quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Vi muitas jovens com uma tiara imitando o véu de uma noiva.



Pensamento do dia 22 de fevereiro de 2017

Aprende a observar de maneira inteligente o coração dos homens.
Mabel Collins.

Pois bem, como eu faço esta observação?
Não será pelos olhos. Será pelo teu coração.
Os corações se olham, se sentem, interagem, comunicam-se identificam o verdadeiro “eu” de cada um.
Quando olhamos para alguém, criamos uma ‘imagem” deste alguém, normalmente irreal, ilusória, inverídica, pois este alguém de certa forma, criou um visual de como ele gostaria de ser ou de apresentar-se naquele momento, pois morre de medo de que suas “fraquezas” fiquem expostas.
Como vivemos num mundo não autentico e sincero, de certa forma isto faz sentido.
No entanto isto aumenta consideravelmente nossas fantasias e ilusões.

Estamos próximos do carnaval e é interessante como as pessoas que gostam da folia, adornam-se com um visual que lhes agrada, que gostariam de ser, que chama a atenção. De certa forma, fazemos o mesmo na vida cotidiana ao nos produzirmos para alguma coisa qualquer.
Recentemente nos deslocamos de Metro para a Av Paulista, no sábado anterior, e muitos jovens estavam se dirigindo para um dos blocos da Vila Madalena, aqui em SP. Isto me chamou a atenção. Vi muitas jovens com uma tiara imitando o véu de uma noiva. Esta comunicação visual detalhou nitidamente desejos que ali estavam presentes.

Exaltamos o que está lá dentro, o que é válido, só que travestimos tais desejos, aspirações, necessidades, em fantasias que podem distorcer a realidade.
É difícil ser autentico aqui na Terra, pois detestamos nos expor uma vez que seremos explorados.
Esta distorção aumentou e vem aumentando consideravelmente as ilusões, o mundo do faz de conta, a tal ponto que muitos indivíduos perderam sua originalidade, sua verdadeira identificação, sem saber quem é, de onde veio, o que faz aqui, porque, aonde vai, qual o sentido, entre outras coisas.

Quando nos concentramos no coração, podemos fechar os olhos pois a comunicação visual não tem mais sentido.
Tudo passa a ser autêntico, real, e desta forma, poderemos ajudar ou ser ajudados nas verdadeiras aspirações ou necessidades que nos encontramos naquele momento.
Claro que tudo isto exige ampla e rigorosa honestidade, silencio, discrição, responsabilidade, pois ao contatarmos o verdadeiro “eu” de alguém, rasgamos os véus da ilusão.
No entanto toda ajuda, amparo ou acolhimento que partir deste princípio será com base na Lei do Amor.

É assim que Deus nos vê. De nada adianta nos travestirmos. Perante Ele seremos autênticos pois somos seus filhos.
Quando se faz uma oração, um pedido, não adiantará pedirmos ou orarmos para que nossa ilusões cresçam ou se mantenham, pois será um pedido “negado” (com carimbo vermelho).
É preciso ser absolutamente autêntico e analisar profundamente se tal pedido procede, senão será pura perda de tempo.

Estamos nos preparando para sermos autênticos na nova era, portanto é uma boa oportunidade para treinarmos.
Ver com o coração exige sensibilidade, equilíbrio, postura correta e intuição.

Se auto analise e verifique como seu estado emocional interfere negativamente em seu equilíbrio, portanto, sem controlar suas emoções nada disto será possível.
Qual tem sido sua sensibilidade e não confunda sensibilidade com choro por qualquer coisa. Ser sensível é antes de tudo, não julgar.
Sensibilidade se conquista aos poucos, na medida que seu grau de envolvimento com o mundo espiritual vá se acentuando, portanto é uma conquista com muita disciplina e grandes esforços.
Postura correta é a manutenção de uma absoluta neutralidade em tudo que faz, mesmo que seja difícil olhar e ver os erros acontecendo. Para obter e manter esta postura correta, a vida irá te  testar continuamente, pois a cada degrau conquistado, imediatamente, tem de se preparar para o seguinte.
Intuição. Conquistando as anteriores, a intuição vem por acréscimo e você nem perceberá que a possui e faz uso dela. É um alinhamento para assimilar os impulsos que vem dos Planos Maiores.

