domingo, 29 de janeiro de 2017

Quietude. Um estado a ser alcançado.



No centro de cada homem, de cada animal, de cada planta, de cada célula e de cada átomo há uma completa quietude.
Paul Brunton.

Pois bem, a quietude é um estado de evolução.
Nos movimentamos demais. Somos muito agitados, pois nos iludimos de que só progredimos através de movimentos.
O homem moderno, como nos intitulamos, na realidade perdeu aspectos que lhe faz uma falta incrível: a quietude, o silencio, o equilíbrio e os movimentos somente no que seria estritamente necessário.
Nos intitulamos proativos, atletas, agitados, confundindo movimentos com produtividade.
O homem agitado não é produtivo pois desperdiça muita energia no que faz. Poderia fazer a mesma coisa, de forma mais completa e correta, com pouca energia, se usasse o conhecimento.
Não aprendemos a usar a Lei da Economia. Desperdiçamos demais: tempo, recursos, movimentos, ações e consequentemente energia; somos exageradamente repetitivos, perfeccionistas a tal ponto que sempre ultrapassamos o ponto ideal.
Isto decorre da nossa tremenda insegurança em tudo que fazemos.
Como temos uma visão muito parcial do universo, das coisas, esta tremenda insegurança procede, pois temos decidido em cima de aparências e formas, sem uso do conhecimento real.

Tudo é vibração, energia, aglutinação, mas em níveis que desconhecemos, ou melhor dizendo, não conseguimos aprender pois não nos dedicamos de fato a estes estudos.
Nossos cientistas querem repetir em laboratório o que não é físico, o que não é possível de ser medido no plano da matéria e isto se aplica à origem de TODAS AS COISAS.

Quem sabe, viver em quietude possa nos remeter ao plano do espírito, ao plano onde tudo se origina, se forma, e toma as formas que conhecemos e convivemos .
Sempre foi e sempre será: “de dentro para fora” .
Não há inversão desta Lei:  não existe o “de fora para dentro”, portanto, para alcançarmos  certo nível de conhecimento mais elevado, precisamos nos concentrar na Fonte e na Origem.

Poucos se  coligam a estas conclusões, pois as ilusões nos tornou míopes, ou cegos. Ou não vemos ou vemos distorcido.
Chegamos ao cúmulo de achar que um ser humano não é filho de Deus, sem compreender que alguns ainda estão absolutamente carentes da sabedoria que foi cedida a todos, mas absorvida por poucos.

Enfim enquanto o homem não compreender as razões de Deus, pouco saberá se comportar na Terra ou fora dela. Tudo é uma questão simples de mais ou menos ignorância, ou, mais ou menos sabedoria.

A nova era promete mudanças profundas, neste aspecto, pois o homem que até o momento se voltou para sua manutenção e preservação, deixará isto de lado e se voltará para o conhecimento universal.
Poderia estar fazendo isto, agora, mas não conseguiu se desvencilhar do seu egoísmo, parando, portanto, num nível de consciência aquém do que já poderia ter alcançado.
Isto, além de bloqueá-lo, interrompeu certas sequencias que precisariam de um conjunto de vibração mais elevada, mais sútil, mais contínua, de toda a humanidade.

Cada um de nós pode reverter certas tendências negativas e aproximar-se das positivas, mas isto exigirá abdicar-se de práticas incorretas, mas consideradas normais pela humanidade. Portanto, esforços serão necessários.
Vá para “dentro” e as chaves para cada novo portal serão mostradas.
Hilton

sábado, 28 de janeiro de 2017

Diversão ou alegria?



Pensamento do dia 28 de janeiro de 2017

A prática de expandir o amor a todas as criaturas vivas produz estados elevados de alegria cósmica.
Paul Brunton.

Pois bem, um conselho simples, mas sábio.
No geral, as pessoas levam em conta as diferenças entre elas e entre as demais criaturas, para se posicionar.
Por julgarmos um animal como um ser inferior nos damos no direito de mata-lo e come-lo.
As formas de mata-los, também não são considerados, e a dor que estes sentem não nos afeta.
Vê-se na televisão a caça esportiva, a pesca esportiva, ou seja transformamos a morte de uma criatura em diversão.

Entre nós, o que efetivamente levamos em conta são as DIFERENÇAS. Sejam estas físicas, morais, intelectuais, raças, culturas, poder, posses, posição, são estas as diferenças consideradas em nossos relacionamentos.
Como há uma infinidade de “diferenças consideradas” no plano físico (mental, emocional e físico), nos desigualamos, ou seja, aparentemente somos todos diferentes.
Aos olhos de Deus, ao Cosmos, não há diferenças entre as criaturas, mas somente estágios distintos de níveis evolutivos e esta distinção deveria servir para aprendermos a Trabalhar, Doar, Ajudar, Acolher, Amar e ser ajudado, ser acolhido, ser amado.

