os tempos atuais assim exigem.



Pensamento do dia 16 de janeiro de 2017

Aquele que consegue desapegar-se da emoção, mesmo quando continua a senti-la, torna-se o verdadeiro senhor dela.
Paul Brunton.

Pois bem, ganhamos o corpo emocional na época da Atlântida.
No conceito do arquétipo humano, vamos ganhando tudo o que foi idealizado pelo Criador, aos poucos, em vários estágios, em vários momentos e sempre do anterior surgirá o novo.
Na Atlântida, demos um grande salto ao conquistarmos o corpo emocional, mas não soubemos utiliza-lo com a devida retidão durante o transcurso das adaptações que teríamos de fazer, até a confirmação do seu equilíbrio com os demais corpos.
Um, entre vários outros desvios, foi o uso da magia, em especial a magia negra no tocante ao prejuízo de terceiros em benefício próprio.  Outro uso indevido foi com a energia do egoísmo, dando origem ao ego e ao egocentrismo, despertando o uso da posse, da propriedade, do ter, gerando incansáveis lutas pelas conquistas efêmeras e materiais.
Neste processo a civilização atlante decai vertiginosamente, encerrando seu ciclo de forma violenta, onde as forças telúricas apropriam-se das “posses e propriedades” retirando-as depois de tantas lutas, mortes e disputas entre seus cidadãos.
Surge nesta época, a política e da mesma forma a corrupção começa a dar seus primeiros  passos.

Pouco antes do final do ciclo atlante, onde o oceano Pacifico invade este continente, muitos abandonam seus lares e espalham-se por outros continentes, direcionados por seres extraterrestres, que os orientaram para o continuísmo da civilização humana na superfície terrestre.
A civilização atlante teve inúmeras saltos na tecnologia, com domínio sobre a força gravitacional, a energia atômica e outros comandos que trouxeram um grande benefício no modo de vida daquele continente. Mas, no livre arbítrio, não conseguiram manter a devida coesão e respeito entre eles e com os reinos, gerando um final de ciclo extremamente violento.
Da mesma forma como ocorrerá em nosso ciclo atual, praticamente nada daquela civilização sobrou para que não influenciasse a nova que veio na sequência, originando assim a 5ª raça de um total de 7 raças que devem ocupar a Terra até seu final.
A 5ª raça teve como expressão maior o corpo mental, tornou-se pensante, raciocinando, deduzindo, além de abrigar o corpo da alma, o corpo anímico.
Podemos dizer que na 5ª raça foi onde mais nos densificamos, nos tornamos densos, pesados, materializados.
O processo agora se reverte e as 6ª e 7ª raça serão impulsionadas para a sutilização, para a desmaterialização, onde a intuição, a leveza, a pureza substituem as formas anteriores.

Vejam que as situações se repetem quase na mesma escala de desvios, pois da mesma forma, assim ocorreu com o continente que antecedeu a Atlântida que foi a Lemuria, onde havíamos conquistado a materialidade do corpo físico e a procriação sexual. O uso  desvirtuado dos instintos promoveu o declínio desta raça.
O próximo passo, ou a próxima conquista será a intuição, o 6º sentido, onde a alma ocupará o espaço vazio que será deixado pelo ego e pela personalidade. Nesta próxima etapa não precisaremos mais do livre arbítrio, pois nosso próximo condutor, a alma, tem acesso a fontes intermináveis de informações instrutivas, mas todas evolutivas e ascendentes na escala da evolução.

O que conquistamos anteriormente permanecerá. A superfície da Terra será geograficamente mudada, além do eixo magnético, hoje nos polos, mas que no novo ciclo será no equador, criando um novo e saudável ambiente, sem os ranços e as identificações do passado para que a nova população da Terra possa evoluir sobre novas bases e novos conceitos.
Não se perde a personalidade e o ego, mas estes entram em uma eterna hibernação, pois todas as conquistas jamais se perdem e a soma delas que formará o arquétipo perfeito que foi idealizado pelo Criador.

Temos visto que certas pessoas já são habilmente conduzidas por processos intuitivos.
Não se fala aqui de premonições, insights emocionais ou coisas do gênero, mas de verdadeiros impulsos que servem a esta pessoa e a todos ao mesmo tempo.
Para isto estas pessoas se preparam, aprofundam-se em informações que as levam para esta conquista. Usam bem seu tempo, suas oportunidades e dedicam-se nas atitudes que as leva a abrirem-se para os desígnios da alma.
Sentem que sua vida não mais lhe pertence, pois a entrega e a dedicação passam a comandar suas ações.
Desapegam-se do que for possível e ao mesmo tempo usam corretamente o tempo disponível, pois sentem que pouco tempo vos resta para estes atos de preparação.
Alinham suas condutas e seu modo de vida em cima daquilo que sentem como sendo útil, real e verdadeiro, tentando não influenciar-se pelas doces e traiçoeiras ilusões da vida material.
Aproximam-se das fontes verdadeiras, procuram manter certo equilíbrio neste ambiente terreno profundamente desequilibrado e aguardam o momento de servirem de forma incondicional.