Portanto, avalie suas condições atuais e corrija o que for necessário.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

A vida que te rodeia.



Pensamento do dia 21 de fevereiro de 2017

Observa a vida que te rodeia em constante movimento, em transformação incessante, pois é formada pelos corações dos homens.
Mabel Collins.

Pois bem, a vida segue seu curso de forma independente e originariamente nos planos de Deus.
Independente da nossa interferência ela realiza o que tem de realizar.
Assim funciona para todos os reinos, exceto o reino humano.
Exceto porque interferimos e temos a autorização para interferir, pois assim funciona a opção do livre arbítrio que escolhemos para esta etapa da nossa evolução.

Esta interferência foi uma forma incrível de aprendermos com nossos erros e acertos, pois ao testarmos alternativas, de forma inteligente deveríamos separar o certo do errado.
Não deu certo.
O egoísmo, uma Lei Divina que vem para ajustar as verdades, teve uma aceitação e um envolvimento da raça humana no seu extremo, sendo assim, o errado virou o certo, face aos interesses pessoais acrescido da ganancia (um desdobramento da Lei do Egoísmo) e o certo virou o errado.
Assim interferimos nas diretrizes Divinas, com sua devida permissão, para aprendermos na dor e no sofrimento, como aceitar o certo e rejeitar o errado.
Da mesma forma, se tivéssemos acertado mais do que errado, estaríamos menos materializado, menos densos, mais sensíveis, com novos dons à disposição, novo horizonte e uma forma de vida altamente criativa e inovadora.
Não foi assim que aconteceu e nos tornamos repetitivos, com baixa ou quase nenhuma criatividade, mantendo os interesses pessoais em detrimento dos comunitários. Deturpamos nosso horizonte, perdemos os “contatos”, nos isolamos e nos envolvemos com a ilusão de um mundo irreal.
Hoje vivemos num mundo irreal, ilusório, triste e sofrido.
Foi uma opção.
É precioso ressaltar que ninguém está aqui por acaso, mas fomos atraídos para este planeta de expiação (ainda), pela nossa densificação, baixa vibração, falsos oportunismos de outras épocas.

Isto pode e deverá se reverter, não só para o planeta como para o reino humano.
Para o planeta está definido e será no final deste ciclo terrestre, às portas de concluir-se. Para o reino humano dependerá da vontade de cada um e de seu empenho.
Deus não interfere em nossas loucuras e não irá interferir em nossa decisão, portanto, caberá a cada um manifestar-se a este respeito.

É difícil perceber quem tem isto de forma clara e nítida, pois a princípio, fomos (des)educados a entregar a Deus nossos pedidos e Ele que tem que se esforçar para  cumpri-los
Esta bobagem e este apelo infantil, em termos espirituais, tem induzido milhões e milhões de pessoas a erros de conceitos gravíssimos, muito bem trabalhados pelas forças involutivas, cujo interesse é nos aprisionarmos para continuar “A” servi-las.
Se Deus quiser. Deus é quem sabe. Entrego-me a Deus. Estou nas mãos de Deus. Deus o levou. Deus se lembrou dele. Deus é mais. Deus te curou. Sou protegido de Deus. Deus te proteja. Vai com Deus. Se Deus quer, assim será. Deus faça Tua vontade...
Enfim jogamos aquilo que é de nossa responsabilidade, que faz parte da nossa evolução, que temos de aprender, assumir e resolver, que depende essencialmente das nossas decisões como “tarefas de Deus”.
Veja a que ponto chegamos em nossos desvairados devaneios, pra não dizer loucura. E caso Ele não cumpra as tarefas que a Ele designamos, nos ofendemos com Deus. Atribuímos “oferendas”, um verdadeiro escambo para que Ele cumpra nossos “pedidos” (para não dizer obrigações)