Conforme Paul nos diz, expandir o amor a todas criaturas vivas produz estados elevados  de alegria cósmica.
Alegria não tem nada a ver com diversão. Diversão é um sentimento das fases iniciais do indivíduo na 3ª dimensão, ou seja, já deveríamos ter transcendido a diversão, trocando-a pela alegria.
A diversão é pontual, a alegria é abrangente.
A diversão normalmente é ofensiva e direta, a alegria é amorosa e envolvente.

Mas, com uma simples mudança de postura e intenções saíremos da diversão para a alegria. Obviamente o que estará por trás será o alcance do indivíduo a estados de evolução mais amplos e elevados.

Sentimos que a maioria das pessoas queixa-se da vida, dos afazeres, das obrigações. Isto mudará radicalmente após a transformação planetária, mas de antemão, um simples reposicionamento sobre a forma de encarar as coisas na prática do amor, aliviaria sensivelmente todos estes “encargos”

Supondo que incluíssemos a alegria em tudo que fizermos, já seria o suficiente para que energias positivas fluíssem das nossas atitudes e isto mudaria substancialmente o que hoje avaliamos como “encargos”.

Notoriamente, as pessoas alegres passam pelas mesmas dificuldades que todos passam, mas com índices bem baixos de sofrimento. Portanto o sofrimento é um estado de consciência que leva em consideração nosso estado emocional positivo ou negativo, ou em outras palavras, de acordo com o que tem sido preponderante em nosso coração: a alegria ou a tristeza.
 Hilton

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Saia do atrito.



Pensamento do dia 24 de janeiro de 2017

A intuição nos diz o que fazer; a razão nos diz como fazê-lo.
Paul Brunton.

Pois bem, em geral as pessoas usam a razão para tudo, para o que fazer e como fazer.
Digamos que nesta hipótese temos 50% de chances de acertar. É um jogo de dados.
A razão, a logica, o raciocínio provem das experiências passadas, do que ocorreu e como ocorreu.
Como nosso saldo de erros é extremamente elevado, temos chances enormes de repetir os mesmos erros do passado.
Assim tem caminhado a humanidade.
Isto é facilmente comprovado, quando olhamos para a dinâmica da vida material.
De tempos em tempos, temos alguém que se destaca por encarar e adotar posturas bem diferentes, literalmente “remando contra a maré”.
Estas pessoas sempre enfrentaram dificuldades enormes, pois mudanças é algo que a maioria não gosta de fazer.
São estas pessoas que trazem as mudanças necessárias, mas mínimas, que precisam ocorrer.
Fazer o mínimo nunca será suficiente e não preencherá os requisitos necessários para alcançarmos os patamares evolutivos, previstos na evolução de uma raça dentro do contexto da dinâmica universal.

Porque mudar se pode continuar? Porque mudar o que conheço? Porque devo me arriscar?
Enfim uma infinidade de questionamentos se interpõe entre eu e as mudanças e no fundo são os medos que afloram no indivíduo, que o faz permanecer como está.
No entanto, como temos sido informados, a dinâmica da Vida é intensa, contínua e constante. Se deixarmos isto de lado, viveremos sempre do passado.
Brincando um pouco, somos a “humanidade-museu” , onde no teatro da vida, trocamos de figurinos mas mantemos sempre os mesmos textos (posturas e preconceitos).

Isto não condiz com as mudanças dos ciclos evolutivos, quando envolve o reino humano.
No universo, as mudanças cíclicas são violentas, pois envolvem seres do reino mineral que mudam pelo atrito, pelo choque, pelas explosões.
Nós somos seres pensantes, de alma individualizada, com uma certa inteligência e percepção, deveríamos perceber as mudanças de acordo com a dinâmica da Vida Universal. Mas, isto não ocorre, ficamos estáticos, paralisados, omissos a estas percepções pois não acompanhamos o caráter evolutivo da Vida.
Focamos nossa total atenção no plano da matéria mesmo sabendo que esta é finita, perecível, de curta duração, deixando de lado nossa contraparte espiritual que é infinita, contínua e que precisa acompanhar a dinâmica da Vida Universal, pela evolução.
Isto situação de similaridade entre nós e o reino mineral nos envolve no plano dos atritos, nos choques, nas explosões.

Esta postura que adotamos definiu como mudaremos de ciclo, no atrito, pois atraímos pela ociosidade espiritual, as vibrações do reino mineral.
Quando um mundo precisa mudar, segundo a dinâmica da Vida, este segue as regras do atrito, mas a humanidade que ali habita, sendo progressiva e atuante na sua evolução, simplesmente muda de plano dimensional. Assim foi com Júpiter, Netuno, Saturno, entre outros, onde as mudanças na 3ª dimensão ocorreram sem a presença da humanidade que simplesmente mudou de dimensão.

A nova era será definida por esta postura, onde o homem deixará de ser racional para ser intuitivo.
Suas decisões serão tomadas com um enfoque infinitamente mais amplo do que o atual, onde as percepções levarão em conta séculos adiante, para qualquer ação idealizada, não comprometendo nosso futuro, como hoje está comprometido.

Atualize-se, arrisque-se, aceite as mudanças.
Saia do atrito.
Hilton