Nesta última etapa, não haverá continentes terrenos que serão preservados, pois tudo será reciclado, portanto, grande êxodo será feito, mas para fora do planeta.
Já temos uma imensa assistência extraterrestre e intraterrena nos aguardando para tal evento e será nesta fase em que cada um se autoconvocará para continuarem na Lei Cármica ou mudarem para a nova Lei dos Ciclos.
Como temos sido informados, a Terra será um solo sagrado. Irá pertencer à Confederação que regem os mundos nos Planos Maiores.
Finalmente deixará de acolher indivíduos que fracassaram em seus mundos e só receberá indivíduos em processo de alinhamentos evolutivos.
Será base de muitas trocas positivas, evolutivas, ordenando um processo evolutivo continuo, constante, ascendente, terminando totalmente as fases anteriores onde as conquistas precediam a quedas.
Será a base do final da 5ª raça, constituirá a 6ª e a 7ª raça e terminará definitivamente seu ciclo de vida, virando novamente poeira cósmica para a formação de novos mundos.

A  diferença entre as raças se dá pelo uso da mente, do cérebro físico e do alinhamento anímico (alma). Hoje usamos cerca de 10% do nosso potencial e a 7ª raça deverá chegar a 69%, portanto teremos expansões de consciência, de conceitos, de produtividade, de conhecimento inimagináveis. Conheceremos um sem fim de novas leis que regem a física, química, matemática com já havíamos citado; forças e energias desconhecidas se farão presentes revelando que o novo homem se dedicará única e exclusivamente à sua evolução e não mais à sua manutenção.
Muitos dos extraterrestes aqui presentes, na espera do grande êxodo, usam 100% da capacidade mental e cerebral da raça humana e estes serão nossos novos “professores” e balizadores das novas conquistas em todos os aspectos, materiais e espirituais.
Obviamente viveremos no círculo completo, em 360º como foi dito nas informações de ontem (15.01.17), pois alinharemos todos os nossos corpos, ou seja, o material e o espiritual será finalmente uma UNIDADE.

Cabe lembrar que o conceito de Raça Humana se aplica em muitos mundos do universo material, sendo que as mudanças no formato dos corpos acontecem em função das características de cada mundo ou dimensão.

Os próximos momentos serão complexos, difíceis, mas a esperança de um novo contexto precisa ficar em evidencia. Nada termina, tudo tem seu continuísmo e sempre obedecerá escalas evolutivas dentro do  grande planejamento para a Terra e para o arquétipo humano.

Sabemos que poucos se atentam para isto, pois tudo aquilo que não traz reciprocidade imediata, a maioria recusa.
Fomos muito mal educados para só pensarmos em troca. Trocamos nossos esforços por dinheiro, por satisfações, por prazeres, por ociosidade, por afetos, por atenção e quando não há reciprocidade imediata de nossos esforços, relegamos, procuramos desconhecer ou simplesmente descontinuamos.
Vivemos o “toma lá dá cá”, se esta lei não for aplicada não haverá esforços da nossa parte, por isso que as conquistas espirituais, que são subjetivas, não são imediatistas, não são muitos simples de entendermos, são relegados ao 5º ou 10º plano de nossas prioridades, ou simplesmente deixadas de lado.
Este erro grosseiro, que provem de uma educação absolutamente ineficaz, nos tornou metade de um todo e assim, incompletos.
No entanto, a ausência de conhecimento na fase conturbada da Terra presente, será cruel, será incompreensível, pois infelizmente continuamos desestimulados para nossa contraparte espiritual.

O livre arbítrio teve sua oportunidade e não soubemos aproveitar. Falhamos em todos os seus aspectos. Podemos dizer que foi uma experiência fracassada em termos gerais, mas foi possível extrair alguns indivíduos que mantiveram as esperanças e os princípios básicos da Lei do Amor e são para estes poucos que muitos devem esta nova oportunidade.

Estamos em 2017. A soma destes números recai para o número 1.
Interessante!
Hilton

domingo, 15 de janeiro de 2017

Vivemos em 180º quando deveríamos viver em 360º.



Pensamento do  dia 15 de janeiro de 2017

O amor ao Divino é o nosso dever primordial.
Paul Brunton.

Pois bem, este é um posicionamento que poucos, bem poucos conseguem aderir.
São tão poucos que não há representatividade na raça humana.
Ao contrário, fora da Terra, em planetas sagrados isto se torna uma postura unanime pois todos compreenderam que  amar o Divino é o amar a própria Vida.
Então porque aqui não é assim?
Um dos grandes fatores é porque materializamos o conceito da Divindade.
Imaginamos um Deus personalizado, materializado, que expressa seus desejos e vontades, ou seja, transformamos este deus  em um de nós.
Isto foi muito reforçado pela bíblia ao ressaltar que fomos criados à sua imagem e semelhança.
Esta semelhança e imagem refere-se ao potencial intrínseco que temos, que neste momento está em processo de aprendizado, aperfeiçoamento, lapidação, pois no futuro seremos um Deus no conceito desta estrutura de um Criador.