O Indivíduo precisa ficar consciente e ter muita clareza das suas responsabilidades e para isso precisa instruir-se continuamente, eternamente, revigorar-se a cada tombo, a cada momento feliz, a cada conquista, a cada movimento, pois a dinâmica da Vida que Deus criou é intensa, incessante, contínua e eterna.
Deus é uma referência; Jesus foi uma referência em seus momentos terrenos e assim deve ser. Precisamos nos espelhar em suas intenções, em seus ensinamentos, em sua inteligência, em seu carisma e bondade, pois sem referências não sabemos o que fazer e como agir.
A Terra recebeu diversos Seres que travestiram-se de humanos para nos dar tais referências, pois precisávamos destes “espelhos” para seguir na direção correta.
Esta fase terminou.

A busca incessantemente por informações precisa ser continua e constante. Nesta busca a prudência é essencial para não cairmos nas “pegadinhas” que o mundo das ilusões manifesta.

De certa forma, se estivéssemos em outro estagio evolutivo e já deveríamos estar, simplesmente deixaríamos a vida nos conduzir. Passamos esta fase sem percebe-la e hoje nos encontramos à mercê das forças negativas e contraditórias aos desígnios divinos.
Mesmo assim, temos de perceber que em muitos momentos da nossa vida, não há como e nem porque interferir. Simplesmente aceite. Simplesmente não faça nada.
Coloque-se como um espectador dos acontecimentos, pois a interferência, na maioria da vezes, é confusa, oportunista e interessada.  
É uma postura que muitos poucos aceitam, pois sentem-se alheios a um processo qualquer, sem perceber que a interferência é pior.
Desprezamos a inteligência da vida, mesmo sabendo que esta provem de Deus.

O momento atual é o de “pisar em ovos”, pois as oportunidades estão cessando cada vez mais rápido, pois nesta etapa estamos presos ao momento do planeta Terra e o planeta entrará em outro padrão de vibração e Serviço. Será sagrado e em seu solo abrigará reinos com este novo padrão de vibração.

Reveja sua postura e espelhe-se no que considera divino.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

A busca interior é a única meta da vida externa.



Pensamento do dia 20 de fevereiro de 2017

Através do teu próprio coração vem a única luz que pode iluminar a vida e torná-la clara aos teus olhos.
Mabel Collins.

Pois bem, como temos no guiado?
Sempre por referências externas.
De certa forma, repetimos o que tem acontecido com as outras pessoas, com a sociedade, ao longo dos tempos.
Pode ser que na primeira vez faça sentido, mas na segunda não mais e nas demais acumula-se erros.
Assim tem sido, na maioria das vezes que nos manifestamos.
As referências externas tem seu valor, são importantes pois são manifestações de Deus, mas todas, sem exceção, devem ser atualizadas. É ai onde falhamos.
Por exemplo, nenhuma das guerras, e são milhões, trouxe paz para um povo ou para alguém, no entanto, presume-se que sim face aos interesses distorcidos da realidade da vida. Por isso estas são utilizadas, sob a guarda da ganancia, dizimando povos, culturas, raças quase inteiras além da destruição ambiental.
A paz em si é interna, portanto, mudanças externas não alteram o individuo que não tem a paz interna, fazendo acirrar a competição, a luta e a destruição.
Quantos tratados foram assinados e nenhum cumprido, pois internamente as guerras continuaram para os derrotados, sob intensa submissão.

A paz se conquista por meios internos, portanto referencias externas tem pouca expressão e importância neste contexto. Poucas referências externas podem ajudar um indivíduo nesta busca.
Ambientes tranquilos servem somente para o aquietamento inicial, mas a princípio, nem isto seria necessário.