Outro aspecto relevante neste conceito de “imagem e semelhança”, refere-se ao fato de que precisamos nos amar e amar ao próximo.
Outra imensa dificuldade que ainda não conseguimos superar.
A ignorância sobre a espiritualidade, a vida infinita, a evolução, é a grande barreira neste processo, pois em nossa existência sequencial de vidas materiais, nos concentramos na sua materialidade somente, ficando capengas para compreender o contexto da Vida Universal. Esta exprime os dois meios círculos, formando assim o círculo completo, da materialidade com a espiritualidade.
Vivemos em 180º quando deveríamos viver em 360º.

O fato de vivermos ½ “vida”, nos tornou incompletos, confusos, medíocres, onde os erros acumulam-se, os carmas se acentuam, os limites se estreitam e a vida vira uma anarquia que é como nos encontramos no âmbito mundial.
Isto é inconsertável, pois todas as expressões das Hierarquias, ao longo dos séculos, continuou sendo a saída somente para poucos.
A grande massa populacional da Terra mantem-se no deserto, na escassez, na luta exclusiva pela sobrevivência no plano material, onde os horizontes são as eternas dunas secas que mudam de lugar ao sabor dos ventos alísios que percorrem o planeta.

Amar o Divino é amar a tudo e a todos ao mesmo tempo, pois este amor se torna impessoal, não dirigido, espontâneo, infinito.

Iremos alcançar este estágio, mas neste momento isto é uma opção face ao livre arbítrio.
Vamos rever nossa postura, vamos compreender que se isto está sendo colocado é porque temos possibilidade de alcançar.
Temos de pensar seriamente nesta possibilidade, pois tudo passa. O universo tem uma dinâmica incrivelmente veloz. Passado este estágio, nova oportunidade será em um outro ciclo.   
Hilton

Sei o que quero?



Pensamento do dia 14 de janeiro de 2017

A chave para a conduta correta é a recusa a identificar-se com a natureza inferior.
Paul Brunton.

Pois bem, a natureza inferior são sentimentos e ações que nos traz algum conflito interno.
Quando fazemos algo desta natureza, sabemos que não é licito e correto.
Muitas vezes tais ações são permitidas pelas leis da sociedade, são toleradas por todos, mas o que importa é o que seu coração sente ao pensar numa ação que não condiz mais com seu nível de consciência.
Quando nos convencermos que este é o termômetro que devemos medir o que sentimos antes das nossas ações e pensamentos, com certeza estaremos atendendo os anseios da alma.

Poxa, mas isto pode não ser competitivo, poder ser considerado, perante os outros, atos de fraqueza, pode ser interpretado como submissão ou covardia.
Sim, enquanto vivermos num mundo regido pela ignorância e pelo desconhecimento das Leis Divinas, as interpretações podem levar para estes preconceitos, pois os erros são muito mais abrangentes do que os acertos.

O momento atual exige muita coragem do indivíduo espiritualizado para que não contrarie o que realmente sente em seu coração.
Terá de abdicar e abrir mão de certas “vantagens”, “oportunidades”, “agressividades”, “disputas”, se realmente pretende elevar-se. Por isso que tem sido difícil para muitas pessoas aderir ao caminho evolutivo, pois ilusoriamente pode ser interpretado como perdas ao invés de conquistas.
Podemos dizer que as conquistas imediatas são ilusórias, passageiras, finitas e muitas vezes cármicas. Ao passo que as conquistas reais, são autenticas, são eternas, progressivas e servem para qualquer lugar que você se encontre no universo.

Nesta fase e nas seguintes, do ciclo de transição terrestre, teremos de ser cada vez mais rigorosos e firmes em abdicar de conquistas efêmeras e passageiras, pois estas tem um caráter altamente perigoso, pois iludem e apoiam-se em convincentes mentiras. De certa forma, buscam continuamente nos “comprar”, ou seja, sempre exigirão contrapartidas às propostas apresentadas.
Muitas vezes estas propostas são excessivamente fartas, caras. Neste caso nosso investimento nas ilusões será, com certeza muito mais comprometedora, pois nada, no plano terrestre é de graça.
Um jogo de forças negativas, intensas e poderosas procura de forma muito convincente, nos convencer de que sem isto ou aquilo não iremos viver bem. Ao cairmos nesta pegadinha, a contrapartida será cruel, desarticuladora, destruidora, podendo envolver grandes investimentos que fizemos em familia, amigos, retidão, espiritualidade, podendo, num piscar de olhos, levar anos de investimento progressivo no campo da espiritualidade e da evolução.

Todo cuidado é pouco.
Se nos convencermos da transição planetária em curso, não fará sentido nos concentrarmos somente nos afazeres da vida terrena, na vida material, pois tudo será transformado.
Indivíduos lúcidos deste processo estarão ocupados no refinamento da sua espiritualidade, estarão voltados para coisas mais subjetivas, mais abrangentes e menos preocupados em preencherem suas ambições e ganancias.

Portanto, para alguns que resolverem adotar esta postura, poder ser necessário, somente pequenos ajustes, mas para outros pode ser grandes mudanças.
Auto avalie-se e reposicione-se se for o caso.