Muitos isolam-se, dedicam a vida em comunidades, em seitas religiosas, criam rotinas especiais, embrenham-se na natureza na busca pela tão sonhada paz.
Outra ilusão.
Nada irá adiantar se conquistas internas não acontecerem. Isto passará e caso o indivíduo não consiga obter as conquistas internas, tendo uma índole violenta, violento será.
Somente a paz interna muda o indivíduo, seus conceitos e o coloca no caminho da evolução.

É do coração que tudo brotou e brotará, portanto, um meio ambiente de paz ajudará se atendermos a voz do coração, senão será como outro ambiente qualquer.
Nem sempre um isolamento é sadio, pois muitas vezes, sem acesso a informações, talvez não se consiga dar o start para certos impulsos necessários, vindos do alto, que o coração deveria absorver e desenvolver.

A solidão é sadia quando o impulso, do alto recebido, comece a dar sinais de seus frutos no coração, caso contrário torna-se um isolamento desnecessário e contraditório que irá gerar amplos confrontos quando for necessário recorrer a algo para a vida física.

Um indivíduo que abre seu coração precisa saber que com as “coisas” de Deus o empenho precisará ser no limite MÁXIMO da sua capacidade.
Ao fazermos algo como temos feito na nossa vida cotidiana, meio distraídos, desatenciosos, tendenciosos e imprecisos, não atingiremos nosso MÁXIMO e de nada adiantará estes esforços. Serão em vão, perda de tempo, inócuos, pois com as “coisas de Deus” a intensidade precisa ser um pouco acima dos nossos pretensos limites, pois nossos pretensos limites apoiam-se em muita preguiça. Tem preguiça sobrando.  

Poucos se dão conta disto, pois acham que para as “coisas de Deus” basta repetirmos os esforços que sempre temos feito para as outras coisas.
Este erro detona, aborta, é inútil e pior, decepcionará.
Nos decepcionaremos com Deus, quando na realidade, não alcançamos Deus.
Deveríamos nos decepcionar conosco não com Deus, pois fomos preguiçosos para darmos nosso MÁXIMO. Podemos dizer, entre outras coisas, que isto é ausencia de fé.

Assim tem caminhado a humanidade, iludindo-se com tanta coisa por ouvir falar, por querer imitar, por pura preguiça, mas uma coisa é certa, por não querer dar o MÁXIMO de atenção para as coisas de Deus NADA consegue realizar.
Não há meia realização, ou se realiza ou não se realiza.

Vivemos no Grupo esta inconstância de atenção, onde uma hora se realiza e em outras horas não se realiza, apesar de esforços estarem sendo feitos. Esforços sem o MÁXIMO  de empenho e atenção, são completamente perdidos e irrecuperáveis.

Nosso coração alimenta nosso metabolismo e é alimentado por impulsos que vem da alma, que por sua vez recebe da mônada (plano espiritual elevado). É um alimento essencial como são todos os outros que nos faz sobreviver, portanto, não adianta darmos plena e absoluta atenção às necessidades fisiológicas do corpo sem reabastecer nosso coração.
O corpo tem uma fisiologia e a alma também. A interface entre um e outro é o coração.
A alma iluminando e o coração sendo iluminado, iluminamos nossa vida.

Vemos pessoas sem luz, opacas, enfraquecidas desanimadas com a vida, carentes, doentes pois buscam externamente o que só existe internamente.
Vemos pessoas aparentemente felizes, alegres, vivendo sob diversos estilos diferentes, mas percebe-se que buscam externamente o que só existe internamente.

A busca interior é a única meta da vida externa.
Enquanto não aprendermos que existimos externamente, para nos descobrirmos internamente, tudo na vida será confuso e acidentado.

Reveja seus pontos de vista e suas ações. Estamos no limiar deste “salto” neste final de ciclo terrestre.
Hilton